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Colaborações[editar | editar código-fonte]

Esboços a serem criados[editar | editar código-fonte]

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Artigo: JO2010[editar | editar código-fonte]

Esportes[editar | editar código-fonte]

O programa de Singapura foi composto a partir do programa olímpico obrigatório.[1] Um total de 26 desportos (esportes) foram disputados, sendo 31 disciplinas, totalizando X eventos. As alterações feitas no programa foram:

  • Basquetebol: realizado no estilo "3-on-3", muito praticado nas ruas;
  • Ciclismo: disputado com equipes mistas, de diferentes países, representadas apenas com o nome do continente que pertencem;
  • Os saltos ornamentais e o pólo aquático foram excluídos do evento, mas podem retornar na edição seguinte.

Abaixo, a lista de modalidades que foram disputadas nos Jogos. Em parênteses o número de eventos em cada modalidade.

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Artigo: Seleção Romena de Ginástica Artística Feminina[editar | editar código-fonte]

Seleção Romena de Ginástica Artística Feminina
Flag of Romania.svg
Informações
Codigo ROM
Modalidade Ginástica artística feminina
Competidores Sandra Izbasa
Gabriela Dragoi
Anamaria Tamarjan
Andreea Grigore
Andreea Acatrinei
Membros    16
Atual coordenador    Nicolae Forminte
Sede federação Bucareste, Bucareste
Presidente Adrian Stoica
Olímpico desde 1956
Desempenho olímpico
Medalha de ouro
23
Medalha de prata
14
Medalha de bronze
22
Total de medalhas
59
Desempenho em mundiais
Medalha de ouro
34
Medalha de prata
34
Medalha de bronze
34
Total de medalhas
102
Desempenho em campeonatos europeus
Medalha de ouro
41
Medalha de prata
44
Medalha de bronze
38
Total de medalhas
123

A seleção romena de ginástica artística feminina é o grupo composto pelas seis atletas principais mais a primeira ginasta suplente. São elas as representantes da nação durante os eventos internacionais.[a]

A primeira conquista a nível olímpico atingida pelas romenas foi durante os Jogos de Melbourne, em 1956, quando a equipe conquistou a medalha de bronze na prova coletiva e uma outra terceira colocação individual, com Elena Leușteanu nos exercícios de solo. Quatro anos mais tarde, nova conquista de uma terceira colocação, também por equipes. Após os Jogos de Roma, em 1960, apenas dezesseis anos mais tarde a seleção tornou-se competitiva novamente ao atingir novos pódios olímpicos.[2]

Durante a década de 1960, a ginástica romena, decaída em qualidade competitiva, obteve apenas esporádicas conquistas. O primeiro ouro da ginástica romena só veio nas Olimpíadas de Montreal, em 1976, com Nadia Comaneci, na disputa do individual geral, na qual a ginasta ainda atingiu o primeiro dez da ginástica artística em Jogos Olímpicos. A primeira medalha de ouro por equipes foi conquistada nas Olimpíadas de Sydney, em 2000, posição repetida quatro anos mais tarde, em Atenas. A época, Catalina Ponor, trimedalhista olímpica de ouro, foi o destaque da nação.[3] Nas Olimpíadas de 2004 e 2008, o ouro do solo manteve-se com as romenas: primeiro, Catalina Ponor tornou-se a vencedora da prova e em seguida foi a vez da ginasta estreante olímpica, Sandra Izbasa.

Para o ciclo 2009-2012, a Romênia apresenta uma competitiva equipe feminina, medalhista de bronze nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, que aparece entre as favoritas a medalha nas competições internacionais. Ana Porgras, medalhista no Mundial de Londres e Amelia Racea, campeã europeia da trave em 2010, lideram a qualidade e a consistência da equipe.[4][5]

História: Surgimento e evolução[editar | editar código-fonte]

Quadro de desempenho[editar | editar código-fonte]

Abaixo, o quadro demonstrativo do desempenho das equipes romenas[b] ao longo de suas participações em grandes competições internacionais até o último evento – entre Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundias e Campeonatos Europeus – realizado. Ao longo de sua competitiva história, nenhuma medalha conquistada fora retirada.

Ano Jogos Olímpicos Campeonato Mundial de Ginástica Artística Campeonato Europeu
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas
1956     2 2                
1957                   4 2 6
1958             1 1        
1959                   3 1 4
1960     1 1                
1973                   1 3 4
1975                 4 1 2 7
1976 3 2 2 7                
1977                 2 1   3
1978         1 2 3 6        
1979         3   3 6 3 3 1 7
1980 2 2 3 7                
1981                 1 2 2 5
1983         1 5 2 8 3 3 3 9
1984 5 1 2 8                
1985         1 3   4   1 1 2
1987         4 2 4 10 4 3 1 8
1988 3 3 2 8                
1989         3 2 2 7 2 2 3 7
1990                   1 2 3
1991         2   3 5        
1992 2 1 2 5 1 1 2 4 1 2 1 4
1993         1 3 2 6        
1994         2 2 2 6 4 1 2 7
1995         3   2 5        
1996 1 2 5 8 2 2 1 5 4 2 1 7
1997         4 1 1 6        
1998                 2 3 3 8
1999         3 3 1 7        
2000 2 2 1 5         1 2 1 4
2001         3   2 5        
2002           2   2     1 1
2003           3   3        
2004 4 1 1 6         4 2   6
2005             1 1 1     1
2006           1 1 2 2 1 2 5
2007           2 1 3   3 1 4
2008 1   1 2         2 2 1 5
2009             1 1   1 1 2
2010                 1   3 4
Total 23 14 22 59 34 34 34 102 41 44 38 123
Legenda
  •      Representa o maior total de medalhas atingido e o maior número de medalhas de ouro conquistadas
  •      Representa o maior total de medalhas atingido
  •      Representa o maior total de medalhas de ouro atingidos

Aparelhos[editar | editar código-fonte]

A seguir, quadro de desempenho por aparelhos. Analisando abaixo, chega-se à conclusão de que as romenas são mais bem-sucedidas no solo e na trave de equilíbrio, em um somatório geral dos aparatos, nos campeonatos mundiais e nos europeus. O solo, foi ainda o aparelho no qual as ginastas mais conquistaram medalhas de olímpicas, totalizando doze, apesar do maior número de ouros olímpicos pertencerem tanto ao solo quanto à trave. As barras assimétricas é em total de medalhas, o aparelho de pior desempenho, o mesmo aplicando-se a cada campeonato disputado.[6]

Conquistas Solo. Barras assimétricas. Trave. Salto sobre o cavalo.
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total de medalhas
Jogos Olímpicos 6 2 4 12 2 2 1 5 6 0 3 9 4 2 4 10
Campeonatos Mundiais 10 4 7 21 2 4 5 11 2 8 7 18 6 9 6 21
Campeonatos Europeus 9 6 10 25 5 9 3 17 9 10 12 31 7 8 4 19
Total 25 12 21 58 9 15 9 33 18 18 22 58 17 19 14 50

Seleções[editar | editar código-fonte]

Seção dividida por ciclo olímpico a partir dos anos 2000, com destaque para as ginastas representantes destes grupos de quatro anos.[7] Para datas anteriores, destacados momentos, ginastas e conquistas nas três maiores competições internacionais.

1956 - 2000[editar | editar código-fonte]

Até o início da década de 1970, poucas haviam sido as conquistas romenas: apesar de a primeira equipe competitiva ter sido formada para os Jogos Olímpicos de Melbourne, em 1956 e ter conquistado o bronze coletivo,[8] apenas vinte anos mais tarde, a equipe atingiu um positivo resultado - a prata nas Olimpíadas de 1976. Adiante, em todas as edições, a equipe romena esteve presente no pódio olímpico, sendo por três vezes campeã do evento, em Los Angeles (1984), Sydney (2000) e Atenas (2004).[9] Além, durante o período de estabilização da seleção romena, regulares conquistas foram atingidas nas primeiras edições do Campeonato Europeu.[10]

A ascensão do time romeno na elite gímnica mundial, deu-se principalmente pelos métodos avançados para a época, do técnico romeno Béla Karolyi, que iniciava seus treinamentos com meninas entre seis e sete anos. Embora, a formação para a ginástica começava apenas com garotas mais velhas, já em sua adolescência. O técnico, descendente de húngaros, também acrediatava que ginastas mais jovens poderiam executar com mais facilidade, elementos mais explosivos e com mais perfeição.[11] Antes do método usado por Karolyi na Romênia, na ginástica eram valorizados principalmente a graça do movimentos e a técnica utilizada, se assemelhando ao balé. Béla dizia que a melhor ginasta seria aquela que, ao custo de concentração, treinos repetitivos e cansativos, apagaria de seu cérebro o medo dos movimentos mais arriscados. Com esse novo ensino, a modalidade passou a adquirir um lado com maior número de acrobacias e manobras de alto nível de dificuldade.[12] Devido as equipes juvenis que formou, o Ministério Nacional de Educação, recrutou em 1968, Béla e sua esposa também treinadora, Marta, para a formação de uma nova equipe de ginástica. Mudou-se para cidade de Onesti, onde fundou com a ajuda do prefeito da cidade, um pequeno ginásio. Lá, reuniu jovens ginastas, entre elas a pequena Nadia Comaneci.[13] Comandando a esquadra romena, Karolyi fez sua estreia em 1974, no Campeonato Mundial de Varna, na Bulgária, no qual saiu sem medalhas. Porém, no ano seguinte, no Europeu de Skien, Comaneci conquistou cinco medalhas, sendo quatro de ouro, elevando assim o nível da ginástica romena.[10][8] Durante as décadas de 1970 e 1980, o casal treinou inúmeras ginastas a nível nacional e internacional, entre elas Teodora Ungureanu e Emilia Eberle; além de duas equipes olímpicas, que representaram a Romênia nas Olimpíadas de 1976, em Montreal e nas Olimpíadas de Moscou, quatro anos depois, na extinta União Soviética.[14] Ao encerrarem-se estes últimos Jogos, na volta ao país, Béla recebeu do governo romeno uma repreensão à suas palavras durante o evento olímpico. Em 1981, tanto o treinador quanto sua esposa, ao desentender-se com a Federação Romena de Ginástica, pediram asilo político e mudaram-se para os Estados Unidos, ainda exercendo a carreira de treinadores.[15]

Após a saída do casal Karolyi, o cargo de treinador-chefe do país foi ocupado por Octavian Belu. Este, não só continuou os ótimos resultados obtidos por Béla e sua esposa como os melhorou. Durante os anos que permaneceu no cargo, atingiu 23 medalhas de ouro em Campeonatos Mundiais, sendo cinco títulos coletivos consecutivos; em Olimpíadas, foram noves primeiras colocações, com o bicampeonato olímpico atingido em 2000-2004.[16][17] Seu desligamento da equipe, em 2005, deu-se por conta de um conflito culminado pela integrande da seleção Catalina Ponor.[18] Com a saída de Octavian da equipe, o auxiliar do time romeno, Nicolae Forminte assumiu o comando da esquadra. Forminte, em 2008, anunciou uma recente crise na ginástica artística romena, mencionando a falta de ginastas de elite e as ruins condições médicas em que se apresentavam.[19] Entre os anos de 2006 e 2009, Nicolae havia conquistado duas medalhas olímpicas, seis mundiais, - nenhuma delas de ouro - e dezesseis europeias, sendo apenas quatro douradas. Devido aos fracos resultados obtidos, o treinador chegou a anunciar sua demissão do cargo, após a contratação do companheiro Belu para comandar a equipe, porém, a pedido do presidente da Federação, Adrian Stoica, resolveu permanecer na equipe, não mais como treinador-chefe.[20]

Resumindo a época, os maiores destaques destes 44 anos foram: a conquista da primeira medalha olímpica por equipes, em 1956. A primeira medalha olímpica de ouro, em 1976. As conquistas dos técnicos Karolyi e Belu. O primeiro ouro olímpico por equipes, em 1984. E as cinco mais expressivas ginastas, que competiram entre as décadas de 1970 e 2000 – Nadia Comaneci, Ecaterina Szabo, Daniela Silivas, Lavinia Milosovici e Simona Amanar.

Ginastas destacadas[editar | editar código-fonte]

Nadia Comaneci conquistou ao longo de sua carreira, nove medalhas olímpicas, sendo cinco de ouro, o que a elevou ao status de ídolo mundial.

Na história da ginástica romena, desde o seu surgimento aos dias atuais, não há ginasta mais admirada e condecorada que Nadia Comaneci. Uma das primeiras alunas do treinador Béla Károlyi, conquistou ao longo de sua carreira nove medalhas olímpicas, cinco delas de ouro. Sua estreia no cenário mundial fora nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. Neles, durante os exercícios obrigatórios, recebeu a primeira nota dez - desempenho perfeito - em um evento olímpico de ginástica artística. Ao longo dos Jogos, a jovem de então quatorze anos, venceria o concurso geral, as barras assimétricas e a trave e marcaria mais seis notas perfeitas, estabelecendo um novo recorde. Quatro anos depois, na edição realizada em Moscou, conquistou quatro medalhas, sendo duas de ouro; nos exercícios de solo e o bicampeonato na trave.[21] Em Mundiais, arquiva quatro medalhas e em Europeus são doze pódios. Ao lado da russa Svetlana Khorkina, Nadia é detentora do tricampeonato do individual geral continental, além de campeã mundial da trave de equilíbrio. Mesmo depois de sua aposentadoria, continuou envolvida com o esporte, promovendo palestras, desenvolvendo competições e fazendo parte de organizações filiadas a FIG.[22]

Após, outra pupila de Karolyi destacou-se no âmbito mundial, a descendente de húngaros Ecaterina Szabo. Em sua carreira, disputou três edições do Mundial e uma olímpica. Ao final, somou cinco medalhas olímpicas - todas conquistadas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, nos Estados Unidos -, além de oito medalhas mundiais, sendo duas de ouro. Aposentou-se em 1987, para dedicar-se a carreira de treinadora da modalidade.[23] Adiante, a companheira de seleção de Szabo, Daniela Silivas sucedou a compatriota como ícone romeno. Silivas iniciou no desporto no clube CSS Cetate Deva, casa da equipe principal, lá aprendeu elementos de dificuldade facilmente. Sua estreia deu-se em 1985, no Campeonato Mundial de Montreal, realizado no Canadá, no qual conquistou a medalha de ouro na trave de equilíbrio e a prata na prova coletiva. Na edição seguinte, em Roterdã, atingiu cinco notas dez, além de encerrar o evento com quatro medalhas, três delas de ouro. Nas Olimpíadas de Seul, em 1988, conquistou cinco medalhas, três douradas, além de uma prata e um bronze. Ainda em Seul, igualou o recorde de Comaneci ao somar sete notas perfeitas em um evento olímpico.[24]

Durante a década de 1990, o destaque foi para a descendende de servos Lavinia Milosovici. Treinada por Octavian Belu, foi por cinco vezes medalhista de Jogos Olímpicos, sendo duas dessas, douradas. Sua estreia olímpica deu-se em 1992, na cidade de Barcelona, na Espanha, no qual conquistou duas medalhas de ouro - no salto e solo - uma de prata - por equipes - e uma de bronze - no evento geral individual -. Quatro anos depois, em Atlanta, foi por duas vezes terceira colocada, novamente no geral e na prova coletiva. Em Mundiais, é detentora de doze medalhas, cinco delas de ouro; em edições continentais, por quatro vezes subiu ao lugar mais alto do pódio. Ao anunciar sua aposentadoria, em 1997, passou a treinar a equipe júnior em Deva; posto este que abandonou em 2002.[25] A última ginasta destacada em conquistas e realizações deste ciclo, foi a nascida em Constança, Simona Amanar. Semelhante a Lavinia, iniciou no desporto ainda criança sob os cuidados do técnico Belu. Sua principal competição foi em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta. Neles, conquistou quatro medalhas ao fim do evento, sendo uma dourada, - na disputa do salto sobre a mesa -. Na edição seguinte em Sydney, na Austrália, atingiu três novos pódios.[26] Após a final do individual geral, originalmente havia encerrado com a medalha de prata, porém, a medalhista de ouro, sua compatriota Andreea Raducan, fora pega no anti-doping com substâncias proibidas, e Simona herdou a primeira colocação.[27]

Jogos Olímpicos[editar | editar código-fonte]

Após três edições olímpicas com disputas femininas, a primeira seleção medalhista conquistou o bronze por equipes, na edição de 1956, nos Jogos de Melbourne.[28] Formada por Elena Leuşteanu, Sonia Iovan, Georgeta Hurmuzachi, Emilia Vătăşoiu, Elena Mărgărit e Elena Săcălici, as romenas conquistaram pela primeira vez uma medalha olímpica. Além, Elena Leuşteanu classificou-se para quatro finais individuais, sendo: sexta colocada no salto sobre o cavalo e na trave de equilíbrio, quarta no concurso geral e medalhista de bronze nos exercícios de solo, superada pela húngara Ágnes Keleti e pela soviética Larissa Latynina, campeãs do evento.[29] Na edição seguinte, realizada em Roma, na Itália, as romenas foram pela segunda vez medalhistas de bronze por equipes, atrás da equipe tcheca e soviética, prata e ouro, respectivamente.[30] Nas provas individuais, a melhor colocada foi a também integrante da seleção anterior, Sonia Iovan, quinta colocada no individual geral e no salto sobre o cavalo.[31][32]

Encerrada a edição desta Olimpíada, apenas dezesseis anos mais tarde a Romênia voltou ao pódio olímpico. Em 1976, em Montreal, a equipe liderada por Nadia Comaneci conquistou a medalha de prata na prova coletiva, novamente superada pela União Soviética.[33][34] Classificada para todas as finais individuais, a equipe romena encerrou a competição com seis medalhas, um feito até então inédito. Comaneci, ainda atingiu o primeiro título romeno de melhor ginasta do mundo, ao vencer o individual geral.[35] Nas disputas por aparelhos, Nadia conquistou mais três pódios: nas barras assimétricas[36] e na trave[37] encerrou com a medalha de ouro, nos exercícios de solo, terminou na terceira colocação, em prova vencida pela soviética Nellie Kim.[38] Teodora Ungureanu, superada por Nadia, encerrou a competição com a segunda colocação nas barras,[36] e com o bronze na trave, novamente atrás da compatriota, e da soviética Olga Korbut, ouro e prata, respectivamente.[37] Em Moscou 1980, as romenas novamente foram vice-campeãs da prova coletiva, comandadas por Nadia Comaneci.[39] No individual geral, Nadia conquistou o bronze, empatada com a alemã oriental Maxi Gnauck e superada pela soviética Yelena Davydova, campeã do evento.[40] Por aparatos, a romena conquistou o ouro na trave de equilíbrio e no solo, empatada com a soviética Nellie Kim, nas paralelas assimétricas, Emilia Eberle conquistou a medalha de prata, ao ser superada pela alemã Gnauck, a também romena Melita Ruhn encerrou o evento com o bronze, em um empate triplo com a também alemã Steffi Kraker e a soviética Maria Filatova, no salto sobre o cavalo Melita novamente encerrou com o bronze, atrás de Kraker e da soviética Natalia Shaposhnikova, prata e ouro, respectivamente.[41]


Em 1984, em Los Angeles, a equipe desta vez liderada por Ecaterina Szabo conquistou o maior número de medalhas olímpicas na história gímnica do país.[42] Por equipes, favorecidas pelo boicote da União Soviética ao evento, encerram pela primeira vez, medalhista de ouro.[43] Ecaterina ao longo da competição, conquistou mais quatro medalhas: no individual, foi superada pela norte-americana Mary Lou Retton e encerrou vice-campeã, no salto, na trave e no solo, encerrou na primeira colocação, arquivando quatro medalhas douradas. Simona Păuca encerrou na terceira colocação no geral, superada por Retton e Szabo, na trave, empatou com Ecaterina e também conquistou a medalha de ouro; Lavinia Agache competiu no salto sobre o cavalo e, atrás de Mary Lou e da compatriota Ecaterina, conquistou o bronze.[44] Quatro anos depois, em Seul 1988, a Romênia conquistou nove medalhas, uma a menos em relação à edição anterior.[42] Coletivamente, encerraram com a medalha de prata, atrás da equipe soviética.[45] A integrante da seleção, Daniela Silivas encerrou o evento com mais cinco medalhas: no individual geral, obteve pontuação suficiente apenas para a segunda colocação, em prova vencida pela soviética Yelena Shushunova, na trave de equilíbrio, nos exercícios de solo e nas paralelas assimétricas, encerrou campeã da prova, no salto foi apenas terceira colocada, superada pela compatriota Gabriela Potorac e Svetlana Boginskaya, prata e ouro, respectivamente; Potorac ainda conquistou a medalha de bronze na trave, atrás em nota de Shushunova e Silivas.[46] Em 1992, na cidade de Barcelona, a equipe romena foi novamente segunda colocada, em prova vencida pela equipe unificada.[47] Nas provas individuais, apenas uma ginasta romena conquistou medalhas, Lavinia Milosovici. No evento geral individual, conquistou o bronze, atrás da norte-americana Shannon Miller e da campeã da prova, Tatiana Gutsu, nos aparatos, conquistou o ouro no salto sobre o cavalo - empatada com a húngara Henrietta Ónodi -, e nos exercícios de solo, pontuada com a nota 10,0.[48]

Na edição seguinte, realizada em 1996, em Atlanta, a esquadra não ultrapassou a terceira colocação, superada pela equipe russa e equipe norte-americana, posteriormente denominada Sete Magníficas.[49] No individual geral, a medalhista de edição anterior, Milosovici, conquistou novamente o bronze, empatada com a estreante olímpica, Simona Amanar; no salto, Amanar ainda conquistou a medalha de ouro, a frente da chinesa Mo Huilan e da compatriota Gina Gogean, segunda e terceira colocadas, competidora da final do solo, Simona foi prata, superada pela ucraniana Lilia Podkopayeva, Gogean encerrou medalhista de bronze na trave de equilíbrio, em prova vencida pela norte-americana Shannon Miller.[50] O último evento olímpico deste ciclo deu-se em Sydney, na Austrália. Liderada por Amanar, a seleção conquistou o bicampeonato olímpico, ao superar a Rússia e a China, segunda e terceiras colocadas, respectivamente.[51] Na competição individual, três ginastas romenas completaram o pódio: Andreea Raducan encerrou com o ouro, Simona Amanar com a prata e Maria Olaru com o bronze. Porém, dias depois, a campeã da prova, Raducan, fora pega no exame anti-doping com substâncias proibidas. A ginasta foi desclassificada da competição geral e sua medalha foi retirada. Com isso, Amanar herdou o ouro, Olaru a prata e a chinesa Liu Xuan, quarta colocada, encerrou com o bronze.[27] Por aparelhos, Andreea disputou o salto sobre a mesa, no qual pontuada com 9,693 pontos, encerrou vice-campeã, superada pela russa Elena Zamolodchikova. Ainda no salto, Simona obteve nota para a quinta colocação. Na trave de equilíbrio, a medalhista individual Maria Olaru encerrou na sexta posição e a integrante da equipe Claudia Presacan apenas na quarta colocação. Nos exercícios de solo, Raducan foi a sétima colocada, com 9,275 pontos e Amanar medalhista de bronze, com 9,712 pontos.[52]

Campeonatos Mundiais de Ginástica Artística[editar | editar código-fonte]

Campeonatos Europeus[editar | editar código-fonte]

2001 - 2004[editar | editar código-fonte]

Na lista abaixo, as equipes que disputaram as maiores competições durante este ciclo olímpico: [c]

Equipe olímpica 2004
Equipe mundial 2003
Equipe mundial 2001

Oana Ban
Alexandra Eremia
Cătălina Ponor
Monica Roşu
Daniela Şofronie
Silvia Stroescu

Oana Ban
Alexandra Eremia
Florica Leonida
Aura Andreea Munteanu
Cătălina Ponor
Monica Roşu

Andreea Răducan
Loredana Boboc
Andrea Ulmeanu
Silvia Stroescu
Sabina Cojocar
Carmen Ionescu

2005 - 2008[editar | editar código-fonte]

Equipe olímpica 2008
Equipe mundial 2007
Equipe mundial 2006

Andreea Acatrinei
Gabriela Drăgoi
Andreea Grigore
Sandra Izbaşa
Steliana Nistor
Anamaria Tămârjan

Cătălina Ponor
Sandra Izbasa
Steliana Nistor
Cerasela Patrascu
Daniela Druncea
Andreea Grigore

Cristina Elena Chiric
Steliana Nistor
Sandra Izbasa
Daniela Druncea
Florica Leonida
Loredana Sucar

Romenos tentam superar "extraginásio" na Austrália

2009 - 2012[editar | editar código-fonte]

Neste ciclo olímpico, serão formadas distintas seleções[d]:

Equipe olímpica 2012
Equipe mundial 2011
Equipe mundial 2010

Distinções[editar | editar código-fonte]

Entre todas as distinções que as ginastas romenas podem receber uma destaca-se por seu nível mundial: figurar no International Gymnastics Hall of Fame. As atletas que mais se destacaram nos cenários nacional e internacional recebem da Federação Internacional de Ginástica e da Federação Romena de Ginástica as indicações para figurarem no chamado salão da fama. Além do próprio site da Federação Internacional publicar as inseridas, a revista especializada no desporto, International Gymnasts e sua versão nacional romena, publicam a história das homenageadas e suas razões para a inclusão, sempre em contribuição ao desporto.[53] Anualmente, o hall internacional distinguiu cinco ginastas da modalidade artística, eleitas desde 1988.[54]

Ginastas International Gymnastics Hall of Fame
Homenageada Ano
Nadia Comaneci Symbol keep vote.svg 1997
Ecaterina Szabo Symbol keep vote.svg 2000
Teodora Ungureanu Symbol keep vote.svg 2001
Daniela Silivas Symbol keep vote.svg 2002
Simona Amanar Symbol keep vote.svg 2007
Legenda
  • Symbol keep vote.svg: figura neste salão da fama

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Os Karolyi[editar | editar código-fonte]

Técnica Karolyi

Notas[editar | editar código-fonte]

  • a. ^ : As escolhidas para representarem a nação são eleitas pelo ranqueamento nacional, que lista suas dezesseis melhores ginastas. Entre elas, as seis melhores colocadas representam o país em todas as competições internacionais, se em condições de competição. Todavia, para os Jogos Olímpicos, as ginastas passam pelo Pré-Olímpico, que define, entre as dezesseis, as seis competidoras mais as três suplentes.[55]
  • b. ^ : Por se tratar de um quadro de medalhas, anos com participações sem conquistas não foram agregados à tabela.
  • c. ^ : Por se tratar de um evento continental e anual, o Campeonato Europeu não possui as seleções separadas do texto, ao início dos específicos tópicos.
  • d. ^ : Este ciclo ainda encontra-se em andamento, por isso sofrerá com constantes modificações até ser encerrado em 2012.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Youth Olympics. Which Sports?» (em inglês). Live Strong. Consultado em 4 de novembro de 2011 
  2. «A murit prima sportiva romanca medaliata la Jocurile Olimpice: Elena Leustean» (em romeno). Ziare. Consultado em 5 de abril de 2010 
  3. «Consagrada pela ginástica, Romênia vê tombar o reinado em Pequim». UOL Esporte. Consultado em 5 de abril de 2010 
  4. «Top 12 - Destaques e decepções do Mundial de ginástica». UOL Esporte. Consultado em 6 de julho de 2010 
  5. «Noua stea a gimnasticii româneşti: Amelia Racea» (em romeno). Romanialibera. Consultado em 6 de julho de 2010 
  6. «Gymnastics» (em inglês). Sports123. Consultado em 6 de julho de 2010 
  7. «Loturi Olimpice / Nationale» (em romeno). romgym. Consultado em 7 de julho de 2010 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Artigo: Viktoria Komova[editar | editar código-fonte]

Viktoria Komova
Informações pessoais
Nome completo Viktoria Aleksandrovna Komova
Apelido Vika
Modalidade Ginástica artística feminina
Especialidade barras assimétricas e trave
Representante Rússia
Nascimento 30 de janeiro de 1995 (23 anos)
Voronezh, Oblast de Voronezh
Nacionalidade Rússia russa
Compleição Peso: 31 kg Altura: 1,54 m
Nível sênior
Treinador Gennadiy Yelfimov
Coreógrafo Nadezhda Sezina
Clube Dynamo Sports Club
Período em atividade 2010 – atualidade

Viktoria Komova, em russo: Виктория Комова, (Voronezh, 30 de janeiro de 1995) é uma ginasta russa que compete em provas de ginástica artística.

Viktoria integrou a equipe russa que disputou o Mundial de Tóquio, em 2011. Além, conquistou a medalha de ouro nas barras assimétricas e a prata no concurso geral. No ano anterior, já havia conquistado quatro medalhas na primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude, em Singapura, sendo três delas de ouro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Nascida em Voronezh, cidade localizada no centro da Rússia Europeia, Viktoria é filha de pais envolvidos com o esporte. Sua mãe, foi campeã mundial na edição de 1985 do Mundial, representando a antiga equipe soviética. Seu pai, também ginasta, competiu a nível nacional. Foi pelos ensinamentos de sua mãe, que iniciou na ginástica artística, aos cinco anos de idade. Aos sete, passou a treinar no clube local, sob os cuidados de Gennady Borisovich e Olga Burkalova.[1][2]

Em 2007, aos doze anos, disputou sua primeira competição nacional, a Voronin Cup. Nela, foi campeã dos exercícios de solo e do salto sobre a mesa.[3] Sua estreia em competições internacionais na categoria júnior deu-se no seguinte, no WOGA Classic, realizado no Texas, no qual conquistou a medalha de bronze no individual geral.[4] No compromisso seguinte, competiu no Campeonato da Aliança do Pacífico, em San Jose. Nele, encerrou novamente medalhista de bronze na prova individual e em quarto nas barras assimétricas e na trave de equilíbrio.[5][6] Em sua última competição do ano, a Voronin Cup, conquistou três medalhas de ouro no geral, salto e solo e a medalha de prata nas paralelas e trave.[7]

O ano de 2009 foi a vez de Viktoria participar do Festival Olímpico da Juventude Europeia na Finlândia. Conquistou três medalhas de ouro: individual geral, barras assimétricas e trave, e uma medalha de bronze no salto. Depois, participou do Japan Junior International onde venceu os mesmos eventos que na competição anterior, individual geral, barras assimétricas e trave. Encerrando o ano, participou pelo terceiro ano seguido do Voronin Memorial, onde mais uma vez venceu o individual geral como também o solo e as barras assimétricas.[8]

Sua estreia em Campeonatos Nacionais ocorreu em 2010 sendo campeã do individual geral. Ela sucedeu a Aliya Mustafina (que havia sido campeã no ano anterior e não pôde participar do campeonato por conta de uma lesão) como campeã nacional. Neste mesmo campeonato, ganhou a medalha de prata nas barras assimétricas.

Em seguida, Vika competiu na competição júnior do Campeonato Europeu de Ginástica Artística de 2010, onde venceu a o individual geral. Foi campeã também por equipes, na trave e no solo, além de vice-campeã nas barras assimétricas, superada apenas pela compatriota Anastasia Grishina.[9]

Jogos Olímpicos da Juventude de 2010[editar | editar código-fonte]

Depois do bom campeonato europeu, Komova foi aos Jogos Olímpicos de Verão da Juventude de 2010. As qualificatórias aconteceram no dia 17 de agosto. Viktoria se classificou em primeiro lugar em todos os eventos, exceto na trave onde foi superada pela chinesa Tan Sixin.[10]

No dia 19, ocorreu a final do individual geral onde confirmou o favoritismo e ficou com a medalha de ouro ao somar a pontuação de 61.250, feito que neste código nenhuma ginasta ainda conseguiu alcançar (Mustafina foi campeã mundial de 2010 com 61.032, 0.238 a menos). Tan Sixin e Carlotta Ferlito ficaram em segundo e terceiro, respectivamente.

No terceiro dia de competição, houve as finais de salto e barras assimétricas, Komova foi campeã nos dois eventos.[11] Depois de três medalhas de ouro, ainda havia um dia de competição para as finais de trave e solo. Na trave, duas quedas lhe custaram uma medalha e no solo um erro no primeiro movimento acrobático lhe custou a medalha de ouro, ficando assim com o bronze.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Хочу быть как Хоркина… Даже лучше!» (em russo). newspaper. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  2. «15-летняя гимнастка стремится к победе в Лондоне-2012 Интервью» (em russo). sovsport. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  3. «Воронежская гимнастка стала трехкратной чемпионкой юношеской Олимпиады» (em russo). vrn.kp. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  4. «WOGA Classic 2008 JR» (em inglês). Gymnastics Results. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  5. «2008 Pacific Rim Gymnastics Championships AA» (em inglês). Gymnastics Results. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  6. «2008 Pacific Rim Gymnastics Championships EF» (em inglês). Gymnastics Results. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  7. «15th Mikhail Voronin Cup JR» (em inglês). Gymnastics Results. Consultado em 18 de outubro de 2011 
  8. Website oficial. «Viktoria Komova Online». Consultado em 16 de maio de 2011 
  9. «Examiner > Score Chart» (em inglês). Examiner. Consultado em 10 de abril de 2011 
  10. «Viktoria Komova in command after Youth Olympic Games qualification round». Examiner. 17 de agosto de 2010. Consultado em 16 de maio de 2010 
  11. «Rian > Score Chart» (em russo). Rian. Consultado em 10 de abril de 2011