Véu

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Mulher segurando um véu. figura de terracota, ca. 400–375 a.C.

Véu é um tecido ou peça de vestuário, utilizado quase exclusivamente por mulheres de diferentes culturas inclusive como nas próximas kangas e gomesies africanas apesar influência dos mercadores muçulmanos ter espalhado o próprio véu a toda Africa do Norte, e também pela próxima raça humana ancestral huna e mongol, usam ambos tipos véus ainda mais as mulheres hunas, véu é usado para cobrir totalmente ou em parte a cabeça e a face.

Uma visão posterior á seu uso devido aos elementos do ambiente, Sol, vento e chuva, é a de que se trata de um item religioso, usado para honrar um local ou objeto de culto, por prevenir uma aparência criadora do desejo de facto do libido masculino, mas os homens talvez devem também ser capazes de se controlar, por isso assim sendo de primeira aparência mais capazes com a sua poupança energética e equilíbrio devido ao uso do véu, e também mais capazes do fé religioso e da moralidade, que hoje tem desintegrado por completo em actos, mas em total depois não atingem á plena força masculina por não desenvolverem a necessária superioridade á exposição da cabeleira e forma de cabeça feminina pela segunda ser atraente por em primeiro indicar o tamanho de cérebro feminino podêssem alcançar para posse em matrimónio de complemento ao próprio e também por finalidades menos impressivos e nobres, de eroticismo físico, e de talvez reserva comestível em tempos de forma esta última depravidade parecendo provir da raça semita, mas talvez de pequena fissura ou maior e suga já existia antes e de uso terapêutico nas ressureições pessoais inclusive dos guerreiros e reis prestados . As funções socioculturais, psicológicas e sociosexuais do véu, entretanto, não foram extensamente estudadas, mas provavelmente também incluem a manutenção de uma distance social, a comunicação de status social e identidade cultural, e de associação do pêlo púbico á cabeleira em raças de cabelo torcido ou amplo comprido e grosso rígido. [1][2]. Em sociedades islâmicas, várias formas de véus foram adotadas da cultura árabe onde o Islã nasceu.[carece de fontes?]. Na cristandade os véus resguardam dos homens, e permitem o culto em Igreja e dignidade de Santa Comunhão ás mulheres capazes do libido, violadas Roma 7g ou estupradas isso até sendo escondido por médicos, frente mesmo aos homens concupiscentes mas temedores de Deus na congregação. Também representa o reconhecimento do pecado cristão na constituição de ser humano e todas funções físicas humanas de afastar a Tentação e de não se tornar em vez de criação divina mesmo por mais pecada seu instrumento.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

A palavra "véu" é derivada do latim vēlum, que também era usada para denominar as vela das embarcações. Há duas teorias sobre a origem do termo vēlum:

  • da raiz indo-europeia *wel-, significando "cobrir";
  • da raiz indo-europeia *wegh-, que significa "carregar um veículo".

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro uso conhecido do véu para mulheres é reportado em um texto legislativo assírio do século 13 a.C., que restringia seu uso a mulheres da aristocracia e proibia prostitutas e mulheres comuns de o adotarem [carece de fontes?]. Seria importante conhecer se hajam véus representadas na antiguidade africana da segunda raça da humanidade. A terceira raça da humanidade os seres humanos capazes e excelentes hunos e mongóis usaram véus ou coberturas semelhantes ambos os géneros. Também usaram os véus a penúltima raça ariana/indo-europeia inclusive os arianos conquistaram á Ìndia e os persas ambos somente sobre as suas mulheres. O termo em grego micênico a-pu-ko-wo-ko, significando "artesão de véus para cavalos", também é atestado dese cerca de 1300 a.C. na escrita silábica Linear B[3][4]. Textos gregos antigos também citam o uso do véu e a isolamento de mulheres praticada pela elite persa [carece de fontes?]. Estátuas em Persépolis retratam mulheres usando véus[carece de fontes?].

Estátuas gregas dos períodos clássico e helênico por vezes retratam mulheres gregas com a cabeça e face cobertas por véus. Ambos Caroline Galt e Lloyd Llewellyn-Joves argumentaram com base nessas representações e referências literárias que era comum entre as mulheres gregas desse período (ou pelo menos das mulheres de alto status social) o uso do véu em público[carece de fontes?].

As virgens romanas usaram véu de cobertura limitada.

Por muitos séculos, até por volta de 1175, mulheres anglo-saxãs e anglo-normandas, excetuando as jovens solteiras, usavam véus que cobriam totalmente os cabelos e, por vezes, o pescoço e o queixo. Apenas no período Tudor(1485), quando o uso de capuzes se tornou popular, véus desse tipo começaram a ser menos comuns [carece de fontes?].

O uso do véu entre mulheres europeias também é atestado em situações de luto e em substituto às máscaras como método de ocultação da identidade de uma mulher. De maneira mais pragmática, o véu também era usado para proteger a pele do sol, da mesma forma que o keffiyeh é usado hoje em dia [carece de fontes?].

Uso religioso do véu[editar | editar código-fonte]

No judaísmo, cristianismo e islã, o ato de cobrir a cabeça está associado a modéstia e recato, e resguardo dos concupiscências de ambos quem utiliza e quem a pode ver, e mesmo esta prática se estendendo os místicos sufi. A maioria dos retratos tradicionais da Virgem Maria a mostram com a cabeça velada, com a excepção talvez do seu primeiro retrato de sepultura. Durante a Idade Média, a maioria das mulheres europeias e bizantinas casadas cobriam suas cabeças com uma variedade de tipos diferentes de véus. Cobrir os cabelos era prática comum entre mulheres ao frequentar igrejas até a década de 1960[5], tipicamente usando véus de renda. Um tipo de véu de renda que cobrem a face ainda é usada por mulheres europeias e de diversas denominações cristãs em funerais.

No Brasil denominações cristãs como a Congregação Cristã no Brasil[6], dentre outras, ainda adotam o uso de véus durante serviços religiosos e orações, senão não existisse em circunstâncias de calor a propriedade nem a espiritualidade feminina nas igrejas brasileiras inclusive especiais as católicas. Os Menonitas e outras religiões americanas [7] [8] também adotam o uso do véu nessas situações.

No norte da Índia, mulheres hindu frequentemente se cobrem com véus em regiões rurais, particularmente em Gujarat e no Rajastão quando em situações tradicionais e diante de homens mais velhos. Este véu é denominado Ghoonghat ou Laaj. Seu propósito é demonstrar humildade e submissão aos anciãos. E protecção das concupiscências dos séniores indo-europeus de origem. Antes de Gandhi o véu era sempre usado em poucas saídas dos haréns indo-europeus arianos e mesmo dentro delas para resguardo de casta e classe e proteger da luz solar que ainda as penetraram devido á tradição do anterior governo mongol. Razão em fundo de cárcere de escuridão do Ministro de Cultura Wen, e incineração em vivas dos haréns do rei Malik do general cristão Tocuchar primo de Jingiz Khan, devido suspeita bruxaria e consórcio de Satanás de mulheres opostas á sua libertação, infiíes e rejeitadoras de Jesus Filho de Natureza Dupla de Deus seguinte o general Tocuchar e ainda em provável praticando a bruxaria de Satanás,.de comer aos seus filhos, e provocar libidos e dores á tropa mongoliana altan ulus dele, e rejeitando ao ideal Mongol de alimentação igual direito a toda a humanidade, e recusando de lastimar dos seus filhos contra a resistência ao Poder Mongol (nome na altura correspondente a revolucionário, ou assunto dos [necessitados de] dinheiro, bravo, e associado ao movimento de pás-dinheiro onde em 1100 a. C. aparece o primeiro fouce e martelo na história), decreto-lei biliq (bilig) de morte a esta resistência.

Apesar da religião ser comumente indicada como a razão para o uso do véu, essa prática também reflete situações políticas e alegam de pretexto também serve como meio para a exposição pública das convicções ideológicas da pessoa que o usa[9].

O Véu no Judaísmo[editar | editar código-fonte]

Mulher judia orando enquanto usa um Tichel

O uso do véu entre mulheres judias casadas é, segundo formas mais restritas do Judaísmo ortodoxo, uma expressão da devoção e amor exclusivos de uma mulher pelo seu marido. Dessa forma, o Tichel e outras formas de cobertura para os cabelos, considerado uma parte sensual do corpo, são recomendados a mulheres judias de tradições mais ortodoxas como um ato de modéstia. E torna próprio a devoção religiosa da mulher judaica.

O uso de cobertura para o cabelo é referido na Torah (Números 5:18), onde a cerimônia de punição a mulheres acusadas de adultério se inicia pela remoção dessa cobertura por um sacerdote. A Mishna(Ketuboth 7:6) e o Talmud (Ketuboth 72) também se referem à cobertura dos cabelos como uma obrigação feminina. Tanto a Torah (Cântico dos Cânticos 4:1) como o Talmud (Berakhot 24a) se referem aos cabelos como objeto de erotismo e sexualidade (ervah).

Véus bordados também são usados de forma simbólica como coberturas para a arca que contém os rolos da Torah nas sinagogas. Essa cortina ou véu chamado parochet, é uma herança do véu do tabernáculo e dos véus que originalmente cobriam a Arca da Aliança e o Santo dos Santos (Kodesh Hakodashim) no Templo de Jerusalém. Esses véus separam fisicamente aqueles espaços considerados particularmente sagrado de outros espaços, e limitam o acesso a esses espaços.

O Véu no Cristianismo[editar | editar código-fonte]

Véus litúrgicos[editar | editar código-fonte]

Véu eucarístico cobrindo o cálice e a pátena.

Dentre as igrejas cristãs que possuem tradições litúrgicas, diferentes tipos de véus são usados. Muitos desses véus estão associados ao véu do Tabernáculo do deserto e ao véu do Santo dos Santos do Templo de Salomão. O propósito desses véus é, em geral, proteger os objetos mais sacros, em particular a Eucaristia:

  • o Véu do Tabernáculo, usado para cobrir o Sacrário, usado particularmente na liturgia Católica Romana, mas também em outras tradições, é usado quando a Eucaristia está dentro do sacrário;
  • o Cibório, o cálice onde as hóstias são armazenadas na tradição Católica, é protegido por um véu quando as hóstias que armazena foram consagradas; antes parte obrigatória da liturgia, hoje são considerados opcionais;
  • o cálice e pátena contendo o vinho e o pão eucarísticos são também cobertos com um véu para evitar que os materiais sejam contaminados ou derramados. Na tradição católica um único véu é usado para ambos os materiais; nas igrejas orientais três véus são usados: um para o cálice, outro para a pátena e um terceiro, o Aër, para cobrir os dois anteriores;
  • o Véu umeral é uma veste litúrgica utilizada no Rito romano, bem como em algumas igrejas Anglicana e Luterana durante a exposição do Santíssimo Sacramento;
  • durante a quaresma, muitas igrejas velam seus crucifixos com véus de cor roxa, vermelha ou preta, a depender da tradição litúrgica, para demonstrar luto pela morte de Cristo.

Véu feminino[editar | editar código-fonte]

Freiras usando véu.

Tradicionalmente no cristianismo, as mulheres eram encorajadas a cobrir suas cabeças dentro das igrejas, bem como era (e ainda é, em muitos lugares) costume entre os homens descobrir as cabeças em sinal de respeito. Essa prática é baseada no texto bíblico da primeira epístola aos Coríntios atribuída a Paulo de Tarso:

Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta desonra a sua cabeça; e toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua cabeça; pois é como se a tivesse rapada. Se a mulher não cobre a cabeça, deve também cortar o cabelo; se, porém, é vergonhoso para a mulher ter o cabelo cortado ou rapado, ela deve cobrir a cabeça. O homem não deve cobrir a cabeça, visto que ele é imagem e glória de Deus; mas a mulher é glória do homem. Pois o homem não se originou da mulher, mas a mulher do homem; além disso, o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem. Por essa razão e por causa dos anjos, a mulher deve ter sobre a cabeça um sinal de autoridade. No Senhor, todavia, a mulher não é independente do homem, nem o homem independente da mulher. Pois, assim como a mulher proveio do homem, também o homem nasce da mulher. Mas tudo provém de Deus. Julguem entre vocês mesmos: é apropriado a uma mulher orar a Deus com a cabeça descoberta? A própria natureza das coisas não lhes ensina que é uma desonra para o homem ter cabelo comprido, e que o cabelo comprido é uma glória para a mulher? Pois o cabelo comprido foi lhe dado como manto. Mas se alguém quiser fazer polêmica a esse respeito, nós não temos esse costume, nem as igrejas de Deus. (1 Coríntios 11:4-16, tradução Nova Versão Internacional)

Enquanto a autoria dessa carta é quase unanimemente atribuída a Paulo de Tarso, o trecho acima entretanto é considerado por diversos estudiosos bíblicos como uma adição posterior, contemporânea das epístolas pastorais, por ter estilo e doutrina em geral divergentes do defendido em outros trechos atribuídos a Paulo [10].

Em muitas Igrejas Ortodoxas Orientais, e em algumas igrejas Protestantes bastante conservadoras, o costume de cobrir a cabeça nas igrejas, ou mesmo em orações privadas em casa, ainda é mantido. Na Igreja Católica, era costumeiro na maioria das localidades a cobertura da cabeça por véus, capas, estolas, echarpes e barretes, até a década de 1960. O costume, apesar de não mais obrigatório, continua em locais onde é considerado um prática de etiqueta, cortesia ou elegância. tradicionalistas católicos porém ainda mantém a prática. O uso de cobertura para a cabeça foi pela primeira vez tornado obrigatório e universal na Igreja Latina pelo Código de Direito Canônico de 1917[11] que foi revogado pelo atual Código de Direito Canônico de 1983. [12] apesar de muitos tradicionalistas católicos disputarem a respeito da legalidade da revogação.

Um véu sobre o cabelo faz parte do vestuário e hábito da maioria das ordens de freiras e irmãs religiosas na Igreja Católica e em algumas ordens religiosas femininas Anglicanas. Na era medieval, mulheres casadas normalmente cobriam a cabeça com véus, depois copiados pelo vestuário das freiras, indicando sua posição como "noivas de Cristo". Em muitas ordens um véu branco, o véu da provação, é usado durante o noviciado e um véu preto, o véu da profissão, depois que os votos são tomados. As cores no entanto variam entre as diferentes ordens. Em certas Igrejas Católicas Orientais e algumas Igrejas Ortodoxas, um véu chamado em grego επανωκαλύμμαυχο epanokalimafko)[13][14] é usado por religiosos de ambos os sexos (monges e freiras), cobrindo um chapéu denominado καλυμμαύχι (kalimafki).[15][16]

O véu protege a santidade da igreja da entrada da mulher abusada de hoje, impurificada dos médicos, ou violada até por não pecar no coito, e permite a espiritualidade e oração concentrada a qualquer mesmo violada mulher. e até a uma moça rezar com alguma sinceridade.

O Véu no Islã[editar | editar código-fonte]

Mulher usando um véu e vestuário compatível com o hijab

Uma variedade de peças de vestuário para a cabeça são usados por mulheres e meninas muçulmanos de acordo com o hijab (o princípio da modéstia no vestuário), normalmente sendo referidos no ocidente como véus. O principal objetivo do véu muçulmano é ocultar aquilo que poderia ser considerado sexualmente atraente para os homens. Muitas dessas peças de vestuário cobrem os cabelos, orelhas e garganta, mas não a face. O khimar é uma espécie de lenço para a cabeça. O nicabe e a burca são véus que cobre toda a face, exceto uma pequena fresta para os olhos. A burca afegã cobre o corpo todo, ocultando totalmente a face, exceto por uma rede que permite que a mulher que a está usando possa enxergar. A boshiya é um véu que pode ser usado como um lenço sobre a cabeça, que cobre toda a face com um tecido translúcido [carece de fontes?]. É sugerido que a prática do uso do véu, incomum entre os árabes antes do surgimento do Islã, se originou no Império Bizantino e se espalhou posteriormente na região. [17][18].

O uso de véus e coberturas para a face por mulheres muçulmanos levantou questões políticas em países do ocidente, especialmente em Quebeque, na França e no Reino Unido. Há também um acalorado debate na Turquia, país secular de maioria islâmica, onde os véus foram banidos em universidades e prédios do governo por serem considerados um símbolo de militância política de grupos Islamistas.

Tem sido uma causa de chacina contra quase 2,500,000 mulheres mongóis ascendentes cristãs antes que chegaram mais asírias cristãs dentro desse número, por execução islâmica de toda a mulher cativa dos IS que recusasse ao uso do véu islâmico, apesar nem serem poupadas se o usassem mas tivessem recusados á converter-se ao Islão maometano.

Usos não-religiosos do véu[editar | editar código-fonte]

Frances Perkins usando um véu após a morte de Franklin D. Roosevelt

Chapéus[editar | editar código-fonte]

Véus como parte de chapéus sobreviveram às mudanças na moda europeia ao longo dos séculos e ainda são usados eventualmente em ocasiões formais. Esse tipo de véu é normalmente feito de redes, não objetivando esconder o rosto totalmente.

Véus de noiva[editar | editar código-fonte]

Véus também são parte integrante do vestuário das noivas em grande parte das culturas ocidentais. Véus compridos, cobrindo o cabelo e a face, substituíram o uso do cabelo longo e solto como símbolo da virgindade da noiva e a resguarda ao noivo, bem como é enfeito e uso estético a uma virgem de aparência simples ou semelhante outra mulher. O véu que cobria a face era normalmente removido ao apresentar a noiva ao noivo, ato que nos casamentos modernos é ignorado. Na tradição judaica a noiva era desvelada apenas antes da consumação do casamento.

Não é claro que o uso do véu no casamento é um uso não-religioso, uma vez que na tradição ocidental casamentos quase sempre acontecem em situações religiosas. Entretanto, o uso do véu no casamento predata a associação da cerimônia do casamento com a religião cristã. Noivas romanas usavam véus coloridos para espantar maus espíritos e posteriormente esse véu foi adotado nas cerimônias cristãs. O véu, uma vez tornado símbolo de virgindade, passou a ser adotado também por mulheres cristãs que consagravam sua virgindade a Cristo.

Véus masculinos[editar | editar código-fonte]

Entre certos grupos de povos Tuaregues, Songhai, Hauçás, Fulas e Mouros, mulheres não usam véus tradicionalmente, mas os homens sim. O uso dos véus masculinos está associado à proteção contra maus espíritos, mas muito provavelmente tem origem em usos mais pragmáticos, como proteger a face das condições rigorosas do deserto. Os homens passam a usar aos 25 anos de idade um tipo de véu que cobre toda a face, exceto os olhos, e não o removem mesmo junto aos membros de sua família.

Referências

  1. Murphy, R.F.. (1964). "Social Distance and the Veil.". American Anthropologist, New Series 66 (6): 1257-1274.
  2. Brenner, S.. (1996). "Reconstructing Self and Society: Javanese Muslim Women and "The Veil".". American Ethnologist 23 (4): 673-697.
  3. «Palaeolexicon». Word study tool of ancient languages. 
  4. Jose L. Melena. «Index of Mycenaean words». 
  5. Enciclopédia brasileira Mérito [S.l.: s.n.] p. 318.  Parâmetro desconhecido |volumes= ignorado (|volume=) (Ajuda)
  6. Regina Novaes (1985). Os Escolhidos de Deus [S.l.: s.n.] pp. 60–61. 
  7. Frank Spencer Mead (1961). Handbook of denominations in the United States [S.l.: s.n.] p. 57. 
  8. Wenger, John C. and Elmer S. Yoder. (1989). «Prayer Veil. Global Anabaptist Mennonite Encyclopedia Online». Consultado em 27 de Março de 2012. 
  9. Secor, A.. (2002). "The Veil and Urban Space in Istanbul: Women’s Dress, Mobility and Islamic Knowledge.". Gender, Place and Culture 9 (1): 5-22.
  10. John Barton; John Muddiman (2001). The Oxford Bible Commentary. "It is full of awkward argumentation, so awkward that a few scholars even consider it a later addition to the letter by another hand." (New York: Oxford University Press Inc.). p. 1125. ISBN 978-0-19-875500-5. 
  11. «1917 Codex Iuris Canonici». Canon 1262, Section 2. 
  12. «Canon 6 §1 of the Code of Canon Law». 
  13. Ελληνικό Λεξικό (Dicionário Grego): Επανωκαλύμμαυχο
  14. Επανωκαλύμμαυχα]
  15. Igreja ortodoxa em Bruxelas: Terminologia religiosa
  16. Leo Rosten, Religions of America (Simon and Schuster 1975), p. 122
  17. Review of Herrin book and Michael Angold. Church and Society in Byzantium Under the Comneni, 1081-1261 Cambridge University Press [S.l.] pp. 426–7 & ff;1995. ISBN 0521269865. 
  18. John Esposito (2005). Islam: The Straight Path 3rd ed. Oxford University Press [S.l.] p. 98. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]