Vacina contra o HPV

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A vacina contra o HPV previne contra infecções provocadas pelo vírus do papiloma humano (HPV), causador de verrugas genitais e de vários tipos de câncer, como o de colo do útero.

Existem duas vacinas contra o HPV disponíveis no mundo e no Brasil:

·         Vacina contra os HPVs 16 e 18, mais conhecida como bivalente, protege contra o câncer do colo do útero causado pelos tipos de HPV 16 e 18. É aprovada no Brasil para mulheres a partir de 9 anos;

·         Vacina contra os HPVs 6, 11, 16 e 18, mais conhecida como quadrivalente, protege contra os tipos de HPV 6, 11, 16 e 18, evitando os cânceres de colo do útero, vagina, vulva e ânus, além das verrugas genitais. É aprovada no Brasil para mulheres de 9 a 45 anos e homens de 9 a 26 anos1.

As vacinas contra o HPV são aprovadas em mais de 130 países e fazem parte de mais de 60 programas nacionais de imunizações. Desde 2006, mais de 190 milhões de doses foram distribuídas em todo o mundo.

A vacina adotada no Brasil pelo Ministério da Saúde desde março de 2014 é a quadrivalente, que protege contra os HPV 6, 11, 16 e 18. Em 2014, a campanha de vacinação do Ministério da Saúde do Brasil contra o HPV cobriu meninas de 11 a 13 anos. Em 2015, além das meninas de 9 a 11 anos e daquelas que perderam a oportunidade de se vacinar no ano anterior (meninas com 12 e 13 anos de idade em 2015), inclui também no grupo elegível as mulheres de 9 a 26 anos de idade que vivem com HIV.

A imunização é uma das maiores intervenções da saúde pública para prevenir doenças e óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como o Ministério da Saúde do Brasil ressaltam que, de um modo geral, as vacinas figuram entre os produtos biológicos mais seguros para o uso humano, proporcionando benefícios indiscutíveis à saúde pública.2,3.

Dados de eficácia

§  Desde a implementação da vacinação contra o HPV em programas nacionais de imunizações, mais de 600 artigos científicos já foram publicados no mundo com dados de eficácia4. Em função de a Austrália ter sido o primeiro país a disponibilizar gratuitamente em 2007 a vacina quadrivalente contra o HPV (6, 11, 16 e 18) para meninas e mulheres de 12 a 26 anos, com altas taxas de cobertura vacinal (70% em média para indivíduos com idades entre 12 e 17 anos e maior que 32% para faixa entre 18 e 26 anos), os resultados obtidos no país merecem atenção. Resumo dos estudos pós-vacinação4,5,6,7,8.

§  Redução de 93% das verrugas genitais na população feminina com menos de 21 anos.

§  Redução de 77% dos HPV contidos na vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante), caindo de 28,7% para apenas 6,7%.

§  Redução de mais de 50% das alterações do Papanicolaou e das lesões que antecedem o câncer do colo do útero.

§  Após mais de sete anos desde que os primeiros países implantaram a vacina contra o HPV em seus programas nacionais de imunizações, resultados promissores já estão se materializando. Por meio de revisão sistemática da literatura, publicada em março de 2015 na prestigiada revista científica The Lancet Infectious Diseases, Melanie Drolet e sua equipe avaliaram mais de 650 artigos publicados sobre dados após a vacinação contra HPV e analisaram 19 estudos conduzidos em 9 países e os resultados dos 4 primeiros anos pós-implementação da vacinação contra HPV (Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Escócia, Nova Zelândia, Suíça, Dinamarca, Canadá e Alemanha), que representou o acompanhamento de cerca de 140 milhões de pessoas-ano4.

§  Nos países com cobertura vacinal acima de 50% da população alvo, observou-se:

§  68% de redução da infecção pelos HPV 16 e 18, detectada a partir do primeiro ano após a introdução da vacina.

§  61% de redução das verrugas genitais em meninas de 13 a 19 anos.

§  30% de redução das infecções pelos tipos de HPV 31, 33 e 45 em garotas de 13 a 19 anos, sugerindo proteção cruzada (quando existe proteção contra outros tipos de HPV não presentes na vacina). Acredita-se que isto ocorra pela ação

dos anticorpos que acabam atuando em tipos de HPV com constituição semelhante. Deve ser considerada um benefício adicional, pois não tem a mesma eficácia de 100% de proteção como os tipos contidos nas vacinas.

§  Redução em meninos < 20 anos de idade e mulheres de 20 a 39 anos, sugerindo efeito de grupo ou rebanho (quando existe benefício em indivíduos não vacinados pela redução da circulação do vírus na população).

§  Declínio rápido e cumulativo das verrugas genitais a partir da introdução da vacinação contra HPV.

§  Nos países com cobertura vacinal de meninas < 50%, observou-se:

§  Redução significativa da infecções pelo HPV 16 e 18, na ordem de 50%

§  Redução em nível bem mais baixo das verrugas genitais que se tornaram significativas apenas no terceiro ano após a introdução da vacina.

§  Não se observou benefícios em indivíduos não vacinados e em homens mais velhos, ou seja, não houve efeito de grupo ou proteção coletiva.

O estudo também demonstrou que os maiores declínios foram vistos nos países que implementaram a estratégia vacinal escolar (Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia)4.

Dados de segurança

A vacina contra HPV é considerada muito segura. As conclusões de dois importantes sistemas de vigilância mundialmente reconhecidos e que trabalham independentemente – o sistema de farmacovigilância dos Estados Unidos (Centros de Controle de Doenças e Prevenção) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) merecem ser destacados. Ambos ressaltam o excelente perfil de segurança das vacinas contra o HPV1,9,10.

De junho de 2006 a março de 2014, aproximadamente 67 milhões de doses de vacinas contra HPV foram distribuídas nos Estados Unidos. Até o momento, os eventos adversos relatados são consistentes com os identificados nos estudos clínicos dos fabricantes das vacinas contra HPV e os padrões de relato permanecem inalterados, sem motivos de preocupações1.

A Organização Mundial de Saúde reforça, em seus relatórios, que as vacinas contra o HPV são muito seguras. Os principais órgãos internacionais de saúde, incluindo a Australia Therapeutic Goods Administration (TGA)/Atagi, os centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e também a Anvisa revisaram e aprovaram todas as informações de segurança sobre as vacinas contra o HPV e recomendam o seu uso.

Em seu último posicionamento em outubro de 2014, a Organização Mundial de Saúde reafirmou o ótimo perfil de segurança da vacina contra HPV em todo o mundo e que existem informações suficientes para suportar essa conclusão como os dados obtidos de grandes estudos clínicos e dados contínuos de vigilância ativa e passiva pós-comercialização9,10.

Comunicados sobre a segurança da vacinação contra o HPV:

·         Ministério da Saúde. Vacinação contra HPV: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/agosto/29/Perguntas-e-respostas._segundadose_27.08doc.pdf

·         Sociedade Brasileira de Pediatria: http://www.sbp.com.br/comunicacoes-publicas/seguranca-da-vacina-hpv-quadrivalente/

·         Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia: http://www.febrasgo.org.br/site/?p=8241

·         Sociedade Brasileira de Imunizações: http://www.sbp.com.br/comunicacoes-publicas/seguranca-da-vacina-hpv-quadrivalente/

·         Organização Mundial da Saúde. Global vaccine safety: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/en/

·         CDC. HPV Vaccination: http://www.cdc.gov/hpv/vaccinesafety.html

·         Human Papillomavirus Vaccination. Recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) CDC. HPV Vaccine: http://www.cdc.gov/mmwr/pdf/rr/rr6305.pdf.

·         American Academy of Pediatrics6. HPV vaccine recommendations: http://pediatrics.aappublications.org/content/129/3/602.full.

Eventos adversos

§  Como ocorre com todas as vacinas, as reações mais comuns são relacionadas ao local da injeção como, por exemplo, dor, vermelhidão e inchaço (edema). Os menos comuns são cefaleia e febre. Em geral, esses sintomas são de leve intensidade e desaparecem no período de 24 a 48 horas após a administração da vacina.

§  A síncope (desmaio) pode ocorrer após qualquer vacinação, especialmente em adolescentes e adultos jovens e isto se deve geralmente a uma maior resposta psicogênica (estresse pós-vacinação). Portanto, as pessoas vacinadas devem ser observadas com atenção por aproximadamente 15 minutos após a administração da vacina contra o HPV1.

§  De acordo com a Academia Americana de Pediatria12, “a ocorrência de um evento adverso após imunização não prova que a vacina provocou os sinais ou sintomas. A associação de um evento adverso com o momento da administração de uma vacina específica comumente ocorre ao acaso. A verdadeira associação causal requer que o evento ocorra numa taxa significativamente maior em receptores da vacina do que em grupos não vacinados de idade e local de residência semelhantes”.

§  No Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação do Ministério da Saúde do Brasil12, ressalta-se que é indispensável uma criteriosa avaliação clínica e laboratorial desses casos para a busca rigorosa do diagnóstico etiológico, com a finalidade de que o evento adverso, a sequela ou mesmo o óbito não sejam atribuídos de modo inadequado à vacina.

Mitos e verdades sobre a vacina contra o HPV

Apesar de contar com dados robustos de segurança e eficácia de estudos clínicos e de estudos pós-implementação, a vacina contra o HPV recebe grande exposição, principalmente em mídias sociais, relacionada a notícias sem qualquer fundamentação científica, fruto de mitos e receios de uma vacina relativamente nova para a população e com características muito diferentes das demais, principalmente a de ter como público-alvo pré-adolescentes e adolescentes e proteger contra uma doenças e cânceres anogenitais que irão se manifestar apenas décadas mais tarde.

Principais mitos

Verdade

Vinculação infundada sobre precocidade da atividade sexual.

A vacina terá melhor eficácia se administrada a partir dos 9 anos, existe maior produção de anticorpos na faixa etária de 9 a 13 anos, permitindo inclusive que seja realizado esquema de duas doses com intervalo mínimo de 6 meses entre as doses13. Estudos mostram que a vacinação contra HPV não predispõe a atividade sexual nem a comportamento de risco em relação a meninas da mesma faixa etária não vacinadas14,15,16. Quando se comparou jovens sexualmente ativas vacinadas versus não vacinadas, as mulheres vacinadas tinham 3 vezes maior probabilidade de utilizar preservativos, se iniciassem a vida sexual18.

É importante reafirmar o papel dos pais na educação de seus filhos e que isto não será modificado pela administração de uma vacina ou qualquer outro medicamento18. Os pais devem pensar nessa ou em qualquer outra vacina como um capacete de bicicleta: é proteção, não um convite para o comportamento de risco.

Vacina injetável. Medo da dor da injeção.

Qualquer procedimento como o simples ato vacinal, pode gerar ansiedade, principalmente em adolescentes. Os indivíduos vacinados devem ser observados durante 15 minutos após à administração da vacina HPV 1.

Os CDC nos EUA concluíram que casos eventuais de desmaio são atribuíveis à faixa etária (adolescentes), este evento ocorre com todas as vacinas administradas nessa faixa etária1.

Vacina nova.

Medo sobre eficácia e segurança.  

Até a presente data, todas as agências regulatórias que monitoram a segurança das vacinas HPV continuam a afirmar que as vacinas contra o HPV têm excelente perfil de segurança. Os eventos adversos mais comuns são no local da injeção, sendo autolimitados e resolvem-se espontaneamente6.

Mais de 600 artigos científicos já foram publicados no mundo com dados de eficácia, em diferentes países que implantaram a vacinação pública contra o HPV4.

Muitos pais não vêm benefício imediato em dar a vacina por acharem que ela protege apenas contra o câncer de colo do útero.

A infecção e doença relacionada ao HPV é um problema de saúde pública. É o principal fator de risco causador do câncer, após o tabaco. Está relacionado ao desenvolvimento de vários tipos de câncer: do colo do útero, vagina, vulva, ânus e orofaringe, entre outros. Também causa alterações importantes no exame preventivo (Papanicolaou) e doenças como as verrugas genitais e a papilomatose laríngea20,21.

Além dos cânceres, aproximadamente 90% dos casos de verrugas genitais são causados pelos tipos de HPV 6 e 11. A vacina quadrivalente, disponibilizada pelo Programa Nacional de Imunizações brasileiro, também oferece esta proteção. Apesar de não ser um câncer, as verrugas genitais estão associadas a um alto estigma social por serem o sinal mais visível de uma doença sexualmente transmissível. Estudos mostram impacto psicológico tão forte ou mais grave que o diagnóstico de câncer22. As verrugas genitais podem aparecer semanas ou meses após o contato sexual com uma pessoa infectada e costumam ter recaídas frequentes antes de se conseguir a cura23.

Números sobre doenças preveníveis pela vacinação contra o HPV:

Câncer de colo do útero:

§  O câncer de colo do útero é o terceiro tipo mais incidente na população feminina no Brasil, mas ocupa o primeiro lugar na região Norte e o segundo lugar nas regiões Centro-Oeste e Nordeste. Estima-se que mais de 15 mil novos casos serão registrados e que cerca de 5 mil mulheres morrerão da doença em 2015 no país24.

§  As vacinas contra HPV previnem aproximadamente 70% dos casos de câncer de colo do útero, aqueles causados pelos HPV 16 e 18. Isso não elimina, porém, a necessidade de as mulheres passarem por consultas de rotina ao ginecologista para a realização do exame Papanicolaou1.

Câncer de ânus

§  O número de casos de câncer anal tem crescido entre homens e mulheres de uma forma geral. Segundo dados oficiais do Programa de Vigilância e Epidemiologia dos Estados Unidos (SEER), a taxa de crescimento de novos casos de câncer anal naquele país é de 2,2% ao ano e a taxa de mortalidade cresce 3,7% ao ano. Mesmo as pessoas que nunca fizeram sexo anal podem desenvolver a doença, já que o HPV pode ser transmitido à região por meio do contato com áreas infectadas (dedos, mãos e boca) e também por contaminação de lesões próximas aos genitais25,26,27,28.

Verrugas genitais

§  As verrugas genitais acometem 1% da população geral e estima-se que a possibilidade da ocorrência dessa doença durante toda a vida seja em torno de 10%29.

§  Mundialmente, estimam-se 32 milhões de novos casos de verrugas genitais por ano. Desse total, por volta de 1,9 milhão de casos ocorre no Brasil, sendo cerca de 90% associados aos tipos 6 e 11 do HPV30. Verrugas genitais estão entre as dez principais causas de procura por serviços de saúde no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde31.

Sugestões de fontes confiáveis para busca de informações sobre o tema:

·         Ministério da Saúde. Vacinação contra HPV: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/14418-ministerio-da-saude-inicia-segunda-etapa-da-vacinacao-contra-hpv.

·         Instituto do HPV: http://www.incthpv.org.br ou http://www.incthpv.org.br/upl/fckUploads/file/Guia%20do%20HPV%20Julho%202013_2.pdf

Vídeos curtos disponíveis no canal do Ministério da Saúde no YouTube sobre o tema:

1. Dr. Jairo Bouer ressalta a importância da #VacinaHPV[editar | editar código-fonte]

Ministério da Saúde

 Dr. Jairo Bouer, conhecido por tirar dúvidas sobre sexualidade em diversos programas de televisão, rádio e internet, ressalta a importância da #VacinaHPV para a saúde da mulher. Assista e compartilhe!

https://www.youtube.com/watch?v=Bxp1EV9pNTk

2. A #VacinaHPV é segura e essencial para a saúde da mulher[editar | editar código-fonte]

Ministério da Saúde

 Mães, se ainda estão com dúvidas, o Dr. Jairo Bouer destaca que a #VacinaHPV é segura e essencial para a saúde da mulher. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=39izvaWir74

3. Dr. Jairo Bouer reforça que a #VacinaHPV continua disponível nas unidades de saúde[editar | editar código-fonte]

Ministério da Saúde

 Dr. Jairo Bouer reforça que quem ainda não tomou a #VacinaHPV pode e deve tomar. Ela continua disponível nas unidades de saúde. Proteja sua menina!

https://www.youtube.com/watch?v=lkrW6vQt9gU

4. Dr. Jairo Bouer explica o motivo da faixa etária da #VacinaHPV[editar | editar código-fonte]

Ministério da Saúde

 Dr. Jairo Bouer explica o motivo do público-alvo da #VacinaHPV em 2014 são meninas de 11 a 13 anos e esclarece sobre a faixa etária dos próximos anos. Dá o play e confira!

https://www.youtube.com/watch?v=f6WsJPydMAI

5. Dr. Jairo explica porque é importante completar o equema vacinal de 3 doses da #VacinaHPV[editar | editar código-fonte]

Ministério da Saúde

 Se sua filha tomou a 1ª dose da #VacinaHPV ela deve continuar o esquema vacinal de 3 doses, mesmo que tenha feito 14 anos. Confira o vídeo do Dr. Jairo Bouer.

https://www.youtube.com/watch?v=fGIRYGXkNlE

6. Quais as consequência do câncer de colo de útero para a saúde da mulher[editar | editar código-fonte]

Ministério da Saúde

 Você sabe as consequências do câncer de colo de útero? O Dr. Jairo Bouer, conhecido por tirar dúvidas sobre sexualidade em diversos programas de televisão, rádio e internet, explica e ressalta a importância da #VacinaHPV na prevenção.

https://www.youtube.com/watch?v=Id2h_72kK0c

Algumas matérias divulgadas na imprensa para mais informações:

TV Globo – Bom Dia MG – 24 de maio de 2015

·         Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV, afirma infectologista

http://g1.globo.com/minas-gerais/videos/t/todos-os-videos/v/atualmente-existem-mais-de-100-tipos-de-hpv-afirma-infectologista/4204334/ 

TV Globo – Jornal Hoje – 16 de maio de 2015

·         Ministério da Saúde garante eficácia da vacina contra HPV

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/edicoes/v/ministerio-da-saude-garante-eficacia-da-vacina-contra-hpv/4185957/

TV Bandeirantes – Canal Livre fala sobre vacinação do HPV – 10 de março de 2014

PARTE 1: 

http://tvuol.uol.com.br/video/canal-livre-fala-sobre-vacinacao-do-hpv--parte-1-04020E9B3970D0C94326

PARTE 2:  http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=27701&id=14948980&t=canal-livre-fala-sobre-vacinacao-do-hpv-parte-2

PARTE 3:

http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=14948981&t=canal-livre-fala-sobre-vacinacao-do-hpv--parte-3

PARTE 4:

http://tvuol.uol.com.br/video/canal-livre-fala-sobre-vacinacao-do-hpv--parte-4-04024C9B3162D4C94326

PARTE 5: 

http://tvuol.uol.com.br/video/canal-livre-fala-sobre-vacinacao-do-hpv--parte-5-04028D1A3262D4C94326 

OU na íntegra em:   A Verdade sobre a Vacina HPV – Autoridades no assunto

https://www.youtube.com/watch?v=hRahNo8FsiU 

Portal Minha Vida – 9 de março de 2015

·         Tire suas dúvidas sobre a vacinação e entenda quais problemas ela ajuda a prevenir

http://www.minhavida.com.br/familia/materias/17381-vacina-contra-hpv-e-importante-para-meninos-e-meninas-a-partir-dos-nove-anos 

Referências

1 Markowitz LE, Dunne EF, Saraiya M et al. Human papillomavirus vaccination: recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP). MMWR Recomm Rep. 2014 ;63(RR-05):1-30

2 FE Andre et al. World Health Organization. Vaccination greatly reduces disease, disability, death and inequity worldwide. Disponível em http://www.who.int/bulletin/volumes/86/2/07-040089/en/. Acessado em 11/06/2015.

3 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica – Brasília: Ministério da Saúde, 2008.184 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Acessado em 08/07/2015 e disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pos-vacinacao.pdf

4 Drolet M, Bénard É, Boily MC, et al. Population-level impact and herd effects following human papillomavirus vaccination programmes: a systematic review and meta-analysis. Lancet Infect Dis. 2015 Mar 2. pii: S1473-3099(14)71073-4. Disponível em http://www.thelancet.com/journals/laninf/article/PIIS1473-3099%2814%2971073-4/abstract. Acessado em 27/05/2015.

5 Hammad Ali, Basil Donovan, Handan Wand, Tim R H Read, David G Regan, Andrew E Grulich, Christopher K Fairley, Rebecca J Guy. Verrugas genitais em jovens australianos em cinco anos do programa nacional de vacinação contra o papilomavírus humano: dados nacionais de vigilância. BMJ 2013;346:f2032 doi: 10.1136/bmj.f2032. Publicado em 18 de abril de 2013. Acessado em 16 de setembro de 2014 e disponível em http://www.bmj.com/content/346/bmj.f2032.

6 Julia ML Brotherton, Masha Fridman, Cathryn L May, Genevieve Chappell, Marion Saville, Dorota M Gertig. Efeito inicial do programa de vacinação contra HPV em anomalias cervicais em Victoria, Austrália: um estudo ecológico. The Lancet,  Volume 377, Edição 9783, Páginas 2085 - 2092, publicado em 18 de junho de 2011. Acessado em 16 de setembro de 2014 e disponível em http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(11)60551-5/abstract.

7 Tabrizi SN, Brotherton JM, Kaldor JM, et al. Fall in human papillomavirus prevalence following a national vaccination program. J Infect Dis. 2012;206(11):1645-51. Publicado em 19 de outubro de 2012. Disponível em http://jid.oxfordjournals.org/content/206/11/1645.abstract. Acessado em 20/11/2012.

8 Brotherton JML, Fridman M, May CL, et al. Early effect of the HPV vaccination programme on cervical abnormalities in Victoria, Australia: an ecological study. Lancet 2011; 377:2085–2092.

9 GACVS Safety update on HPV Vaccines. Disponível em: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/GACVS_Statement_HPV_12_Mar_2014.pdf?ua=1&ua=  ou em http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/130619_HPV_VaccinesGACVSv2.pdf?ua=1. Acessado em 20/03/2015.

10 World Health Organization. Human papillomavirus vaccines: WHO position paper October 2014. Disponível em: http://www.who.int/wer/2014/wer8943.pdf?ua=1. Acessado em 20/03/2015.

11 American Academy of Pediatrics. [chapter title]. In: Pickering LK, Baker CJ, Long SS, McMillan JA, eds. Red Book: 2006 Report of the Committee on Infectious Diseases. 27th ed. Elk Grove Village, IL: American Academy of Pediatrics; 2006.

12 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2008.184 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Acessado em 08/07/2015 e disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pos-vacinacao.pdf

13 Dobson S: McNeil S, Dionne M, et al. Immunogenicity of 2 doses of HPV vaccine in younger adolescents vs 3 doses in young women. A randomized clinical trial. JAMA 2013;309(17):1793-802.

14 Hansen BT, Kjær SK, Arnheim-Dahlström L. et al. Human papillomavirus (HPV) vaccination and subsequent sexual behaviour: evidence from a large survey of Nordic women. Vaccine. 2014 Sep 3;32(39):4945-53.

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16 Ruiz-Sternberg AM, Pinzón-Rondón ÁM. Risk perception and sexual behavior in HPV-vaccinated and unvaccinated young Colombian women. Int J Gynaecol Obstet. 2014 Sep;126(3):205-8.

17 Forster AS, Marlow LA, Stephenson J, et al. Human papillomavirus vaccination and sexual behaviour: cross-sectional and longitudinal surveys conducted in England. Vaccine. 2012 Jul 13;30(33):4939-44.

18 Liddon NC, Leichliter JS, Markowitz LE. Human papillomavirus vaccine and sexual behavior among adolescent and young women. Am J Prev Med. 2012 Jan;42(1):44-52.

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22 Guia do HPV. Instituto do HPV. Ed. Julho 2013. Disponível em http://www.incthpv.org.br/upl/fckUploads/file/Guia%20do%20HPV%20Julho%202013_2.pdf. Acessado em 02/02/2015.

23 Gearhart, Peter et al. Human Papillomavirus Treatment & Management – Treatment – Approach Considerations. May 26, 2015. Disponível em http://emedicine.medscape.com/article/219110-treatment. Acessado em 10/06/2015.

24 Instituto Nacional do Câncer. Estimativa de 2014 e 2015 de incidência de câncer no Brasil. Disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/agencianoticias/site/home/noticias/2013/inca_ministerio_saude_apresentam_estimativas_cancer_2014. Acessado em 10/04/2015.

25 Surveillance, Epidemiology, and End Results Program (SEER). Turning Cancer Data Into Discovery. Disponível em http://seer.cancer.gov/statfacts/html/anus.html. Acessado em 10/04/2015.

26 Serrano B, Alemany L, Tous S, Bruni L, Clifford GM, Weiss T, et al. Potential impact of a nine-valent vaccine in human papillomavirus related cervical disease. Infect Agent Cancer. 2012 Dec 29;7(1):38.

27 Palefsky JM, Giuliano AR, Goldstone S, Moreira ED Jr, Aranda C, Jessen H, et al. HPV vaccine against anal HPV infection and anal intraepithelial neoplasia. N Engl J Med. 2011;365(17):1576-85.

28 Gillison ML, Chaturvedi AK, Lowy DR. HPV prophylactic vaccines and the potential prevention of noncervical cancers in both men and women. Cancer 2008;113(10 Suppl):3036–46.

29 Stanley M. HPV vaccination in boys and men. Hum Vaccin Immunother. 2014;10(7).

30 Fedrizzi EN. Epidemiologia da infecção genital pelo HPV. Rev Bras Patol Trato Genit Infer. 2011, 1(1):  3-8. Disponível em http://www.colposcopia.org.br/rev-bras-pat-trato-gen-inf.php, acessado em 16 de janeiro de 2013.

31 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevalências e freqüências relativas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) em populações selecionadas de seis capitais brasileiras, 2005 / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST e Aids. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008.224 p. Acessado em 08/07/2015 e disponível em http://www.aids.gov.br/sites/default/files/pesquisa_de_DST_para_web.pdf

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

      

      

     

      

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