Valéria (Salvador)

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Valéria
  Bairro do Brasil  
Unidade federativa Bahia
Região administrativa Região Valéria, RA XVI[1]
Município Salvador
Limites Palestina, Simões Filho, Moradas da Lagoa, Periperi, Pirajá, Águas Claras, Cajazeiras XI[2]
Fonte: Projeto de Lei municipal (PL) (363/17)/2017[3]

Valéria é um bairro e subdistrito de Salvador, capital do estado da Bahia, situado na sua região periférica, já nos limites desta cidade com o município de Simões Filho.[4]

História[editar | editar código-fonte]

O Bairro de Valéria teve sua origem a partir do desmatamento de três fazendas existentes na área onde hoje esta localizado o bairro, pertencentes as famílias tradicionais: Schindller, Temporal e Omaque, dando origem a loteamentos e invasões.[carece de fontes?]

O primeiro loteamento oficial do bairro foi o do Temporal. Outros loteamentos invasões surgiram sem estrutura, sendo o mais recente o da fazenda Omaque, originando a localidade da Boca da Mata. Onde hoje existe a localidade de Nova Brasília, as terras eram propriedade do CIA-Centro Industrial de Aratu. Concluímos que o bairro é composto de conglomerados de loteamentos, destacando-se como os mais importantes: Derba, Boca da Mata, Nova Brasília e Lagoa da Paixão.[carece de fontes?]

Ate o ano de 1969, o bairro fazia parte do município de Lauro de Freitas,[5] sendo a administração desse município responsável pela construção da AR-Administração Regional, hoje AR­XV, que incorpora os bairros de Valéria e Pirajá. Essas informações justificam a não inclusão do bairro de Valéria em mapas da cidade de Salvador ate o ano de 1991.[carece de fontes?]

Localização[editar | editar código-fonte]

Está situado à margem esquerda da rodovia BR-324, que liga a capital à cidade de Feira de Santana e a cerca de 23 quilômetros do centro da metrópole.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

A origem do nome "Valéria" deve-se ao fato de uma das filhas dos fazendeiros ter esse nome. O bairro também é conhecido pelo Derba.[carece de fontes?]

Segurança[editar | editar código-fonte]

Foi listado como um dos bairros mais perigosos de Salvador, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgados no mapa da violência de bairro em bairro pelo jornal Correio em 2012.[2] Ficou entre os mais violentos em consequência da taxa de homicídios para cada cem mil habitantes por ano (com referência da ONU) ter alcançado o nível mais negativo, com o indicativo "mais que 90", sendo um dos piores bairros na lista.[2]

Em 2015 o segundo o titular da 5ª Delegacia Territorial (DT/Periperi), Nilton Borba, comentou sobre a existência de tráfico de drogas na região.[6]

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Prefeitura Municipal do Salvador. Lei n° 7.400/2008 Dispõe sobre o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano do Município do Salvador – PDDU 2007 e dá outras providências.[ligação inativa]
  2. a b c Juan Torres e Rafael Rodrigues (22 de maio de 2012). «Mapa deixa clara a concentração de homicídios em bairros pobres». Correio (jornal). Consultado em 28 de abril de 2019 
  3. Redação (18 de setembro de 2017). «Aprovado projeto que amplia para 163 número de bairros de Salvador». A Tarde. Universo Online. Consultado em 28 de abril de 2019 
  4. Bairro
  5. «Limites: prefeito Márcio Paiva quer recuperar o aeroporto». Accioli Ramos. Vilas Magazine. 1 de dezembro de 2014. Consultado em 20 de janeiro de 2015 
  6. Henrique Mendes (24 de setembro de 2015). «Região mais violenta de Salvador, subúrbio resiste ao tráfico de drogas». G1 BA. Rede Globo. Consultado em 26 de abril de 2019 
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