Vanessa Felippe

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Vanessa Felippe é uma política brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Nasceu em 01 de outubro de 1972 e é filha do vereador da cidade do Rio de Janeiro Jorge Felippe e da professora e aposentada Sílvia Maria Felippe, foi casada com Rodrigo Bethlem, pai adotivo de seu filho e deputado estadual Jorge Felippe Neto[1] do antigo casamento entre Vanessa e Rodrigo nasceu Vitoria Felippe Bethlem. Foi a deputada federal mais jovem da história do Brasil, eleita aos 21 anos de idade com 64822 votos e a primeira mulher a ocupar a mesa diretora da Câmara Federal. Foi considerada pelo Jornal A Folha de São Paulo o 18º deputado federal mais atuante do país em sua legislatura.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Foi a mais jovem deputada federal eleita no Brasil em 1994, pelo Rio de Janeiro, quando então era filiada ao PSDB, ao obter 64.822 votos. No decorrer do mandato, trocou o partido pelo [[PFL tendo ficado na suplência apesar dos quase 30000 votos obtidos naquele pleito.].[3] ; Conheceu em 1996, já eleita deputada federal e no exercício do mandato legislativo, Rodrigo Bethlem, seu ex-marido, então subprefeito do Grande Méier e ex-candidato derrotado à ALERJ. Nesse mesmo ano começaram o relacionamento conjugal que acabou sendo formalizado ao casarem-se em 2008. Afastada do convívio de seu pai por oito anos para ficar ao lado de sua mãe quando da separação deste de sua mãe Silvia Maria Felippe, em 1998, Vanessa Felippe recuou de sua pré-candidatura à vereadora pela Cidade do Rio de Janeiro para a pedido de seu então marido, o ainda subprefeito Rodrigo Bethlem, tendo apoiá-lo e coordenar a parte política, de publicidade e marketing de sua campanha quando na zona oeste, onde nasceu e se criou, conseguiu para Rodrigo Bethlem 4835 votos do total de pouco mais de 10000 votos obtidos por ele naquele pleito e elegendo-o Vereador do Rio. No ano de 2001, com o nascimento de sua filha Vitoria Felippe Bethlem, sempre priorizando a família, dedicou-se à filha recém-nascida em detrimento da campanha eleitoral tendo ainda assim obtido em 2002, pelo PV (partido verde), quase 28000 votos classificando-se na primeira suplência do partido para deputada federal. Em 2004, com a derrota de Rodrigo Bethlem, seu ex-marido à reeleição para vereança, Vanessa teve que optar em 2006 por apoia-lo e coordenar politicamente mais uma vez a eleição do ex-marido tendo nesse ano cedido sua legenda e candidatura à deputada federal ao então marido Rodrigo Bethlem buscando unir e preservar o lar e sua família. Bethlem, ajudado politicamente pelo vereador Jorge Felippe, pai de Vanessa Felippe, ficou na primeira suplência e assumiu então a SEOP- Secretária de Órdem Pública a convite do então prefeito do Rio Eduardo Paes. Em 2006, Vanessa decidiu afastar-se então da vida pública para dedicar-se a sua família, em especial a sua filha, Vitoria Felippe Bethlem então com menos de dois anos. Por problemas de fidelidade conjugal por parte de Bethlem, Vanessa foi impedida por este de participar e coordenar sua campanha à deputado federal que teve por coordenadores o braço direito de Bethlem e desafeto de Vanessa Felippe, Luiz Medeiros, auxiliado por sua afilhada Marianna Lucas Bethlem, atual esposa de Rodrigo Bethlem. Em outubro de 2011, após Vanessa Felippe sofrer com uma crise depressiva com essa e outras duas traições conjugais do ex-marido, Rodrigo Bethlem separou-se de Vanessa Felippe dando fim ao casamento com divórcio do casal em 2012 e o casamento de Rodrigo Bethlem com Marianna Lucas Bethlem um mês depois. Vanessa foi chefe de gabinete do então governador Luiz Paulo Conde, Subsecretária de Estado de Esportes Comunitários e vice-presidente da Loterj de onde saiu para a iniciativa privada.

Em 2014 foram veiculadas gravações feitas por Vansssa Felippe e que revelaram suposto esquema de propinas onde seu ex-marido, Rodrigo Bethlem, narrava esquema de corrupção supostamente por ele praticado quando Secretário Municipal de Assistência Social. Há anos deu entrada na justiça contra seu ex-marido pela prática de alienação parental de Vitoria, filha do casal, afastada, há mais de quatro anos e ainda hoje, do convívio de Vanessa, sua mãe, apesar da guarda compartilhada e domicílio na casa materna determinados pela justiça desde a separação do casal. Vitoria Felippe Bethlem, segundo um dos processos judiciais impetrados por Vanessa Felippe contra Bethlem, é vítima de alienação parental realizada por Bethlem e sua mãe, a atriz Maria Zilda Bethlem, desde antes da separação do casal agravando-se após a separação e divórcio. Ainda segundo o processo, Vanessa Felippe foi saber aonde mora sua filha Vitoria apenas em final de 2017. Recentemente Rodrigo Bethlem descumpriu intimação judicial para comparecer e levar a filha do casal às audiências de perícia psicológica determinadas pelo juízo consolidando assim o processo alienatório dele e da família sobre Vitoria Felippe Bethlem, a única filha do casal. Na gravação feita por Vanessa e entregue por ela à Revista Época, Rodrigo Bethlem, seu ex-marido, confessava ter recebido dinheiro de ONG suspeita de desvios de verbas públicas e de ter conta na Suiça.[4] Vanessa Felippe processa seu ex-marido, Rodrigo Bethlem, também por danos morais, materiais e emergentes, dentre outras coisas pelo uso indevido e difamatório de seu nome e de sua imagem e pela versão inverídica criada por Rodrigo Bethlem quanto a sua tentativa de suicídio em 2014 que levou a ex-deputada a viver a realidade de cadeirante por cerca de dois anos após sérias lesões e duas cirurgias de joelho e fêmur e pelo uso de um laudo psiquiátrico e declaração utilizados por Bethlem e dado ao mesmo sem o conhecimento e sem a autorização de Vanessa pelo então advogado do divórcio do casal e pela psiquiátra Dra. Rosária Gomes a quem Vanessa interpela judicialmente. Vanessa Felippe apresentou à justiça três laudos de três diferentes psiquiátras, dentre eles o Dr. Miguel Chalub, renomado psiquiatra forense reconhecido nacional e internacionalmente, e cujos diagnósticos divergem todos do laudo divulgado na imprensa e em suas mídias sociais pelo seu ex-marido, Rodrigo Bethlem, em desesperada tentativa de desqualificação da ex-esposa para defender-se das auto-acusações de corrupção que Rodrigo Bethlem narrava através das gravações apresentadas por Vanessa à imprensa. Vanessa Felippe é autora dentre outras leis e iniciativas, da doação do terreno da antiga fábrica de cartuchos em Realengo, Zona Oeste da Cidade do Rio, e da implementação da Escola Técnica Pedro II na área. Vanessa Felippe é autora da lei federal que universalizou e garantiu a meia entrada de estudantes mediante apresentação de quaisquer documentos que comprovem a matrícula e condição desses estudantes tendo dado assim fim à então necessidade de apresentação de carteirinhas pagas às entidades estudantis como a UNE para os estudantes brasileiros terem acesso à meia entrada. Como deputada federal, fez parte da mesa diretora da Câmara dos Deputados tendo sido a primeira mulher na mesa diretora da Câmara Federal. Foi ainda membro titular das comissões de constituição e justiça, meio ambiente e minorias e de educação da Câmara dos Deputados e das comissões do uso de drogas e de exploração sexual de mulheres e menores dentre outras. Reconhecida no mandato parlamentar como a deputada mais jovem do Brasil, mais votada da Cidade do Rio de Janeiro no pleito de 1994 e musa do Congresso Nacional aos 21 anos de idade, Vanessa Felippe foi ainda, segundo o Jornal A Folha de São Paulo, o 18º parlamentar mais atuante dentre os 513 deputados da Câmara Federal. Vanessa Felippe declarou-se contrária e oposição aos governos Pezão e Temer.

Referências

  1. Veja (25 de julho de 2014). «Homem forte de Paes opera esquema de corrupção no Rio». Consultado em 1 de agosto de 2014. Arquivado do original em 27 de julho de 2014 
  2. ALERJ. «Projeto de Resolução nº 1471/2010». Consultado em 25 de julho de 2014 
  3. O Globo (28 de julho de 2014). «Vanessa Felippe, mais jovem deputada federal eleita no país em 1994». Consultado em 14 de agosto de 2014 
  4. Estadão (26 de julho de 2014). «Gravações sugerem que Rodrigo Bethlem recebia dinheiro de ONG suspeita». Consultado em 1 de agosto de 2014