Vanity Fair (revista)
| Editor | Mark Guiducci |
|---|---|
| Ex-editores | Richard Locke, Leo Lerman, Tina Brown, Graydon Carter, Radhika Jones |
| Categoria | Cultura |
| Frequência | 10 edições por ano |
| Circulação | Total: 1.225.706 (dezembro de 2019)[1] |
| Editora | Condé Nast |
| Primeira edição | fevereiro de 1983 |
| País | Estados Unidos |
| Idioma | inglês |
| Sítio | vanityfair |
| ISSN | 0733-8899 |
| OCLC | 8356733 |
Vanity Fair é uma revista mensal norte-americana sobre cultura popular, moda e atualidades, publicada nos Estados Unidos pela Condé Nast.
A primeira versão de Vanity Fair foi publicada de 1913 a 1936 e depois incorporada à Vogue. A Condé Nast retomou o título em 1983. A revista publica quatro edições internacionais, distribuídas no Reino Unido desde 1991, na Itália desde 2003, na Espanha desde 2008 e na França desde 2013.
História
[editar | editar código]Dress and Vanity Fair
[editar | editar código]Condé Montrose Nast começou a formar seu grupo de revistas em 1913, quando comprou a revista masculina de moda Dress, que rebatizou como Dress and Vanity Fair e, depois, Vanity Fair. A revista prosperou na década de 1920 e chegou a uma circulação de 90.000 exemplares no auge. A Grande Depressão e a queda das receitas publicitárias, porém, afetaram a publicação. Em dezembro de 1935, Condé Nast anunciou que Vanity Fair seria incorporada à Vogue, que tinha circulação de 156.000 exemplares, a partir da edição de março de 1936. Vogue incorporou Vanity Fair até a edição de fevereiro de 1983.
Em 2008, Vanity Fair comemorou 95 anos desde sua estreia sob Nast e 25 anos desde o relançamento de 1983. A exposição "Vanity Fair Portraits, 1913–2008", na National Portrait Gallery, em Londres, reuniu fotografias publicadas pela revista. A exposição também foi apresentada na Galeria Nacional Escocesa de Retratos, em Edimburgo, no Museu de Arte do Condado de Los Angeles e na National Portrait Gallery, em Canberra, na Austrália. Vanity Fair: The Portraits, uma edição especial comemorativa e livro de capa dura, foi publicada no outono de 2008.
Vanity Fair é um lugar fictício governado por Belzebu no livro O Peregrino, de John Bunyan.[2] O romance Vanity Fair, de 1847–1848, escrito por William Makepeace Thackeray, também esteve na origem do uso posterior do nome.
Relançamento moderno
[editar | editar código]Em junho de 1981, a Condé Nast, então pertencente a S. I. Newhouse, anunciou planos para relançar Vanity Fair.[3] A primeira edição saiu em 21 de fevereiro de 1983, com data de capa de março, sob a edição de Richard Locke, ex-integrante da The New York Times Book Review.[4][5][6] Depois de três edições, Locke foi substituído por Leo Lerman, veterano editor de reportagens da Vogue.[7] Vieram depois Tina Brown, de 1984 a 1992, Graydon Carter, de 1992 a 2017, e Radhika Jones, de 2017 a 2025.
Jones havia sido diretora da seção de livros do The New York Times.[8][9] Os funcionários de Vanity Fair se sindicalizaram em 2022.[10] Mark Guiducci, antes diretor editorial criativo da Vogue, sucedeu Jones como editor-chefe em junho de 2025, depois da renúncia dela.[11][12]

Conteúdo e recepção
[editar | editar código]Os artigos da Vanity Fair cobrem assuntos distintos. Entre os escritores e colunistas regulares estiveram Dominick Dunne, Sebastian Junger, Michael Wolff, Maureen Orth e Christopher Hitchens. Em 1996, a jornalista Marie Brenner escreveu "The Man Who Knew Too Much", uma reportagem investigativa sobre a indústria do tabaco que foi adaptada para o filme The Insider, de 1999, estrelado por Al Pacino e Russell Crowe.
A edição de maio de 2005 de Vanity Fair revelou que Mark Felt era o informante do Watergate que usava o codinome "Garganta Profunda", cujos vazamentos levaram à renúncia do presidente norte-americano Richard Nixon em 1974. A revista publica entrevistas francas com celebridades, entre elas um questionário de Proust mensal.
No século XXI, a revista entrevistou Teri Hatcher, que revelou ter sofrido abuso sexual na infância. Também publicou a primeira entrevista de Jennifer Aniston depois do divórcio de Brad Pitt, uma conversa com Anderson Cooper sobre a morte do irmão e a primeira entrevista de Martha Stewart depois que deixou a prisão.
Em 2015, Vanity Fair teve de atualizar o relato que havia publicado do correspondente da NBC News Richard Engel sobre as circunstâncias contestadas de seu sequestro na Síria em 2012. A revista informou que Engel havia identificado incorretamente seus sequestradores.[13] Em 2019, a ex-editora colaboradora Vicky Ward afirmou que seu perfil de Jeffrey Epstein, publicado por Vanity Fair em 2003, continha relatos em registro de Annie e Maria Farmer, que haviam apresentado as primeiras denúncias criminais conhecidas contra Epstein, mas que esses trechos foram retirados do artigo depois que Bill Clinton pressionou Graydon Carter, editor da revista.[14][15]
Representações no cinema e na literatura
[editar | editar código]A revista foi tema do livro de memórias de Toby Young, How to Lose Friends and Alienate People, de 2001, sobre sua tentativa de alcançar sucesso em Nova Iorque enquanto trabalhava na Vanity Fair de Graydon Carter. O livro ganhou uma adaptação para o cinema em 2008, com Jeff Bridges no papel de Carter.[16][17] Durante sua gestão, Carter incentivava a equipe a gastar com extravagância para cultivar uma imagem pública refinada da revista.[18] Em 2017, a ex-editora Tina Brown publicou The Vanity Fair Diaries.[19]
Fotografia
[editar | editar código]Entre os fotógrafos que colaboraram com a revista estão Bruce Weber, Annie Leibovitz, Mario Testino e Herb Ritts, responsáveis por capas elaboradas e retratos de página inteira de celebridades.
A capa More Demi Moore, de 1991, traz um retrato feito por Annie Leibovitz no qual a atriz Demi Moore aparece nua e grávida.[20] A edição de abril de 1999 trouxe uma imagem do ator Mike Myers vestido como uma divindade hindu em um ensaio de David LaChapelle. Após críticas, o fotógrafo e a revista pediram desculpas.[21]
"Participei de um ensaio fotográfico que deveria ser 'artístico' e agora... sinto muita vergonha... Peço desculpas aos meus fãs, com quem me importo tanto."
A Disney e Miley Cyrus, então com 15 anos, pediram desculpas em 27 de abril de 2008 por um retrato na Vanity Fair que dava a impressão de que Cyrus estava topless.[22] Em uma publicação de 2018, ela mudou de posição: "NÃO PEÇO DESCULPAS. FODA-SE VOCÊ #10YearsAgo".
Em 25 de abril de 2008, o Entertainment Tonight informou que Miley Cyrus, então com 15 anos, havia posado em topless para um ensaio de Annie Leibovitz para Vanity Fair.[23] Um porta-voz da Disney chamou o ensaio de uma tentativa de "manipular deliberadamente uma jovem de 15 anos para vender revistas".[24][22] A fotografia completa foi publicada em 27 de abril em uma matéria do The New York Times, e Cyrus divulgou um pedido de desculpas no qual disse que as fotos pretendiam ser "artísticas". Dois dias depois, o jornal esclareceu que, apesar da impressão de que Cyrus havia posado com os seios à mostra, ela estava enrolada em um lençol e não aparecia de fato em topless.[22] Em um story no Instagram publicado dez anos depois do episódio, Cyrus mudou de posição: "NÃO PEÇO DESCULPAS. FODA-SE VOCÊ #10YearsAgo".[25]
Outras atividades da Vanity Fair
[editar | editar código]Eventos
[editar | editar código]A primeira festa do Oscar da Vanity Fair ocorreu em 1994 e sucedeu um evento anual semelhante, restrito a convidados, organizado pelo falecido agente Irving Paul Lazar.[26] Nos primeiros anos, a festa do Oscar da revista teve como coanfitrião o produtor Steve Tisch e aconteceu no Morton's, em West Hollywood.[27] No começo, o editor Graydon Carter mantinha a lista de convidados pequena, com cerca de 120 pessoas no jantar.[28] Em 2008, em solidariedade à Greve dos roteiristas dos Estados Unidos de 2007–2008, Vanity Fair cancelou a festa anual.[29] De 2009 a 2013, a festa ocorreu no Sunset Tower.[26] A edição de 2014 aconteceu em uma estrutura temporária de paredes de vidro, com cerca de 1.115 m², no número 8680 da Sunset Boulevard.[28] A Vanity Fair disponibiliza todos os anos um número limitado de convites para fins beneficentes.[30][31] Em 2021, a revista cancelou a festa anual por causa da pandemia de COVID-19.[32] Em anos recentes, Vanity Fair e Bloomberg organizaram uma festa após o jantar da White House Correspondents' Association, na residência do embaixador francês em Washington, D.C.[28]
Projetos de vídeo
[editar | editar código]A Condé Nast Entertainment lançou um canal da Vanity Fair no YouTube em julho de 2013. Em preparação para o centenário naquele ano, a revista coproduziu dez curtas-metragens, um dedicado a cada década, dirigidos por documentaristas como Barbara Kopple e com participação do produtor Judd Apatow e dos atores Don Cheadle e Bryce Dallas Howard.[33] Em 2013, a Condé Nast Entertainment firmou um acordo com o canal a cabo Investigation Discovery, pertencente à Discovery Communications, para produzir Vanity Fair Confidential, uma série documental de televisão sobre crimes e mistérios baseada em matérias da revista.[34] Vanity Fair lançou The Hive em junho de 2016 para sua cobertura on-line de negócios, política e tecnologia.
Em janeiro de 2017, The Hive, da Vanity Fair, e a Condé Nast Entertainment se uniram ao canal de televisão on-line Cheddar para criar uma série semanal ao vivo chamada VF Hive on Cheddar. Graydon Carter chamou a série de "um retrato de como as pessoas estão consumindo com uma voracidade cada vez maior".[35]
Disputas judiciais
[editar | editar código]Processo de Mohamed Al-Fayed
[editar | editar código]O empresário Mohamed Al-Fayed iniciou uma disputa judicial de dois anos com a Condé Nast, editora de Vanity Fair, por causa de detalhes publicados em "Holy War at Harrods", artigo de 1995 da Vanity Fair escrito por Maureen Orth, sobre supostas agressões sexuais cometidas por Al-Fayed. Em dezembro de 1997, Al-Fayed desistiu do processo e fez um acordo.
Nicholas Coleridge, diretor executivo da Condé Nast no Reino Unido, havia se encontrado com Michael Cole, diretor de assuntos públicos de Al-Fayed, nos banhos de vapor do Bath & Racquets Club, em Mayfair, para garantir que nenhum dos dois carregasse dispositivos de escuta ocultos.[36] Os dois discutiram o encerramento da disputa por difamação entre seus empregadores, mas não chegaram a um acordo naquela ocasião.[37] Após o fim do processo, cada parte pagou seus próprios custos.[37] Vanity Fair não pediu desculpas nem retirou trechos do artigo.[38]
Processo de Roman Polanski
[editar | editar código]Em 2005, Vanity Fair foi considerada responsável por difamação em um processo movido pelo cineasta Roman Polanski por causa de um artigo de 2002 que dizia que Polanski havia feito investidas sexuais contra uma modelo norueguesa enquanto viajava para o funeral de sua esposa, Sharon Tate.
Os detalhes contestados haviam sido incluídos pelo escritor A. E. Hotchner, que os creditou a Lewis H. Lapham. O artigo contava a versão de Lapham de que, no restaurante Elaine's, em Nova Iorque, em agosto de 1969, Polanski teria se gabado de poder transformar a modelo na "próxima Sharon Tate".[39] O julgamento começou em 18 de julho de 2005 nos tribunais britânicos, que decidiram que a cena alegada não havia ocorrido na data informada, pois Polanski só jantou no restaurante três semanas depois.
O julgamento contou com depoimentos de Mia Farrow e outras pessoas, e a ex-modelo norueguesa contestou detalhes do relato.[40] Foi a primeira vez no direito inglês em que um tribunal permitiu que Polanski depusesse por videoconferência de sua casa na França, onde vivia foragido das autoridades dos Estados Unidos.[41][42] A Alta Corte de Justiça de Londres concedeu indenização a Polanski.[43] Graydon Carter, da Vanity Fair, declarou: "Acho espantoso que um homem que vive na França possa processar uma revista publicada nos Estados Unidos em um tribunal britânico".[44]
Edições internacionais e editores
[editar | editar código]A Vanity Fair lançou sua primeira edição internacional em 1991. Há edições publicadas no Reino Unido desde 1991,[45] na Itália desde 2003, com ISSN 1723-6673,[45][46][47] na Espanha desde 2008[45] e na França desde 2013.[48] Houve edições internacionais no México, de 2015 a 2018, e na Alemanha, de 2007 a 2009. Vanity Fair Germany foi lançada em fevereiro de 2007 a um custo de 50 milhões de euros. Era então o lançamento de revista mais caro na Alemanha em anos e o maior investimento da Condé Nast fora dos Estados Unidos.[49] Depois que a circulação caiu de 500.000 para menos de 200.000 exemplares por semana, a edição alemã foi encerrada em 2009.[49] A Vanity Fair italiana é publicada semanalmente.[50]
| País | Período de circulação | Editor-chefe | Ano inicial | Ano final |
|---|---|---|---|---|
| Estados Unidos (Vanity Fair) | 1913–1936 | Frank Crowninshield | 1914 | 1936 |
| 1983–presente | Richard Locke | 1982 | 1983 | |
| Leo Lerman | 1983 | 1983 | ||
| Tina Brown | 1984 | 1992 | ||
| Graydon Carter | 1992 | 2017 | ||
| Radhika Jones | 2017 | 2025 | ||
| Mark Guiducci | 2025 | presente | ||
| Reino Unido (Vanity Fair London) | 1991–presente | Tina Brown | 1991 | 1992 |
| Graydon Carter | 1992 | 2017 | ||
| Radhika Jones | 2017 | 2025 | ||
| Mark Guiducci | 2025 | presente | ||
| Itália (Vanity Fair Italia) | 1990–1991 | Paolo Pietroni[51] | 1990 | 1991 |
| 2003–presente | Marisa Deimichei[47] | 2003 | 2004 | |
| Carlo Verdelli[51] | 2004 | 2006 | ||
| Luca Dini[51] | 2006 | 2017 | ||
| Daniela Hamaui[51] | 2017 | 2018 | ||
| Simone Marchetti[52] | 2018 | presente | ||
| Alemanha (Vanity Fair Germany) | 2007–2009 | Ulf Poschardt[53] | 2007 | 2008 |
| Nikolaus Albrecht | 2008 | 2009 | ||
| Espanha (Vanity Fair España) | 2008–presente | Lourdes Garzón[54] | 2006 | 2017 |
| Alberto Moreno[55] | 2017 | presente | ||
| França (Vanity Fair France) | 2013–presente | Anne Boulay[56] | 2013 | 2019 |
| Joseph Ghosn[56] | 2019 | 2021 | ||
| Olivier Bouchara[57] | 2021 | presente | ||
| México (Vanity Fair México) | 2015–2018 | Lourdes Garzón[58] | 2015 | 2017 |
| Alberto Moreno[55] | 2017 | 2018 |
Ver também
[editar | editar código]- Condé Nast, editora da Vanity Fair
- Vogue, revista à qual a primeira Vanity Fair foi incorporada em 1936
- Moda, um dos temas editoriais da revista
Referências
- ↑ «Circulation averages for the six months ended: 12/31/2019». Alliance for Audited Media. 31 de dezembro de 2019. Consultado em 30 de julho de 2020
- ↑ "It beareth the name of Vanity Fair, because the town where it is kept is 'lighter than vanity'." The Pilgrim's Progress. Acesso em 30 de outubro de 2014.
- ↑ "Conde Nast to Revive Vanity Fair Magazine". The Wall Street Journal. 1 de julho de 1981. p. 16.
- ↑ Salmans, Sandra (6 de fevereiro de 1983). «Courting the Elite at Condé Nast». The New York Times. p. F1. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2017
- ↑ Dougherty, Philip (14 de fevereiro de 1983). «Advertising; Vanity Fair's Rebirth (Published 1983)». The New York Times (em inglês). p. D-9. Consultado em 30 de julho de 2025
- ↑ «Press: Resurrecting a Legend». TIME (em inglês). 21 de fevereiro de 1983. Consultado em 30 de julho de 2025
- ↑ Suplee, Curt. "Vanity Fair Editor Fired". The Washington Post. 27 de abril de 1983. p. B4.
- ↑ Ember, Sydney (13 de novembro de 2017). «Radhika Jones, Vanity Fair's Surprise Choice, Is Ready to Go». The New York Times. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2017
- ↑ Tom Kludt e Jackie Wattles. «New York Times books editor to head Vanity Fair». CNNMoney. Consultado em 22 de novembro de 2017. Arquivado do original em 14 de novembro de 2017
- ↑ Izadi, Elahe (9 de setembro de 2022). «Condé Nast workers win recognition of company-wide union». The Washington Post (em inglês). ISSN 0190-8286. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2023
- ↑ Benjamin Mullin, Michael M. Grynbaum e Katie Robertson (3 de abril de 2025). «Radhika Jones, Vanity Fair's Top Editor, Steps Down». The New York Times. Consultado em 10 de junho de 2025
- ↑ Robertson, Katie (10 de junho de 2025). «Vanity Fair Names Mark Guiducci as Its Top Editor». The New York Times. Consultado em 10 de junho de 2025
- ↑ Steel, Emily (16 de abril de 2015). «Vanity Fair Updates Article by NBC Reporter Engel». The New York Times. Consultado em 14 de abril de 2026
- ↑ Tracy, Marc (9 de julho de 2019). «Ex-Vanity Fair Writer Says Editor Stopped Her From Exposing Epstein in '03». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 14 de fevereiro de 2020
- ↑ Folkenflik, David (22 de agosto de 2019). «Why 'Vanity Fair' Story Left Out Abuse Allegations Against Epstein». NPR (em inglês). National Public Radio. Consultado em 14 de fevereiro de 2020
- ↑ Weide, Robert B. (3 de outubro de 2008). «How to Lose Friends & Alienate People». IMDb. Consultado em 18 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2018
- ↑ «Bridges agrees to "Alienate People"». Reuters. 18 de maio de 2017. Consultado em 18 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2018
- ↑ Grynbaum, Michael M. (27 de junho de 2025). «The Concorde-and-Caviar Era of Condé Nast, When Magazines Ruled the Earth». The New York Times. Consultado em 6 de julho de 2025
- ↑ Senior, Jennifer (13 de novembro de 2017). «Tina Brown's 'Vanity Fair Diaries' Recall a Glossier Time». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 2 de setembro de 2021
- ↑ «1991 Vanity Fair cover featuring pregnant Demi Moore named 1 of most influential images of all time». Women in the World, The New York Times (em inglês). 18 de novembro de 2016. Consultado em 22 de novembro de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017
- ↑ «SAJA Vanity Fair article». saja.org. 9 de junho de 2000. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2006
- 1 2 3 Barnes, Brook (28 de abril de 2008). «A Topless Photo Threatens a Major Disney Franchise». The New York Times. Consultado em 29 de abril de 2008. Cópia arquivada em 12 de maio de 2011
- ↑ «Miley Cyrus topless controversy». Daily Telegraph. news.com.au. 28 de abril de 2008. Consultado em 27 de abril de 2008. Cópia arquivada em 1 de maio de 2008
- ↑ Silverman, Stephen M. (27 de abril de 2008). «Miley Cyrus: I'm Sorry for Photos». People. Consultado em 27 de abril de 2008. Cópia arquivada em 13 de maio de 2008
- ↑ Dodson, P. Claire (30 de abril de 2018). «Miley Cyrus Takes Back 2008 Apology Over Controversial 'Vanity Fair' Photos». Teen Vogue. Consultado em 7 de novembro de 2022
- 1 2 Gary Baum (13 de novembro de 2013). «Vanity Fair Oscar Party Exits Sunset Tower; Will It Land in Parking Lot? (Exclusive)». The Hollywood Reporter. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2014
- ↑ Annette Haddad (12 de maio de 2007). «Mortons to be a memory». Los Angeles Times
- 1 2 3 Alex Williams (28 de fevereiro de 2014). «Graydon Carter, the Last Impresario». The New York Times. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2017
- ↑ Richard Pérez-Peña (7 de fevereiro de 2008). «Vanity Fair cancels its Oscars party». The New York Times
- ↑ Christopher Palmeri (9 de fevereiro de 2012). «Vanity Fair Oscar Party Invites Draw Prices at Charity Auctions». Bloomberg. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2012
- ↑ «Vanity Fair llega a México». GQ. 29 de outubro de 2014. Consultado em 15 de abril de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
- ↑ McClair, Sheila (1 de março de 2022). «Vanity Fair's Oscar Party Is Back After Coronavirus Break». Los Angeles. Consultado em 5 de março de 2025
- ↑ Haughney, Christine (8 de setembro de 2013). «Harder Edge From Vanity Fair Chafes Some Big Hollywood Stars». The New York Times. Arquivado do original em 7 de março de 2017
- ↑ Launder, William (29 de julho de 2013). «Condé Nast Pushes Into TV Business». The Wall Street Journal. Consultado em 14 de abril de 2026. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2014
- ↑ Guaglione, Sara (9 de janeiro de 2017). «'Vanity Fair,' Cheddar Partner For Weekly Live Series». Media Post. Consultado em 20 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 10 de janeiro de 2017
- ↑ Coleridge, Nicholas (2019). The Glossy Years: Magazines, Museums and Selective Memoirs. [S.l.]: Penguin. p. 232. ISBN 978-0-241-34287-9
- 1 2 Porter, Henry (22 de setembro de 2024). «'Remorseless, ruthless, racist': my battle to expose Mohamed Al Fayed». The Guardian. Consultado em 24 de setembro de 2024
- ↑ Johnston, Philip (1 de dezembro de 1997). «Fayed calls truce with Vanity Fair». The Daily Telegraph. Consultado em 27 de setembro de 2024
- ↑ Cozens, Claire (22 de julho de 2005). «Polanski wins libel case against Vanity Fair». The Guardian (em inglês). Consultado em 28 de fevereiro de 2018
- ↑ Lyall, Sarah (23 de julho de 2005). «Polanski Wins Vanity Fair Libel Suit». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 28 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2018
- ↑ «Polanski wins £50,000 damages». Evening Standard (em inglês). 11 de abril de 2012. Consultado em 28 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2018
- ↑ «Polanski takes appeal to Lords». BBC News. 17 de novembro de 2004. Cópia arquivada em 5 de março de 2006
- ↑ Verkaik, Robert (23 de julho de 2005). «Polanski wins libel payout of from 'Vanity Fair'». The Independent (em inglês). Consultado em 28 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2018
- ↑ Carter, Graydon (19 de setembro de 2005). «How I spent my summer vacation in London being sued by Roman Polanski—and what I learned about "solicitors," pub food, and the British chattering class». Vanity Fair. Arquivado do original em 27 de maio de 2006
- 1 2 3 Eric Pfaner (24 de setembro de 2012). «A Vanity Fair for France Puts Timing in Question». The New York Times. Paris. Consultado em 2 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2014
- ↑ «ISSN 1723-6673 (Print) | Vanity fair». The ISSN Portal. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2023
- 1 2 Stefania Medetti (12 de dezembro de 2003). «World: medium of the week - Italy receives the first weekly edition of Vanity Fair». Campaign. Consultado em 22 de abril de 2025
- ↑ Christina Passariello e Quentin Marion (25 de junho de 2013). «Vanity Fair French Edition Launches Wednesday». The Wall Street Journal. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2014
- 1 2 Caitlin Fitzsimmons (20 de fevereiro de 2009). «Condé Nast closes German Vanity Fair». The Guardian. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2016
- ↑ Alessandra Turra (25 de outubro de 2013). «Italian Vanity Fair Fetes 10th Anniversary». Women's Wear Daily. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2013
- 1 2 3 4 Verdelli, Nina (27 de agosto de 2021). «When Stories Make History: the history of Vanity Fair». Vanity Fair Italia (em italiano). Consultado em 22 de abril de 2025
- ↑ Carrera, Martino (6 de novembro de 2018). «Simone Marchetti Appointed Vanity Fair Italia Editor in Chief». WWD (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2024
- ↑ Kundnani, Hans (18 de fevereiro de 2008). «The trouble with exporting glamour». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 8 de agosto de 2024
- ↑ «Condé Nast prepara el lanzamiento en España de la revista 'Vanity Fair' | elmundo.es». elmundo.es. Consultado em 8 de agosto de 2024
- 1 2 FashionNetwork.com (14 de março de 2017). «Nombran nuevo director editorial de Vanity Fair México y España». FashionNetwork.com (em espanhol). Consultado em 8 de agosto de 2024
- 1 2 FashionNetwork.com (26 de março de 2019). «Vanity Fair France launches new look, new commercial formula backed by Google investment fund». FashionNetwork.com (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2024
- ↑ Torres, Bernie (29 de outubro de 2021). «Olivier Bouchara nommé Head of Editorial Content de Vanity Fair France». Vanity Fair (em francês). Consultado em 8 de agosto de 2024
- ↑ «Launch of Vanity Fair Mexico». InPublishing (em inglês). 20 de março de 2015. Consultado em 8 de agosto de 2024
