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Vasco Santana

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Vasco Santana

Nome completo Vasco Rodrigues Santana
Nascimento 28 de janeiro de 1898
Lisboa, Reino de Portugal
Morte 13 de junho de 1958 (60 anos)
Camões, Lisboa
Ocupação Actor, Escritor
Cônjuge Arminda Martins (1921-1933, divórcio)

Mirita Casimiro (1941-1958, separados judicialmente desde 1947)[1]

Vasco Rodrigues Santana OSE (Benfica, Lisboa, 28 de janeiro de 1898Camões, Lisboa, 13 de junho de 1958), mais conhecido como Vasco Santana, foi um ator português.

Biografia

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Nascimento e casamentos

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Nasceu na Rua Direita, n.º 185, em Benfica, em 28 de janeiro de 1898, filho do escritor e proprietário Henrique Augusto Santana (São José, Lisboa, 8 de outubro de 18731950[2]) e de sua mulher Maria Filomena Rodrigues Santana (Pernambuco, Brasil, 1875Lisboa, 1957), neto paterno de José António de Santana e de Eugénia Elvira Ferreira Santana, materno de António Henrique Rodrigues e de Ana Angélica dos Santos Rodrigues. Foi batizado a 14 de maio de 1898 na Igreja Paroquial da Nossa Senhora do Amparo de Benfica, em Lisboa.[3]

A 21 de julho de 1921, casou civilmente no Rio de Janeiro com Arminda Martins (São Mamede, Lisboa, 27 de junho de 1904 – Ramada, Odivelas, 11 de janeiro de 2000), filha ilegítima do maquinista teatral Henrique Martins e de Florinda Gomes, ambos naturais de Lisboa (ele da freguesia de Santa Isabel e ela da freguesia das Mercês). Deste casamento nasceu outro conhecido actor português, Henrique Santana.[2][4][5]

Em 1925, ainda casado com Arminda Martins, volta ao Brasil e regressa num relacionamento com a atriz Aldina de Sousa. Em 1926, nasce o filho de ambos, José Manuel[2], produtor da RTP. Em 1930, Aldina de Sousa morreu com uma septicemia[2]. Apenas em 1933, por sentença transitada em julgado a 16 de outubro desse ano, foi decretado o divórcio entre Vasco Santana e Arminda Martins.[4]

A 14 de agosto de 1941, casou segunda vez na Capela de Nossa Senhora da Piedade, na Quinta da Capela (propriedade dos Duques de Cadaval), freguesia de São Martinho, em Sintra, com a atriz Mirita Casimiro. Ambos formaram uma dupla de representação muito popular e até uma companhia de teatro. No entanto, uma polémica separação judicial decretada por sentença de 20 de junho de 1947 obrigou Mirita Casimiro, banida dos palcos portugueses por influência do ex-marido, a sair do país e tentar a sua sorte no meio da representação no Brasil. Uma vez que não foi decretado o divórcio, ambos permaneceram casados até à morte de Vasco Santana, em 1958.[6][7][8][1]

O seu último casamento não gerou descendência, mas foi ainda pai de João Vasco Santana[2], médico, fruto do seu relacionamento com Ivone Fernandes, a sua companheira até ao final da sua vida.

Vida artística e influência

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Adorado pelo povo português, Vasco Santana será, para todo o sempre, um marco incontornável da arte da representação. Actor genial, ao nível dos maiores do mundo, marcou para sempre a comédia à portuguesa. De enorme sensibilidade, dotado de invulgares técnicas teatrais, transformou-se num mito do cinema nacional. É impossível esquecer a sua famosa dupla com Laura Alves ou as suas célebres frases, marcas do cinema português e das nossas vidas.

As pegadas deste gigante da representação fazem-se sentir na rádio, no cinema e no teatro. Existem centenas de imagens e sons que se atropelam para exibir a obra deste magnifico actor e ao mesmo tempo exibir o melhor da representação em Portugal. As linhas da sua biografia não valem uma cena de um dos seus filmes. A arte sempre lhe correu pelas veias, por isso desistiu do curso de arquitectura e seguiu a paixão pela pintura, frequentando a Escola de Belas-Artes. Mas não foi a desenhar ou a pintar telas que Vasco Santana alcançou a fama e se tornou célebre. Foi na arte da representação.

Aos 19 anos, depois de repetidamente ver a peça O Beijo, de Arnaldo Leite e Carvalho Barbosa, no Teatro Avenida, Vasco Santana é convidado a substituir o actor Artur Rodrigues e, assim, faz, no ano de 1917, a sua primeira estréia teatral pública, com o papel de Palavreado. Devido ao seu inesgotável talento, a representação não podia ser outra coisa senão um êxito. Daí em diante nunca mais parou. Com as suas habituais manobras de genialidade no palco, levava ao delírio centenas de admiradores.

Vasco Santana abandona então o curso de belas-artes e dedica-se exclusivamente à carreira dramática, fazendo longas temporadas no Teatro São Luiz e viajando ao Brasil em digressões das companhias teatrais em que trabalhava.

Enalteceu a comédia onde alcançou o estatuto de estrela de cinema, protagonizando filmes como A Canção de Lisboa, de 1933, em que contracena com Beatriz Costa e António Silva; O Pai Tirano, em 1941, em que faz dupla com Ribeirinho e no qual com a sua brilhante actuação protagoniza a acção e cria situações brilhantes e inigualáveis de um humor extremo; e O Pátio das Cantigas, em 1942, em que concebe alguns dos seus mais bem sucedidos trabalhos no cinema, como o monólogo com o candeeiro ou os diálogos com António Silva carregados e repletos de trocadilhos - “Ó Evaristo, tens cá disto?”...

A representação teatral acompanhou-o durante toda a sua carreira, fazendo-o quase até ao fim da sua vida, e, cada vez que subia ao palco, oferecia ao público a alegria e a boa-disposição que lhe eram intrínsecas, demonstrando o seu carácter pícnico. Mas Vasco Santana não fez só comédias, entrou também em algumas peças dramáticas, como “Três Rapazes e Uma Rapariga”. Brilhou de igual maneira transmitindo grande humanidade às personagens. Tinha talento nato, mas também dominava as técnicas de representação e sabia como ninguém improvisar. O multifacetado actor, que também conheceu o sucesso na rádio, criou personagens como Zequinha, da série O Zequinha e a Lelé, com Irene Velez, nos anos de 1947 e 1948.

A 17 de Janeiro de 1946 foi agraciado com o grau de Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.[7]

Saúde e declínio

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Tendo tido uma vida de excessos no tabaco, comida e bebida, a sua saúde deteriorou-se com o passar dos anos[2]. Sofrendo de cirrose hepática, diabetes e com uma obesidade quase mórbida, Vasco Santana chegou a ser alvo de duras críticas pela forma como perdeu vitalidade e se deixou consumir pelo excesso. Em crítica à peça Caso Barlon, uma das últimas em que subiu a palco, Heitor Roque escreveu no Diário de Lisboa: “Raras vezes, nas nossas crónicas sobre teatro, nos referimos a Vasco Santana (…) é que preferimos o silêncio a termos que ser desagradáveis.”[2] A 12 de maio de 1958 é operado na CUF à cirrose de que padecia e lançou-se o boato de que tinha morrido. Apesar de não ser verdade e do boato ter sido desmentido.

Acabou por morrer cerca de um mês depois, no dia 13 de junho de 1958, em sua casa, na Rua Barata Salgueiro, na freguesia de Camões, por volta das nove e trinta, vitimado, por uma embolia pulmonar, tinha 60 anos.[9]

O funeral realizou-se no Cemitério dos Prazeres no dia seguinte, a 14 de junho de 1958, tendo o corpo saído em cortejo da Igreja dos Mártires. Alípio Garcia, jornalista, descreve o funeral da seguinte maneira “O povo de Lisboa, que ao longo de quarenta anos se habituou a aplaudir e a estimar Vasco Santana, considerando-o mais do que amigo íntimo, um parente muito querido, prestou, através das ruas da cidade e no cemitério dos Prazeres, uma das mais expressivas e emotivas homenagens até hoje dedicadas a um artista português no dia do seu funeral. Milhares e milhares de pessoas, muitas das quais o conheciam apenas do palco, das telas do cinema e dos recetores de rádio e televisão (…) desfilaram, em filas compactas, muitos com os olhos arrasados de lágrimas, pela câmara ardente armada na basílica dos Mártires, em cujas cercanias foi necessário estabelecer um serviço de ordem para regularidade do trânsito. Ia aumentando a afluência de povo no Chiado, Praça Luís de Camões e ruas vizinhas. Dentro do templo, não tinham conta os ramos e as coroas de flores. O calor asfixiava. A massa de gente era tal que foram necessários longos minutos para se percorrer o espaço entre a porta e a câmara mortuária, no lado esquerdo do altar-mor.”[2]

Está sepultado no Jazigo dos Artistas Dramáticos do Cemitério dos Prazeres.[9]

  • Dinheiro dos Pobres, O (1956) .... Marques
  • O Costa d'África (1954) .... Tio Bernardo Costa
  • O Comissário de Polícia (1953) .... Rolinho
  • Eram Duzentos Irmãos (1952) .... Fernão Mentes Minto
  • Zé Analfabeto e o Trânsito, O (1952) .... Zé Analfabeto
  • Zé Analfabeto Faz Exame, O (1952) .... Zé Analfabeto
  • Zé Analfabeto na Vida Corrente, O (1952) .... Zé Analfabeto
  • Zé Analfabeto nos CTT, O (1952) .... Zé Analfabeto
  • Zé Já Não É Analfabeto, O (1952) .... Zé Analfabeto
  • Ribatejo (1949)
  • Não Há Rapazes Maus (1948)
  • Fado, História d'uma Cantadeira (1947) .... Joaquim Marujo
  • Camões (1946) .... Malcozinhado
  • O Pátio das Cantigas (1942) .... Narciso
  • O Pai Tirano (1941) .... Mestre José Santana
  • A Grande Nicolau (1935)
  • A Canção de Lisboa (1933) .... Vasco
  • Lisboa (1930)
  • A Menina Endiabrada (1929)
  • Costa d'África, O (1954)
  • Pátio das Cantigas, O (1942)
  • Pai Tirano, O (1941)
  • Famalicão (1941)
  • Maria Papoila (1937)
  • Famalicão (1941)

Referências

  1. a b «Livro de transcrições de registos de casamentos da 8.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (1941-05-26 - 1941-10-05)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. fls. 346 e 346v, assento 343 
  2. a b c d e f g h Tiago Palma (25 de dezembro de 2015). «Vasco Santana. Bem-amado, mulherengo e boémio». Observador. Consultado em 5 de março de 2018 
  3. «Livro de registo de batismos da Paróquia de Benfica (Lisboa) - 1898». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 18v-19, assento 41 
  4. a b «Livro de transcrições de registos de casamentos da 6.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (1921-01-14 - 1921-12-31)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. fls. 24 e 24v, assento 35 
  5. «Livro de registo de batismos da paróquia de São Mamede - Lisboa (1902)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 49v e 50, assento 94 (de 1904) 
  6. «Mirita Casimiro». rtp.pt. Consultado em 5 de março de 2018 
  7. a b «- Página Oficial das Ordens Honoríficas Portuguesas». www.ordens.presidencia.pt. Consultado em 5 de março de 2018 
  8. «Francisco de Almeida Dias». gazetadabeira.pt. Consultado em 26 de maio de 2025 
  9. a b «Livro de registo de óbitos da 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (31-12-1957 a 19-09-1958)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 122, assento 241 
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[[Categoria:Espectáculo Nome c/CETbase n/a Teatro de Revista 1926 Inaugurou o Variedades Pó de Arroz Pó de Arroz 1926) Pó de Arroz Anita Salambô Pó de Arroz Augusto Costa (Costinha) Pó de Arroz Carlos Leal Pó de Arroz Maria Campos Pó de Arroz Vasco Santana Pó de Arroz Luís Galhardo Pó de Arroz José Galhardo Pó de Arroz Tomás del Negro Pó de Arroz Raúl Portela Pó de Arroz Rosa Mateus 1926 Saricoté Saricoté Ascenção Barbosa Saricoté Abreu e Sousa Saricoté José Galhardo Saricoté Rosa Mateus Saricoté Pina (Augusto Pina?) Saricoté Laura Costa Saricoté Júlia Soares Saricoté Carlos Leal Saricoté Hortense Luz Saricoté Anita Salambô Saricoté Augusto Costa (Costinha) Saricoté Carlos Alves 1926 Era uma vez uma menina Era uma vez uma menina Maria Matos / Mendonça de Carvalho Era uma vez uma menina Maria Matos Era uma vez uma menina Mendonça de Carvalho Era uma vez uma menina Acácio de Paiva Era uma vez uma menina Maria Helena Era uma vez uma menina Berta de Albuquerque Era uma vez uma menina João Lopes Era uma vez uma menina António Palma 1926 é importante Pinto Calçudo Pinto Calçudo Maria Matos / Mendonça de Carvalho Pinto Calçudo Ernesto Rodrigues Pinto Calçudo André Brun Pinto Calçudo Henrique Alves Pinto Calçudo Maria Matos Pinto Calçudo Renda, Serra & Amâncio Pinto Calçudo Silvestre Alegrim Pinto Calçudo Paz Rodrigues Pinto Calçudo Beatriz Belmar Pinto Calçudo Maria Lagôa Pinto Calçudo Berta de Albuquerque Pinto Calçudo Maria de Lima Pinto Calçudo Miquelina Rodrigues Pinto Calçudo João Lopes Pinto Calçudo Santos Mata Pinto Calçudo António Palma Pinto Calçudo José Gambôa Pinto Calçudo Joaquim Miranda Pinto Calçudo Joaquim Miranda e Cardoso Pinto Calçudo Nascimento Fernandes Pinto Calçudo Pereira Arriaga Pinto Calçudo Augusto Costa Pinto Calçudo Agostinho Lagos Pinto Calçudo Bettencourt Ataíde Pinto Calçudo Sofia de Sousa Pinto Calçudo Irene Gomes Pinto Calçudo Maria Helena Pinto Calçudo Isilda de Vasconcelos Pinto Calçudo Alice Ataíde Pinto Calçudo Clotilde Mendes 1928 é uma das revistas que a Paula destacou Carapinhada Carapinhada Carapinhada Companhia de Eva Stachino Carapinhada Eva Stachino Carapinhada Beatriz Costa Carapinhada Carlos Leal Carapinhada Alvaro Pereira Carapinhada Maria Isabel Carapinhada Margarida de Almeida Carapinhada Lucilia Pezuelo Carapinhada Maria Brazão Carapinhada Encarnacion Gutierrez Carapinhada Emilia Candeias Carapinhada Armando Machado Carapinhada José David Carapinhada Ernesto Loriente Carapinhada Francisco Butier Carapinhada George Botgen Carapinhada 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a luta feminista Pernas ao Léu Pernas ao Léu Pernas ao Léu Companhia Luisa Satanella, Estevão Amarante Pernas ao Léu Almeida de Amaral Pernas ao Léu Xavier Magalhães Pernas ao Léu Maria Adelaide Lima Cruz Pernas ao Léu José Silva Pernas ao Léu Assis Pacheco Pernas ao Léu Janou Pernas ao Léu José Barbosa, Filho Pernas ao Léu Carlos dos Santos (Filho) Pernas ao Léu Raul Ferrão Pernas ao Léu Jaime Mendes Pernas ao Léu Afonso Correia Leite Pernas ao Léu Baltazar Rodrigues Pernas ao Léu Souza Mendes Pernas ao Léu Jorge Barradas Pernas ao Léu Lino António Pernas ao Léu Armando Bruno Pernas ao Léu Pinto de Campos Pernas ao Léu Rafael Marques Pernas ao Léu Fernanda de Sousa Pernas ao Léu Irene Isidro Pernas ao Léu Luíza Satanela Pernas ao Léu Lúcia Mariani Pernas ao Léu Maria Alvarez Pernas ao Léu Maria Cristina Pernas ao Léu Maria Sampaio Pernas ao Léu Virgínia Soler Pernas ao Léu Alfredo Ruas Pernas ao Léu Assis Pacheco Pernas ao Léu Barroso Lopes Pernas ao Léu Octávio Bramão Pernas ao Léu Pereira Saraiva Pernas ao Léu José Silva Pernas ao Léu Maria José Pernas ao Léu Ricardo Santos Carvalho Pernas ao Léu Alberto Reis 1932 "Estreia no Maria Vitória mas em 1932 é apresentada no Teatro de Variedades. É para esta revista que Maria das Neves escreve e interpreta a canção Cochicho da Menina, que se torna um êxito, ainda hoje cantada. passa pelas gotas da chuva da censura e ao pápis azul" Pim!Pam!pum! Pim!Pam!pum! Pim!Pam!pum! Pim!Pam!pum! Pim!Pam!pum! 1936 Arre Burro Arre Burro! Arre Burro Alcibiades Arre Burro António Gomes Arre Burro António Silva Arre Burro Barroso Lopes Arre Burro Beatriz Costa Arre Burro Elvira Figueiredo Arre Burro Filomena Lima Arre Burro Hermínia Silva Arre Burro Josefina Silva Arre Burro Lina Tavares Arre Burro Maria Brazão Arre Burro Mário Fernandes Arre Burro Vasco Santana Arre Burro Virgínia Soler Arre Burro Zita Trindade Arre Burro Piero (Piero Bernardon) Arre Burro Mafalda Arre Burro Daubny Daubner Arre Burro Raúl Portela Arre Burro Raul Ferrão Arre Burro Fernando Carvalho Arre Burro Baltazar Rodrigues Arre Burro Manuel de Oliveira Arre Burro Sousa Mendes Arre Burro Reinaldo Martins Arre Burro Hernâni Arre Burro Pinto de Campos Arre Burro Maria Adelaide Lima Cruz 1945 é a primeira revista a estrear após a segunda guerra mundial Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Companhia portugesa de revistas e operetas Vasco Santana Luís Galhardo (Filho) Carlos Lopes Alto lá com o charuto António Silva Alto lá com o charuto Irene Isidro Alto lá com o charuto Ribeinho Alto lá com o charuto João Vilaret Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto Alto lá com o charuto 1947 trocadilhos para fugir à censura Se aquilo que a gente sente Se aquilo que a gente sente Se aquilo que a gente sente Se aquilo que a gente sente Alberto Barbosa Se aquilo que a gente sente José Galhardo Se aquilo que a gente sente Vasco Santana Se aquilo que a gente sente Luis Galhardo Se aquilo que a gente sente 1947 após um aparente abrandamento da censura, ela volta em força, desde lançaram bombimnhas de mau cheiro, e nesta revista há um numero que faz referencia à esquerda e direita Sempre em pé 8/12/1950 Estreia da revista 2025 O Nariz de Cleopatra Alberto Magassela O Nariz de Cleopatra Ana Sampaio e Maia O Nariz de Cleopatra Carla Maciel O Nariz de Cleopatra Heitor Lourenço O Nariz de Cleopatra João Grosso O Nariz de Cleopatra José Neves O Nariz de Cleopatra Manuela Couto O Nariz de Cleopatra Nuno Nunes O Nariz de Cleopatra Nuno Carinhas O Nariz de Cleopatra Augusto Abelaira Teatro Variedaes]]