Vazante

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Município de Vazante
"Capital Nacional do Metal"
Monumento ao Carro de Boi.jpg

Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Fundação 12 de dezembro de 1953
Gentílico vazantino
Prefeito(a) José Benedito dos Reis Calçado (PHS)
(2013–2016)
Localização
Localização de Vazante
Localização de Vazante em Minas Gerais
Vazante está localizado em: Brasil
Vazante
Localização de Vazante no Brasil
17° 59' 13" S 46° 54' 28" O17° 59' 13" S 46° 54' 28" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Noroeste de Minas IBGE/2008 [1]
Microrregião Paracatu IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Guarda-Mor, Paracatu, Lagoa Grande, Lagamar e Coromandel[2]
Distância até a capital 520 km
Características geográficas
Área 1 903,072 km² [3]
População 20 580 hab. IBGE/2014[4]
Densidade 10,81 hab./km²
Altitude 650 m
Clima tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,742 alto PNUD/2010 [5]
PIB R$ 296 068,755 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 14 837,56 IBGE/2008[6]
Página oficial

Vazante é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

A vazante dos rios gerou o seu nome. As inundações traziam os nutrientes para na terra tudo produzir. As produções agropastoris atraiam mais e mais ocupações para atender à crescente demanda de alimento na sua cidade sede de Paracatu, onde havia descoberto o ouro de aluvião.

A maior ocupação da região aconteceu ainda antes de 1789, quando a Coroa enviou o alferes Joaquim da Silva Xavier – o engenheiro prático Tiradentes, como encarregado na construção da Estrada dos Pilões para se chegar às capitais: da Província em Ouro Preto e da Colônia no Rio de Janeiro. Depois de inaugurada a estrada a Coroa enviou o guarda-mor para instalar posto de fiscalização e tributação nos contrafortes desta serra.

Em torno do ano de 1800 a estrada da Serra da Lapa foi aberta, pois o naturalista botânico filósofo August F. C. Saint-Hilaire depois de pernoitar na fazenda do guarda mor na viagem de estudo que empreendeu às nascentes do Rio São Francisco faz uma referência de “uma serra que brota água mineral que substitui o sal para o gado" e revela suas impressões não muito agradáveis e diz: “a fazenda nos contrafortes da Serra dos Pilões já não era mais do guarda mor.

Foi da propriedade do ex-guarda mor que o senhor Ilídio Pereira Guimarães tirou trinta alqueires e doou para Santa Rita dos Impossíveis, futura Guarda-Mor. Em 1850 o arraial eleva-se a distrito. Em julho de 1857 o promotor da câmara pede por certidão as divisas do distrito. Em janeiro de 1858 a comissão formada entende que as divisas deverão ser pelo "Rio de Santa Catarina de sua foz no Escuro Grande até a sua última cabeceira, dividindo desta, em direitura as vertentes do Rio Paranaíba e por estas vertentes sempre, até a chapada de frente a fazenda do Bom Jardim, dividindo o mesmo distrito pelas mesmas vertentes do Paranaíba que servem de divisão deste termo com Catalão, e do Bom Jardim. Contendo o mesmo direito pela serra ou chapada, a cabeceira da Vereda ou Riacho das Traíras, e por esta abaixo até a embocadura no Escuro Grande e por este abaixo até a barra de Santa Catarina", ficando assim bem delimitado o distrito. Leu também neste mesmo ano uma petição do escrivão da sub-delegacia deste distrito, José Alves Villas Novas pedindo deferimento na justiça contra o procurador da câmara a quantia constante da certidão de 10$150 réis. E a Presidência da Província assina uma portaria, janeiro de 1858, em resposta aos ofícios da câmara sobre o fato de haver o Inspetor da Tesouraria de Goiás mandado restabelecer nos portos do Rio Paranaíba, denominados Justino Gabriel, Joaquina, e Vellozo, barreiras de cobrança de imposto sobre as diversas espécies de gados e mais mercadorias, que ali passam.

Logo depois das articulações para tornar a região do Rio Paracatu numa nova Província separada de Minas Gerais é assinado o decreto nº 1082 em 1860 para se elevar o distrito em Freguesia, mas só regulamentado em 1871 quando a paróquia é elevada à diocese, mas logo extinta em 1873. Em 31 de Julho de 1868 leu-se do Exmº Presidente ordenando que a câmara declarasse com urgência, quantos votantes foram qualificados no ano 1866 no distrito. Apesar de o distrito já ter cumprido esta ordem. Neste mesmo ano no mês de março a mesma câmara "pede demonstração em júbilo pelo feito de armas de nosso exército e armada na passagem do Humaitá".

Em setembro de 1869 o presidente da câmara envie à presidência da Província "sobre o vexame e a provação" dos mineiros nos postos de Gabriel e Araponga na região de Rio Verde. Em janeiro de 1877 na mesma câmara lê a súplica desses habitantes para se restituir a este distrito mineiro. Assim, a presidência da câmara remete documento à câmara dos Deputados e à casa do Senado e também oficia cada deputado e senador do círculo municipal. Em setembro de 1878 o presidente da câmara "manda imprimir os documentos, já coletados e comentados, da divisa com a Província de Goiás e manda o procurador pagar a despesa de 200 mil réis".

Em abril de 1876 a câmara responde à presidência da Província que “apesar de haver muito salitre, não há quem se dedique à extração dele e quanto ao sal não existe no município”.

Em agosto 1858 um comunicado chega à câmara que o povo deste distrito "impugna a pagamento de impostos aos procuradores do arrematante". No ano anterior uma lei exigia pagamento de “quatro mil réis de taxa de matrícula para cada escravo maior de 12 anos”. Leu também ofício do Juiz de Paz deste distrito, Sr. João Pedro Carneiro "acusando o recebimento de ofício e de edital e que tinha feito publicar" e comunicava "haver findado os trabalhos da eleição". Participava também "remeter o da qualificação das Guardas Nacionais que tinha também que o fazer”.

Em outubro de 1858 é comunicado à câmara de Paracatu e repassado ao distrito que "estando a chegar da Europa colonos contatados pela Associação de Colonização e informa que o Governo Imperial deseja auxiliar na distribuição" desses futuros assalariados. Em março de 1871 o Governo Imperial celebra contrato com Companhia & Guilherme Hodfield de Londres para introdução no Império de imigrantes. Em junho de 1871 pede perseverança e dedicação na promoção e organização de campanhas para introdução de maiores números de braços livres, (digo) trabalhadores úteis. No entanto, nenhum fazendeiro do distrito interessou, pois posteriormente a câmara respondeu a uma solicitação da mesma presidência "não haver colônia de imigrantes estrangeiros" em nenhum distrito do município.

Em 1859 a mesma câmara informou ao subdelegado em exercício no cumprimento do regulamento nº 1318 "desconhecer posses e sesmarias de terras sujeitas à legitimação e reavaliação". Em 1867 informou a câmara à presidência da Província que "não há aldeamento de índios em nenhum dos seus distritos".

Na ata do dia 13 de abril de 1875 leu uma petição de Carlos José Gonzaga pedindo “que a câmara mandasse registrar o titulo conferido ao mesmo, para servir de emprego de Professor de Instrução Primária do distrito”.

Neste mesmo ano a câmara confirma o envio dos livros necessários "para o registro dos nascimentos e óbitos dos filhos livres de mulher escrava para a já extinta Freguesia". No ano seguinte, em cinco de dezembro de 1876 a câmara leu outra circular da mesma Excelentíssima Presidência “sobre o quadro de distribuição de créditos para emancipação de escravos de 619.915$715 de réis”. Provavelmente alguns fazendeiros proprietários de escravos deste distrito tenham recebido alguns desses créditos. O valor atualizado desse crédito para toda a Província é 12.398.314 reais, ou seja, compra-se 3.990.578 jornais nos dias de hoje como se comprava em 1876.

Já com uma ortoga de capitão da Guarda Nacional - recebida em honra do serviço de alistamento de soldados para a Guerra do Paraguai - João Machadinho muda-se com um comboio de mais de 40 cargueiros e alguns escravos de Uberaba para o distrito. Também de Uberaba muda-se para o distrito o tenente Joaquim Machado Diniz.

Numa data ilegível do termo de pose consta um vereador, o senhor Alexandre de Souza Landim, eleito vereador por Guarda Mor na Câmara de Paracatu-MG, provavelmente nos anos 1890s.

Alguns juízes de paz que foram eleitos e empossados nesta câmara: 07/01/1861 Antonio Martim de Abreu; 25/09/1865 Delfim Rodrigues Lima; 30/03/1867 Joaquim Antônio da Fonseca; 11/05/1872 João Miguel Rodrigues; 15/02/1872 Bernardo Jesus Caldas; 15/02/1873 Antônio Manoel da Rosa; 02/05/1885 Antônio José Ferreira; 12/04/1892 Theofilo José reeleito como 3º Juiz de Paz e Antônio Valeriano Correia como 1º e 2º Juiz de Paz, 26/11/1892 Joaquim Antônio da Fonseca como 3º Juiz de Paz.. Em março de 1894 o senhor Antonio Valeriano Correa é reeleito como Juiz de Paz.

Em fevereiro de 1894, o senhor Pedro Pereira Guimarães é empossado como Presidente Agente Distrital de Guarda Mor por procuração nesta mesma câmara.

No mesmo dia o Capitão João Machadinho é empossado como Conselheiro Distrital de Guarda Mór e em março de 1895 Severo Marra da Silva é também empossado como Conselheiro Distrital de Guarda Mor nesta mesma câmara.

O capitão Pedrão Guimarães, o capitão João Machadinho e o Juiz de Paz Antônio Valeriano Correia residiam e possuíam domínios de terras mais ao extremo sudoeste do território, onde outro arraial formava-se no entorno da gruta, graças à aparição de Nossa Senhora na frente da gruta Lapa da Pamplona e a formação de sua imagem em rocha no interior da mesma gruta.

Nas proximidades dessa gruta construiu-se uma capela para; anualmente, no dia três de maio, reunir os devotos. Assim, crescia cada vez mais um povoado - popularmente denominado: Lapa da Pamplona, nome por extensão vindo do córrego da Pamplona que, provavelmente vem, segundo o historiador Oliveira Mello, de Inácio Correia Pamplona, um dos denunciantes da Inconfidência Mineira, que no requerimento de 1806 pedia muitos favores e graças por seis estradas abertas no Alto Parnaíba e Noroeste de Minas, uma delas deve ser a estrada da Serra da Lapa.

Em 1917 foi demarcado o lugar onde se encontra a cidade. Em 1920 uma matricula com área de 20 alqueires é desmembrada da fazenda Vazante.

Neste vilarejo chegou um viajante chileno que já havia passado pelos Estados Unidos, onde adquiriu noções de geologia e pela Amazônia boliviana chegou ao Brasil, onde se juntou ao projeto Rondon. No projeto muito ajudou como interprete dos índios e graças à sua comunicação com eles pôde aprender, com os seus caciques, noções de cura com plantas medicinais. Com esta última habilidade o doutor Ângelo garantiu sobrevivência e também casamento com donzela deste distrito, filha de fazendeiro. E com vida mais estável teve tempo para pesquisa até que em 1933 descobre a maior jazida de minério de zinco do Brasil. O potencial de exploração logo foi confirmado por geólogo da mineradora Votorantim que comprou o direito de exploração.

Em 17 de dezembro de 1938 pelo decreto lei 148 um novo território foi demarcado para criar o distrito de Vazante, assinado pelo Governador Benedito Valadares. Acredita-se que a Irmandade de Nossa Senhora da Lapa conhecida como o grupo dos 12 esteve à frente neste mérito. Seis anos mais tarde instala o Cartório de Paz e Notas.

A lei 336, de 27 de dezembro de 1948, estabeleceu modificações qüinqüenais no quadro de divisão territorial no Estado para criação de novos municípios. Diante disso as lideranças do distrito de Guarda Mor movimentaram preiteando a sua emancipação. Inicialmente acordadas com as lideranças do distrito de Vazante para juntos emanciparem-se instalando o município sede em Claro de Minas. Em virtude da morosidade as lideranças pediram à Camilo Rodovalho – nome mais próximo do deputado José Vargas – que enviasse um telegrama ao deputado. Por precaução pede ao Ozório Marra assinar juntamente com Salatiel, líder do distrito de Vazante. Leolina negou o pedido para assinar no lugar do seu irmão muito doente. O sobrinho Alírio Rosa presenciando tudo reúne no cartório do distrito de Vazante com outros moradores e elaboram um abaixo assinado com assinaturas de Sebastião Corrêa Rabelo (escrivão), Waldemar Cavalcanti (comerciante), Antônio Mota (fazendeiro), Custódio Gonçalves Sobrinho (sitiante), Afonso José Ferreira (comerciante), Ubaldino Resende (comerciante), Otávio Ferreira (fazendeiro), Manoel Rodrigues Pires (professor) solicitando a emancipação de Vazante. Manoel Rodrigues Pires saiu colhendo assinaturas dos moradores da Vila. O escrivão reconheceu a firma de todos os signatários. Receoso que o outro telegrama das lideranças do distrito de Guarda Mor chegasse primeiro à capital por ser, possivelmente, enviado de Paracatu, Ubaldino Resende dispõe-se a viajar para a capital e entregar, em mãos, ao deputado José Vargas.

O distrito é elevado à categoria de município pela lei nº 1039 de 12 de dezembro de 1953, sancionada pelo governador Juscelino Kubitschek de Oliveira, ficando o território remanescente como distrito Guarda Mor, pertencente à Vazante até 1963, quando pela lei estadual nº 2764 de 30 de dezembro de 1962 este distrito também se eleva à categoria de Município.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome da cidade foi dado devido, à Fazenda Vazante que teve esse nome devido, os períodos das chuvas os rios da região transbordavam provocando as cheias, também chamadas vazantes dos rios.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sua população estimada em 2014 era de 20 580 habitantes.[4]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A vegetação predominante na região é o Cerrado, onde se pode encontrar lençóis d'água, como as veredas marcadas pela a predominância típica arbórea do buriti, Vazante é rodeada de serras por estar entre a Serra do Garrote e a Serra dos Pilões

Religião[editar | editar código-fonte]

A religião predominante na cidade é a Católica Apostólica Romana. Há também a Igreja Metodista Renovada, a Igreja universal, a Igreja Presbiteriana, a Assembleia de Deus, a Deus é Amor, a Congregação Cristã no Brasil, Catedral da Bênção, etc.

Vazante é conhecida como "a cidade nascida da fé", já que devido à visão de Nossa Senhora dentro da gruta da lapa velha, muitos fiéis se mudaram para as redondezas.

Economia[editar | editar código-fonte]

  • Exploração do minério de zinco e produção do concentrado de zinco;
  • Uma das maiores reservas de calcário da região;
  • Reflorestamento;
  • Agropecuária: gado de corte e leite, cultura do arroz, milho, feijão e soja;
  • Produção de carvão vegetal;
  • Produção de queijos, resfriamento de leite (a maior bacia leiteira da região);
  • Pequenas confecções de roupas;
  • Granjas;
  • Beneficiamento de calcário.

Cultura[editar | editar código-fonte]

  • Museu Histórico;
  • Casa da Cultura;
  • Biblioteca Municipal;
  • Banda de Música Municipal de Vazante;
  • Coral Cantate Domino (Cantai ao Senhor);
  • Teatro Municipal;
  • Folia de Reis;
  • Associações Culturais; grupo de Congado N. Sra. da Lapa, Orquestra de Viola Caipira, Grupo das Fiandeiras
  • Carros de boi

Turismo[editar | editar código-fonte]

  • Em Vazante situa-se uma das maiores grutas do Brasil, conhecida como "Gruta da Lapa Nova", cuja extensão total é de 4.550 metros, que possui grandes reservas espeleológicas (cavernas);
  • Uma das maiores festas religiosas do Brasil, que acontece nos dias 1, 2 e 3 de maio todos os anos - Festa em Louvor a Nossa Senhora da Lapa - atinge uma população flutuante em até 50 mil pessoas;
  • Festa de Exposição Agropecuária (Expozante);
  • Tradicional "Festa do Carro de Boi" (julho), conhecida nacionalmente;
  • Gruta da Lapa Velha (primeira gruta a ser descoberta, ao lado da qual situa-se o Santuário de Nossa Senhora da Lapa);
  • Cachoeiras, lagos, rios e veredas.

Principais eventos[editar | editar código-fonte]

  • Aniversário da cidade: 12 de dezembro;
  • Festa em Louvor a Nossa Senhora da Lapa: 1, 2 e 3 de maio;
  • Carnavazante: fevereiro;
  • Expozante: agosto;
  • Festa do Carro de Boi: julho;
  • Festa da Cana: fim de junho ou início de julho.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. http://mapas.ibge.gov.br/divisao/viewer.htm
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010. 
  4. a b «Estimativa populacional 2014 IBGE». Estimativa populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 29 de agosto de 2014. 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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