VeriChip

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Verichip foi um chip RFID produzido pela PositiveID, uma subsidiária da Applied Digital Solutions, usado para identificação e localização por rádio-frequência. As empresas fornecedoras iriam promover algumas vantagens, uma delas seria: no hospital bastaria ler seu chip e tem acesso rápido a sua ficha medica. Sua fabricação e comercialização foram interrompidas em 2010.

Utilização[editar | editar código-fonte]

Este chip era utilizado para tratamento médico. Ele armazena informações médicas sobre o portador do dispositivo, como o grupo sanguíneo, alergias ou doenças crônicas, além de fornecer o histórico de medicamentos do paciente. De acordo com Wired News online[1] e Associated Press[2] , nos últimos dez anos, pesquisas encontraram relação entre o uso dos chips e o desenvolvimento de câncer. Quando camundongos e ratos receberam por injeção transponders RFID encapsulados em vidro iguais aos fabricados pela VeriChip, 15 a 10% deles desenvolveram carcinomas malignos de rápido crescimento e letais nos lugares onde o chip foi aplicado ou migrou. No entanto, a taxa de 10% foi obtida com camundongos hemizigotos, com deficiência da proteína p53; a contraparte dos humanos com a Síndrome de Li-Fraumeni, taxas próximas a 1% foram mais frequentes.[3] A VeriChip corporation respondeu a essa pesquisa, afirmando que os dados dos roedores fornecidos ao FDA não refletiam o efeito dos chips em humanos ou animais de estimação, o que causou uma queda de 40% em suas ações.[4] Cães são mais resistentes à formação de tecido tumoral maligno em resposta a inserção de um corpo estranho. Indução de sarcomas por corpos estranhos já foi observada em humanos,[5] [6] [7] [8] e foi descrita como análoga aos sarcomas associados a corpos estranhos em roedores e são bastante infrequentes.

Opinião pública[editar | editar código-fonte]

Cristianismo[editar | editar código-fonte]

Segundo alguns ativistas, o chip seria associado à Marca da Besta e ao fim do mundo.

Referências

  1. Bruce Sterling (2007-09-08). Arphid Watch: Arphid Cancer. Wired News.
  2. Todd Lewan (2007-09-08). Though FDA approved, microchip implants linked to animal cancer Associated Press.
  3. Summaries and fair use copies of all 11 scientific publications are available at the CASPIAN site Antichips.com..
  4. Rodent Sarcomagenesis (PDF).[ligação inativa]
  5. (November 2006) "[Foreign body-induced angiosarcoma 60 years after a shell splinter injury]". Mund Kiefer Gesichtschir 10 (6): 415–8. DOI:10.1007/s10006-006-0026-4. PMID 17006674.
  6. (October 2005) "Mediastinal malignant fibrous histiocytoma developing from a foreign body granuloma". Jpn. J. Thorac. Cardiovasc. Surg. 53 (10): 583–6. DOI:10.1007/s11748-005-0074-y. PMID 16279594.
  7. (April 2004) "Epitheloid angiosarcoma of the splenic capsula as a result of foreign body tumorigenesis. A case report". Acta Chir. Belg. 104 (2): 217–20. PMID 15154584.
  8. (August 2002) "[The carcinogenic potential of biomaterials in hernia surgery]". Chirurg 73 (8): 833–7. PMID 12425161.
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