Viação Itapemirim

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Itapemirim
Viação Itapemirim S.A
Logo viação itapemirim.png
Slogan Viva o Brasil com a Itapemirim!
Tipo Empresa de capital fechado
Indústria Transportes
Gênero Privada
Fundação 4 de julho de 1953 (63 anos)
Fundador(es) Camilo Cola
Sede Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 Brasil
Áreas servidas  Alagoas
 Amazonas
Bahia Bahia
 Ceará
 Distrito Federal
 Espírito Santo
 Goiás
 Maranhão
 Mato Grosso
 Mato Grosso do Sul
 Minas Gerais
Pará Pará
 Paraíba
 Paraná
 Pernambuco
 Piauí
 Rio Grande do Norte
 Rio Grande do Sul
 Rio de Janeiro
 Santa Catarina
 São Paulo
 Sergipe
 Tocantins
Proprietário(s) Grupo Itapemirim
Empregados 1.600
Produtos Transporte rodoviário de passageiros
Transporte de cargas
Turismo
Página oficial http://www.itapemirim.com.br/

A Viação Itapemirim S.A. é uma empresa de transporte rodoviário de passageiros brasileira, sendo considerada atualmente como uma das mais tradicionais do ramo país e também da América Latina.

Fundada em 4 de julho de 1953, no município de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo por Camilo Cola, a Itapemirim hoje se consolida por ser uma das viações mais utilizadas por passageiros que viajam pelo Brasil, sobretudo na região do Nordeste.

Foi pioneira na utilização de ônibus de 3 eixos no Brasil, o que a própria empresa chamaria mais tarde de Tribus. A Itapemirim também se destaca por ter sido uma das primeiras do ramo de transporte no país a equipar seus veículos com tacógrafos.

Atende em diversas capitais do país tendo como principais destinos as cidades de Campina Grande, Feira de Santana, Alagoinhas, Campos dos Goytacazes, Niterói além de sua própria cidade de origem Cachoeiro de Itapemirim.[1]

História[editar | editar código-fonte]

A Fundação da Itapemirim[editar | editar código-fonte]

A Jardineira Grassi "15" foi o primeiro ônibus a operar com o nome Viação Itapemirim, em 1958.

Numa época em que o Brasil de Getúlio Vargas vivia fissurado pelo petróleo por conta da recém descoberta do produto no Estado da Bahia, dando origem posteriormente a Campanha do Petróleo, o empresário capixaba Camilo Cola (já dono da ETA - Empresa de Transporte Autos Ltda.)[2] decide impulsionar seus negócios e funda, em 4 de julho de 1953 a Viação Itapemirim Ltda. Inicialmente, com 70 funcionários e 16 ônibus, a nova empresa era reservada apenas a fazer viagens pelo Espírito Santo, considerando que na época a situação das estradas brasileiras era bastante precária, onde muitos brasileiros ainda estavam acostumados a viajar para outros estados nos chamados paus-de-arara.

Os primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Antigos monoblocos O321 perfilados em um pátio da Itapemirim. Nessa época, os ônibus da empresa possuíam as cores cinza metálico e azul.

No ano de 1954, Camilo Cola vê o seu novo empreendimento crescer bem aos poucos quando a Itapemirim consegue aumentar sua frota para 22 veículos e com a empresa já ganhando condições de fazer viagens inter-estaduais tendo como seus primeiros destinos nesse capítulo algumas cidades do Rio de Janeiro.

Durante toda a década de 50, a empresa cresceu cada vez mais: das simples jardineiras que a Itapemirim oferecia aos seus passageiros, a Viação começou a adquirir seus primeiros novos ônibus da General Motors, todavia, a manutenção e os reparos dos veículos eram feitos exclusivamente na oficina mecânica da empresa, que funcionava num barracão alugado.

Para garantir a expansão da empresa, a Itapemirim começa a oferecer destinos também para a região Norte do estado do Espírito Santo. Posteriormente, a viação começou a oferecer também, outros destinos como Campos dos Goytacazes (RJ), Niterói (RJ) até finalmente atender a então capital federal na época, o Rio de Janeiro. Nessa mesma época, é iniciada a construção de uma oficina de manutenção própria da Itapemirim na cidade natal da empresa.

Já no fim da década, a Itapemirim consegue incorporar um expressivo contingente de ônibus Alfa-Romeo. Dois anos depois, a viação começa a substituir toda a sua frota por novíssimos carros da Mercedes-Benz, tendo como principal vantagem de que os novos modelos da empresa alemã eram entregues já encarroçados, encurtando-se em meses o intervalo entre a compra do chassi e o recebimento do ônibus pronto.[3]

Expansão[editar | editar código-fonte]

Monobloco Mercedes-Benz O326, um dos primeiros modelos a utilizar a nova pintura da Itapemirim, o amarelo.

A partir da década de 60, num país ainda carente de infraestrutura em suas rodovias, a Itapemirim começa a atender também as regiões Norte e Nordeste, sendo que nesta última a empresa se consolida de vez no transporte de passageiros, mantendo esse sucesso até os dias atuais.

Em 1962, a viação deixa de ser uma sociedade limitada para virar uma sociedade anônima

No ano de 1967, a Itapemirim adota em seus veículos a cor que seria um dos maiores símbolos da empresa até hoje: o amarelo. Ao mesmo tempo, a viação começa a adquirir seus primeiros Monoblocos modelos O-326 da Mercedes-Benz, cuja primeira linha a utilizá-los é a VitóriaRio, já contando com asfalto por todo o trajeto desse itinerário.[4]

Consolidação em outras áreas[editar | editar código-fonte]

A Itapemirim foi a primeira viação a operar ônibus de 3 eixos no Brasil.

Durante uma viagem aos Estados Unidos nos anos 60, Camilo Cola conheceu alguns modelos de ônibus que possuíam três eixos e que eram bastante comuns nas linhas rodoviárias estadunidenses, isso acabou por impressionar o patrono da Itapemirim a ponto de querer introduzir esse tipo de modelo em sua empresa. Naquela época nenhuma outra empresa brasileira do ramo de transportes usara o modelo de três eixos e Camilo quis trazer a novidade ao Brasil aproveitando o gigantesco crescimento da Itapemirim.[5] Com isso, no ano de 1971, a Itapemirim começa a operar seus novos veículos de 3 eixos sob uma forte propaganda, investindo fortemente no conforto dos passageiros.

Também era bastante comum de se ver as chamadas Rodonaves fabricadas pela Mercedes-Benz e encarroçadas pela Ciferal, que também conquistou gosto de seus usuários. A Itapemirim começa a prestar serviços também na cidade de São Paulo. Ainda nesse período, a Itapemirim passa a oferecer linhas que interligavam diretamente a Região Sudeste do Brasil ao Nordeste, consolidando ainda mais a participação da firma no ramo de transportes.[6]

Em 1973, a Itapemirim adquire a Empresa Nossa Senhora da Penha, de Curitiba. Com isso, a empresa de Camilo Cola passou a atuar ativamente também no Sul do país. Pegando carona no chamado milagre econômico brasileiro, as empresas de Camilo Cola (que mais tarde passariam a originar o Grupo Itapemirim) começavam a intensificar suas atividades passando a abranger segmentos de turismo, agropecuária e mineração.

Fundação da Tecnobus[editar | editar código-fonte]

Ônibus da segunda geração do Tribus.

Adentrando na década de 80 com uma frota de aproximadamente 1500 ônibus, a Itapemirim começar a operar a rota Rio/SP/Rio[7], paralelo a isso, a empresa lança com bastante publicidade a primeira geração do Tribus, baseando-se no pioneirismo dos já citados ônibus de 3 eixos lançados na década anterior. A viação aproveitara um período de grande euforia econômica no país, embalado pelo fim da ditadura, no qual os transportes rodoviários cresciam a índices altíssimos.

A empresa inaugura sua própria fábrica de ônibus, a Tecnobus, que seria responsável, em 1988, pelo lançamento da segunda geração do Tribus, gerando muito sucesso. No auge de sua linha de produção, ainda em meados da década de 1980, a Tecnobus chegou a fabricar um ônibus por dia.

Estabilização[editar | editar código-fonte]

No ano de 1992, a empresa lança o Tribus III e em 1995 a Itapemirim adquire junto a Mercedes-Benz mais monoblocos O400 com ar condicionado para a inauguração de um novo serviço, o Starbus: o primeiro ônibus executivo rodoviário de três eixos do país. Em 1999, o serviço foi reforçado com aquisições de veículos da marca Busscar e de alguns modelos Tribus IV equipados com ar condicionado. O serviço convencional também foi reforçado pelo modelo Tribus IV sem ar.

Nessa época, Camilo Cola, também já sendo proprietário de outras empresas, decide incorporar a viação ao Grupo Itapemirim, englobando-se a mais 30 empresas do empresário a qual empregavam quase 20 mil pessoas na época.

No ano de 1998, a empresa lança o Golden Service, que oferece o conforto de um ônibus leito por uma tarifa econômica de um executivo. Os primeiros carros que estreariam o novo serviço eram inicialmente do modelo Tribus IV fabricado pela empresa equipados com ar condicionado e depois vieram os carros da marca Busscar. No ano seguinte, o serviço leito Rodonave também foi reforçado com aquisições de veículos da marca Busscar na configuração leito. Ainda na época, a Itapemirim apresenta o Cinebus, o primeiro ônibus a possuir um telão a bordo, para exibição de dois filmes durante as viagens.[8]

Declínio[editar | editar código-fonte]

Nos anos 2000, a Viação Itapemirim consegue manter um ritmo considerado de crescimento se mantendo firme no mercado de transportes no Brasil. Ocorrem também aquisições de veículos da marca Marcopolo modelo Paraíso 1200 G6 com e sem ar condicionado sendo vários com chassis reencarroçado. Contudo, a concorrência cresce, com destaque para sua maior rival Gontijo que em 2003, adquire a São Geraldo. A empresa passaria a enfrentar diversas outras dificuldades na segunda metade da década.

Em 2008, morre a esposa de Camilo Cola, Inês Massad Cola, originando uma disputa judicial entre alguns herdeiros.[9] Nessa mesma época, a empresa já acumulava uma dívida de 200 milhões de reais e amargava uma considerável queda nas vendas de suas passagens entre os anos de 2005 e 2006. Com a crise, a empresa não consegue adquirir novos ônibus, chegando a operar veículos com mais de 10 anos de uso na maioria de suas linhas.

Ainda em 2008, a empresa, sob um empréstimo de US$ 33 milhões do BNDES, constrói dois terminais de cargas nas cidades de São Paulo e no Rio, contudo a empresa vê o negócio ir mal quado a demanda cai para muito abaixo do esperado. Buscando se reestruturar, a Itapemirim vende uma garagem em Brasília por R$ 25 milhões. Posteriormente a empresa também decidiu vender mais dois terminais de cargas em São Paulo e no Rio de Janeiro por R$ 72 milhões e ainda se desfez da Empresa Nossa Senhora da Penha, que era pertencente a Camilo Cola desde 1973.[10]

Dias atuais[editar | editar código-fonte]

No ano de 2015, o grupo decide vender 40% de sua frota de veículos e transfere diversas linhas para a Viação Kaissara. Com isso, a Itapemirim passa a operar 50 linhas que equivalem a 43% da fatia de mercado em que atuava antes da venda. Na época, o diretor de operações da empresa, Marcos Poltronieri, negou que a empresa estivesse em um eventual "processo de falência", mas admitiu que o número de passageiros caiu nos últimos anos até então; ele ainda afirmou que a má fase da empresa se deve a crise financeira que o país está sofrendo e que outras grandes concorrentes da Itapemirim também estão sofrendo com a situação.[11]

No dia 7 de março de 2016, a Viação Itapemirim entrou com um pedido de recuperação judicial diante do agravamento de sua crise[12], com dívidas já ultrapassando R$ 300 milhões onde boa parte incluem-se dívidas trabalhistas[13]. O pedido foi aceito pela 13º Vara Cível Especializada Empresarial de Vitória no dia 21 de março e com isso a empresa terá um prazo de 60 dias para apresentar um plano de recuperação, se acaso isso não acontecer a empresa poderá ter sua falência decretada.[14]

Atualmente, segundo seu próprio site oficial, a Itapemirim transporta 3,2 milhões de pessoas por ano, sendo uma das mais usadas pelos brasileiros.[15] Ainda segundo o site, a Viação atende mais de 2000 localidades pelo país em 22 estados brasileiros, cobrindo 70% do território nacional percorrendo 120 milhões de quilômetros por ano.

Frota[editar | editar código-fonte]

Ônibus do Serviço Golden no Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano.

Sua frota de ônibus é composta pelos serviços: convencional (Tribus, Climm, Bombon - sendo este um serviço que oferece a qualidade dos serviços da Itapemirim com tarifas até 20% inferiores ao do serviço convencional, criado para competir com os clandestinos - e Starbus - serviço inicialmente executivo da empresa e que atualmente encontra-se extinto e os veículos em operação convencional), Semi-leito (Golden), Rodonave (Leito) e Dreambus (Misto de Executivo com Leito) aproximadamente 1200 veículos, em carrocerias Busscar, Marcopolo e Tecnobus (esta última pertencente ao próprio Grupo Itapemirim) todos caracterizados pela cor amarela, de fácil identificação.

A viação sempre ficou conhecida pela qualidade de seus serviços prestados. A Itapemirim sempre vem renovando sua frota de tempos em tempos, com ônibus mais modernos e seguros. O diretor superintendente da companhia, Wilson Taranto, diz que a empresa adquire entre cerca de 100 e 150 ônibus novos todos os anos. No ano de 2014, por exemplo, a Viação realizou uma compra de veículos da encarroçadora Marcopolo - com carroceria modelo G7 1.200 (equipados com 2 banheiros, rede Wi-Fi, 4 tomadas para recarregar celular, tablet e notebook entre outros itens) e além disso ocorreram a locação de carros para atendimento a renovação da frota além de 7 veículos double-decker da Marcopolo modelos G6 e G7 caracterizados com pinturas retrô em homenagem 60 anos da empresa completados em 2013.

Seus clássicos veículos Tribus Séries I, II e III foram aposentados e os da série IV, juntamente com os monobloco 0400 estão em fase de desativação gradual e posteriormente serão vendidos.[16]

Aqui está alguns dos modelos de ônibus utilizados pela Viação Itapemirim
  • Busscar Elegance 360 / Volvo B12R - serviço Golden
  • Busscar Vissta Buss / Mercedes-Benz O-400RSD - serviço Climm
  • Busscar Vissta Buss HI / Mercedes-Benz O-500RSD - serviço Golden
  • Busscar Vissta Buss HI / Tecnobus T.23 - serviço Climm
  • Marcopolo Paradiso G6 1200 / Mercedes-Benz O-370RSD - serviço Climm
  • Marcopolo Paradiso G6 1200 / Mercedes-Benz O-371RSD - serviço Climm e Golden
  • Marcopolo Paradiso G6 1200 / Mercedes-Benz O-400RSD - serviço Golden
  • Marcopolo Paradiso G6 1200 / Mercedes-Benz O-500RSD - serviço Climm
  • Marcopolo Paradiso G6 1200 / Itapemirim 2-12910-212 - serviço Rodonave
  • Marcopolo Paradiso G6 1800DD / Scania K420 - serviço Tribus e Rodonave
  • Marcopolo Paradiso G7 1200 / Mercedes-Benz O-500RSD Euro 5 - serviços Climm e Rodonave
  • Marcopolo Paradiso G7 1800DD / Volvo B450R

Serviços[editar | editar código-fonte]

Entre os serviços prestados pela empresa estão:

  • Itex – É um serviço de Encomendas Expressas, pequenos volumes transportados nos bagageiros dos ônibus. A encomenda é entregue na Rodoviária de origem e retirada na Rodoviária de destino, nas cidades atendidas pela empresa;
  • Fretamento – Com filiais na maior parte do território nacional, a empresa atende várias localidades com o serviço de fretamento;
  • Mídia – O serviço de mídia é apresentado nos próprios veículos, internamente ou externamente, como: nas capas das poltronas, sacolas de bordo, kit lanche, capa de passagem, revista NaPoltrona, vídeo a bordo e o Stand Móvel – ônibus adaptado para reuniões, comemorações e outros eventos, o que possibilita a empresa interessada no serviço contratá-lo de acordo com o público (região) alvo desejado.
  • Transporte de passageiros – O trecho com maior número de viagens que a viação atende é do Rio de Janeiro até São Paulo e vice-versa, operado desde 1980, porém realiza viagens para quase todas as regiões do país.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A Viação Itapemirim é de propriedade de um grupo homônimo que tem como acionário Camilo Cola, sendo formado por empresas que atuam em diversos setores, como:

  • Tecnobus (fábrica de ônibus própria da Itapemirim)
  • Complexo Pindobas (agrícola e agropecuário)
  • Itabira (gráfica e marketing)
  • Viação Caiçara S/A - posteriormente rebatizada de Kaissara (empresa rodoviária que opera linhas curtas)
  • Rede Flecha (hotelaria e alimentação)
  • Marbrasa (mineração)
  • Fiat Cola e Samadisa (veículos e autopeças)
  • MC Massad Cola (marketing e comunicação)
  • Itabira (seguros)
  • Sossai (veículos e peças Toyota)

A Viação Itapemirim também já teve em seu grupo algumas empresas, tais como:

  • Empresa de Ônibus Nossa Senhora da Penha S.A. (transporte de passageiros)
  • Expresso Kaiowa S.A. (transporte de passageiros)
  • Itapemirim Cargo (transporte de cargas)

Responsabilidade ecológica[editar | editar código-fonte]

Recentemente a empresa também tem investido fortemente em frota ecológica, com carros que reduzem em até 90% a emissão de fumaças, 80% de gases que atingem o meio ambiente e 62% de óxido de nitrogênio, além de ônibus que emitem menos enxofre. A Itapemirim também realizou a plantação de 6 milhões de árvores, compensando a emissão de dióxido de carbono de seus veículos.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Ataque a um ônibus em 2006[editar | editar código-fonte]

Na madrugada do dia 28 de dezembro de 2006, um ônibus da Viação Itapemirim que partiu da cidade de Cachoeiro de Itapemirim com destino a São Paulo foi incendiado por traficantes na cidade do Rio de Janeiro, quando o carro passava pela Avenida Brasil, na zona norte da cidade. O ônibus transportava 28 passageiros, dos quais 7 foram mortos no ataque.[17] O acontecimento gerou grande repercussão nacional devido à gravidade dos fatos e também pela polêmica causada, pois segundo os parentes das vítimas, a empresa não teria dado a assistência adequada.[18]

Polêmica com banda musical[editar | editar código-fonte]

Na noite do dia 20 de fevereiro de 2014, os músicos da banda Nove Zero Nove foram impedidos de embarcar no ônibus da Viação Itapemirim que partia da cidade do Rio de Janeiro com destino a Muqui, Espírito Santo, sem que os mesmos pagassem uma taxa de R$ 50,00 por cada instrumento musical que eles levavam. A atitude foi considerada um ato inconstitucional e abusivo que foi filmado e foi amplamente divulgado por músicos de todo país.[carece de fontes?]

Referências

  1. http://www.itapemirim.com.br/comprar_passagem - Itapemirim (site de compras de passagens com os principais destinos)
  2. http://www.itapemirim.com.br/60anos/vivendo_60_anos/1940 Itapemirim - Década de 40
  3. http://www.itapemirim.com.br/60anos/vivendo_60_anos/1950 Itapemirim - Década de 50
  4. http://www.itapemirim.com.br/60anos/vivendo_60_anos/1960 Itapemirim - Década de 60
  5. https://onibusparaibanos.com/2013/06/23/o-326-o-primeiro-e-verdadeiro-tribus-da-itapemirim-e-do-brasil/ Portal Ônibus Paraibanos - O primeiro e verdadeiro tribus da Itapemirim e do Brasil
  6. http://www.itapemirim.com.br/60anos/vivendo_60_anos/1970 Itapemirim - Década de 70
  7. http://www.itapemirim.com.br/60anos/vivendo_60_anos/1980 Itapemirim - Década de 80
  8. https://onibusparaibanos.com/2014/06/29/itapemirim-61-anos-de-muita-historia/ Ônibus Paraibanos - Itapemirim, 61 anos de muita história pra contar
  9. http://extra.globo.com/noticias/rio/familia-rachada-por-heranca-milionaria-do-grupo-itapemirim-1480582.html Extra online - Família rachada por herança milionária do Grupo Itapemirim
  10. http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/929/noticias/obstaculos-pista-390765 Exame.com - Obstáculos na pista para a Itapemirim
  11. http://www.gazetaonline.com.br/_conteudo/2015/06/noticias/dinheiro/3899681-em-crise-itapemirim-se-desfaz-de-linhas-e-vende-40-dos-onibus.html Gazeta Online - Em crise, Itapemirim se desfaz de linhas e vende 40% dos ônibus
  12. http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2016/03/itapemirim-entra-com-pedido-de-recuperacao-judicial-no-es.html G1 - Itapemirim entra com pedido de recuperação judicial no ES
  13. http://veja.abril.com.br/noticia/economia/com-mais-de-r-300-milhoes-em-dividas-itapemirim-pede-recuperacao-judicial Veja.com - Com mais de R$ 300 milhões em dívidas, Itapemirim pede recuperação judicial
  14. http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2016/03/viacao-itapemirim-tem-pedido-de-recuperacao-judicial-aceito-no-es.html G1 - Viação Itapemirim tem pedido de recuperação judicial aceito no ES
  15. http://www.itapemirim.com.br/60anos/numeros_60anos Itapemirim - Números
  16. http://www.guiasoftbus.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2995&Itemid=36
  17. «PM prende traficantes que incendiaram ônibus na ultima quarta-feira». Paraná Online. 21/10/2011. 
  18. Alba Valéria Mendonça. «Parentes reclamam na falta de informações sobre vítimas». G1. Consultado em 21/10/2011. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]