Vicentinho Alves

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Vicentinho Alves
Senador do  Tocantins
Período 1º de fevereiro de 2011
até a atualidade
Deputado federal do  Tocantins
Período 1º de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2011
Deputado estadual do  Tocantins
Período 1999 a 2006
Dados pessoais
Nascimento 1 de outubro de 1957 (60 anos)
Porto Nacional, atual Tocantins
Cônjuge Adailde Alves
Partido PR
Profissão Pecuarista e Aviador

Vicente Alves de Oliveira (Porto Nacional, 1º de outubro de 1957) é um político brasileiro. O Senado federal não menciona que Vicentinho seja formado. [1]

Muito conhecido como Vicentinho Alves, é pecuarista e piloto comercial. Casado com Adailde Alves, tem quatro filhos.[2]

Política[editar | editar código-fonte]

Prefeito de sua cidade natal Porto Nacional entre 1989 e 1992, elegeu-se por dois mandatos consecutivos, 1998 e 2002, a deputado estadual chagando a presidir a Assembléia Legislativa do Tocantins.

Em 2006 obteve nas urnas o mandato de deputado federal. Tendo pertencido ao PDT, PFL, PSDB e PL,e PR. Desde 2013 é filiado ao Partido Solidariedade. Voltou ao Partido da Republica (PR).

Nas eleições estaduais no Tocantins em 2010, Vicentinho Alves disputou uma das duas vagas ao Senado Federal, mas obteve o 3º lugar, com 332.295 votos.

Entretanto, um dos eleitos, o ex-governador do estado Marcelo Miranda teve sua candidatura indeferida com base da lei complementar 64/90 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 16 de novembro de 2010, garantindo a Vicentinho Alves a diplomação e posse como senador do Tocantins a partir de 1º de fevereiro de 2011.[3] Vicentinho assumiu a vaga deixada pelo ex-senador Leomar Quintanilha que já estava no senado há 16 anos (2 mandatos consecutivos).

Ocupou o cargo de Primeiro-Secretário da Mesa Diretora do Senado Federal no biênio 2015-2016. Ao Primeiro-Secretário compete a administração da Casa e a supervisão geral do Senado Federal.

Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[4] Em julho de 2017 votou a favor da reforma trabalhista.[5]

Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[6][7]

Em junho de 2018 concorreu ao cargo de Governador do Tocantins, para um mandato tampão até o fim do ano, na eleição suplementar que ocorreu no estado. Neste pleito, ficou em segundo lugar no primeiro turno, indo ao segundo turno contra o então governador em exercício Mauro Carlesse.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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