Violet Beauregarde

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Violet Beauregarde é uma personagem da filme-comédia A Fantástica Fábrica de Chocolate.[1]

A personagem[editar | editar código-fonte]

Violet é uma garota esportista e competitiva, conhecida por ser mascadora de chicletes e possuir mais de 200 troféus e medalhas na sala de sua casa. Confiante em si mesma, muitos a consideram arrogante.

A garota consegue entrar na fábrica de chocolates com um único propósito: ganhar o prêmio final, encarnando com isso Cobiça e atitudes desenfreadas. Na versão de 2005, sua mãe é quem incentiva o senso desmedido de competição, que culmina na inobservância da ordem tácita de não experimentar, mas a cobiçosa vontade ser a primeira (não importando no que) é maior.

Violet é descrita no romance como tendo um grande esfregão de cabelo encaracolado e como alguém que fala muito rápido e alto. Sua nacionalidade nunca é abordada no livro, mas ela é retratado como estadunidense em ambos os filmes (de Montana, no filme 1971 e de Atlanta, Geórgia, em 2005).[1] Ambos seus pais a acompanham na visita à fábrica, embora a mãe de Violet desaprove o hábito de mascar goma. A garota se vangloria do ato de pregar chiclete mastigado nos botões do elevador de modo que quem os pressiona terão goma presa em seu dedo.

Dos sete pecados capitais, Violet representa a Soberba pois, a todo custo, ela quer se mostrar superior aos seus adversários.

Queda de Violet[editar | editar código-fonte]

Na sala de experiências, Willy Wonka mostra aos participantes um chiclete especial que serve de café da manhã, almoço e jantar. Apesar de Willy Wonka avisar que ainda não está pronto, Violet o ignora e começa a mastigar o chiclete. Como consequência disso, ela começa a ficar roxa e inchada como uma bola em questão de segundos. Wonka pede aos seus Oompa-Loompas que a levem ao espremedor para que retirem todo suco de dentro dela.

No final, Violet fica com o corpo mole e flexível, porém continuou com a pele roxa.

Violet nos filmes[editar | editar código-fonte]

Versão de 1971[editar | editar código-fonte]

Em 1971, no filme Willy Wonka & the Chocolate Factory,[1] Violet foi descrita como uma menina pré-adolescente de Miles City, Montana desempenhada por Denise Nickerson. Ela está vestida de azul-violeta e tem calças boca de sino, e seu cabelo é castanho-escuro em uma espécie de rabo de cavalo embelezado com um gigante clipe de cabelo. Seu pai, Sam Beauregarde, é um vendedor de carro usado que nunca perde uma oportunidade para competir com outras lojas de automóveis.

Não existe nenhuma interação entre Violet e Veruca Salt no romance escrito, mas no filme as meninas são vistas empurrando uma a outra quando andando pelas escadas da Sala de Chocolate. Por outro lado, Violet se dá bastante bem com Charlie.

Versão de 2005[editar | editar código-fonte]

Em 2005, Violet (desempenhado por AnnaSophia Robb)[1] é uma pré-adolescente, como no filme anterior, mas sua cidade natal foi alterada para Atlanta, Geórgia. Ela tem um cabelo curto, loiro, juntamente com um fervoroso esprito competitivo, tendo recebido 263 troféus e ganhado medalhas em vários eventos que vão desde artes marciais a concursos de gomas de mascar. Neste último, ela é um campeã-júnior e detentora do recorde mundial de mascar, mascando a mesma goma durante três meses até o momento em que teria encontrado o «Bilhete Dourado». Durante a busca pelo Bilhete Dourado ela temporariamente guardou sua goma de mascar atrás da orelha.

No que diz respeito à sua personalidade, ela vê todas as outras crianças como concorrentes para vencer. Isso é evidente na Sala Chocolate, depois de Violet colher uma maçã doce de uma árvore antes de Charlie e colocar a goma na sua orelha. Ele lhe pergunta por que ela não se limita a mascar um novo pedaço, ao que ela responde que ela «seria (como ele) uma perdedora» se o fizesse.

A mãe de Violet, Scarlett Beauregarde, é a sua principal figura paterna. Ela própria é uma vencedora da baliza de banda (algo que ela deixa muito evidente na entrevista), e serve como treinadora pessoal de Violet. Confiando que sua filha vai ganhar o prêmio especial no final da visita à fábrica, ela a incentiva a ter má conduta e atitude arrogante até a hora de deixarem a fábrica. Assim como os outros (com exceção de Charlie), ela é «vitima» de um acidente produzido por alguma invenção de Wonka (no caso dela ela se deixou levar pela experiência de mascar um chiclete novo), o qual havia um defeito, passando por gostos de varias comidas e dando os nutrientes para quem o mascava, equivalendo assim a uma refeição inteira, segundo Wonka.

Contudo, o problema aparece na sobremesa de torta de amora, que a transforma em uma amora gigante. Nesse momento, Wonka ordena espremerem-na. Ao deixarem a sala sem Violet, Wonka mostra sua desaprovação por pessoas que ficam mascando chiclete por muito tempo. No final Violet sai da fabrica roxa e super-flexível.

Referências

  1. a b c d DAHL, Roald (2014). Charlie and the Chocolate Factory. [S.l.: s.n.] 138 páginas. ISBN: 9786155430046 
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