Viseu (Pará)

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Município de Viseu
"Pérola do Gurupi"
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Fundação 24 de junho de 1531 (descobrimento pelo navegador Diogo Leite) e 06 de julho de 1895 (elevada à categoria de cidade)
Gentílico viseuense
Prefeito(a) Isaías José Silva Oliveira Neto (PR)
(2017–2020)
Localização
Localização de Viseu
Localização de Viseu no Pará
Viseu está localizado em: Brasil
Viseu
Localização de Viseu no Brasil
01° 11' 49" S 46° 08' 24" O01° 11' 49" S 46° 08' 24" O
Unidade federativa Pará Pará
Mesorregião Nordeste Paraense IBGE/2008 [1]
Microrregião Guamá IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Bragança, Carutapera (MA), Nova Esperança do Piriá, Cachoeira do Piriá, Santa Luzia do Pará e Augusto Corrêa.
Distância até a capital 320 km
Características geográficas
Área 4 915,073 km² [2]
População 59 735 hab. IBGE/2016[3]
Densidade 12,15 hab./km²
Altitude 15 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,515 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 414 141,78 mil IBGE/2014[5]
PIB per capita R$ 7 055,95 IBGE/2014[5]
Página oficial

Viseu é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º11'48" sul e a uma longitude 46º08'24" oeste, estando a uma altitude de 15 metros. Sua população estimada em 2017 era de 59.735 habitantes segundo o IBGE. Possui uma área de 4.915,073 km² e, portanto, densidade demográfica de 12,09 hab./km². A maioria da sua população (45.582 pessoas) é adepta da religião Católica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IDH municipal é de 0,515. As terras viseuenses foram descobertas por volta de 24 de junho de 1531 pelo navegador Diogo Leite.

Também onde encontra-se a futura sede de Viseu. Vila Nazaré conhecida como vila do km 74 faz parte fundamental de Viseu. É onde se encontra algumas madeireiras da região. Com duas Escolas, Correio, Posto Médico, CRÁS, ADEPARÁ, A belíssima igreja de São Benedito, Um dos fundadores da Vila ainda vivo " Sr Alves" Patrono da Família Alves.

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro navegador que chegou às terras viseuenses foi o português Diogo Leite, em 1531, a mando de Martim Afonso de Sousa, que adentrou até a barra dos rios Gurupi e Turiaçu, comandando duas embarcações de nomes Princesa e Rosa, fato corroborado pelos historiadores Francisco Adolfo de Varnhagen (Visconde Porto Seguro) e Maurício Martins Meireles.

Diogo Leite deu seu nome a uma abra, que até hoje é objeto de discussões entre historiadores, que têm dúvidas sobre a localização desta abra: para alguns (como o Visconde de Porto Seguro) ela estaria na foz do rio Gurupi; para outros como Jaime Cortesão D'Avezac, ela seria localizada no rio Turiaçu. Discute-se, portanto, a localização da abra e não a chegada daquele navegador à foz do rio Gurupi ainda em 1531, já que eles são bastante plausíveis ao afirmar que ele de fato chegou às atuais terras do município de Viseu, portanto, 85 antes da fundação da cidade de Belém e 103 anos antes da fundação de Sousa do Caeté (atual Bragança, que foi fundada apenas em 1634).

Situado na zona do Gurupi, foi habitado primitivamente, pelos índios Tupinambás, Tremembés e Apotiangas. No século XIX, migraram para o Gurupi os índios Urubus-Kaapor, considerados uma nação bélica e violenta, tendo sido registrados numerosos conflitos envolvendo estes índios, os negros quilombolas da região e os brancos.

Os franceses começaram a se fixar no Maranhão por volta de 1594 e lá permaneceram até serem expulsos e saírem definitivamente em 3 de novembro de 1615, após serem cercados pelas tropas sob o comando de Alexandre de Moura. Antes, em 1613, o então Governador-Geral Gaspar de Sousa enviou para a região uma expedição sob o comando de Diogo de Campos, que convenceu Jerônimo de Albuquerque a construir um forte no rio Piriá para assim estabelecer alianças com os índios Tremembés.

Após a vitória dos portugueses na região, o Reino começou um verdadeiro processo de ocupação da região para evitar novas invasões. Foi desta forma que através da Carta Régia de 9 de fevereiro de 1622, o rei Felipe III, da Espanha (lembre-se da União Ibérica), doou a Capitania do Gurupi a Gaspar de Sousa, a qual ia do rio Caeté até o rio Turiaçu, tendo 20 léguas de fundo. Conforme os arquivos do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, a Carta Régia de Felipe III de 1622 dava a Gaspar de Sousa o legítimo direito de escolher um local ou sítio da Capitania para que a beneficiasse e a fizesse povoar. No entanto, Gaspar de Sousa morreu sem definir o local ou sítio em que ele preferisse fixar a sua concessão.

Em 1624, um Alvará (de 19 de março de 1624) do rei Felipe III ordenou a Francisco Coelho de Carvalho (então Governador do Maranhão) que ele repartisse as terras do Maranhão aos povoadores e cultivadores que as quisessem.

O primeiro povoado na margem do rio Gurupi, que recebeu o nome de Vera Cruz, só foi definitivamente fundado em abril de 1627, por ordens de Francisco Coelho de Carvalho, sendo composta de índios Apotiangas e moradores que foram levados do Pará e Maranhão. Vera Cruz do Gurupi ficava onde hoje é a vila de São José do Gurupi e não na cidade de Viseu como se supunha. A cidade, apesar de ter suas origens ao início do século XVII com a chegada dos franceses, só foi fundada no século XVIII. Em 1758, foram fundadas três freguesias no município de Viseu, as quais ficavam onde hoje é a cidade de Viseu, São José do Gurupi e São José do Piriá (fundada em 1751 pelo governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado).

Em 1655, o padre Antônio Vieira fundou no rio Gurupi (mais precisamente na povoação de Vera Cruz) a missão jesuíta de São João Batista, que ficou naquela povoação até 1672, quando foi transferida para o Caeté.

Vera Cruz foi fundada para ser uma cidade de ligação entre Belém e São Luis. Devido ao porto de Vera Cruz ter ficado bastante raso, a povoação acabou sendo abandonada pelos governantes. Esse fato, ajudou na migração das pessoas de Vera Cruz para Sousa do Caeté.

Apesar de suas terras serem conhecidas desde 1531 e tendo recebida a visita de franceses e portugueses em 1613, a cidade de Viseu só foi definitivamente ocupada no século XVIII, tendo em 1758, sido fundada uma freguesia. Em 1781, foi oficializada a fundação da atual cidade de Viseu, conforme o ofício de 27 de janeiro de 1781, do Governador do Pará, José de Nápoles Tello de Menezes ao Ministro e Secretário de Estado, Martinho de Melo e Castro:

"...tive a honra de aumentar com uma nova povoação denominada Viseu na margem Norte do rio Gurupi..."

Cronologia Histórica Viseuense

1531 – junho, 24 – Descobrimento do rio Gurupi pelo navegador português Diogo Leite.

1613 – Julho, 8 – Partida de Daniel de La Touche de São Luís em direção ao Pará para exploração da costa maranhense e paraense.

1613 – Expedição comandada por Diogo de Campos que convenceu Jerônimo de Albuquerque a fundar um forte no rio Piriá.

1622 – fevereiro, 9 – Doação da Capitania do Gurupi a Gaspar de Sousa, que ia do rio Caeté ao rio Turiaçu.

1627 – abril – Fundação da povoação de Vera Cruz, nas margens do rio Gurupi, que deu origem à atual vila de São José do Gurupi.

1634 – Fundação de Sousa do Caeté, por Álvaro de Sousa, que originou a atual cidade de Bragança.

1758 – Criação das Freguesias de Nossa Senhora da Conceição de Viseu (e posteriormente Freguesia de Nossa Senhora de Nazareth de Viseu), Vera Cruz do Gurupi e Piriá.

1781 – janeiro, 13 – Oficialização da fundação da povoação de Viseu, na margem esquerda do Gurupi (ofício de 27/01/1781 do Governador do Pará José de Nápoles Tello de Menezes a Martinho de Melo e Castro, Ministro e Secretário de Estado).

1856 – dezembro, 22 – A freguesia foi elevada à categoria de Vila e em seguida Município.

1895 – julho, 6 – A Vila de Viseu é elevada à categoria de cidade.


Outras descrições de Viseu[editar | editar código-fonte]

Viseu é um dos do municípios com a maior extensão em área do nordeste paraense. Sua beleza natural é bastante apreciada pelos visitantes. Dentre os lugares mais visitados encontram-se a praia de Apeú Salvador, Serra do Piriá; São José do Gurupi e de Santo Antônio. Em relação ao rio Gurupi, de maior destaque, é possível afirmarmos que sua bacia hidrográfica estende-se da nascente, na Serra do Gurupi, um prolongamento da Serra da Desordem, no Maranhão, até a foz do Oceano Atlântico, ocupado grande faixa de terra do Pará e Maranhão. Viseu foi o ponto de irradiação para conquistar o rio Gurupi, quando foi dada a notícia da descoberta do ouro, cuja data precisa desse descobrimento é incerto, sendo possível que ainda no século XVII já se soubesse da existência de ouro na região. O rio Gurupi possui aproximadamente 720 km de extensão ocupando uma área cerca de 12.128 km2, sendo de domínio da União, tendo 70 % de sua bacia no estado do Maranhão e 30% no Pará. Quando recebe as águas do Gurupi-Mirim, sua largura passa de 40 m para 250 m, podendo atingir cerca de 2 km antes de São José do Gurupi (Ministério do Meio Ambiente, 2006).


Alguns dos filhos de Viseu de maior vulto foram Mariano Antunes de Souza, que ocupou entre as décadas de 1920 e 1930 importantes cargos no Pará, como juiz em Belém e no interior e Chefe de Polícia Civil do Estado,(em 1925) recebendo inúmeros elogios pelo seu trabalho. Mariano Antunes era filho do português José Antunes de Souza Júnior e da senhora Maria de Oliveira Pantoja, tendo nascido em 1º de dezembro de 1876, em Viseu. Aloysio da Costa Chaves, também nasceu em Viseu em 25 de novembro de 1920, tendo ocupado o cargo de Reitor da UFPA, professor, Deputado Federal, Senador e Governador do Pará (1974 - 1978). Também ocupou o cargo de juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª região, tendo sido o Vice Presidente e o Presidente deste Tribunal. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFPA. José Ubiratan da Silva Rosário nasceu em Viseu no dia 7 de junho de 1938 e faleceu em Belém em 24 de outubro de 2009. Foi escritor, professor e jornalista. Estudou no Colégio Paes de Carvalho e graduou-se em História, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Na Academia Paraense de Letras, onde ocupava a cadeira 28, cujo patrono é Leopoldo Sousa, conquistou o prêmio “Samuel MacDowell” e o “José Veríssimo”, da Academia Brasileira de Letras, com a obra “Amazônia - processo civilizatório: Apogeu do Grão-Pará” (1986). Escreveu muitas outras obras, como “Belém Urbe Amazônia: seu destino, evolução e perspectivas” (1980). Odete Nogueira Pereira Ferreira, também nascida em Viseu, no dia 22 de fevereiro de 1935 e falecida em 30 de setembro de 2017 (na cidade de Viseu), constitui uma das maiores referências no estudo histórico e cultural de Viseu. Escreveu importantes livros, como O Município de Viseu e seus Administradores (1995). Foi professora, vereadora, Vice-Prefeita do município, Secretária de Cultura, e publicou em 1997 o livro de poemas O Retrato da Saudade. Em 07 de janeiro de 2017, lançou o livro Viseu da Memória.

Características[editar | editar código-fonte]

A cidade de Viseu conta com 3 agências bancárias: Bradesco, BanPará e Banco do Brasil, além de uma lotérica. Possui 1 agência do INSS. Há 6 bairros na cidade: Centro, Mangueirão, Alto, Prainha, Piçarreira, Cidade Nova. Existe a região chamada APEVI, que algumas pessoas na cidade consideram como bairro mas isso não é oficial. O bairro maior e mais populoso é o Mangueirão, onde se encontra escolas, mercados, posto de saúde, sendo o mesmo bastante residencial. Há uma área de invasão adjacente a este bairro que ainda carece de uma boa infraestrutura.

A cidade conta com hotéis, restaurantes, supermercados, hospitais, feira, igrejas de diversas religiões. Infelizmente, o patrimônio histórico da cidade não é preservado da forma como deveria, sendo muitas construções antigas simplesmente jogadas ao chão sem que o poder público municipal interfira para manter e preservar estas construções históricas que muito contam sobre a história da cidade de Viseu. Os exemplos dessa falta de preservação são a antiga Igreja de São Sebastião, o antigo coreto da praça da Matriz, a antiga prefeitura que foi construída entre as décadas de 1950/1960 e diversos casarões antigos.

A cidade pode ser acessada tanto pelo transporte aéreo, pois há um capo de aviação próximo da comunidade de Caetecoeira, quanto por barcos. Mas o meio mais usado é o rodoviário. Para isso, pode-se usar a PA-102, a BR-308, sendo esta última a principal. Há praças como a praça da Matriz, praça da Prefeitura, praça da escola Mariano Antunes, praça do Hospital das Bem-Aventuranças, praça São Benedito, praça Madre Zariffe.

Clima[editar | editar código-fonte]

Dados climatológicos para Viseu Pará
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Temperatura máxima média (°C) 29,9 28,7 29,8 30,3 30,6 30,6 31,0 31,5 32,0 32,3 32,2 31,0
Temperatura média (°C) 26,2 25,7 26,3 26,0 26,3 26,2 26,5 26,8 27,1 27,3 27,5 26,7
Temperatura mínima média (°C) 22,6 22,7 22,8 21,7 22,1 21,9 22,1 22,2 22,2 22,4 22,8 22,4
Precipitação (mm) 182 312 431 376 296 222 159 65 13 5 8 50
Fonte: Climate Data.[6]

Tem clima equatorial Amazônico. De acordo com a Köppen e Geiger a classificação do clima é Aw. A temperatura média anual em Viseu é 26.5 °C. Pluviosidade média anual de 2119 mm.

Alguns administradores (prefeitos, intendentes etc)[editar | editar código-fonte]

  • 1661 – Capitão Mor João de Herrera da Fonseca.
  • 1833 – 1856 – O município de Viseu ficou pertencendo a Bragança.
  • 1890 – Conselheiro de Intendência Municipal José Lopes de Queiroz.
  • 1892 – João A. Gonçalves.
  • 1898 – Intendente Major Olímpio José Pereira
  • 1911 – Nomeado o senhor José Cavalcante Filho, segundo o jornal O Estado do Pará (04/05/1911).
  • 1911 – Intendente Major Olímpio José Pereira, conforme o jornal O Estado do Pará (03/06/1911).
  • 1912 – Intendente Major Caetano Gomes Rodrigues, conforme o jornal O Estado do Pará (16/11/1912).
  • 1912 – 1915 – Intendente Ulisses José Tavares, conforme o jornal O Estado do Pará (01/03/1912).
  • 1915 – 1917 – Exerceu o cargo de Intendente Capitão Bruno de Oliveira Lisboa.
  • 1917 – Tenente-Coronel Themístocles Antunes Bogéa, de acordo com o jornal O Estado do Pará (18/04/1917).
  • 1917 – Nomeado Intendente o Capitão Otávio Antônio Pinheiro, em 14/11/1917.
  • 1921 – Assumiu a Intendência o senhor Januário Antunes de Sousa (provisoriamente, após a renúncia de Otávio Pinheiro), tendo o antecessor renunciado em 12/08/1921
  • 1921 – Foi eleito o Tenente-Coronel Themístocles Antunes Bogéa, tendo pedido demissão do cargo de Intendente. No seu lugar, foi indicado o seu filho, Themístocles Bogéa Filho, que recusou o cargo.
  • 1925-1929 – Intendente Januário Antunes de Sousa, tendo assumido em 12/03/1925.
  • 1930-1932 – João Firmino Gomes.
  • 1932-1935 – Intendente Synesio Paulo de Carvalho.
  • 1936-1941 – Demétrio Lauro Juvenal Tavares
  • 1946-1950 – Raimundo Moacir Ramos Bogéa.
  • 1947 – Januário Antunes de Sousa foi eleito pelo governador Moura Carvalho para exercer o cargo em comissão de prefeito municipal.
  • 1950-1954 – Tenente-Coronel Aníbal Augusto Freire.
  • 1954-1958 – Raimundo Moacir Ramos Bogéa.
  • 1958-1960 - O vencedor das eleições de 1958 foi o senhor Alceu Cavalcante, que acabou falecendo em um naufrágio em 08 de junho de 1960 quando vinha de Bragança a Viseu.
  • 1960 – Com a morte de Alceu Cavalcante, assumiu interinamente o cargo de Prefeito o Vereador e Presidente da Câmara, Manoel Francisco de Jesus dos Santos, até ser realizada uma nova eleição.
  • 1960-1962 –Newton Raiol Campos.
  • 1962 -1966 – Almério André Cavalcante.
  • 1966-1970 – Tenente Waldemar Lisboa Messias
  • 1970-1972 – Hélio Vital Bogéa.
  • 1972-1976 – Adriano Fernandes Gonçalves
  • 1976-1982 – Carlos Cardoso dos Santos.
  • 1982-1988 – Adriano Fernandes Gonçalves.
  • 1988-1992 – Hélio Vital Bogéa
  • 1993-1996 – Carlos Cardoso dos Santos.
  • 1997-2000 – Astrid Maria da Cunha e Silva.
  • 2001-2004 – Astrid Maria da Cunha e Silva.
  • 2005-2008 – Luís Alfredo Amim Fernandes.
  • 2009-2012 – Cristiano Dutra Vale.
  • 2013-2016 – Cristiano Dutra Vale.
  • 2017 – Isaías José Silva Oliveira Neto

Hino do município[editar | editar código-fonte]

Letra: Adriano Fernandes Gonçalves
Musica: Maestro Aniceto Cirino da Silva
I

Trazes contigo Viseu,

A origem varonil,

O sangue bravo da terra,

Dos maiores do Brasil

II

No verde das tuas matas,

Na imensidão do Gurupi,

No canto dos teus pássaros,

O futuro nos sorrir

III

Na galhardia da tua gente,

A expressão juvenil,

Tudo nos faz confiar,

Na grandeza do Brasil

IV

Invocando nossos maiores,

Cantamos a nossa história,

Certos de que um dia,

Viseu terá sua Gloria.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  3. «Estimativa populacional 2016» (PDF). Estimativa populacional 2016. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2016. Consultado em 2 de janeiro de 2017 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 22 de setembro de 2013 
  5. a b «PIB Municipal 2010-2014». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 jan. 2017 
  6. «Clima: Viseu». Climate Data. Consultado em 23 de outubro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]