Vitória (2014)

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Vitória
Victory! (Título Internacional)[1]
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Drama
Ação
Duração 60 minutos
Criador(es) Cristianne Fridman
País de origem  Brasil
Idioma original (português brasileiro)
Produção
Diretor(es) Edgard Miranda
Diretor(es) de criação Rudi Lagemann
Daniel Ghivelder
Michele Lavalle
Roteirista(s) Alexandre Teixeira
Jussara Fazolo
Carla Piske
Gabriel Carneiro
Elenco Juliana Silveira
Bruno Ferrari
Thaís Melchior
Gabriel Gracindo
Rafaela Mandelli
Marcos Pitombo
Raphael Montagner
Maytê Piragibe
Cláudio Gabriel
Roberta Gualda
Rodrigo Phavanello
Lucinha Lins
Beth Goulart
Leonardo Vieira
Heitor Martinez
(ver mais)
Tema de abertura "Tente Outra Vez", Raul Seixas
Localização Rio de Janeiro, RJ
Willemstad, Curaçao
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Record
Formato de exibição 1080i (HDTV)
Transmissão original 2 de junho de 201420 de março de 2015
N.º de episódios 208

Vitória é uma telenovela brasileira que foi produzida pela Rede Record e exibida de 2 de junho de 2014 a 20 de março de 2015 em 208 capítulos como "novela das nove", substituindo Pecado Mortal. Foi a última produção exibida neste horário, uma vez que a novela seguinte, Os Dez Mandamentos, retomaria as produções das "novelas das oito".. Escrita por Cristianne Fridman, com colaboração de Alexandre Teixeira, Jussara Teixeira, Carla Piske e João Gabriel Carneiro, teve a direção geral de Edgard Miranda e a direção de criação de Daniel Ghivelder, Rudi Lagemann e Michele Lavalle.[2][3][4]

Juliana Silveira interpreta Priscila Schiller, líder de uma cédula neonazista violenta, que pratica assassinatos contra negros, homossexuais e nordestinos para disseminar sua causa. Bruno Ferrari interpreta Artur, rapaz que está em busca de vingança contra seu próprio pai, que o rejeitou na infância por ter ficado paraplégico. Já Gabriel Gracindo dá vida à Iago, um gênio da matemática que se tornou milionário e busca destruir aqueles que o internaram em uma clínica psiquiátrica na adolescência. Thaís Melchior, Rafaela Mandelli, Marcos Pitombo, Raphael Montagner, Maytê Piragibe, Cláudio Gabriel, Roberta Gualda, Augusto Garcia, Rodrigo Phavanello, Lucinha Lins, Beth Goulart, Leonardo Vieira e Heitor Martinez completam o elenco nos papéis principais.[5]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Neonazismo no Brasil[editar | editar código-fonte]

Um dos temas centrais da trama, o movimento neonazista no Brasil, surgiu no início da década de 1980, em meio à efervescência local da cultura punk e ao esgotamento do pensamento do "milagre econômico" do regime militar brasileiro, que abriu os olhos da juventude para perspectivas sombrias de futuro.[6] Na época, este contexto facilitou os grupos jovens à se influenciar pelo movimento neonazista internacional, enquadrando-se em uma tendência global de expansão do movimento, espalharam-se especialmente pelas regiões sul e sudeste.[7][8] Os pensamentos professados tem como base os ideais ultranacionalistas, racistas, xenófobos e discriminatórios, pregando a perseguição e violência contra negros, homossexuais, judeus e dependentes químicos, além de migrantes nordestinos, ditos como a grande problemática do país, estabelecendo um paralelo adaptado à realidade da perseguição sofrida por imigrantes africanos e asiáticos por neonazistas europeus.[9]

Os grupos são tradicionalmente divididos em duas vertentes: uma mais intelectualizada e elitizada, dedicada ao ativismo político e à produção cultural do movimento, como a criação de congressos e frentes militares, tendo a missão de influenciar e recrutar empresários e universitários, alegando serem herdeiros da direta dos integralistas da década de 1930, utilizando da astúcia para expandir o movimento. A outra vertente é menos instruída e age de forma clandestina em grupos menores e sem ligação com as grandes militâncias, influenciados pelo pensamento de violência e compostos pelos "carecas" – denominação local dos skinheads –, gangues de jovens de origem proletária ou de classe média baixa que frequentemente praticam ataques as minorias por motivos ideológicos.[10]

Telenovelas de Cristianne Fridman[editar | editar código-fonte]

Cristianne Fridman chegou à Rede Record em 2005 como colaboradora na telenovela Essas Mulheres, após uma pequena temporada na Rede Globo, onde também foi colaboradora de Coração de Estudante e da oitava temporada de Malhação, ambas de Emanuel Jacobina.[11] Em 2006 assumiu o posto de autora principal ao assinar a obra Bicho do Mato ao lado de Bosco Brasil, trazendo como protagonistas André Bankoff e Renata Dominguez sendo a produção mais cara da emissora até aquele momento, com um investimento de R$ 200 milhões antes de sua estreia.[12][13] Tal investimento deu-se, em parte, pela aquisição do RecNov, um conglomerado de estúdios de gravação localizado no Rio de Janeiro destinado à produção de sua teledramaturgia, de forma similar ao que a Rede Globo já fazia nos estúdios Projac.[14] Os estúdios haviam começado a funcionar no ano anterior, com a produção de Prova de Amor, mas só havia sido finalizado no início das gravações de Bicho do Mato.[15] A novela foi vendida para outros países antes de sua estreia devido a boa recepção do mercado internacional ao texto da autora.[16] A novela teve uma média de audiência de 16 pontos, finalizando seu último capítulo com 18 pontos, mantendo o bom desempenho de sua antecessora e fazendo com que a emissora renovasse o contrato com Cristianne.[17][18]

Em 2008 Cristianne escreveu sua primeira novela solo, sem parceiros titulares, intitulada Chamas da Vida, que viria a ser não só sua produção de maior repercussão, mas também uma das maiores audiências da emissora.[19] A novela foi representativa para a teledramaturgia brasileira, uma vez que abordou temáticas consideradas delicadas, como a piromania – ou seja, o desejo mórbido e incontrolável de provocar incêndios, queimar ou atear fogo às coisas e pessoas – e o relacionamento entre um soropositivo, interpretado por Roger Gobeth, e uma moça não contaminada, interpretada por Luiza Curvo.[20][21] Além disso, Cristianne foi responsável por escrever uma cena inédita até então na televisão brasileira, mostrando o estupro de uma jovem menor de idade, interpretada por Letícia Colin, por seu professor, o pedófilo interpretado por André Di Mauro, e as etapas seguintes dos abusos sexuais e psicológicos sofrido pela garota.[22][23] A cena foi notada pela imprensa como uma das mais impactantes das telenovelas brasileiras.[24][25] O primeiro capítulo teve média de 19 pontos e a novela chegou a marcar 35 pontos.[26]

Em 2011 Cristianne estreou Vidas em Jogo, que trazia o diferencial de colocar dez personagens principais em foco, uma vez que a trama era baseada em um grupo de amigos que dez amigos que ganhavam juntos um prêmio milionário na loteria, acompanhando cada uma das tramas simultaneamente.[27] A novela trouxe um misterioso palhaço assassino, o qual dava fim em parte dos protagonistas, sendo revelado sua identidade apenas no final da trama.[28] Além disso a autora realizou uma ação inédita ao transformar a protagonista da trama, a sofredora sem-teto interpretada por Julianne Trevisol, como uma grande vilã na última semana de novela, caindo sobre sua culpa os diversos crimes misteriosos que ocorreram durante a história, confundindo a cabeça do público que torcia por sua felicidade até então.[29] Vidas em Jogo chegou ao fim com 19 pontos de audiência, atingindo a liderança.[30]

Produção[editar | editar código-fonte]

Vitória teve cenas gravadas em Curaçao, no Caribe.

Após o fim de Vidas em Jogo, em 9 de abril de 2012, Cristianne Fridman entregou outra sinopse para a Rede Record, intitulada Maré Alta, a qual foi aprovada em novembro daquele ano e contaria a história de uma vila de pescadores que guardava um grande segredo.[31] Na mesma época a autora recebeu uma proposta da Rede Globo, porém decidiu ficar no canal em que estava.[32] A novela seria lançada em setembro de 2013 após Dona Xepa, porém acabou sendo adiada e substituída por Pecado Mortal, de Carlos Lombardi, uma vez que a emissora pediu algumas alterações no enredo, evitando soar similar ao de Luz do Sol, exibida em 2006.[33] Em 2 fevereiro de 2013 foi revelado que a trama agora se chamaria Vitória e traria um enredo diferente, sendo agendada para entrar no ar em 2014 após Pecado Mortal.[34][35] Cristianne Fridman explicou que abordaria temas que outras emissoras não permitiram – como neonazismo, incesto e um protagonista cadeirante –, além de dispensar o maniqueísmo, ou seja, não delinear os traços dos personagens entre "vilão" e "mocinha", deixando o equilíbrio entre os dois pontos em cada um deles para soar mais real, colocando nas mãos do público a opção de escolher se o perfil é agradável para o bem ou para o mau: "Trataremos inovação para o público. Não temos vilão e mocinha".[36]

Edgard Miranda foi anunciado como diretor, repetindo a parceria com a autora antes realizada em Chamas da Vida, além da direção criativa de Rudi Lagemann, Daniel Ghivelder e Michele Lavalle.[37] Vitória foi lançada com uma margem de 30 capítulos gravados à frente do que era exibido.[38] Leonardo Vieira, Heitor Martinez e Sílvio Guindane passaram por aulas de dança e orientações de striptease para criar o perfil de seus personagens.[39]Ricky Tavares teve que aprimorar-se com motos para dar vida à um competidor de motocross.[40] Em março de 2014 foram gravadas as primeiras cenas da novela em Curaçao, pequeno país do conglomerado do Caribe, onde estiveram envolvidos os personagens de Bruno Ferrari, Beth Goulart, Antônio Grassi, Dado Dolabella e Thaís Melchior.[36][41] Originalmente as cenas seriam gravadas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, porém com a utilização do país como pano de fundo para outras produções pouco tempo antes, optou-se por mudar para o Caribe.[42] A maior parte da novela foi gravada nos estúdios RecNov e utilizaram o bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, como cenário.[43] Já as cenas das competições de hipismo foram gravadas em Petrópolis, no bairro de Itaipava, tendo um haras real como locação.[44][45][46]

Em 2014 o jornalista francês esteve nos estúdios do RecNov para gravar entrevistas com os atores e cenas dos bastidores de Vitória para o programa Le Petit Journal, exibido na emissora fracesa Canal+.[47] A novela foi descrita pela reportagem como "uma das mais importantes do Brasil", alegado pelos "temas abordados e pela interpretação dos atores".[48][49] Logo após reportagens na Rússia e na Alemanha foram realizadas sobre a novela.[50]

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

Cristianne Fridman convidou pessoalmente Ana Paula Arósio para interpretar Diana, porém a atriz alegou que permaneceria afastada da televisão, seguindo seu retiramento iniciado em 2010.[51] Thaís Melchior acabou ficando com o papel, sendo anunciada em janeiro de 2014, logo após fechar contrato com a emissora.[52] Caio Junqueira interpretaria Artur, porém pediu desligamento da trama, pois naquela época havia confirmado que protagonizaria a futura A Terra Prometida e precisaria se dedicar aos workshops.[53] Victor Pecoraro chegou a ser cogitado para o personagem, porém acabou sendo reservado para outra produção da emissora, ficando à cargo de Bruno Ferrari interpretar Artur.[54] Giselle Itié chegou a ser anunciada como Renata e recebeu os primeiros capítulos para leitura, porém a atriz sofreu um acidente de moto e teve que ser afastada por licença-médica, sendo substituída por Maytê Piragibe.[55] O ator português Diogo Morgado foi sondado para interpretar Leonardo, que formaria o triângulo amoroso principal, porém as negociações acabaram não avançando.[56] Leonardo Brício foi escalado para o papel, porém o ator foi deslocado para o elenco de Os Dez Mandamentos.[57] O personagem ficou para Dado Dolabella, que originalmente interpretaria Paulão, passando este para Marcos Pitombo.[58] Veronica Debom chegou a realizar os primeiros ensaios como a policial Kátia, porém a direção decidiu substituí-la por Karen Marinho.[59] Silvio Guindane teve que deixar o elenco do seriado Vai que Cola, do Multishow, por uma temporada para se dedicar ao personagem PH, retornando apenas no ano seguinte.[60]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.
Marcos Pitombo, Juliana Silveira e Raphael Montagner caracterizados como os neonazistas Paulão, Priscila e Enzo.

A trama segue três personagens centrais em busca de vingança. Priscila Schiller (Juliana Silveira) é uma moça culta e elegante, proprietária de um colégio particular e doutorada em História. Por trás da imagem integra ela esconde o fato de ser líder de uma cédula neonazista violenta – formada por Paulão (Marcos Pitombo), Enzo (Raphael Montagner) e Bárbara (Liége Müller) – e cometer atrocidades, incluindo assassinatos de negros, homossexuais e nordestinos, além de fabricar bombas caseiras. Bárbara, na verdade, é uma policial disfarçada para reunir provas contra o grupo, sob as ordens da delegada Sabrina (Rafaela Mandelli), que está empenhada em prender Priscila e desmantelar a rede neonazista. A outra história é de Artur (Bruno Ferrari), um rapaz que foi rejeitado na infância pelo próprio pai, Gregório (Antônio Grassi), após ter ficado paraplégico. Ele é levado por sua mãe, Clarice (Beth Goulart), para Curaçao, onde foi criado com todo o amor, embora tenha passado anos jurando vingança. Para tentar blindar a ideia do filho Clarice revela que ele é fruto de um relacionamento extraconjugal com Bernardo (Paulo César Grande), porém o rapaz não desiste do plano e interna a mãe em uma clínica psiquiátrica para que ela não o atrapalhe.

Sem que ninguém saiba quem ele é de verdade, Artur seduz Diana (Thaís Melchior), filha de Gregório, e a engravida, revelando para o empresário sua identidade, o que o faz ter um derrame, já que ele acredita que os dois são irmãos. O plano não sai do jeito que ele imaginava, uma vez que ele acabou se apaixonando de verdade por Diana, que agora o rejeita e está cada vez mais próxima do ex-namorado, Rafael (Rodrigo Phavanello), fazendo com que Artur tenha que provar seu valor e sua rendição. Já Iago (Gabriel Gracindo), filho de Bernardo, foi internado em instituição psiquiátrica quando adolescente após ser diagnosticado com um perfil psicopata. Ele tinha Clarice como uma mãe, mas sentia inveja da forma com que o pai tratava Artur com mais amor do que ele. Após fugir da clínica psiquiátrica uma década atrás, sem que ninguém soubesse, ele se tornou milionário apostando na bolsa de valores, utilizando seus dons geniais para a matemática para criar dados estratégicos e análise lógica. Amargurado e calculista, o rapaz busca se vingar do pai, de Arthur e da família de Gregório – que ajudou em sua internação –, além de ameaçar Priscila, que acabou interferindo em seu caminho.

Tramas paralelas

Anastácia (Roberta Gualda) é uma excelente cozinheira que esconde de todos ser semianalfabeta. Ela vive um romance com Bruno (Augusto Garcia) e descobre que ele não é pobre como ela, mas sim um herdeiro milionário e tem que lidar com a mãe do rapaz, Maria Zilda (Eliana Guttman), que acredita que ela é uma golpista e está disposta a tudo para atrapalhar este amor. Renata (Maytê Piragibe) e Edu (Cláudio Gabriel) são um jovem casal de veterinários que perdem a casa em uma enchente e tem que ir morar temporariamente com os pais dela. O casamento fica balançado quando o rapaz começa a beber para curar as dores dos tempos difíceis que estão vivendo. A mãe de Renata, Zuzu (Lucinha Lins) começa à desenvolver doença de Alzheimer e se esquecer de tudo à sua volta, contando com a ajuda da família para lidar com a situação. Já os engenheiros Tadeu (Leonardo Vieira), Caíque (Heitor Martinez) e PH (Sílvio Guindane) veem suas carreiras estagnadas quando são demitidos da empresa que trabalharam a vida toda e não conseguem mais emprego após diversas tentativas, decidindo se tornarem strippers para ganhar a vida.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Juliana Silveira Priscila Schiller[61]
Bruno Ferrari Artur Menezes Ramos[62]
Thaís Melchior Diana Ferreira[63]
Gabriel Gracindo Iago Ramos / Ziggy
Rafaela Mandelli Sabrina Pessoa
Marcos Pitombo Paulo Roberto Lemos Rezende (Paulão) [64]
Raphael Montagner Enzo Aguiar
Maytê Piragibe Renata Nogueira Pereira[65]
Cláudio Gabriel Eduardo Pereira Nogueira (Edu)
Roberta Gualda Anastácia Rocha Amaral
Augusto Garcia Bruno Amaral Rocha
Rodrigo Phavanello Rafael Lemos[66]
Lucinha Lins Zulmira Nogueira (Zuzu)[67]
Beth Goulart Clarice Menezes[68]
Leonardo Vieira Tadeu Gorgulho Nogueira
Heitor Martinez Caíque Amarantes[69]
Liége Müller Bárbara Schimidt
Karen Marinho Kátia Rios[70][71]
Antônio Grassi Gregório Ferreira
Paulo César Grande Bernardo Ramos
Ricky Tavares Mossoró Ferreira
Letícia Medina Beatriz Cunha
Gustavo Leão Joaquim Pereira (Quim)[72]
André Di Mauro Jorge Cunha
Jonas Bloch Ramiro Pessoa
Raymundo de Souza Ednaldo Correia do Nascimento[73]
Sílvio Guindane Paulo Henrique (PH)
César Pezzuoli Manuel Nogueira (Manel)
Thierry Figueira Tiago Oliveira (Oliveira)
Luciana Braga Matilde Nogueira Gorgulho
Aline Borges Laíza Pinto dos Reis[74]
Bruna di Túllio Luciene de Melo Faria
Rocco Pitanga Nelito[75]
Leandro Léo Ricardo (Ricardinho)
Eliana Guttman Maria Zilda Amaral
Henrique Ramiro Alex
Patrycia Travassos Valéria Schiller
Zeca Carvalho Fabiano Souza Neto (Netto)
André De Biase Dante[76]
Thelmo Fernandes William
Marcelo Escorel Fernando
Nina de Pádua Yone Gusmão
Gustavo Ottoni Javier Rodriguez
Ricardo Ferreira Virgulino Aparecido[77]
Camila Avancini Rosa Chaves
Rose Lima Catarina Pinto dos Reis
Felipe Cunha Dr. Erik
Cássio Ramos Pablo Rodriguez
Letícia Pedro Rebeca Amarantes
Diego Kropotoff Vinicíus
Roberta Valente Cecília (Ciça)
Alessandra Loyola Analice
Victória Diniz Gabriela Nogueira Pereira (Gabi)
Alice Rodrigues Isabele
Pablo Mothé Cícero Correia do Nascimento (Cicinho)[73]

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Eduardo Pires Felipe Ramos
Flávia Monteiro Rúbia Rodriguez
Dado Dolabella Leonardo (Léo)
Daniel Erthal Rogério
Izak Dahora Luís (Sorriso)
Zeca Gurgel Orlando (Dinho)
Priscila Assum Camila
Roberto Bomtempo Assistente social
Pedro Caetano Pedro I
Créo Kellab Pedro II
Pamela Coto Maria Aparecida
Marcio Ehrlich Ronaldo Gomes
Marcelo Pio Marco Antônio
Mauro Cominato Antonio
Fabio Felipe Guilherme
Mariana Leão Ela mesma

Música[editar | editar código-fonte]

Como tema de abertura foi escolhida a gravação original de "Tente Outra Vez", na voz de Raul Seixas.[78] Originalmente a emissora pretendia lançar a trilha sonora da novela, como de costume, porém desistiu da ideia pela baixa audiência registrada.[79] Entre as músicas internacionais executadas durante os capítulos da novela estiveram "Manias", de Thalía, "Quien Te Dijo Eso", de Luis Fonsi, "New York, New York", de Sarah, "My First and Only Love", de Claudio Goldman, e "Cry For Love, de Ivan Busic e utilizado como tema romântico de de Arthur e Diana.[80][81] Já entre as de músicos nacionais estiveram a versão de "Anna Júlia", originalmente da banda Los Hermanos e gravada para a novela pelo grupo Sem Reznha, o samba "Oba, Lá Vem Ela", de Adryana Ribeiro, "Eternamente", de Lulli, "Qual É o Andar?", de Micael Borges, "Toda Forma de Poder", da banda Engenheiros do Hawaii, e a faixa-título "Vitória", de Rosemary.[82][83] Entre as temáticas específicas estiveram "Meu Lugar", da banda Onze:20 e tema de Mossoró e Beatriz, "Não Posso Reclamar de Nada", de Fábio Júnior e Tainá e tema de Artur e Diana, e "Sensível Demais", de Jorge Vercillo e tema de Renata e Edu.[84][85]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Lucinha Lins (esquerda) e Juliana Silveira (direita) foram descritas pelos críticos como os grandes destaques da novela.[86]

Vitória recebeu análises positivas dos críticos especializados em televisão. Emerson Ghaspar, do portal O Planeta TV, elogiou o núcleo neonazista, dizendo que era "um prato cheio para se discutir os próprios preconceitos", e elogiou as atuações de Marcos Pitombo e Juliana Silveira: "Fridmann constrói a trama sem rodeios e medos que qualquer autor poderia ter ao tocar em tal assunto".[87] O jornalista também positivou a forma com que a autora abordou a doença de Alzheimer com sutileza, "sem apelar para o lado emocional, transformando os portadores da síndrome em vitimas".[87] Em outra ocasião o portal acrescentou que Juliana estava dando "shows de interpretação".[88] Maurício Freitas, do portal TV Foco, disse que Lucinha Lins era o grande destaque da novela na pele da portadora de Alzheimer: "A atriz já demonstrou ter muita competência em suas atuações, mas nesse caso especificamente ela está dando um show à parte, por que mais difícil do que ser o bonzinho ou o vilão da novela, é conseguir emocionar o público com um personagem tão rico, talvez um dos melhores de sua carreira".[89]

Raphael Scire, da coluna Notícias da TV, do portal UOL, elogiou as atuações de de Rafaela Mandelli e Beth Goulart, mas destacou principalmente o trabalho de Juliana Silveira, descrito como o melhor da novela e completando que a atriz estava "aproveitando as nuances da personagem e dando show".[86] Nilson Xavierr, da coluna Blogosfera, também do UOL, elogiou o texto de Cristianne, dizendo que era "bem escrito", movimentado e com várias reviravoltas, com tramas que se renovavam ao passar dos capítulos sem cair nos clichês, e citou como os principais pontos de Vitória a história dos neonazistas e as atuações de Leonardo Vieira, Heitor Martinez e Sílvio Guindane na pele dos strippers cômicos.[90] André Lima, do portal PR, elogiou a atuação de Ricardo Ferreira como o professor homossexual Virgulino, dizendo que ele reproduziu um personagem "de modo educado, respeitoso e sem estereotipar", além de destacar as cenas de Roberta Gualda e Raymundo de Souza.[91]

Audiência[editar | editar código-fonte]

A estreia de Vitória rendeu 7,5 pontos de audiência, sendo o pior resultado de uma novela da emissora desde a retomada de sua teledramaturgia, em 2004.[92][93] O resultado deve-se ao fato de sua antecessora, Pecado Mortal, ter chegado ao fim com apenas 7,7 pontos.[94] No segundo capítulo, a novela subiu para 8 pontos.[92][95] Em seu último capítulo, a novela registrou 9 pontos, ficando em alguns momentos em terceiro lugar, porém fechando na média geral na vice-liderança.[96] No geral, a trama teve média de 5,8 pontos, sendo o terceiro pior desempenho, superando apenas Alta Estação (2006) e Pecado Mortal (2013), que tiveram média de 5,6 pontos.[97][97] Este foi o pior resultado de novelas de Cristianne Fridman, uma vez que Chamas da Vida e Vidas em Jogo fecharam ambas com 19 pontos e Bicho do Mato com 18.[30][98][99]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Agressão nos bastidores[editar | editar código-fonte]

Em 3 de abril de 2014, durante as primeira gravações em Curaçao, Dado Dolabella se envolveu em uma confusão agredir verbalmente a equipe de gravação e fisicamente um dos produtores da novela, identificado como Carlos Henrique Andrade de Araújo.[100] Segundo o relato, o ator começou agredir verbalmente uma outra produtora da equipe, que não quis se identificar, após solicitar uma xícara de café, bebida esta a qual não havia nas locações na ocasião, passando a distribuir xingamentos e ameaças aos demais membros da equipe ali presentes.[101][102] Logo após, Dado se dirigiu até Carlos quando ele pediu que a equipe continuasse seu trabalho e o jogou de uma escada: "Eu estava no patamar de uma escada. Sem eu menos esperar, ele ficou cara a cara comigo. Jamais ia imaginar que ele ia me agredir. Só que ele me empurrou lá de cima e voei até o chão", explicou.[101] Ao retornar ao Brasil, o produtor abriu um processo contra o ator no 42ª DP do Recreio dos Bandeirantes por lesão corporal e ameaça.[103] Dado negou que tivesse agredido o produtor, porém a direção de Vitória preferiu mantê-lo afastado das gravações – a partir de 16 de abril – até que o caso fosse investigado e a emissora e a polícia dessem um parecer sobre o acontecimento.[104][105] Em 24 de abril a direção da Record demite o ator, rescindindo seu contrato.[106] Seu personagem em Vitória, que seria um dos centrais da trama, formando o triângulo amoroso principal, acabou sendo transformando o personagem em apenas uma participação especial.[107] Rodrigo Phavanello foi incluído no elenco antes do início da novela, interpretando um antigo namorado da personagem Diana, podendo assim formar o triângulo proposto.[108]

Desfalques no elenco[editar | editar código-fonte]

Além do retiramento inicial do personagem de Dado Dolabella, a autora teve que alterar a história de uma série de outros atores que foram deslocados pela direção da emissora para outros trabalhos. Flávia Monteiro pediu afastamento nos primeiros dias de gravação quando descobriu que estava grávida – uma vez que, por ter mais de 40 anos, era uma gravidez de risco – e sua personagem acabou não tendo uma explicação exata para desaparecer da trama.[109][110] Em novembro de 2014 Heitor Martinez deixou a novela após aceitar o convite para integrar o elenco da sucessora, Os Dez Mandamentos, tendo como destino seu personagem a proposta de um trabalho fora do país.[111] Como consequência a atriz Letícia Pedro, que interpretava a filha de Heitor, teve que deixar a novela para seguir o mesmo rumo do pai.[112] Em dezembro é a vez de Gustavo Leão deixar a trama após ser confirmado no elenco do seriado Sem Volta e seu personagem, que estava se envolvendo com os neonazistas e tinha um amor obsessivo por Beatriz, acabou se mudando para Londres sem maiores explicações.[113] Na mesma época Rodrigo Phavanello também pediu dispensa do elenco para se dedicar aos workshops de A Terra Prometida, que estrearia apenas em 2016, mas que começava a ser preparada no início de 2015.[114] Seu romance com a personagem de Rafaela Mandelli não teve uma história concluída.[112] O jornalista Fabio Maksymczuk, do portal Você Faz TV, notou que a debandada de atores para outras novelas da emissora prejudicou a obra de Cristianne Fridman, fazendo com que algumas histórias perdessem o sentido e outros personagens, que dependiam dessas tramas, ficassem aleatórios.[112]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Categoria Indicado Resultado Ref.
2014 Prêmio F5 Atriz do Ano: Novela Juliana Silveira Indicado [115]
Novela do Ano Vitória [116]
Retrospectiva UOL Melhor Novela [117]
2015 Prêmio Contigo! de TV Melhor Ator de Novela Bruno Ferrari [118]
Melhor Novela Vitória
Melhor Autor de Novela Cristianne Fridman
Melhor Diretor de Novela Edgard Miranda
Melhor Atriz Infantil Letícia Pedro
Victoria Diniz
Melhor Ator Infantil Cássio Ramos
Diego Kropotoff

Referências

  1. «Victory!». Record TV Network. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  2. Oliveira, Fernando. «Record define dia do desfecho de ‘Pecado Mortal’ e marca estreia de ‘Vitória’ para a primeira segunda-feira de junho». Blog Mundo da TV. R7. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  3. «Autora de Vitória fala sobre a relação com os colaboradores: "Tem que estar todo mundo ajustado"». R7 - Vitória. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  4. «Vitória (2014) - Teledramaturgia». Teledramaturgia. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  5. «Time de atores de ‘Vitória’, próxima novela da Record, está praticamente fechado. Veja os nomes já confirmados!». Blog Mundo da TV. R7. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  6. «Time de atores de ‘Vitória’, próxima novela da Record, está praticamente fechado. Veja os nomes já confirmados!». GRUPOS NEONAZISTAS NO BRASIL. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  7. «Neonazismo em São Paulo». Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (originalmente publicado pela Escola Vesper). Consultado em 18 de julho de 2016. 
  8. «Neonazismo em Santo André». CEFETSP. CEFETSP. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  9. «Entre milícias e militantes (IV): neointegralistas ou integralismo contemporâneo». Passa Palavra. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  10. «Neonazistas brasileiros saem da toca?». Brasil de Fato. Consultado em 18 de julho de 2016. 
  11. «Veja os principais acontecimentos que marcaram os 15 anos de "Malhação"». Folha Ilustrada. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  12. «Record lança sua novela mais cara». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  13. «"Bicho do Mato" estréia na Record com meta de bater a Globo». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  14. Cristina Padiglione. (11 de julho de 2005). "Novela de Lauro César na Record será gravada em SP" (em português). Estado de S.Paulo. Visitado em 5 de março de 2011.
  15. Simone Mousse. (9 de outubro de 2005). "Reconstruindo Brasília em São peido" (em português). O Globo. Visitado em 5 de março de 2011.
  16. «Antes de estrear, Bicho do Mato da Record já foi vendida no exterior». O Fuxico. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  17. «Bicho do Mato alcança sua melhor média de audiência desde a estreia». Areavip.com.br. 
  18. «Capítulo final de Bicho do Mato registra a maior audiência da trama desde a estreia». Areavip.com.br. 
  19. «Elenco de Chamas da Vida celebra estreia». Terra. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  20. «"Chamas da Vida" discute a aids na história do bombeiro Guilherme». Bem Paraná. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  21. «Lucinha Lins comemora o sucesso de sua personagem Vilma, na novela “Chamas da Vida”». O Planeta TV. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  22. «Cristianne Fridman reúne temas polêmicos em "Chamas da Vida"». Revista Quem. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
  23. «André Di Mauro e a repercussão de seu polêmico vilão». M de Mulher. Consultado em 2 de agosto de 2016. 
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