Voo

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Beija-flor voando.
Andorinha voando.

O voo AO 1990 é a ação de voar, aerodinamicamente, utilizando sustentação, ou aerostaticamente, utilizando flutualidade. Pode ser mecânico (no caso das aeronaves) ou biológico (animais que podem voar, tais como muitas espécies de insetos, morcegos e aves). O voo biológico pode ser dividido em voo ativo (verdadeiro), em que há o bater de asas, e a planagem, que seria o voo em que o indivíduo se utilizaria apenas da resistência do ar para pairar.[1]

O voo em animais[editar | editar código-fonte]

Vertebrados[editar | editar código-fonte]

A planagem e o voo verdadeiro surgiram algumas vezes independentemente na filogenia dos vertebrados, fazendo esses caracteres, às vezes correlacionados, ficarem espalhados tanto nos grupos viventes quanto naqueles que só temos acesso por registros fósseis. Assim, temos duas principais hipóteses para a origem do voo ativo, sendo a primeira a partir da planagem e a segunda do chão para o céu. Na primeira, alguns dinossauros já com penas e asas teriam começado a saltar de árvores e planar até o chão e só depois outras adaptações que permitem a sustentação do corpo do animal com o bater de asa teriam sido selecionadas. Na segunda hipótese, essas adaptações que permitiram o animal levantar voo diretamente do chão teriam surgido primariamente, não havendo, portanto, relação evolutiva com a planagem.[1]

Referências

  1. a b Rayner, Jeremy M. V. (1 de julho de 1988). «The evolution of vertebrate flight». Biological Journal of the Linnean Society (em inglês). 34 (3): 269–287. ISSN 0024-4066. doi:10.1111/j.1095-8312.1988.tb01963.x