Vril

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Emblem-scales.svg
A neutralidade deste(a) artigo ou se(c)ção foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão.
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde Novembro de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Vrill é a suposta energia ou magia à qual a Sociedade Thule ocultista ansiava alcançar. O mais notório membro desta seita terá sido Adolf Hitler.

Conceito básico[editar | editar código-fonte]

A energia vril era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objectos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.

Uso na Sociedade Thule e Nazismo[editar | editar código-fonte]

Esta energia vril era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrifícios de crianças. Consideravam-se "seres superiores" capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterrâneos.

Quando os nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas. Dietrich Eckart tinha um poder hipnótico conhecido por "Alma Negra", co-fundador do Partido Nazista facilmente chamou a si Adolf Hitler.

Todas as altas patentes do Partido Nazista eram membros da Sociedade Vril.

A Ariosofia servir-se-ia da energia Vril a qual os faria voar até o infinito e tornarem-se deuses, o que facilitaria ou garantiria o sucesso em alcançar o poder absoluto e metafísico para governar o mundo. Chegaram a medir os crânios dos tibetanos, convencidos que eles eram os ancestrais dos arianos.[carece de fontes?]

Uso na Atlântida e Capela[editar | editar código-fonte]

Segundo Roger Bottini Paranhos o vril é uma fonte de energia que foi amplamente utilizada na Atlântida e que irá no futuro substituir as atuais fontes de energia, primitivas e poluentes, que impactam diretamente no aquecimento global. Nos livros "Atlântida – No Reino da Luz"[1] e "Akhenaton - A Revolução Espiritual do Antigo Egito"[2] Roger afirma que os atlantes precisaram salvaguardar a energia vril dos capelinos (vide Os Exilados da Capela de Edgard Armond), que tinham o interesse de utilizar seu potencial para magia negra.

O objetivo da energia vril é fazer progredir os meios de produção de forma a permitir à humanidade desenvolver seus aspectos sociais, morais e tecnológicos pelo bem-estar. Pela "inversão do eixo gravitacional" dos materiais seria possível desprender do solo e transportar grandes blocos de rochas por levitação. É nessa tese que se embasa Roger Paranhos para explicar a construção das grandes pirâmides e outros monumentos que ainda hoje desafiam a engenharia.

Segundo as afirmações anteriores, os nazistas estavam em busca dela, mas, talvez felizmente, pelos possíveis propósitos, não lograram êxito. Se essa energia voltará a ser conhecida pelos habitantes desse planeta e se será utilizada para fins pacíficos, para um novo ciclo de progresso, somente o tempo dirá.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o
Portal do Ocultismo

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Paranhos, Roger Bottini. 2009. Atlântida – No Reino da Luz. Editora do Conhecimento. ISBN 978-85-7618-182-8. 264 p.
  2. Paranhos, Roger Bottini. 2006. Akhenaton - A Revolução Espiritual do Antigo Egito. Editora do Conhecimento. ISBN 85-7618-114-2. 416 p.

Indicações bibliográficas[editar | editar código-fonte]

Existem livros atuais que descrevem os interesses das trevas:

Wiki letter w.svg Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.