William Hazlitt

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Autorretrato de William Hazlitt, c. 1802

William Hazlitt (Mitre Lane, Maidstone; 10 de abril de 1778St. Anne’s Churchyard, Soho, Londres; 18 de setembro de 1830) foi um escritor inglês, lembrado por seus ensaios humanistas. No início de sua vida, sente-se fortemente inclinado à prática da pintura, carreira da qual abdica depois da marcante experiência no Museu do Louvre em 1802, época em que o antigo Palácio Real acabara de ser transformado em Museu. Fortemente motivado pela experiência, centrada sobretudo nos "old masters", Hazlitt ensaia sua crítica de arte (On the pleasure of painting), cuja versão definitiva é também uma verdadeira teoria da sensibilidade, formulada posteriormente no escrito "On the Elgin marbles", ensaios versando os frisos do Parthenon que o Museu britânico exibe ao público a partir de 1816. As suas investigações estéticas ancoradas em sua crítica de arte tem seu desenvolvimento derradeiro num escrito de 1826, The plain Speaker. Depois disso, o autor viria a dedicar-se integralmente à História de Napoleão e da Revolução Francesa, em que exprime seu profundo entusiasmo pela constituição republicana consequente da revolução política de 1789. Crítico de arte, defensor dos valores de republicanismo e historiador, Hazlitt é sobretudo um brilhante estilista que transforma o talento não direcionado à produção pictórica em prosa do mais elevado grau de excelência.

http://www.gutenberg.org/files/3020/3020-h/3020-h.htm

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