Xi Wangmu

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A Rainha Mãe do Ocidente (chinês: 西王母, pinyin: Xī Wáng MŭWade-Giles: Hsi Wang Mu; japonês: Seiōbo; hangul: 서왕모), é uma antiga deusa chinesa, também conhecida no Japão e na Coreia. Sua origem pode ser rastreada até inscrições em osso oráculo do século XV a.C. registram sacrifícios para uma "mãe ocidental". (Cahill, 1993) Mesmo que essas inscrições ilustrem que ela antecede o taoismo organizado, ela é mais frequentemente associada com taoismo. De seu nome, apenas algumas de suas características mais importantes são reveladas: ela é real, do sexo feminino e está associada com o Ocidente. (Benard, 2000) A crescente popularidade da Rainha Mãe do Ocidente, bem como as crenças que ela era a distribuidora da prosperidade, longevidade e bem-aventurança eterna teve lugar durante o século II a.C., quando as partes norte e oeste da China, foram mais conhecidas devido à abertura das Rotas da Seda. (Mair, 2006)

Seu título oficial no taoismo é Yaochi Jinmu (瑶池 金 母), ou a Mãe de Ouro do Lago Luminoso. Biógrafos históricos (dinastia Tang) deram-lhe o nome de Chin Mu Yüan Chun, a Governante Primordial, Mãe de Metal (Ouro); Mãe de Metal (Ouro) da Montanha Tortoise, Ela dos Nove Numina, a Grande Maravilhosa, a Maravilha do Aperfeiçoamento da Florescência Ocidental, e a Última Digna da Caverna Yin. Plebeus e poetas da dinastia Tang se referiam a ela de forma mais simples, como a Rainha Mãe, Mãe Divina, ou pela antiga expressão familiar para "mãe" ou "babá", Amah. Nos tempos modernos, ela é muitas vezes chamado Wangmu Niángniang (王母娘娘).


Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Wang, Robin. "Images of Women in Chinese Thought and Culture: Writings from the Pre-Qin Period through the Song Dynasty". Hackett Publishing Company. 2003
  • Cahill, Suzanne E. "Transcendence & Divine Passion: The Queen Mother of the West in Medieval China", Stanford University Press. 1993.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Bernard, Elizabeth and Moon, Beverly. (2000). "Goddesses Who Rule", Oxford University Press, Nova Iorque, Nova Iorque.
  • Cahill, Suzanne E. (1993). "Transcendence & Divine Passion: The Queen Mother of the West in Medieval China", Stanford University Press. 1993.
  • Cahill, Suzanne. (1986). "Performers and Female Taoist Adepts: Hsi Wang Mu as the Patron Deity of Women in Medieval China." Journal of the American Oriental Society 106, 155-168.
  • Dien, Dora Shu-Fang. (2003). "Empress Wu Zetian in Fiction and in History: Female Defiance in Confucian China". Nova Science Publishers Inc, Hauppauge, Nova Iorque.
  • Mair, Victor H. (2006). "Contact and Exchange in the Ancient World". Universidade de Havaí Press, Honolulu, Havaí.
  • "Ch'huan T'ang Shih ("Complete T'ang Poetry)", Fu Hsing. Taibei. 1967 (abbrev. CTS)
  • Quan Tangshi (Complete Tang Poetry Anthology). 1967. Taibei: Fuxing.
  • Tu Kuang-t'ing, (850-933). "Chin mu yuan chun" ("The primordial ruler, metal mother"), de "Yung ch'eng chi hsien lu", início do século X. (abbrev. CMYC)
  • "Inquiry Report on the Chinese Goddesses Hsi Wang Mu and Ma-tsu". Zinck, Laura. St.Thomas University. Visitado em 24 de outubro de 2008
  • "Women in the Taoist Tradition: A Historical Survey". Kirkland, Russell. Universidade da Georgia. Visitado em 24 de outubro de 2008.
  • Taoism and the Arts of China: Sacred Mountains and Cults of the Immortals. Instituto de Arte de Chicago, 2000. Visitado em 27 de outubro de 2008

Informações adicionais[editar | editar código-fonte]

  • Zeisler, Bettina (2010). “East of the Moon and West of the Sun? Approaches to a Land with Many Names, North of Northern India and South of Khotan.” Em: The Earth Ox Papers. Special Issue. The Tibet Journal, Outono de 2009 vol XXXIV n. 3-Verão de 2010 vol. SSSV n. 2. Editado por Roberto Vitali. Library of Tibetan Works and Archives, Dharamsala, H.P., India. pp. 371–463.
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