Yellow Submarine

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Yellow Submarine
Trilha sonora de The Beatles
Lançamento 17 de janeiro de 1969 (49 anos)
Gravação 1967 - 1968, Estúdio Abbey Road
Gênero(s) Rock psicodélico, clássico, soundtrack
Gravadora(s) Apple Records
Produção George Martin
Opiniões da crítica

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Cronologia de The Beatles
The Beatles
(1968)
Abbey Road
(1969)
Singles de Yellow Submarine
  1. "All Together Now"
    Lançamento: Fevereiro de 1972
  2. "Hey Bulldog"
    Lançamento: Fevereiro de 1972


Yellow Submarine é o décimo álbum de estúdio da banda inglesa de rock The Beatles, lançado em 13 de Janeiro de 1969, nos Estados Unidos, e em 17 de Janeiro de 1969, no Reino Unido. Foi comercializado como banda sonora para o filme de animação de mesmo nome, que estreou em Londres em Julho de 1968. O álbum contém seis músicas dos Beatles, incluindo quatro novas canções e Yellow Submarine, lançado anteriormente, e All You Need Is Love. As restantes músicas do álbum são uma re-gravação da banda sonora orquestral do filme pelo produtor da banda, George Martin.

O projecto foi considerado como uma obrigação contratual dos Beatles, que foram convidados a compor quatro novas canções para o filme. Algumas músicas foram escritas e gravadas especialmente para a banda sonora, enquanto outras eram faixas inéditas de outros projectos. O álbum foi publicado dois meses depois do disco duplo (também conhecido como o White Album) e, portanto, não foi visto pela banda como um trabalho significativo. Yellow Submarine tem recebido críticas distintas por parte dos críticos musicais, alguns dos quais consideram que ficou aquém do elevado padrão geralmente associado aos Beatles. Alcançou o Top 5 no Reino Unido e nos Estados Unidos, e foi relançado em CD por várias vezes.

Antecedentes e gravação[editar | editar código-fonte]

O álbum surgiu a partir obrigações contratuais, as quais estabeleciam que os Beatles tinham que apresentar novas canções para a banda sonora do filme de animação Yellow Submarine a United Artists' .[1] Tendo terminado recentemente o seu álbum Sgt. pepper's Lonely Hearts Club Band em Abril de 1967,[2] o grupo mostrou pouco entusiasmo para este projecto.[3] Juntamente com a música do filme de televisão Magical Mystery Tour, a banda sonora de Yellow Submarine fez parte de um período em que o autor Ian MacDonald, mais tarde descreveu como "um regime contínuo de poucas gravações ... ele tinha um trabalho de qualidade sobre ele – uma intrínseca falta de tensão, que era obrigado a colorir o material resultante."[4]

Músicas[editar | editar código-fonte]

Das faixas inéditas, a primeira a ser gravada foi Only a Northern Song de George Harrison, em Fevereiro de 1967, que foi rejeitada para ser incluída em Sgt. Pepper.[5] O grupo acrescentou sonorizações nesta faixa base em Abril, imediatamente depois de terminar as misturas estéreo para aquele álbum. Entre os sons adicionados durante o que o historiador dos Beatles Mark Lewisohn descreve como "uma curiosa sessão", foram trombeta, glockenspiel[6] e vozes.[7]«The Beatles 'Only a Northern Song'»  As letras de Harrison reflectem o seu descontentamento em ser apenas um compositor contratado pela editora dos Beatlesy, a Northern Songs.[nota 1]

All Together Now foi gravado numa única sessão, em 12 de Maio de 1967, especificamente para o projecto do filme.[8] O título veio de uma frase que Paul McCartney ouviu em criança, que convidava todos a cantar canções de music hall. Mais tarde, descreveu a canção como "um desperdício".[9]

A banda gravou It's All Too Much de Harrison no final de Maio de 1967, no De Lane Lea Studios no centro de Londres.[10] Inspirado pela experiência do consumo de LSD, e originalmente com mais de oito minutos de duração,[11] a canção reflecte a filosofia do Verão do Amor de 1967, e faz uso extensivo de feedback da guitarra .[12] Tal como com o tema mais tarde gravado All you need is Love, a faixa inclui citações musicais e líricas citações de outras obras – neste caso, a passagem da trombeta em Prince of Denmark's March de Jeremias Clarke, e de uma letra de Sorrow, um êxito de 1966 de Merseys.[13]

Hey Bulldog de John Lennon foi gravado em 11 de Fevereiro de 1968, e evoluiu a partir de uma intenção inicial de gravar um filme promocional para o single Lady Madonna. Tal como All Together Now, o tema foi especificamente gravado com a banda sonora do filme em mente.[14] O final da música inclui uma jam session após o ponto onde estava concebido um fade-out no final da mistura, a qual foi mantida na versão final.[15][nota 2] Lennon, mais tarde, descreveu a canção como "uma gravação com boa sonoridade que não significa nada".[17][18]

Orquestrações de George Martin[editar | editar código-fonte]

O lado dois inclui uma re-gravação sinfónica da banda sonora do filme composta pelo produtor dos Beatles George Martin, especificamente para o álbum. A gravação teve presente uma orquestra com 41 elementos em duas sessões de três horas, entre 22 e 23 de Outubro de 1968, em Abbey Road, e foi editada para caber no LP em 22 de Novembro.[19]

Em alguns de seus arranjos, Martin faz referência ao seu passado com os Beatles, por exemplo, Sea of Time inclui o que MacDonald descreve como "uma citação carinhosa" do estilo indiano de Within You Without You, do Sgt. Pepper,[nota 3] e Yellow Submarine in Pepperland copia o título da música homónima do filme.[20] Em Sea of Monsters, Martin adaptou parte de Ária na corda sol de Bach, enquanto que em outras selecções, ele paródia obras de de Stravinsky.«81 – 'Hey Bulldog'». 100 Greatest Beatle Songs  MacDonald também vê a influência de Mozart e Webern, entre as "alusões clássicas" nas composições de Martin.

Lançamento[editar | editar código-fonte]

O filme estreou em Londres, em Julho de 1968,[21] altura em que os Beatles estavam ocupados a preparar o seu álbum de estúdio homónimo, The Beatles, comummente designado por "o Álbum Branco".[3] Os Beatles estavam entusiasmados com o filme e, após o seu lançamento, surgiam com mais regularidade para o promover.[22][23] , Tendo o seu lançamento sido adiado para que entrasse em conflito com o lançamento de The Beatles,[3] e para permitir a re-gravação das contribuições de Martin,[19] Yellow Submarine foi lançado pela Apple Records em 13 de Janeiro de 1969, nos EUA, e em 17 de Janeiro Reino Unido.[24] O álbum foi comercializado em estéreo apenas nos EUA, enquanto no Reino Unido estavam disponíveis as gravações tanto em estéreo como em mono, embora a versão mono fosse uma combinação de dois canais estéreo sobrepostos para resultar em mono) em vez de uma mistura específica.[25] Dado que All You Need Is Love foi lançada à pressa em single, acabou por não passar uma uma mistura estéreo.[16] Embora a faixa tenha sido lançada no LP Magical Mystery Tour nos EUA, só em 29 de Outubro de 1968 é que foi feita uma versão estéreo para o álbum.[16] Nos EUA,versões de 8 canais em cartucho incluíram Lucy in the Sky with Diamonds como música extra de música no lado dois.[26]

Desenho da capa[editar | editar código-fonte]

O desenho da capa inclui um esboço dos Beatles tal como eles surgem nos cartazes promocionais, criado por Heinz Edelman. O mesmo modelo foi utilizado nas capas dos Reino Unido e EUA, embora na capa do primeiro surjam as palavras Nothing is reall (extraído de Strawberry Fields Forever), logo abaixo do título do álbum,[27] ao contrário da versão americana não.

Na parte de trás da capa, o álbum do Reino Unido continha uma análise ao Álbum Branco escrito por Tony Palmer para The Observer. A revisão era introduzida por algumas notas pel assessor de imprensa da Apple Derek Taylor.[28] A capa do álbum comercializado nos EUA continha uma biografia fictícia ilustrada escrita por Dan Davis do Sgt. pepper's Lonely Hearts Club Band, em que a batalha do grupo com os Blue Meanies era comparada a três outras lutas épicas na história do mundo de língua inglesa: a luta de Beowulf para salvar a Sala do Hidromel de Heorot; a assinatura de João de Inglaterra da Carta Magna; e a redacção da Declaração de Independência por Thomas Jefferson.[29][30]

EP não-comercializado[editar | editar código-fonte]

Um EP contendo as músicas novas tinha sido considerado para ser comercializado em Setembro de 1968,[31] mas o plano para lançar a banda sonora de Yellow Submarine foi adiado para permitir lançar o Álbum Branco.[32][3] Contudo, no seguimento do adiamento no lançamento da banda sonora do filme, Lewisohn escreveu que os Beatles foram "levemente criticados" por ter cedido um lado completo do LP à música de Martin, e assim fracassado em não terem mostrado o seu habitual "valor". Como resultado, a banda considerou lançar Yellow Submarine num EP de cinco faixas em mono, sem a banda sonora do filme, mas incluindo a então inédita Across the Universe como faixa bónus. Este EP foi produzido em Março de 1969, mas nunca foi comercializado.[19] A sequência das músicas era: Only a Northern Song, Hey Bulldog e Across the Universe no lado um, com All Together Now e It's All Too Much no lado dois.[19]

Posteriormente, Lennon dispensou as contribuições de Martin, descrevendo-as como "toda esta terrível merda", e culpou Brian Epstein, o gestor dos Beatles, por permitir que Martin participasse no projecto.[33] De acordo com o autor e jornalista de música Peter Doggett, nem a proposta do formato EP, nem a produção de um álbum da banda sonora mais longo (contendo outras música dos Beatles incluídas no filme de 1968) foi possível na altura, pois "ambas as opções teriam negado a George Martin o seu direito contratual para aparecer ao lado dos Beatles – e tiravam-lhe o potencial de receber o maior valor em royalties da sua carreira."[34]

Re-edições[editar | editar código-fonte]

A primeira edição do álbum em CD data de Agosto de 1987,[35] e espelha a primeira versão inglesa do LP. A ordem das músicas é a mesma, com as faixas Sea of Time e Sea of Holes em separado; as legendas de Nothing Is Real permanecem as mesmas, e a revisão do Álbum Branco com a introdução de Taylor está incluída no interior do CD.[36]

O álbum surgiu numa versão revista em 13 de Setembro de 1999, coincidindo com a re-edição remasterizada do filme. Intitulado Yellow Submarine Songtrack, dispensa as orquestrações de George Martin, e inclui as seis músicas dos Beatles do álbum original, juntamente com nove músicas adicionais, todas remisturadas para este disco.[37]

O álbum original foi remasterizado e relançado juntamente com os restantes trabalhos dos Beatles em 9 de Setembro de 2009. Esta versão inclui os folhetos tanto do Reino Unido como dos EUA.[38] As misturas mono das quatro músicas que eram destinados para o EP (juntamente com Across the Universe) foram editadas pela primeira vez na colecção Mono Masters como parte integrante do box set de The Beatles in Mono.[39][40]

Recepção e crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 3 de 5 estrelas.[41]
The A.V. Club C–[42]
Consequence of Sound C+[43]
Encyclopedia of Popular Music 2 de 5 estrelas.[44]
Music Story 3.5 de 5 estrelas.[45]
Pitchfork Media 6.2/10[46]
Record Mirror 5 de 5 estrelas.[47]
The Rolling Stone Album Guide 2.5 de 5 estrelas.[48]

Em contraste com o filme de animação, Yellow Submarina não foi, de um modo geral, considerado um lançamento significativo.[3] Comercializado dois meses depois de The Beatles,[49] foi um dos poucos trabalhos dos Beatles que não atingiram o topo das tabelas musicais no Reino Unido ou nos Estados Unidos, chegando a número 3 e número 2, respectivamente.[3] No Canadá, Yellow Submarine alcançou o topo da tabela RPM durante duas semanas, terminando com a posição de número um, durante doze semanas, do Álbum Branco.[50] No "Billboard Top LPs" norte-americano, não chegou a primeiro devido ao mesmo álbum.«Mono Masters – The Beatles» 

Recordando o lançamento numa edição especial do da revistaMojo, Peter Doggett escreve que "Os jornais ficaram loucos com o Yellow Submarine".[51]Beat Instrumental lamentou a escassez de material novo da banda, mas acrescentou: "não sejam mal-humorados. O trabalho de George Martin no filme é realmente muito bom, e duas faixas de George Harrison salvam o primeiro lado. Ambas [as músicas] são excelentes peças, consideravelmente mais apaixonantes do que a muito aborrecida All Together Now, uma faixa muito insonsa."[51] Numa crónica para a Internacional Times, Barry Miles considerou o contributo de Martin "soberbamente produzido" e, sobre as canções, escreveu apenas sobre It's All Too Much, que descreveu como "Infinita, mântrica, redonda, entrelaçada, xadrez, em filigrana, (...) em espiral" e "música alegre para todos cantarem".[51] O analista musical da a Record Mirror disse que, dada a longa procura por um álbum de banda sonora, o lançamento do Yellow Submarine faria despertar "o êxtase de fãs em todo o mundo". O mesmo crítico acrescentou que as novas quatro músicas dos Beatles estavam em linha de qualidade com os dois "excelente" singles, e que as contribuições de Martin representavam uma "grande conquista", que também justificavam a quaisquer reclamações sobre o preço.[47] No seu livro de 1975 The Beatles: An Illustrated Record,, os críticos da NME, Roy Carr e Tony Tyler, lamentaram as considerações de natureza comercial que resultaram no lançamento de um LP de banda sonora, dizendo que as quatro novas faixas "teriam feito um excelente EP".[52]

Mais recentemente, o crítico do AllMusic Richie Unterberger escreveu sobre Yellow Submarine: "O álbum teria tido bastante mais valor se tivesse sido comercializado como um EO de quatro músicas... com a inclusão de uma faixa extra em Across the Universe... Ninguém nega que há muito mais que se pode ver e ouvir, mas ouvir o álbum original de novo 40 anos depois ainda nos dá uma sensação de que, mesmo sendo material de segunda-classe, reciclado e rejeitado, ainda assim soa tão bem."[41] Na sua análise para a Pitchfork Media, Mark Richardson acha que "a banda sonora de Yellow Submarine é como o trabalho de uma banda extremamente talentosa que não podia ser incomodada" e descreve Hey Bulldog como "um piano duro e funky roqueiro, [e] de longe a melhor canção aqui". Richardson conclui: "Mas como álbum, é para esquecer, algo muito raro nos Beatles."[46]

David Gassman da PopMatters vê as selecções de Martin como um "lamechas e inconsequentes" e as quatro músicas novas no lado um como "fascinantes", acrescentando que "o material que tinha sido rejeitado dá um carácter único diferente de qualquer outro álbum dos Beatles." Embora salientando que a banda sonora foi substituída com o lançamento de Yellow Submarine Songtrack (1999), Gassman escreve: "Independentemente do que se possa achar, no entanto, as músicas não disponíveis neste álbum devem fazer parte de qualquer colecção de fãs dos Beatles."[53] Alex Young da Consequence of Sound escreve: "como um todo, Yellow Submarine é um álbum agradável, mesmo que seja um trabalho menos do que aceitável no conjunto de trabalhos dos Beatles", embora critique a inclusão das composições de Martin, as quais ele acha que deveriam ter sido vendidas separadamente.[43]

Canções[editar | editar código-fonte]

  • Todas as canções do Lado A são de autoria de Lennon/McCartney e todas as músicas do Lado B são de autoria de George Martin, exceto quando houver indicação.

Lado A

N.º Título Duração
1. "Yellow Submarine"   2:40
2. "Only a Northern Song" (Harrison) 3:24
3. "All Together Now"   2:11
4. "Hey Bulldog"   3:11
5. "It's All Too Much" (Harrison) 6:25
6. "All You Need Is Love"   3:51

Lado B

N.º Título Duração
1. "Pepperland"   2:21
2. "Sea of Time"   3:00
3. "Sea of Holes"   2:17
4. "Sea of Monsters"   3:37
5. "March of the Meanies"   2:22
6. "Pepperland Laid Waste"   2:19
7. "Yellow Submarine in Pepperland" (Lennon/McCartney, arr. por Martin) 2:13

Notas

  1. Lewisohn
  2. Baby, You're a Rich Man era para ser incluída na banda sonora do filme, mas foi comercializada no lado-B de All You Need Is Love, e não foi incluída no álbum Yellow Submarine album.[16]
  3. MacDonald

Referências

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  2. Miles 2001, p. 263.
  3. a b c d e f Glynn 2013, p. 133.
  4. MacDonald 1997, p. 222.
  5. Everett 1999, pp. 127, 160.
  6. Lewisohn 1988, p. 109.
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  10. Lewisohn 1988, p. 112.
  11. Everett 1999, p. 227.
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  51. a b c Doggett 2003, p. 78.
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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