Yogyakarta

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Para a região especial homónima, veja Yogyakarta (região especial).
Indonésia Yogyakarta

Jogja • Jogjakarta

 
—  Cidade  —
Da esquerda para a direita, de cima para baixo: 1) Monumento Tugu; 2) Jalan Malioboro; 3) Kraton Ngayogyakarta (palácio real); 4) Universidade Gadjah Mada 5) Banco da Indonésia
Da esquerda para a direita, de cima para baixo: 1) Monumento Tugu; 2) Jalan Malioboro; 3) Kraton Ngayogyakarta (palácio real); 4) Universidade Gadjah Mada 5) Banco da Indonésia
Selo de Yogyakarta
Selo
Apelido(s): • Kota Pelajar (cidade dos estudantes)
• Kota Budaya (cidade cultural)
• Kota Gudeg (cidade Gudeg)
Lema: Memayu Hayuning Bawono
Yogyakarta está localizado em: Indonésia
Yogyakarta
Localização de Yogyakarta na Indonésia
Yogyakarta está localizado em: Java
Yogyakarta
Localização de Yogyakarta em Java
Coordenadas 7° 48' 5" S 110° 21' 52" E
Região especial Yogyakarta
Área
 - Cidade 46 km²
 - Metro 2159.1 km²
Altitude 151 m
População (2010)
 - Cidade 388 627
    • Densidade 8 448,4 hab./km²
 - Metro 4 010 436
    • Densidade metro 1 857,5 hab./km²
Fuso horário WIB (UTC+7)
Sítio www.jogjakota.go.id

Yogyakarta, Jogja, Yogya ou Jogjakarta é uma cidade da Indonésia, capital da região especial homónima, na ilha de Java. É conhecida como um centro de educação (Kota Pelajar; "cidade dos estudantes") e centro cultural de artes tradicionais javanesas, como batique, dança, teatro, música, poesia e espetáculos de marionetas. O centro urbano tem 46 km² de área e em 2010 tinha 388 627 habitantes (densidade: 8 448,4 hab./km²). A cidade foi a capital dos revoltosos durante a Revolução Nacional da Indonésia, entre 1945 e 1949, período durante o qual o gabinete do presidente funcionou no Gedung Agung, um dos atuais seis palácios presidenciais da Indonésia. Kotagede, atualmente um dos distritos de Yogyakarta, foi a capital do Sultanato de Mataram entre 1575 e 1640.

A área metropolitana, que inclui a cidade de Magelang, tem 2 159,1 km² e em 2010 tinha 388 627 habitantes (densidade: 1 857,5 hab./km²). Estende-se por 65 distritos nas regências de Sleman, Klaten, Bantul, Kulon Progo e Magelang.[carece de fontes?] Yogyakarta tem um dos mais altos índices de desenvolvimento humano da Indonésia (0,837 em 2014, considerado "muito alto").[1]

A cidade deve o seu nome à cidade indiana de Ayodhya, mencionada no épico hindu Ramáiana. Yogya significa "adequado, apto, conveniente" e karta "próspero, florescente", pelo que Yogyakarta significa algo como "cidade adequada para prosperar".[2]

História[editar | editar código-fonte]

Reino de Mataram (séculos VIII a X d.C.)[editar | editar código-fonte]

Segundo a inscrição de Canggal, datada de 732, a área tradicionalmente conhecida como Mataram tornou-se a capital do Reino de Medang (Mdang i Bhumi Mataram), fundado pelo rei Sri Sanjaya. Mataram tornou-se o centro da sofisticada cultura hindu-budista javanesa durante três séculos e na planície de Kewu, junto à encosta sul do monte Merapi, em redor de Prambanan, foram construídos numerosos candi (templos hindus e budistas), dos quais se destacam os de Prambanan (hindu) e de Borobudur (budista).[carece de fontes?]

Cerca do ano 929, o centro do reino foi transladado para Java Oriental por Mpu Sindok, fundador da dinastia Isyana. Desconhece-se a causa exata da transladação, mas é possível que se tenha devido a uma forte erupção do vulcão do Merapi ou a uma luta pelo poder. Os historiadores sugerem que em algum momento do reinado do rei Wawa (r. 924–929), uma erupção do Merapi devastou a capital do reino de Mataram.[carece de fontes?]

Império de Majapait (1293–1527)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Império de Majapait

Durante o período Majapait, a área em volta da moderna Yogyakarta foi novamente identificada como "Mataram" e reconhecida como uma das doze províncias do Império de Majapait em Java, governada por um duque intitulado Bhre Mataram. Durante o reinado de Hayam Wuruk (r. 1350–1389), o título de Bhre Mataram foi detido por Wikramawardhana, sobrinho e genro do rei, que lhe viria a suceder no trono.[carece de fontes?]

Sultanato de Mataram (1575–1620)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sultanato de Mataram

Kotagede, atualmente um distrito de Yogyakarta, foi a capital do Sultanato de Mataram. Durante o reinado do sultão Agung Hanyokrokusumo (r. 1613–1645), o sultanato atingiu o seu apogeu, tornando-se o maior reino de Java e expandindo a sua influência a Java Central, Java Oriental e metade de Java Ocidental. Após duas mudanças de capital (Plered e Kerta, ambas situadas na atual regência de Bantul), a capital do sultanato foi transferida para Kartasura.[carece de fontes?]

Rescaldo do Tratado de Gianti (1745–1945)[editar | editar código-fonte]

Durante o reinado de Pakubuwono II (r. 1726–1749), estalou uma guerra civil entre o príncipe Mangkubumi e o sue irmão mais velho, Sunan Pakubuwono II. A guerra começou quando este último concordou em cooperar com a Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC), cedeu parte do território de Mataram aos holandeses e submeteu-se à sua autoridade. O seu irmão mais novo discordou do acordo por recear que o seu povo fosse escravizado pelos holandeses. Mangkubumi derrotou as tropas de Pakubuwono e declarou-se soberano do Reino de Yogjakarta, ocupando as partes do sul do sultanato.[carece de fontes?]

O fim da guerra civil foi formalizada pelo Tratado de Gianti, assinado em 13 de fevereiro de 1755 entre Mangkubumi, o seu sobrinho Pakubuwono III e a VOC, que marcou o fim do Sultanato de Mataram e a criação do Sunanato de Surakarta (ou Susuhunan), governado por Pakubuwono III, e do Sultanato de Yogyakarta, governado por Mangkubumi, que assumiu o título de Hamengkoeboewono I. O Sultanato de Yogyakarta foi fundado oficialmente em 7 de outubro de 1756.[carece de fontes?]

Durante a ocupação britânica de Java (1811–1815), rumores de planos da corte de Yogyakarta para causar uma rebelião provocou receios nas autoridades coloniais. Em 20 de junho de 1812, o governador britânico Stamford Raffles comandou uma força de 1 200 soldados num ataque à cidade real. Os javaneses foram apanhados de surpresa pelo ataque e foram facilmente derrotados. Yogyakarta caiu num dia, tendo sido destruída e o seu palácio foi saqueado. Este evento despojou completamente o sultanato do poder e influência que lhe restava.[3] O saque foi uma humlihação para a corte e ajudou a fomentar uma rebelião que ficaria conhecida como a Guerra de Java (1825–1830).[carece de fontes?]

República da Indonésia (1945–atualidade)[editar | editar código-fonte]

Em 1942, o Império do Japão invadiu as Índias Orientais Holandesas e governou Java até ter sido derrotado em 1945. Em agosto desse ano, Sukarno proclamou a independência da República Indonésia. O sultão de Yogyakarta Hamengkubuwono IX enviou rapidamente uma carta a Sukarno expressando o seu apoio ao recém-fundado país e reconhecendo que o seu sultanato era parte da República Indonésia. O Sunanato de Surakarta fez o mesmo e ambos os reinos javaneses receberam o estatuto especial de "regiões especiais" dentro da república. Porém, o Sunanato de Surakarta perderia esse estatuto administrativo especial em 1946 devido a uma rebelião esquerdista e anti-realista em Surakarta, tendo sido integrado na província de Java Central.[carece de fontes?]

O apoio de Yogyakarta foi essencial na luta pela independência durante a Revolução Nacional da Indonésia, entre 1945 e 1949. A cidade foi a capital da autoproclamada República Indonésia entre 1946 e 1949, após a tomada de Jacarta pelos holandeses. Mais tarde, os holandeses também invadiram Yogyakarta, levando a que a capital da república fosse transferida para Bukittinggi, em Sumatra Ocidental, a 19 de dezembro de 1948. Devido à sua significativa contribuição para a sobrevivência da república, Yogyakarta manteve o seu estatuto especial e é a única região indonésia governada por uma monarquia.[carece de fontes?]

Geografia e administração[editar | editar código-fonte]

A cidade estende-se em todas as direções a partir do Kraton (palácio do sultão), mas o núcleo da cidade moderna situa-se a norte, centrado na zona dos edifícios da era colonial holandesa e do principal bairro comercial. A Jalan Malioboro, com os seus vendedores de rua e mercados e centros comerciais vizinhos, é a principal avenida de comércio para os turistas, enquanto que a Jalan Solo, mais a norte, é uma área comercial frequentada sobretudo por locais. Na extremidade sul de Malioboro, no lado oriental, situa-se o mercado de Beringharjo, perto do Forte Vredeburg, uma fortaleza holandesa restaurada transformada num museu da luta pela independência.[carece de fontes?]

No centro da cidade ergue-se o Kraton, que está rodeado por um bairro residencial densamente povoado, que ocupa o que no passado era uma propriedade exclusivamente do sultão. Os sinais desse antigo uso ainda estão à vista, na forma de antigos muros e no antigo jardim de Taman Sari, construído em 1758, atualmente em grande parte abandonado e arruinado. No passado, o Taman Sari foi usado para alojar os empregados do palácio e os seus descendentes. Em 2004, foi iniciada a sua reconstrução, juntamente com a renovação das vizinhanças do kraton.[carece de fontes?]

Cerca de 28 km a note da cidade ergue-se o monte Merapi, o vulcão mais ativo da Indonésia, onde se têm registado erupções regulares desde 1548, a última delas antes de 2017 em novembro de 2010. Nas suas encostas meridionais situa-se a cidade turística de Kaliurang.[carece de fontes?]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Yogyakarta é do tipo tropical com estação seca (Aw na classificação de Köppen-Geiger), pois a precipitação no mês mais seco (agosto) é inferior a 60 mm. É influenciado pela monção. O mês mais chuvoso é janeiro, com 392 mm de média. A temperatura média é cerca de 26 a 27 °C; o meses mais frios são julho e agosto, quando a temperaturas média mínima é 20,6 °C e o mês mais quente é outubro, quando a temperatura média máxima é 31.4 °C.[4][5]

Dados climatológicos para Yogyakarta
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 31 32 32 33 32 32 32 32 34 35 35 32 35
Temperatura máxima média (°C) 29,8 30,2 30,4 31,3 31,1 31,0 30,3 30,7 31,1 31,4 30,7 30,1 30,68
Temperatura média (°C) 26,3 26,5 26,6 27,1 26,9 26,2 25,4 25,6 26,4 27,0 26,8 26,4 26,43
Temperatura mínima média (°C) 22,9 22,8 22,9 23,0 22,7 21,5 20,6 20,6 21,7 22,7 23,0 22,8 22,27
Temperatura mínima absoluta (°C) 20 20 18 20 18 16 17 16 17 18 20 20 16
Precipitação (mm) 392 299 363 149 141 68 29 16 49 136 237 278 2 157
Humidade relativa (%) 82 82 81 78 77 74 74 71 69 73 77 82 76,7
Fonte: Weatherbase [4], climate-data.org [5]

Administração[editar | editar código-fonte]

Yogyakarta faz parte da região especial homónima, a qual tem estatuto de província na Indonésia e tem uma "cidade" (Yogyakarta propriamente dita, ou Kota Yogyakarta) e quatro regências: Kulon Progo, com capital em Wates; Sleman, com capital em Sleman; Bantul, com capital em Bantul; Gunung Kidul, com capital em Wonosari. As regências de Bantul e de Sleman têm uma densidade populacional muito superior às circundantes (mais de 1 500 hab/km²) e na prática são dormitórios da área metropolitana da grande Yogyakarta.

A cidade está dividida em 14 distritos (kecamatan):

  • Danurejan (18 342) [♦]
  • Gedong Tengen (17 185) [♦]
  • Gondokusuman (45 293) [♦]
  • Gondomanan (13 029) [♦]
  • Jetis (23 454) [♦]
  • Kotagede (31 152) [♦]
  • Kraton (17 471) [♦]
  • Mantrijeron (31 267) [♦]
  • Mergangsan (29 292) [♦]
  • Ngampilan (16 320) [♦]
  • Pakualaman (9 316) [♦]
  • Tegalrejo (34 923) [♦]
  • Umbulharjo (76 743) [♦]
  • Wirobrajan (24 840) [♦]
[♦] ^ Número de habitantes em 2011.

Demografia[editar | editar código-fonte]

A maior parte da população é de etnia javanesa, No entanto, devido ao elevado número de escolas e universidades e ao custo relativamente mais baixo do que outras cidades indonésias, Yogyakarta tem atraído um número crescente de estudantes de toda a Indonésia. Em resultado disso, vivem na cidade muitas pessoas de outras etnias, especialmente das partes orientais da Indonésia.[carece de fontes?]

Yogyakarta atrai um grande número de visitantes estrangeiros e há também um número significativo de residentes estrangeiros. A maior parte deles são estudantes, que estudam língua indonésia ou a cultura javanesa.[carece de fontes?]

Cultura e atrações turísticas[editar | editar código-fonte]

Devido à proximidade com os templos de Borobudur e de Prambanan e cultura ligada à realeza local, Yogyakarta tornou-se um destino turístico importante na Indonésia. Muitos turistas usam a cidade como base de alojamento para visitarem Borobudur e Prambanan.[carece de fontes?]

Alguns aspetos culturais mais relevantes relacionados com Yogyakarta são os seguintes:[carece de fontes?]

  • Batique — Uma técnica artesanal de tingimento de tecidos. O mercado mais famoso de batique é o Beringharjo.
  • Joalharia com filigrana de prata, cujo principal centro de produção se encontra em Kotagede.
  • Dança tradicional javanesa — Destacam-se os espetáculos de wayang wong, com representações de cenas do Ramáiana, em Prambanan e Purowisata, e as danças da corte (tari kraton) realizadas no kraton (palácio real).
  • Teatro convencional e de marionetas. Além dos espetáculos tradicionais, há também alguns grupos que executam peças contemporâneas.
  • Música de gamelão, que inclui o género local Gamelan Yogyakarta, que se desenvolveu nas cortes da realeza.
  • Festivais anuais tradicionais javaneses, como o Sekaten e o Gerebeg Mulud. O primeiro celebra o e ocorre entre o 5.º e o 12.º dia do mês Mulud do calendário javanês (equivalente ao Rabi al-Awwal do calendário islâmico).

Museus e monumentos[editar | editar código-fonte]

Yogyakarta tem vários monumentos históricos e museus. O mais famoso, situado 17 km a nordeste da cidade, é o Candi Prambanan, um complexo de templos hindus classificado como Património Mundial pela UNESCO. No Kraton (palácio real) há um museu com artefatos do sultão. Em alguns edifícios coloniais há também museus. Destes destaca-se o Museu do Forte Vredeburg, instalado num antigo forte holandês. Devido à importância da cidade durante a guerra pela independência, há numerosos memoriais, como o Yogya Kembali, que comemora a recaptura de Yogyakarta pelos independentistas, onde estão expostos dioramas e artefatos do período colonial e da revolução.[carece de fontes?] Há também um museu de arte contemporânea, o Museu Nacional Jogja.[6]

A leste do centro da cidade encontra-se o grande Museu da Força Aérea, onde estão expostos 36 aviões no interior e seis no exterior.[7] Estes incluem alguns antigos modelos de combate soviéticos, como os caças MiG-15, MiG-17, MiG-19, MiG-21 e o bombardeiro Tu-16, além de aviões de fabrico japonês, americano e britânico.[carece de fontes?]

Cozinha[editar | editar código-fonte]

Alguns do pratos tradicionais de Yogyakarta são:[carece de fontes?]

  • Gudeg Yogya — Típico de Yogyakarta e de Java Central, é confecionado com jaca verde cozida durante várias horas em água com açúcar de palma e leite de coco. Geralmente é acompanhado com opor ayam (galinha com leite de coco), estufado de ovos cozidos duros e krechek, pele de carne picante e estufado de tofu. O gudeg de Yogyakarta é mais seco e mais vermelho do que de outras regiões por causa da adição de folhas de teca.[8]
  • Ayam goreng Kalasan — Galinha estufada com uma mistura temperos que incluem alho, coentro, noz-de-iguape e água de coco, que depois é frita até ficar crocante. É servida com sambal e hortaliças cruas.
  • Sego kucing — Arroz acompanhado com pequenos pratos com, por exemplo, sambal, tempeh (soja fermentada) ou peixe seco.
  • Bakpia pathok — Pastel doce recheado com pasta de feijão-mungo com acúcar, de origem chinesa. Embora haja bakpias noutras partes da Indonésia e das Filipinas, as bakpias da área de Pathok, perto da avenida Jalan Malioboro de Yogyakarta são especialmente famosas.
  • Wedhang ronde — Sobremesa quente javanesa com bolas de arroz glutinoso recheadas com pasta de amendoim, imersas em chá quente e doce de gengibre e citronela.
  • Wedhang angsle — Sobremesa quente e líquida de bolinhas de sagu, arroz glutinoso pré-cozinhado, feijão-mungo, putu mayang (bolinhos de farinha muito coloridos e em forma de esparguete) e amendoins fritos, tudo coberto com leite de coco doce.
  • Kipo — É um pequeno aperitivo doce de Kotagede, feito de massa de arroz glutinosa e leite de coco recehado com coco e açúcar de palma gratinado. O seu nome deriva do termo javanês "iki opo?", que significa "o que é isto?".
  • Wedhang uwuh — Bebida quente de folhas de craveiro-da-índia.

Economia e infraestruturas[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

Em 2014, o produto interno bruto (PIB) de Yogyakarta foi 24,69 biliões * Rp (rupias indonésias; 1 550 mihões ; 5,3 bilhões R$), o PIB per capita 60,57 biliões Rp (3 800 €; 13 000 R$) e o crescimento económico 5,3%. Entre 2010 e 2014, o crescimento económico médio foi 5,51%. A economia da cidade depende em grande medida do setor terciário, nomeadamente de comércio, tanto de retalhista como grossista, transporte e logística, turismo, informações e comunicações, seguros e serviços financeiros, imobiliário, serviços empresariais, administração pública, educação, saúde, etc., que no total representam 77,2% do PIB.[carece de fontes?]

Educação[editar | editar código-fonte]

A cidade tem pelo menos 13 universidades. A mais importante é provavelmente a Universidade Gadjah Mada, uma das mais proeminentes da Indonésia, fundada em 1949 e que em 2016 tinha mais de 48 000 alunos. Outras universidades públicas são a Universidade Estatal de Yogyakarta (fundada em 1964, c. 32 000 alunos em 2013), a Universidade Islâmica Estatal Sunan Kalijaga (que além dos cursos de teologia também tem cursos de direito, economia e educação) e o Instituto Indonésio das Artes de Yogyakarta. Há também diversas universidades privadas, como a Universidade Muhammadiyah de Yogyakarta, a Universidade Ahmad Dahlan, a Universidade Islâmica da Indonésia, a Universidade Atma Jaya de Yogyakarta (católica), Universidade Cristã Duta Wacana, a Universidade Sanata Dharma e o Instituto AKPRIND de Ciência e Tecnologia.[carece de fontes?]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Yogyakarta é servida pelo Aeroporto Internacional de Adisutjipto (IATA: JOG, ICAO: WAHH), o qual tem ligações regulares com outras cidades indonésias importantes, como Jacarta, Dempassar, Macáçar, Balikpapan, Banjarmasin, Pekanbaru, Palimbão ou Pontianak. Há também voos para Singapura e Kuala Lumpur.[carece de fontes?]

A cidade é servida por uma das duas principais linhas ferroviárias de Java, que ligam Jacarta e Bandung a Surabaia. Há duas estações de passageiros, ambas no centro: a de Tugu (ou Yogyakarta), que serve comboios de classe executiva, e a de Lempuyangan, que serve comboios de classe económica. Além dos comboios de longo curso, há serviços de comboios urbanos entre a estação de Lempuyangan, Surakarta, Kutoharjo, Madiun e Semarang.[carece de fontes?]

A cidade dispõe de um extenso serviço de autocarros urbanos e é um ponto de partida importante para autocarros de longo curso que ligam outras cidades de Java e de Bali. Desde o início de 2008, há um serviço de Bus Rapid Transit, o Trans Jogja, que liga os principais terminais rodoviários, o aeroporto e as estações ferroviárias. Há também táxis, andongs (charretes) e becaks (riquexós). O veículo de transporte individual mais usado é, de longe, a moticicleta, mas há cada vez mais residentes que têm automóvel. A cidade dispõe de uma autoestrada de circunvalação.[carece de fontes?]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Indeks Pembangunan Manusia 2014», Badan Pusat Statistik, ISSN 2086-2369 (em indonésio), 2015, consultado em 5 de março de 2017 
  2. Pospelov, E. M. (1998), Geograficheskie nazvaniya mira (em russo), Moscovo: Russkie slovari, p. 138 
  3. Hannigan, Tim (9 de setembro de 2011), «When Raffles Ran Java», Londres, History Today, ISSN 0018-2753 (em inglês), 61 (9), OCLC 1644842, consultado em 5 de março de 2017 
  4. a b «Yogyakarta, Indonesia». www.Weatherbase.com (em inglês). Canty and Associates LLC. Consultado em 5 de março de 2017 
  5. a b «Climate: Yogyakarta» (em inglês). climate-data.org. Consultado em 5 de março de 2017 
  6. «History» (em indonésio). jogjanationalmuseum.com. 18 de abril de 2011. Consultado em 5 de março de 2017 
  7. «Muspusdirla, Koleksi Pesawatnya Luar Biasa» (em indonésio). www.pikiran-rakyat.com. 19 de abril de 2012. Consultado em 5 de março de 2017 
  8. Tempat Makan Favorit di 6 Kota, ISBN 9789790061668 (em indonésio), AgroMedia, 2008, p. 136 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Yogyakarta