Zagallo

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Zagallo
Zagallo Foto: Valter Campanato/ABr
Informações pessoais
Nome completo Mário Jorge Lobo Zagallo
Data de nasc. 9 de agosto de 1931 (89 anos)
Local de nasc. Atalaia, Alagoas, Brasil[1][2]
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,72 m
Apelido Formiguinha (como jogador)
Velho Lobo
Informações profissionais
Equipa atual Aposentado
Posição Ponta-esquerda
Função Ex-técnico
Clubes de juventude
America
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1948–1949
1950–1958
1958–1965
America
Flamengo
Botafogo

00 205 00(29)
00 107 00(10)
Seleção nacional
1958–1964 Brasil 000 34 000(5)
Times/Equipas que treinou
1966–1970
1967–1968
1970–1974
1971–1972
1972–1974
1975
1976–1978
1978
1979
1980–1981
1981–1984
1984–1985
1986–1987
1988–1989
1989–1990
1990–1991
1991–1994
1994–1998
1999
2000–2001
2003–2006
Botafogo
Brasil
Brasil
Fluminense
Flamengo
Botafogo
Kuwait
Botafogo
Al Hilal
Vasco da Gama
Arábia Saudita
Flamengo
Botafogo
Bangu
Emirados Árabes
Vasco da Gama
Brasil (coordenador)
Brasil
Portuguesa
Flamengo
Brasil (coordenador)
Medalhas
Competidor do Brasil
Copa do Mundo FIFA
Ouro Suécia 1958 Jogador
Ouro Chile 1962 Jogador
Ouro México 1970 Treinador
Ouro EUA 1994 Assistente Técnico
Prata França 1998 Treinador
Jogos Olímpicos de Verão
Bronze Atlanta 1996 Treinador
Copa das Confederações
Ouro Arábia Saudita 1997 Treinador
Copa América
Ouro Argentina 1959 Jogador
Ouro Bolívia 1997 Treinador
Prata Uruguai 1995 Treinador
Copa Ouro da CONCACAF
Prata EUA 1996 Treinador
Bronze EUA 1998 Treinador
Competidor do Kuwait
Copa da Ásia
Prata Iran 1976 Treinador

Mário Jorge Lobo Zagallo (Atalaia, 9 de agosto de 1931)[3][4] é um ex-técnico e ex-futebolista brasileiro que atuava como ponta-esquerda.

Ele detém o recorde de títulos das Copas do Mundo em geral. Já vitorioso como jogador em 1958 e 1962, ganhou a competição como treinador em 1970 (sendo, até hoje, uma das 3 únicas pessoas a conquistarem a Copa como jogador e como treinador) e depois como assistente técnico em 1994, totalizando quatro conquistas em três funções diferentes.[5] Zagallo ainda treinou o Brasil em 1974 e 1998 (durante o último, obteve um vice-campeonato) e foi assistente técnico em 2006. Foram cinco finais em sete participações nas Copas do Mundo.[6]

Em 1992, Zagallo recebeu a Ordem de Mérito da FIFA, a mais alta honraria da FIFA, por suas contribuições ao futebol.[7] Em 2013, foi eleito o 9o melhor treinador de todos os tempos pela revista Soccer Magazine.[8][9]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Retrato, com uniforme de jogador

Já nos tempos de escola Zagallo mostrava aptidão para os esportes, em especial o futebol. À época, ele já sabia que iria seguir carreira no futebol. No entanto, seu pai, Aroldo, queria que o filho fizesse um curso de Contabilidade para ajudá-lo na fábrica de tecidos da família. Coube a seu irmão, Fernando, convencer o pai a deixá-lo fazer o que ele mais gostava: jogar bola.[10]

Como era sócio do América-RJ, , seu clube do coração,[11] foi no próprio clube que Zagallo iniciou sua carreira, nas divisões amadoras, além de arrumar tempo para jogar vôlei entre uma pelada e outra.

Em 1949, o jovem venceu seu primeiro título: o Campeonato de Amadores do Rio de Janeiro. No mesmo ano, ajudou o clube a conquistar o Torneio Início do Campeonato Carioca.

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 1950, transferiu-se para o Flamengo, clube pelo qual conquistou, dentre outros, o tricampeão carioca (1953, 1954, 1955). Saiu do clube logo após a Copa da 1958. Ele não queria sair do Flamengo, mas a demora da diretoria rubro-negra fez com que ele assinasse com o Botafogo.

“Eu não queria sair do Flamengo. O Fleitas Solich (técnico) e o diretor Fadel vieram até minha casa, conversaram comigo. Me lembro até hoje as palavras que disse: ‘eu não estou querendo sair, eu já tinha proposto a vocês que eu dava o meu passe em troca de um emprego na Caixa Econômica’, que era a minha garantia de futuro. ‘Eu estou jogando, mas estou pensando sempre em frente e até hoje vocês não me ouviram’. Aí veio a Portuguesa me oferecendo 3 milhões, o Palmeiras oferecendo 5 milhões, e eu acabei aceitando ir ao Botafogo por 3 milhões. Por quê? Porque o Botafogo era um time bom, além disso minha mulher era professora e ela ia perder todas as aulas dela se eu fosse para São Paulo.”
Zagallo, em entrevista a Jayme Pimenta Valente Filho no livro ‘Mário Jorge Lobo Zagallo: Entre o Sagrado e o Profano, uma história de vida’, da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Portugal, 2006.

Segundo números do "Almanaque do Flamengo", de Roberto Assaf e Clóvis Martins, ele disputou, pelo clube, 205 jogos (128 vitórias, 38 empates e 39 derrotas) e marcou 29 gols.[12]

Botafogo[editar | editar código-fonte]

Pelo clube, foi bicampeão carioca pelo Botafogo, clube onde também veio a conquistar a Taça Brasil, e outros títulos, além de bicampeão mundial pela Seleção Brasileira. No Botafogo participou da fase áurea do time, jogando ao lado de astros como Garrincha, Didi e Nílton Santos.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Seus títulos cariocas e a conquista da Taça Brasil o levaram a seleção brasileira de futebol. Com ele o Brasil inovou taticamente e jogou em 1958 no esquema 4-3-3, pois Zagallo era um ponta esquerda que recuava para ajudar no meio-de-campo. Nessa Copa e na seguinte (1962) deixou na reserva Pepe, grande astro do Santos e companheiro de Pelé.

Características e Estilo de Jogo[editar | editar código-fonte]

Zagallo era um ala esquerdo de médio porte e frazino, mas conhecido por suas habilidades técnicas. No início da carreira, ele quase nunca ganhava uma dividida, mas compensava a falta de massa muscular com muita velocidade, deslocamentos rápidos e notável inteligência tática.

Era considerado um jogador à frente de seu tempo, já que fazia muito bem o trabalho defensivo, além de sua capacidade de executar ataques de áreas mais profundas do campo. Ele também era capaz de jogar como atacante, atacante principal ou atacante interno.

Sua polivalência permitiu a Vicente Feola (técnico na Copa de 1958) inovar e mostrar ao mundo o 4-3-3 (à época, as equipes usavam o 4-2-4). Em entrevista ao blog Olho Tático, do jornalista André Rocha, Zagallo falou o seguinte sobre a estrutura tática de 1958: "O 4-3-3 não nasceu em 1962. Já em 1958 eu fazia a dupla função. Com a bola era um ponteiro. Mas também podia ficar e cobrir o Nilton Santos. Sem a bola, eu era o homem que dava vantagem numérica: se a jogada do adversário fosse pelo nosso lado, eu ajudava o Nilton a marcar o ponta. Dois contra um. Se fosse do lado oposto, fechava e ficávamos Zito, Didi e eu. Três contra dois no meio-campo".[13] Um exemplo de sua função em campo pôde ser vista na final da Copa de 1958. Primeiro, ele salvou, de cabeça, o que seria o segundo gol no jogo (quando ainda estava 1x0 para os donos da casa), quando a bola já tinha passado pelo goleiro. Depois, mais pro final do jogo, ele faria o 4o gol brasileiro no jogo.

Como técnico[editar | editar código-fonte]

Meses depois de se aposentar como jogador em 1966, iniciou a carreira de treinador da categoria juvenil do Botafogo,[14] iniciando sua longa carreira.

Em clubes ele treinou o próprio Botafogo em quatro oportunidades, o Flamengo três vezes (segundo números do "Almanaque do Flamengo", ele dirigiu o clube, ao todo, em 236 partidas [116 vitórias, 59 empates e 61 derrotas][12]), o Vasco da Gama duas vezes, e ainda Fluminense, Al Hilal, Bangu e Portuguesa.

Em seleções nacionais, comandou a Seleção Brasileira por três vezes, a Seleção do Kuwait, a Seleção Saudita e a Seleção dos Emirados Árabes Unidos. Seu último trabalho foi em 2006, como coordenador técnico de Carlos Alberto Parreira na Seleção Brasileira. Conquistou um mundial como técnico da Seleção Nacional e um como coordenador técnico, além de vencer duas edições da Copa das Confederações. Também como treinador, conquistou dois títulos Sul-Americanos e vários outros títulos, que o tornaram técnico de renome mundial.

De acordo com o livro "Seleção Brasileira - 90 anos", de Roberto Assaf e Antonio Carlos Napoleão, os números de Zagallo como técnico da seleção principal do Brasil são os seguintes: 135 jogos (99 vitórias, 26 empates e 10 derrotas).[12] Já como comandante da seleção olímpica foram 19 partidas (14 vitórias, três empates e duas derrotas).[12] E como coordenador técnico Zagallo esteve presente em 72 jogos (39 vitórias, 25 empates e oito derrotas).[12]

Número 13[editar | editar código-fonte]

Apegado publicamente ao número treze desde a época de jogador, revelou que isto originou-se com sua esposa, que era devota de Santo António, comemorado em 13 de junho.[15] Seu casamento foi em 13 de janeiro de 1955.[12]

Algumas aparições do número na trajetória do Velho Lobo:

  • 1958 e 1994 são anos cuja soma dos últimos dois dígitos (5+8 e 9+4) dá treze.
  • A edição de 1962 foi no Chile (5 letras): 6 + 2 + 5 = 13.
  • A edição de 1970 foi no México (6 letras): 7 + 0 + 6 = 13.
  • Em 1958, o 13º colocado foi a rival Argentina, o artilheiro da competição fez 13 gols (Just Fontaine, da França, mais gols numa mesma edição) e o trio Pelé-Vavá-Mazzola igualmente (6, 5 e 2 gols, respectivamente).
  • Em 1962 e 1994, a Seleção disputou a semi-final em 13 de junho e 13 de julho, respectivamente. Já a semi de 1958 foi a 13ª vitória do Brasil em Copas.
  • O mundial de 1994 foi realizado nos Estados Unidos, cujo nome em português possui treze letras, assim como o gentílico estadunidense, e a bandeira nacional treze listras.
  • O nome do autor do pênalti perdido que decretou o tetra, o italiano Roberto Baggio, possui 13 letras, bem como 'tetracampeões'.[16]
  • Umbro e Coca-Cola, patrocinadoras da Canarinha na ocasião, juntas têm 13 letras.[16]
  • Acumulando as funções de jogador e treinador, a estreia no México foi seu 13º jogo em Copas: vitória de 4 a 1 sobre a Seleção Tchecoslovaca; no terceiro jogo viria sua 13ª vitória: 3 a 2 na Romênia. Considerando apenas a segunda função, a sorte falhou no jogo número 13: derrota de 1 a 0 para a Polônia (disputa pelo terceiro lugar, 1974). Como assistente técnico esteve em apenas 12 jogos, mesmo número que fez como jogador; somando-se estas duas últimas ocupações, o jogo 13 foi a estreia em 94: 2 a 0 na Rússia.
  • Fora dos gramados (treinador ou assistente), sua 13ª vitória em mundiais foi em 1994: 1 a 0 sobre os anfitriões estadunidenses (oitavas), que também foi sua 13ª vitória como jogador ou assistente; apenas como treinador seu triunfo 13 foi em 1998: 4 a 1 no Chile (oitavas).
  • Fez sua primeira partida pelo Botafogo no dia 13 de julho de 1958: 2×1 sobre o Fluminense.
  • Em 1967 estreou como treinador do time principal do Glorioso e foi campeão carioca: 6 + 7 = 13.
  • Além dos vitoriosos anos de 1958, 1967 e 1994, em 1949 e 1985, respectivamente, foi campeão do Torneio Início (como jogador do América) e conquistou o 1º Turno do Campeonato Brasileiro (como treinador do Flamengo). Apenas 1976, quando estava na Seleção do Kuwait, não "rendeu nada" e escapou da superstição.
  • Quando fez 49 anos treinava o Vasco, conquistando dois torneios amistosos na temporada de 1980; completou 58 um pouco depois de classificar a Seleção Emiradense à sua primeira e ao momento única Copa do Mundo (1989); completou 67 pouco depois do fim da Copa da França (1998); fez 76 no ano seguinte ao ano em que ocorreu seu desligamento em definitivo do futebol (2007); completou 85 no mês em que o Rio de Janeiro sediou os Jogos Olímpicos (2016).
  • Sua 13ª passagem como treinador, sem grandes êxitos, foi no Botafogo (1986 a 1987). Considerando apenas clubes foi no Flamengo (2000 a 2001), sendo também seu último trabalho na função, quando conquistou a Copa dos Campeões de 2001.

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Jogos Pela Seleção (como Jogador)
# Data Jogo Torneio Gols
01 04 May 1958 Brasil Brasil 5 x 1 Flag of Paraguay.svg Paraguai Taça Oswaldo Cruz
02 07 May 1958 Brasil Brasil 0 x 0 Flag of Paraguay.svg Paraguai Taça Oswaldo Cruz
03 14 May 1958 Brasil Brasil 4 x 0 Flag of Bulgaria.svg Bulgária Amistoso
04 08 Jun 1958 Brasil Brasil 3 x 0 Flag of Austria.svg Áustria Copa do Mundo FIFA - Fase de Grupos
05 11 Jun 1958 Brasil Brasil 0 x 0 Flag of England.svg Inglaterra Copa do Mundo FIFA - Fase de Grupos
06 15 Jun 1958 Brasil Brasil 2 x 0 Flag of the Soviet Union.svg União Soviética Copa do Mundo FIFA - Fase de Grupos
07 19 Jun 1958 Brasil Brasil 1 x 0 Flag of Wales (1959–present).svg País de Gales Copa do Mundo FIFA - Quartas-de-final
08 24 Jun 1958 Brasil Brasil 5 x 2 França França Copa do Mundo FIFA - Semi-final
09 29 Jun 1958 Flag of Sweden.svg Suécia 2 x 5 Brasil Brasil Copa do Mundo FIFA - Final Gol marcado
10 10 Mar 1959 Brasil Brasil 2 x 2 Flag of Peru.svg Peru Campeonato Sul-Americano de Futebol - Fase de Grupos
11 15 Mar 1959 Brasil Brasil 3 x 0 Flag of Chile.svg Chile Campeonato Sul-Americano de Futebol - Fase de Grupos
12 21 Mar 1959 Brasil Brasil 4 x 2 Flag of Bolivia.svg Bolívia Campeonato Sul-Americano de Futebol - Fase de Grupos
13 17 Sep 1959 Brasil Brasil 7 x 0 Flag of Chile.svg Chile Taça Bernardo O'Higgins
14 20 Sep 1959 Brasil Brasil 1 x 0 Flag of Chile.svg Chile Taça Bernardo O'Higgins
15 29 Jun 1960 Brasil Brasil 4 x 0 Flag of Chile.svg Chile Amistoso
16 03 Jul 1960 Flag of Paraguay.svg Paraguai 1 x 2 Brasil Brasil Taça do Atlântico
17 03 May 1961 Flag of Paraguay.svg Paraguai 2 x 3 Brasil Brasil Taça Oswaldo Cruz Gol marcado
18 11 May 1961 Flag of Chile.svg Chile 0 x 1 Brasil Brasil Taça Bernardo O'Higgins
19 24 Apr 1962 Brasil Brasil 4 x 0 Flag of Paraguay.svg Paraguai Taça Oswaldo Cruz Gol marcado
20 06 May 1962 Brasil Brasil 2 x 1 Flag of Portugal.svg Portugal Amistoso Gol marcado
21 16 May 1962 Brasil Brasil 3 x 1 Flag of Wales (1959–present).svg País de Gales Amistoso
22 30 May 1962 Brasil Brasil 2 x 0 Flag of Mexico.svg México Copa do Mundo FIFA - Fase de Grupos Gol marcado
23 02 Jun 1962 Brasil Brasil 0 x 0 Bandeira da República Checa Tchéquia Copa do Mundo FIFA - Fase de Grupos
24 06 Jun 1962 Brasil Brasil 2 x 1 Flag of Spain.svg Espanha Copa do Mundo FIFA - Fase de Grupos
25 10 Jun 1962 Brasil Brasil 3 x 1 Flag of England.svg Inglaterra Copa do Mundo FIFA - Quartas-de-final
26 13 Jun 1962 Flag of Chile.svg Chile 2 x 4 Brasil Brasil Copa do Mundo FIFA - Semi-final
27 17 Jun 1962 Brasil Brasil 3 x 1 Bandeira da República Checa Tchéquia Copa do Mundo FIFA - Final
28 16 Apr 1963 Brasil Brasil 5 x 2 Flag of Argentina.svg Argentina Copa Roca
29 21 Apr 1963 Flag of Portugal.svg Portugal 1 x 0 Brasil Brasil Amistoso
30 24 Apr 1963 Flag of Belgium.svg Bélgica 5 x 1 Brasil Brasil Amistoso
31 17 May 1963 Flag of Egypt.svg Egito 0 x 1 Brasil Brasil Amistoso
32 19 May 1963 Flag of Israel.svg Israel 0 x 5 Brasil Brasil Amistoso
33 22 May 1963 Alemanha Alemanha Ocidental 0 x 3 Brasil Brasil Amistoso - World Cup 1950 XI
34 07 Jun 1964 Brasil Brasil 4 x 1 Flag of Portugal.svg Portugal Copa das Nações

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

America-RJ[editar | editar código-fonte]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

  • Taça dos Campeões Estaduais Rio–São Paulo: 1955
  • Torneio Início: 1951 e 1952
  • Campeonato Carioca: 1953, 1954, 1955
  • Elfsborg Cup: 1951
  • Torneio Quadrangular do Peru: 1952
  • Troféu Cidade de Arequipa: 1952
  • Torneio Quadrangular da Argentina: 1953
  • Torneio Quadrangular de Curitiba: 1953
  • Torneio Triangular do Rio de Janeiro: 1954
  • Torneio Internacional do Rio de Janeiro: 1954, 1955
  • Torneio Gilberto Cardoso: 1955
  • Troféu Embaixador Oswaldo Aranha: 1956
  • Troféu Ponto Frio: 1957
  • Taça Brasília: 1957
  • Troféu Almana Idrotts Klubben: 1957
  • Torneio Quadrangular de Israel: 1958
  • Troféu Sporting Club de Portugal: 1958

Botafogo[editar | editar código-fonte]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Como técnico[editar | editar código-fonte]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Fluminense[editar | editar código-fonte]

Botafogo[editar | editar código-fonte]

AL-Hilal[editar | editar código-fonte]

  • Campeonato Saudita: 1979

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

  • Taça Gustavo de Carvalho: 1980
  • Troféu Colombino: 1980
  • Torneio João Havelange: 1981
  • Torneio Ilha de Funchal: 1981
  • Taça Ney Cidade Palmeiro: 1981
  • Taça Adolpho Bloch: 1990
  • Torneio da Amizade: 1991
Seleção Árabia Saudita

Bangu[editar | editar código-fonte]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

  • Melhor selecionador do mundo da IFFHS: 1997[18]
  • 9º Melhor Treinador de Todos os Tempos da World Soccer: 2013[19][9]
  • 27º Melhor Treinador de Todos os Tempos da FourFourTwo: 2020[20]

Referências

  1. Zagallo: 85 anos do velho lobo que foi
  2. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de fevereiro de 2019. Arquivado do original em 21 de fevereiro de 2019 
  3. «Nordeste: celeiro de campeões do mundo». CBF. Consultado em 20 de Fevereiro de 2019 
  4. «Zagallo». Secretaria de Estado da Cultura - SECULT. Consultado em 29 de Agosto de 2016 
  5. estadao.com.br: Único tetracampeão do mundo, Zagallo recebe homenagem do Botafogo (arquivo)
  6. espn.uol.com.br: Zagallo previu que Baggio erraria pênalti na final da Copa de 94 (arquivo)
  7. «FIFA Order of Merit holders» (PDF). Consultado em 21 de janeiro de 2018. Arquivado do original (PDF) em 5 de setembro de 2015 
  8. Jamie Rainbow (4 de julho de 2013). «The Greatest Manager of all time». World Soccer 
  9. a b Jamie Rainbow (2 de julho de 2013). «The Greatest XI: how the panel voted». World Soccer 
  10. imortaisdofutebol.com/ Craque Imortal: Zagallo
  11. Rádio EBC - Era uma vez no Futebol faz homenagem ao America, página editada em 18 de março de 2018 e disponível em 8 de janeiro de 2019.
  12. a b c d e f «Zagallo - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 20 de junho de 2019 
  13. dw.com/ A evolução tática do Brasil nas Copas
  14. «Único tetracampeão do mundo, Zagallo recebe homenagem do Botafogo». Estadão. 9 de agosto de 2011 
  15. «Zagallo explica como começou o carinho pelo número 13». globoesporte.com. 6 de janeiro de 2010 
  16. a b «8+5=13! Nos 85 anos de Zagallo, conheça história do Velho Lobo com Baggio | Goal.com». www.goal.com. Consultado em 20 de junho de 2019 
  17. esportes.terra.com.br/ Luxemburgo vira estrela de reality show
  18. «FORMER RESULTS». IFFHS.de. Consultado em 10 de novembro de 2015 
  19. Jamie Rainbow (4 de julho de 2013). «The Greatest Manager of all time». World Soccer 
  20. «FourFourTwo named 100 greatest managers of all time» (em Russian). ua.tribuna.com. Consultado em 6 de maio de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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