Zagallo

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Zagallo
Zagallo
Zagallo em 2017
Informações pessoais
Nome completo Mário Jorge Lobo Zagallo
Data de nasc. 9 de agosto de 1931
Local de nasc. Atalaia, Alagoas, Brasil[1][2]
Nacionalidade brasileiro
Morto em 5 de janeiro de 2024 (92 anos)
Local da morte Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Altura 1,72 m
Apelido Velho Lobo
Formiguinha[3]
Informações profissionais
Posição ponta-esquerda
Função treinador
Clubes de juventude
1948–1949
1950
America
Flamengo
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1951–1958
1958–1965
Flamengo
Botafogo
0205 000(29)
0300 000(46)
Seleção nacional
1958–1964 Brasil 0036 0000(5)
Times/clubes que treinou
1966–1968
1969–1970
1971–1972
1972–1974
1975
1976–1978
1978
1979
1980–1981
1981–1984
1984–1985
1986–1987
1988–1989
1989–1990
1990–1991
1991–1994
1994–1998
1999
2000–2001
2003–2006
Botafogo
Brasil
Fluminense
Flamengo
Botafogo
Kuwait
Botafogo
Al-Hilal
Vasco da Gama
Arábia Saudita
Flamengo
Botafogo
Bangu
Emirados Árabes Unidos
Vasco da Gama
Brasil (coordenador)
Brasil
Portuguesa
Flamengo
Brasil (coordenador)
Medalhas
Competidor do Brasil
Copa do Mundo FIFA
Ouro Suécia 1958 Jogador
Ouro Chile 1962 Jogador
Ouro México 1970 Treinador
Ouro EUA 1994 Coordenador técnico
Prata França 1998 Treinador
Jogos Olímpicos de Verão
Bronze Atlanta 1996 Treinador
Copa das Confederações
Ouro Arábia Saudita 1997 Treinador
Copa América
Prata Argentina 1959 Jogador
Ouro Bolívia 1997 Treinador
Prata Uruguai 1995 Treinador
Copa Ouro da CONCACAF
Prata EUA 1996 Treinador
Bronze EUA 1998 Treinador
Competidor do Kuwait
Copa da Ásia
Prata Irã 1976 Treinador

Mário Jorge Lobo Zagallo (Atalaia, 9 de agosto de 1931Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 2024)[4][5][6] foi um treinador e futebolista brasileiro que atuou como ponta-esquerda.

Grande vencedor no futebol, dentro e fora de campo, detém o recorde de títulos das Copas do Mundo FIFA em geral. Já vitorioso como jogador nas edições de 1958 e 1962, Zagallo sagrou-se campeão da competição como treinador em 1970, sendo um dos três a conquistar a Copa como jogador e como treinador, e depois como coordenador técnico, em 1994, totalizando quatro conquistas em três funções diferentes.[7] Conhecido como "Velho Lobo", ainda treinou a Seleção Brasileira em 1974 e 1998, obtendo o vice-campeonato neste último, e foi novamente coordenador técnico da equipe em 2006, compondo a comissão técnica de Carlos Alberto Parreira, reeditando a parceria de 1994, desta vez sem sucesso. No total foram cinco finais em sete participações nas Copas do Mundo.[8]

Por suas contribuições ao futebol, recebeu a Ordem de Mérito da FIFA em 1992, a mais alta honraria da entidade.[9] Em 2013 foi eleito o nono melhor treinador de todos os tempos, pela revista Soccer Magazine.[10][11]

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Zagallo pelo Botafogo

Zagallo mostrava aptidão para os esportes desde os tempos de escola, em especial o futebol. À época, ele já sabia que iria seguir carreira na modalidade. No entanto, seu pai, Aroldo, queria que o filho fizesse um curso de contabilidade para ajudá-lo na fábrica de tecidos da família. Coube a seu irmão, Fernando, convencer o pai a deixá-lo fazer o que ele mais gostava.[12]

Residiu na Rua Professor Gabizo, na Tijuca.[13] Como era sócio do America-RJ, seu clube do coração,[14] foi lá que Zagallo iniciou sua carreira, nas divisões amadoras, além de arrumar tempo para jogar vôlei entre uma partida e outra. Nesta época chegou também a jogar tênis de mesa, ganhando títulos na categoria juvenil.[15]

Em 1949, o jovem venceu o Campeonato de Amadores do Rio de Janeiro, conquistando seu primeiro título. No mesmo ano ajudou o clube a conquistar o Torneio Início do Campeonato Carioca.

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 1950 transferiu-se para os juniores do Flamengo, clube pelo qual assinou seu primeiro contrato profissional, em 1951, onde conquistou, dentre outros, o tricampeonato carioca (1953, 1954 e 1955). O ponta-esquerda deixou a equipe rubro-negra logo após a conquista da Copa do Mundo FIFA de 1958 com a Seleção Brasileira. Zagallo não queria sair do Flamengo, mas a demora da diretoria fez com que ele assinasse com o rival Botafogo.

Segundo números do "Almanaque do Flamengo", de Roberto Assaf e Clóvis Martins, o "Formiguinha", como era conhecido na época, disputou pelo clube 205 jogos, com 128 vitórias, 38 empates e 39 derrotas, marcando 29 gols.[16]

Botafogo[editar | editar código-fonte]

Zagallo foi bicampeão carioca (1961 e 1962) e do Torneio Rio-São Paulo (1962 e 1964) pelo Botafogo, clube onde também veio a conquistar a Taça Brasil e outros títulos internacionais com treinador. O ponta-esquerda participou da fase áurea do time, jogando ao lado de astros como Garrincha, Didi e Nílton Santos.

Apesar de também ter uma passagem vitoriosa no Flamengo, foi em General Severiano que Zagallo se consolidou como ídolo. Não à toa, o "Dia do Botafoguense" é comemorado em 9 de agosto, data de aniversário do "Velho Lobo".[18]

O vínculo do Zagallo com o alvinegro começou com um chapéu. O ponta-esquerda foi contratado pelo clube após a Copa do Mundo de 1958, na Suécia, vindo do Flamengo. O Rubro-Negro demorou para renovar o passe do atleta, que optou por continuar no Rio de Janeiro e aceitou a proposta do rival. O camisa 13 chegou e não saiu mais do Botafogo, clube no qual se aposentou, em 1965.

De temperamento forte, Zagallo tratava o "Clube da Estrela Solitária" de outra maneira. Em 1959 foi puxado para o time de aspirantes do Botafogo para recuperar ritmo de jogo após ficar afastado quatro meses por lesão. Não reclamou, aceitou a ordem, foi campeão carioca de juniores e retornou à equipe profissional no ano seguinte.

Mesmo sem ter tanto talento quanto os assombrosos Garrincha, Didi e Nilton Santos, o Velho Lobo gravou seu nome na história pela forma surpreendente como atuava na época: era um ponta que voltava para marcar, aparecendo no meio-campo e dando suporte ao lateral.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Zagallo e Pelé em 1970

Seus títulos cariocas e a conquista da Taça Brasil o levaram à Seleção Brasileira. Com ele, o Brasil inovou taticamente e jogou em 1958 no esquema 4-3-3, pois Zagallo era um ponta-esquerda que recuava para ajudar no meio-campo. Já na Copa seguinte, a de 1962, realizada no Chile, Zagallo foi titular devido à lesão de Pepe, grande astro do Santos e companheiro de ataque de Pelé.[19]

Características e estilo de jogo[editar | editar código-fonte]

Zagallo era um ala esquerdo de médio porte e franzino, mas conhecido por suas habilidades técnicas. No início da carreira, ele quase nunca ganhava uma dividida, mas compensava a falta de massa muscular com muita velocidade, deslocamentos rápidos e notável inteligência tática.

Era considerado um jogador à frente de seu tempo, já que fazia muito bem o trabalho defensivo, além de sua capacidade de executar ataques de áreas mais profundas do campo. Ele também era capaz de jogar como atacante, atacante principal ou atacante interno.

Sua polivalência permitiu a Vicente Feola (técnico na Copa de 1958) inovar e mostrar ao mundo o 4-3-3 (à época, as equipes usavam o 4-2-4). Em entrevista ao blog Olho Tático, do jornalista André Rocha, Zagallo falou o seguinte sobre a estrutura tática de 1958: "O 4-3-3 não nasceu em 1962. Já em 1958 eu fazia a dupla função. Com a bola era um ponteiro. Mas também podia ficar e cobrir o Nilton Santos. Sem a bola, eu era o homem que dava vantagem numérica: se a jogada do adversário fosse pelo nosso lado, eu ajudava o Nilton a marcar o ponta. Dois contra um. Se fosse do lado oposto, fechava e ficávamos Zito, Didi e eu. Três contra dois no meio-campo".[20] Um exemplo de sua função em campo pôde ser visto na final da Copa de 1958. Primeiro, ele salvou, de cabeça, o que seria o segundo gol no jogo (quando ainda estava 1 a 0 para os donos da casa), quando a bola já tinha passado pelo goleiro. Depois, mais pro final do jogo, ele faria o 4º gol brasileiro na partida.[21]

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

Zagallo em 1974

Meses depois de se aposentar como jogador, em 1966, iniciou sua longa carreira de treinador na categoria juvenil do Botafogo.[22]

Ele treinou o próprio Botafogo em quatro oportunidades, o Flamengo três vezes (segundo números do "Almanaque do Flamengo",[16] ele dirigiu o clube, ao todo, em 236 partidas [116 vitórias, 59 empates e 61 derrotas]), o Vasco da Gama duas vezes, o Fluminense, o Al-Hilal, o Bangu e a Portuguesa.

No Botafogo Zagallo foi responsável por conduzir o alvinegro ao primeiro título nacional de um clube carioca, a Taça de Brasil de 1968, além de outro bicampeanato estadual (1967 e 1968) e os mundiais de Caracas (1967 e 1968).[23]

Em seleções nacionais, comandou a Seleção Brasileira por três vezes, a Seleção do Kuwait, a Seleção Saudita e a Seleção dos Emirados Árabes Unidos. Seu último trabalho foi em 2006, como coordenador técnico de Carlos Alberto Parreira na Seleção Brasileira. Conquistou um mundial como técnico da Seleção Nacional e um como coordenador técnico, além de vencer duas edições da Copa das Confederações FIFA. Também como treinador, conquistou dois títulos Sul-Americanos e vários outros títulos, que o tornaram técnico de renome mundial.

De acordo com o livro "Seleção Brasileira - 90 anos", de Roberto Assaf e Antonio Carlos Napoleão, os números de Zagallo como técnico da seleção principal do Brasil são os seguintes: 135 jogos (99 vitórias, 26 empates e 10 derrotas).[16] Já como comandante da Seleção Olímpica foram 19 partidas (14 vitórias, três empates e duas derrotas).[16] E como coordenador técnico, Zagallo esteve presente em 72 jogos (39 vitórias, 25 empates e oito derrotas).[16]

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Em 2005, Zagallo foi um dos três jurados do reality show esportivo Joga 10, apresentado pela Rede Bandeirantes.[24]

Saúde e morte[editar | editar código-fonte]

Zagallo morreu às 23h40 do dia 5 de janeiro de 2024, aos 92 anos. O ex-jogador e treinador estava com a saúde fragilizada há alguns anos. Em setembro de 2023 ficou cerca de vinte dias no hospital, com infecção urinária. No dia 26 de dezembro foi novamente internado no Hospital Barra D'Or, onde foi vítima de falência múltipla dos órgãos, resultante de progressão de comorbidades.[25] O governo brasileiro decretou luto oficial de três dias em pesar pelo falecimento do futebolista.[26]

O corpo de Zagallo foi velado na sede da CBF e enterrado no Cemitério de São João Batista.[27]

Número 13[editar | editar código-fonte]

Zagallo em 2004

Apegado publicamente ao número treze desde a época de jogador, revelou que isto originou-se com sua esposa, que era devota de Santo António, comemorado em 13 de junho.[28][29] Católico, seu casamento foi em 13 de janeiro de 1955.[16][30]

Algumas aparições do número na trajetória do Velho Lobo:

  • 1958 e 1994 são anos cuja soma dos últimos dois dígitos (5+8 e 9+4) dá treze.
  • A edição de 1962 foi no Chile (5 letras): 6 + 2 + 5 = 13.
  • A edição de 1970 foi no México (6 letras): 7 + 0 + 6 = 13.
  • Em 1958, o 13º colocado foi a rival Argentina, o artilheiro da competição fez 13 gols (Just Fontaine, da França, mais gols numa mesma edição) e o trio Pelé-Vavá-Mazzola igualmente (6, 5 e 2 gols, respectivamente).
  • O Mundial de 1958 foi realizado no Reino da Suécia: 13 letras.
  • Em 1962 completava 13 anos de carreira como jogador profissional.
  • Já o decimo terceiro ano como treinador foi em 1979, quando foi campeão saudita pelo Al-Hilal.
  • Em 1962 e 1994, a Seleção disputou a semifinal em 13 de junho e 13 de julho, respectivamente. Já a semi de 1958 foi a 13ª vitória do Brasil em Copas.
  • O mundial de 1994 foi realizado nos Estados Unidos, cujo nome em português possui treze letras,[31] assim como o gentílico estadunidense, e a bandeira nacional treze listras.
  • O nome do autor do pênalti perdido que decretou o tetra, o italiano Roberto Baggio, possui 13 letras, bem como 'tetracampeões'.[32]
  • Umbro e Coca-Cola, patrocinadoras da Canarinha[33] na ocasião, juntas têm 13 letras,[32] igualmente a soma de Romário e Bebeto.[31]
  • Acumulando as funções de jogador e treinador, a estreia no México foi seu 13º jogo em Copas: vitória de 4 a 1 sobre a Seleção Tchecoslovaca; no terceiro jogo viria sua 13ª vitória: 3 a 2 na Romênia.
  • Fez sua primeira partida pelo Botafogo no dia 13 de julho de 1958: 2 a 1 sobre o Fluminense.
  • Seu 13º jogo como jogador da Seleção Brasileira foi sua maior vitória pela mesma: 7 a 0 no Chile, Taça Bernardo O'Higgins, 1959.
  • A estreia na vitoriosa Copa América de 1997 foi em 13 de junho: 5 a 0 contra a Costa Rica.[34] No mesmo ano, título da Copa das Confederações FIFA na Arábia Saudita (13 letras).
  • Em 1967, estreou como treinador do time principal do Glorioso e conquistou o Campeonato Carioca: 6 + 7 = 13.
  • Em 1949, foi campeão do Torneio Início (como jogador do America), seu primeiro título profissional no seu primeiro ano de carreira.
  • Considerando apenas clubes, sua 13ª passagem como treinador foi no Flamengo (2000 a 2001), seu último trabalho na função, quando conquistou a Copa dos Campeões de 2001.
  • Comemorando a vitória brasileira na Copa América de 2004, bradou: "Brasil campeão" tem 13 letras e "Argentina vice" também!.[35]

Estatísticas como jogador[editar | editar código-fonte]

Jogos pela Seleção Brasileira
# Data Jogo Torneio Gols
1 4 de maio de 1958 Brasil Brasil 5–1 Paraguai Paraguai Taça Oswaldo Cruz
2 7 de maio de 1958 Brasil Brasil 0–0 Paraguai Paraguai Taça Oswaldo Cruz
3 14 de maio de 1958 Brasil Brasil 4–0 Bulgária Bulgária Amistoso
4 8 de junho de 1958 Brasil Brasil 3–0 Áustria Áustria Copa do Mundo FIFA - fase de grupos
5 11 de junho de 1958 Brasil Brasil 0–0 Inglaterra Inglaterra
6 15 de junho de 1958 Brasil Brasil 2–0 União Soviética União Soviética
7 19 de junho de 1958 Brasil Brasil 1–0 País de Gales País de Gales Copa do Mundo FIFA - quartas de final
8 24 de junho de 1958 Brasil Brasil 5–2 França França Copa do Mundo FIFA - semifinal
9 29 de junho de 1958 Suécia Suécia 2–5 Brasil Brasil Copa do Mundo FIFA - final Gol marcado
10 10 de junho de 1959 Brasil Brasil 2–2 Peru Peru Campeonato Sul-Americano de Futebol - Fase de Grupos
11 15 de março de 1959 Brasil Brasil 3–0 Chile Chile
12 21 de março de 1959 Brasil Brasil 4–2 Bolívia Bolívia
13 17 de setembro de 1959 Brasil Brasil 7–0 Chile Chile Taça Bernardo O'Higgins
14 20 de setembro de 1959 Brasil Brasil 1–0 Chile Chile
15 29 de junho de 1960 Brasil Brasil 4–0 Chile Chile Amistoso
16 3 de julho de 1960 Paraguai Paraguai 1–2 Brasil Brasil Taça do Atlântico
17 3 de maio de 1961 Paraguai Paraguai 2–3 Brasil Brasil Taça Oswaldo Cruz Gol marcado
18 11 de maio de 1961 Chile Chile 0–1 Brasil Brasil Taça Bernardo O'Higgins
19 24 de abril de 1962 Brasil Brasil 4–0 Paraguai Paraguai Taça Oswaldo Cruz Gol marcado
20 6 de maio de 1962 Brasil Brasil 2–1 Portugal Portugal Amistoso Gol marcado
21 16 de maio de 1962 Brasil Brasil 3–1 País de Gales País de Gales Amistoso
22 30 de maio de 1962 Brasil Brasil 2–0 México México Copa do Mundo FIFA - fase de grupos Gol marcado
23 2 de junho de 1962 Brasil Brasil 0–0 Chéquia Tchéquia
24 6 de junho de 1962 Brasil Brasil 2–1 Espanha Espanha
25 10 de junho de 1962 Brasil Brasil 3–1 Inglaterra Inglaterra Copa do Mundo FIFA - quartas de final
26 13 de junho de 1962 Chile Chile 2–4 Brasil Brasil Copa do Mundo FIFA - semifinal
27 17 de junho de 1962 Brasil Brasil 3–1 Chéquia Tchéquia Copa do Mundo FIFA - final
28 16 de abril de 1963 Brasil Brasil 5–2 Argentina Argentina Copa Roca
29 21 de abril de 1963 Portugal Portugal 1–0 Brasil Brasil Amistoso
30 24 de abril de 1963 Bélgica Bélgica 5–1 Brasil Brasil Amistoso
31 17 de maio de 1963 Egito Egito 0–1 Brasil Brasil Amistoso
32 19 de maio de 1963 Israel Israel 0–5 Brasil Brasil Amistoso
33 22 de maio de 1963 Alemanha Alemanha Ocidental 0–3 Brasil Brasil Amistoso - World Cup 1950 XI
34 7 de junho de 1964 Brasil Brasil 4–1 Portugal Portugal Copa das Nações

Títulos como jogador[editar | editar código-fonte]

America
Flamengo
Botafogo
Seleção Brasileira

Títulos como treinador[editar | editar código-fonte]

Botafogo
Fluminense
Flamengo
Al-Hilal
Vasco da Gama
Bangu
Seleção Brasileira
Seleção Saudita

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

  • Melhor Treinador do Mundo da IFFHS: 1997[36]
  • 9º Melhor Treinador de Todos os Tempos da World Soccer: 2013[10][11]
  • 27º Melhor Treinador de Todos os Tempos da FourFourTwo: 2020[37]

Títulos como coordenador técnico[editar | editar código-fonte]

Seleção Brasileira

Referências

  1. Zagallo: 85 anos do velho lobo que foi
  2. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de fevereiro de 2019. Arquivado do original em 21 de fevereiro de 2019 
  3. «Zagallo - Especial Copa de 58». UOL. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  4. «Nordeste: celeiro de campeões do mundo». CBF. Consultado em 20 de Fevereiro de 2019 
  5. «Zagallo». Secretaria de Estado da Cultura - SECULT. Consultado em 29 de agosto de 2016 
  6. «Morre Zagallo aos 92 anos». Folha de S. Paulo. Consultado em 6 de janeiro de 2024 
  7. «50 anos do Tri: Em 1970, o campeão Zagallo se transformou em lenda». Confederação Brasileira de Futebol. 19 de junho de 2020. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  8. Leonardo Ferreira e Vladimir Bianchini (9 de agosto de 2016). «Zagallo previu que Baggio erraria pênalti na final da Copa de 94». ESPN Brasil. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  9. «FIFA Order of Merit holders» (PDF). Consultado em 21 de janeiro de 2018. Arquivado do original (PDF) em 5 de setembro de 2015 
  10. a b Jamie Rainbow (4 de julho de 2013). «The Greatest Manager of all time». World Soccer 
  11. a b Jamie Rainbow (2 de julho de 2013). «The Greatest XI: how the panel voted». World Soccer 
  12. «Os 90 anos de Zagallo: relembre a trajetória do único tetracampeão mundial de futebol». Terra. 9 de agosto de 2021. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  13. «Mário Jorge Lobo Zagallo». Sou Tijuca. 6 de junho de 2018. Consultado em 6 de janeiro de 2024 
  14. «Era uma vez no Futebol faz homenagem ao America». EBC. 18 de março de 2018. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  15. Rafael Honório (15 de agosto de 2021). «Do tênis de mesa ao polêmico "Vocês vão ter que me engolir": histórias dos 90 anos de Zagallo». GloboEsporte.com. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  16. a b c d e f Milton Neves e Rogério Micheletti. «Zagallo - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  17. a b Sergio Santana (6 de janeiro de 2024). «Zagallo e Botafogo: uma relação de carinho como jogador, treinador e fora de campo». ge 
  18. «'Dia do Torcedor do Botafogo' é aprovado em votação na Alerj». ge. 3 de abril de 2014. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  19. «Os caras das Copas: Zagallo, campeão como jogador, técnico e auxiliar». Terra. 11 de abril de 2018. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  20. Philip Verminnen (7 de maio de 2014). «A evolução tática do Brasil nas Copas». DW Brasil. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  21. «Jogo a jogo, Zagallo lembra a campanha do primeiro título mundial em 1958». GloboEsporte.com. 6 de junho de 2008. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  22. «Único tetracampeão do mundo, Zagallo recebe homenagem do Botafogo»Subscrição paga é requerida. Estadão. 9 de agosto de 2011. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  23. «Nota de pesar». Site oficial do Botafogo. 6 de janeiro de 2024 
  24. Danielle Araújo (15 de abril de 2005). «Reality show da Band quer revelar craque do futebol». Diário do Grande ABC. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  25. «Zagallo morre aos 92». ge. 6 de janeiro de 2024 
  26. «Governo brasileiro decreta luto de três dias pela morte de Zagallo». LANCE!. 6 de janeiro de 2024 
  27. «Zagallo é enterrado no Rio». UOL. 7 de janeiro de 2024 
  28. Pai Paulo de Oxalá (7 de agosto de 2013). «Zagallo e o mistério do número 13». Extra. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  29. «Zagallo e a superstição com o número 13». Jornal de Piracicaba. 12 de agosto de 2021. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  30. Agrelos, Adielson (6 de janeiro de 2024). «O Adeus ao "Velho Lobo", morre Zagallo aos 92 anos». Vatican News. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2024 
  31. a b Rui Miguel Tovar (15 de julho de 2018). «Zagallo. "Roberto Baggio tem 13 letras, ia falhar"». Observador. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  32. a b «8+5=13! Nos 85 anos de Zagallo, conheça história do Velho Lobo com Baggio». Goal.com. 9 de agosto de 2016. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  33. «Museu CBF: conheça a história vitoriosa do futebol e da Seleção Brasileira». Confederação Brasileira de Futebol. 28 de outubro de 2014. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  34. «Brasil já venceu jogo oficial numa sexta-feira 13». Confederação Brasileira de Futebol. 13 de novembro de 2015. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  35. «Brasil campeão tem 13 letras e Argentina vice também!». Maisfutebol. 26 de julho de 2004. Consultado em 26 de dezembro de 2021 
  36. «FORMER RESULTS». IFFHS.de. Consultado em 10 de novembro de 2015 
  37. «FourFourTwo named 100 greatest managers of all time» (em Russian). ua.tribuna.com. Consultado em 6 de maio de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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