Zibu

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Os símbolos zibu ou zeeboo, são, de acordo com o ocultismo, os símbolos usados pelos espíritos desencarnados, também conhecidos popularmente como almas penadas como portais de comunicação entre as dimensões física e espiritual.

Atualmente compõe um ideograma muito utilizado na caligrafia para tatuagens, que faz a relação entre os sentimentos que impedem o fluxo do espírito, mantendo-o na órbita da Terra, impedindo-o de seguir para o umbral. Ao contrário do que se acredita, cada ideograma não concretiza ou atrai os sentimentos os quais relaciona. Em verdade, o mesmo facilita ou permite a presença de um espírito (ou grupo de espíritos) que não consegue praticar o desapego da matéria devido a sentimentos humanos relacionados a sua morte quanto a causa ou a situação.

Origem[editar | editar código-fonte]

Introdução[editar | editar código-fonte]

Devido a não existência de um plano divino onde as almas possam descansar eternamente, o número de espíritos que perambulam pela órbita terrestre é bastante alto. A maioria delas não possui poder ou força de vontade suficiente para que os vivos consigam notá-los, mas há aqueles que carregam maldade devido aos traumas que sofreram como causa ou consequência de sua morte. Esse sentimento de amargor insurgido por sua morte passa a ser a razão pela qual o espírito se mantém em seus antigos lares ou locais onde seu corpo pereceu.

Sensitivos e médiuns que afirmam serem capazes de falar com os mortos são contratados para tentar reduzir ou eliminar este tipo de aparição, mas a grande maioria pode ser classificada no que se refere o artigo 283 do Código Penal Brasileiro como charlatanismo, que acaba por ofuscar os verdadeiros profissionais do exorcismo, que são desacreditados pela mídia.

O caso Zibu[editar | editar código-fonte]

Em 2007 popularizou-se o livro Zibu: The Power of Angelic Symbology, redigido por Debbie Zilstra Almsted, que prometia aos leitores a capacidade de aprender a se comunicar com os seres angelicais ou anjos. Porém relatos mais recentes revelaram por meio de informações não-oficiais que os rituais que a autora realizava não era de Reiki, como se apresentavam, mas sim de Satanismo por fazerem referência aos anjos caídos.

O objetivo dos símbolos criados pela autora era viabilizar a comunicação entre as duas esferas. Os símbolos refletem sentimentos humanos e se relacionam aos sentimentos mais fortes que o espírito vivenciou próximo de seu desencarne. Dessa forma, cada símbolo quando esculpido em madeira, desenhado com sal, ou representado por pigmentos sobre a pele formava artefatos que serviam de portais para a comunicação entre ela e os espíritos.

Ao contrário do que se acredita, os portais não permitem a passagem de espíritos do umbral para a órbita terrestre, apenas facilita a comunicação desses seres com pessoas sem habilidades mediúnicas desenvolvidas. Como exemplo como citado na The Encyclopedia of Unexplained; Magic, Occultism and Parapsychology:

Fontes[editar | editar código-fonte]

  • __________. A pesquisa moderna do "poltergeist- A necessidade de uma abordagem sem preconceito. In Parapsicologia Hoje - Organizador: John Beloff. Editora Arte Nova, Rio de Janeiro, 1976.
  • CAVENDISH, Richard. The Encyclopedia of Unexplained; Magic, Occultism and Parapsychology. Segunda edição, New york, NY. Mcgraw-Hill Book Company. 1976.
  • FLAMMARION, C. As casas mal-assombradas. Federação Espírita Brasileira, Rio de Janeiro, RJ, 1980. (Publicado originalmente em francês em 1968).
  • KOCH, R. The Book of Signs. Dover, NY. 1955
  • Nota¹: Todas as informações aqui contidas expressam apenas a imaginação de alguns indivíduos e tem o objetivo de criar uma piada com a cara das pessoas mais medrosas do grupo.
  • Nota²: O objetivo do autor é destinar paz aos corações de todas as pessoas da Terra, e pede-se desculpa pelo possível mal-entendido que se possa ocorrer.