Zulus

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Zulus
AmaZulu
Bosquímanos guerreiros da tribo zulu (com Britânicos e Africânderes em 2º plano) em 1879
População total

12 159 000[1]

Regiões com população significativa
África do Sul, Lesoto, Suazilândia, KwaZulu-Natal, Zimbábue e Moçambique
Línguas
zulu iszulu
Religiões

Os zulus ou zulos[2] são um povo do sul da África que vive em territórios correspondentes à África do Sul, Lesoto, Suazilândia, Zimbábue e Moçambique. Embora, hoje, tenham expansão e poder político restritos, os bosquímanos guerreiros rebeldes da tribo zulu foram, no passado, uma tribo de bosquímanos rebeldes que atacou fortemente os colonos britânicos, bôeres e portugueses durante as épocas coloniais, resistindo ao desbravamento e a colonização britânica, portuguesa e bôere da Zululândia entre os séculos XIV e XIX e início do século XX.

A população de zulus na África do Sul foi estimada em 8 778 000 em 1995, correspondendo a 22,4% da população total do país, segundo a revista The Economist. Nos restantes países, o número de zulus é estimado em cerca de 400 mil.

A província sul-africana do KwaZulu-Natal é considerada a sua pátria original.

A língua dos zulus é denominada isiZulu, e, em sua língua, os zulus são chamados amaZulu.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Os zulus eram originalmente um grande clã onde hoje é o norte do kwaZulu-Natal. O clã foi fundado por Zulu kaNtombhela. Em 1816, os zulus formaram um poderoso estado sob liderança de Shaka.

Dada compreensão da África dividida pelo conferência de Berlim (1885), tem-se a concepção de que inicialmente o reino Zulu, outrora dividido em clãs situava-se quase ao norte da África na região da república centro africana atualmente. Outras tribos pouco descritas pelas fontes de história geral das civilizações, se sentiam pertencentes aos Zulus após seus domínios e conquistas. Contudo, elas foram analisadas segundo a ótica de um outro povo, portador de uma cultura diversa, com valores diferentes e por isso parciais.

Os Zulus possuíam uma mobilidade relativamente grande, contudo, os deslocamentos não ocorriam por simples nomadismo e sim por motivos diversos, como a exaustão da terra, a necessidade de novas áreas de caça, ameaça de inimigos, enfim. Dessa forma um guerreiro em particular se destacou, seu nome era Shaka ele foi o responsável em transformar um poderoso estado: o grande clã fundado por Zulu kaNtombhela.

Grandes Guerreiros[editar | editar código-fonte]

Nos meados do século XVIII começaram a culminar guerras entre tribos africanas, na região da atual África do Sul, pela posse de terras. Era necessário que as tribos se expandissem para terem espaço suficiente para a pastorícia e agricultura, tal feito ocorreia no estreito corredor entre a cordilheira do Drakensberg e o mar. Os rios que descem da cordilheira formavam fronteiras naturais, por conseguinte formaram-se três grandes grupos de tribos Ngoni. Os Ngwane, encontravam-se desde o rio Temble até o rio Pongola, comandados por  Sobuza; Os Ndwandwe entre o rio Pongola e o rio Mfolozi e comandados por Zwide e os Mthethwa do rio Mfolozi até ao rio Tugela, comandados por Cetshwayo.[4] As lutas entre estas tribos eram muito frequentes e por essa razão começou-se aprimorar a organização militar, articulando exércitos na base de grupos da mesma idade.[5][4]

Por volta de 1790 nasce na tribo Zulu Shaka, fruto de uma gravidez antecedente a circuncisão, algo proibido na tribo Zulu e por isso não era considerado herdeiro do trono: [4]. Durante sua adolescência Shaka foi incorporado no exército de Cetshwayo[6] onde tornou-se o guerreiro favorito do rei e passou a comandar um regimento do exército no grupo de sua idade. A posição de Shaka no exército de Cetshwayo fizeram com que o grande chefe expansionista de Mthethwa o ajudasse a tomar  o trono pela força, após morte de seu pai em 1816.

Inovações militares, como a assegai, implantadas por Shaka.

Dois anos mais tarde, em 1818, há uma grande batalha entre Cetshwayoe e Zwide na o chefe Mthethwa foi morto, levando Shaka tomar conta do poder e dar início a  reformas militares.[7][8]

Durante o tempo de serventia no exército de Cetshwayo, Shaka observou que as armas usadas  já eram ultrapassadas para as novas tácticas de guerra.[4] Assim, ele introduziu o uso do escudo que protegia o corpo inteiro e implantou a substituição a lança que se atirava por uma lança mais curta, qual funcionava como uma espada [9] e recebera o nome de assegai. Shaka instituiu a técnica de combate “corpo-braço-cabeça” em que o corpo era a grande concentração de esquadrão central[10] e a única que os inimigos podiam ver, e cada esquadrão era distinguido por diferentes cores dos panos de cabeça e pelos couros de gado usados no escudo.

Foi graças a esta organização militar de Shaka que os zulus conseguiram conquistar e derrotar numerosas outras tribos, levando o título de Grandes Guerreiros. Ele fez todos os membros da sociedade participarem na guerra, dividindo com precisão as funções. Todos os homens de 16 a 60 anos serviam no exército. Era proibido aos jovens guerreiros casar-se e o casamento só era autorizado como pagamento de serviços militares. As mulheres e as crianças serviam também no exército, seguindo o exército com o gado, cozinhando e carregando comida, os homens de outras tribos que eram feitos prisioneiros tornavam-se escravos e se eram novos e fortes faziam parte do exército.[4]

Reino Zulu[editar | editar código-fonte]

A ascensão do reino Zulu dá-se pela vitória ao exército Ndwandwe que recebe o nome de A batalha de Gokoli. O reino cresceu para dominar grande parte do que hoje é o KwaZulu-Natal e a África Austral.

localidade do Reino Zulu

Após conflitos envolvendo a tribo de Ndwandwe, sendo informado que Sikuniana planejava o atacar, Shaka ordena um grande exército à combate dos Ndwandwe, dando origem a um grande massacre e cerca de 40.000 Ndwandwe são mortos, levando os poucos que restaram acolher-se junto de Mzilikazi e Soshagane.  A tribo Ndwandwe passa a deixar de existir como uma tribo independente.[4][11]

Entretanto quando o reino entra em conflito com o Império Britânico na década de 1870 durante a Guerra Anglo-Zulu, é derrotado apesar da vitória do Zulu na guerra. A área foi posteriormente absorvida pela Colônia de Natal e mais tarde se tornou parte da União da África do Sul.

Guerra Anglo-Zulu[editar | editar código-fonte]

Em 11 de dezembro de 1878, os britânicos entregaram um ultimato aos onze chefes representados por Cetshwayo. Os termos incluíam a rendição de seu exército e aceitar a autoridade britânica. Cetshwayo recusou e a guerra começou em 1879.[12]

Inicialmente, os britânicos sofreram uma pesada derrota na Batalha de Isandlwana em 22 de janeiro de 1879 quando o exército zulu mata mais de mil soldados britânicos em um único dia. O desdobramento zulu em Isandlwana mostrou o sistema tático militar bem organizado que tornou o reino zulu bem sucedido por muitas décadas. Este acontecimento constituiu a pior derrota que o exército britânico já havia sofrido nas mãos de uma força de combate africana nativa. A derrota provocou um redirecionamento do esforço de guerra, e os britânicos, embora em menor número, começaram a ganhar vitórias, a virada dos britânicos veio com a batalha em Rorke's Drift e sua vitória veio com a batalha de Ulundi em 4 de Julho e a subsequente derrota do Reino Zulu.

Esfalecimento[editar | editar código-fonte]

Shaka não tinha descendentes que pudessem suceder-lhe, o aparecimento dos primeiros cabelos brancos detonou um processo de loucura irreversível, além de perseguições terríveis que abalaram toda a estrutura Zulu. A  mortalidade gratuita se espalhou pelo reino. No dia 22 de setembro de 1828 Shaka foi morto por uma tia e seus dois meio irmãos, terminava assim a era do homem que impulsionou a nação Zulu.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Língua[editar | editar código-fonte]

Dentro do mosaico cultural e linguístico africano há várias línguas independentes, onde os falantes são considerados até mesmo bilíngues devido à existência de formações dialéticas.[13] Uma das várias línguas derivadas de autóctones regionais é a isizulu, uma língua bantu originária do povo zulu e falada em parte sudeste da República da África do Sul, Moçambique, Joanesburgo, regiões do Zimbabwe e Zâmbia. A ordem gramatical dessa língua é semelhante ao Português: sujeito-verbo-objeto.

Dança[editar | editar código-fonte]

As danças Zulu são um marco cultural da África, presentes em zonas rurais, periféricas (township) e centros culturais e empregadas em diferentes contextos - como em casamentos, funerais, guerras, nascimentos - . Para alguns pesquisadores essas danças estão ligadas diretamente com os papéis de gênero exercendo força de padrões sociais no que diz respeito em Ser Homem e Ser Mulher dentro da comunidade zulu.

Os movimentos da dança mudam conforme a modalidade, entretanto existem passos comuns e emblemáticos, como: o ato de correr para a frente e para trás, erguer as pernas tentando formar ângulos de 180º. A presença de instrumentos não é forte, às vezes há tambores, mas em suma os sons vibrantes são produzidos pelo próprio povo.[14]

Zulu wedding dance Wellcome M0005311.jpg

Existem cinco modalidades de danças zulus:

  • Ingoma (isizingilli): participação de homens e mulheres e sem a presença de instrumento representando a veracidade masculina e a fertilidade feminina.
  • Ingoma (isishamew): também com a participação de ambos os sexos e harmonia de cantos. Enquanto as mulheres dançam os homens batem palmas e vice-versa.
  • Indlamu: apresenta ritmo frenético e é dançada apenas por homens trajados de pele de animais e escudos com intuito de representar a força dos guerreiros zulu.
  • Imvunulo: apenas um participante - podendo este ser homem ou mulher - a intenção é exibir o traje tradicional do povo.
  • Isicathamiya: esta chama bastante atenção por tratar de assuntos contemporâneos apesar de a melodia ser antiga. Dançada apenas por homens que com chocalhos nos pés cantam sobre trabalhadores imigrantes, proliferação da AIDS e crimes.

As danças zulu e os festivais que as acompanham - como o festival da virgindade - passaram a atrair vários turistas e serem vistas pelo governo local como forma de movimentar a economia.[14]

Vestimenta[editar | editar código-fonte]

Depois de anos reprimidos pelo Apartheid as roupas para o povo zulu representa um mecanismo de reafirmação de identidade. Nas aldeias, o povo mantém as vestimentas típicas, trabalhadas com peles de cabra ou vaca[15]. As meninas usam normalmente somente saias, e também aventais feitos de miçangas cruzado na frente do corpo, sem mais nada por baixo, além dos braceletes grossos no pescoço, nos braços e nas pernas. Na dança há a substituição dos aventais por saias de lã, chocalhos no tornozelo para auxiliar no momento de levantar as pernas e peitos sempre despidos.[14]

Song and Dance 2.jpg

O Isicholo, um dos adereços mais famosos do povo zulu, é um chapéu usado por mulheres mais velhas e quase exclusivamente em contextos cerimoniais e competitivos.

Além de vestimentas o cabelo é algo símbolo cultural importante para esse povo - principalmente entre mulheres. São conferidos aos cabelos aspectos comunicativos que falam dos movimentos mais cotidianos, mostrando status social e diferenças de áreas rurais para as cidades.[16]

Religião e crenças[editar | editar código-fonte]

A crença zulu era em espíritos ancestrais (amaThongo ou amaDlozi), que tinham o poder de intervir na vida das pessoas, para o bem ou para o mal.[17][18] Tradicionalmente, os zulus reconhecem vários elementos para estarem presentes em um ser humano: o corpo físico (inyama yomzimba ou umzimba); a respiração ou força vital (umoya womphefumulo ou umoya); e a "sombra", prestígio ou personalidade (isithunzi).[19] Uma vez que o umoya deixa o corpo, o isithunzi pode viver como um espírito ancestral (idlozi) somente se certas condições forem satisfeitas na vida. Demonstrar respeito e generosidade para com os outros, aumenta a posição moral ou o prestígio da comunidade, a isithunzi.  Em contraste, agir de maneira negativa em relação aos outros pode reduzir o isithunzi, e é possível que o isithunzi desapareça completamente.

Para atrair o mundo espiritual, um adivinho (sangoma) deve invocar os ancestrais através de processos de adivinhação. Então, um fitoterapeuta (inyanga) prepara uma mistura (muthi) para ser consumida a fim de influenciar os ancestrais. Como tal, adivinhos e fitoterapeutas desempenham um papel importante na vida cotidiana do povo zulu. No entanto, é feita uma distinção entre o muthi branco (umuthi omhlope), que tem efeitos positivos, como a cura ou a prevenção ou reversão do infortúnio, e o muthi negro (umuthi omnyama), que pode causar doença ou morte a outras pessoas ou doenças. Usuários de muthi negros são considerados bruxos e evitados pela sociedade.[20]

Mitologia[editar | editar código-fonte]

Na mitologia zulu a Terra surge coberta por uma neblina densa, para que as pessoas não pudessem ver o Sol ou a Lua.  A presença de fatores climáticos como ventos ou tempestades eram inexistentes. Os humanos se comunicavam apenas através da mente, porque não existiam palavras. Mas um dia, Chattily, uma raça de deuses com três olhos amarelos e pele de lagarto, chegaram na forma de grandes tigelas de fogo vindas do céu e criaram a capacidade de falar. Inventaram tantas línguas diferentes que dividiram o povo, que então se fracionaram em diferentes grupos com idéias diferentes e para sempre entraram em conflito uns com os outros.[21]

A mitologia Zulu contém inúmeras divindades, comumente associadas com criaturas de fisionomias estranhas e fenômenos naturais. Unkulukulu é o mais alto Deus e é o criador da humanidade.[22] Outras entidades importantes como Mamlambo, a deusa dos rios, associada a afogamentos e mortes é considerada como uma espécie de sereia que atrai pessoas ao doce abraço da morte. E Inkanyamba, Deus relacionado a tempestades e tornados que para o povo Zulu eram como grandes serpentes que desciam dos céus para a Terra ao mando dessa divindade.[23]

Há outras figuras importantes para o culto animista tradicional dessa mitologia, como os Amadlozi que são os espíritos dos ancestrais; Abatwa pequenos humanóides raivosos; e Tokoloshe, criaturas do mal possíveis de tornarem-se invisíveis após beber água.[24]

Cidades históricas zulus[editar | editar código-fonte]

Mthatha[editar | editar código-fonte]

Mthatha ou Umtata é a cidade principal do Município Local de King Sabata Dalindyebo, no Cabo Oriental, província da África do Sul.

Foi um posto militar para forças coloniais, em 1882, mas a cidade, em si, foi fundada em 1883. A barragem de Mthatha situa-se a cerca de 8 quilômetros a montante da cidade.[25] Mthatha tornou-se o centro administrativo da área, tendo inclusive catedrais anglicana e católica, embora possua membros de outras religiões, na cidade. Tornou-se também a sede das autoridades tradicionais e do edifício do parlamento.

De 1976 a 1994, foi capital do bantustão de Transkei, sob o nome de Umtata.

Depois do fim do apartheid, algumas secções de negócios africanas mudaram-se para áreas tradicionalmente de pessoas brancas, a fim de lá, praticarem atividades econômicas.[26]

Muitos dos líderes negros sul-africanos; incluindo Walter Sisulu e Nelson Mandela, vieram desta zona, e Mandela, após o fim da sua carreira morou na sua aldeia natal Qunu alguns quilômetros a sul de Mthatha. Mthatha possui três dos museus de Nelson Mandela.

Em Março de 2004 Umtata mudou oficialmente de nome para Mthatha.[27]

Ulundi[editar | editar código-fonte]

Ulundi, também conhecida como Mahlabathini é uma cidade no município do distrito de Zululand. Pertencendo a capital da Zululand[28] na África do Sul e mais tarde a capital do Bantustan de KwaZulu, Ulundi agora está na província de KwaZulu-Natal.

Batalha de Ulundi

Quando Cetshwayo se tornou rei dos Zulus em 1 de setembro de 1873, ele criou, como era de costume, uma nova capital para a nação nomeando-a "uluNdi" ("o lugar alto"). Em 4 de junho de 1879, na Batalha de Ulundi (a batalha final da Guerra Anglo-Zulu), o exército britânico capturou a kraal real e arrasou-o no chão.

Mais cidades históricas zulus[editar | editar código-fonte]

Personalidades históricas zulus[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «The Zulu people group are reported in 7 countries». Consultado em 9 de outubro de 2017. 
  2. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa – Erros mais frequentes: GRAFIA
  3. Sandra Sanneh, Yale University, Speak Zulu with Us [em linha]
  4. a b c d e f «VII». www.macua.org. Consultado em 12 de junho de 2018. 
  5. Santos, Marco Antonio Dos (sábado, maio 21, 2005). «MARCO NEGRO: SHAKA ZULU - O GENERAL AFRICANO». MARCO NEGRO. Consultado em 12 de junho de 2018.  Verifique data em: |data= (ajuda)
  6. «Shaka Zulu». Wikipédia, a enciclopédia livre. 19 de abril de 2018 
  7. Omer-Cooper, John D. (1966). The Zulu aftermath: a nineteenth-century revolution in Bantu Africa (em inglês). [S.l.]: Northwestern University Press 
  8. «Shaka». Wikipedia (em inglês). 27 de maio de 2018 
  9. Morris, Donald R. (1994). The Washing of the Spears: A History of the Rise of the Zulu Nation Under Shaka and Its Fall in the Zulu War of 1879 (em inglês). [S.l.]: Pimlico. ISBN 9780712661058 
  10. Santos, Marco Antonio Dos (sábado, maio 21, 2005). «MARCO NEGRO: SHAKA ZULU - O GENERAL AFRICANO». MARCO NEGRO. Consultado em 12 de junho de 2018.  Verifique data em: |data= (ajuda)
  11. «Zulu Kingdom». Wikipedia (em inglês). 7 de junho de 2018 
  12. «Anglo-Zulu War». Wikipedia (em inglês). 11 de maio de 2018 
  13. Liphola, Marcelino. «Línguas bantu de moçambique uma pequena abordagem do ponto de vista sócio-linguísticos». Revista do SETA. Consultado em 30 de março de 2018. 
  14. a b c Melo, Aldina da Silva (2015). «DANÇANDO COM OS ZULUS: representações de gênero em Kwazulu-Natal, África do Sul». Ensino & Multidisciplinaridade. 0 (0): 78–103. ISSN 2447-5777 
  15. Barros, Antonio Evaldo Almeida; Melo, Aldina da Silva; Rodrigues, Inaldo Bata (11 de outubro de 2017). «POLÍTICAS PATRIMONIAIS NA TERRA DOS ZULUS: a construção da Rainbow Nation». Revista Interdisciplinar em Cultura e Sociedade. 3 (especial): 329–345. ISSN 2447-6498 
  16. Azevedo, Aina (29 de janeiro de 2015). «Casamento na township: um estudo sobre as transformações estéticas do ritual». ILUMINURAS. 16 (37). ISSN 1984-1191 
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  19. Berglund, Axel-Ivar (1976). Zulu Thought-patterns and Symbolism (em inglês). [S.l.]: C. Hurst & Co. Publishers. ISBN 9780903983488 
  20. «Zulu people». Wikipedia (em inglês). 9 de junho de 2018 
  21. Bartlett, Sarah (2009). The Mythology Bible: The Definitive Guide to Legendary Tales (em inglês). [S.l.]: Sterling Publishing Company, Inc. ISBN 9781402770029 
  22. «Lord of the Sky-King of the Earth: Zulu traditional religion and belief in the sky god». people.ucalgary.ca. Consultado em 9 de junho de 2018.  line feed character character in |titulo= at position 73 (ajuda)
  23. Candido, Daniel Henrique; Nunes, Lucí Hidalgo (2012). «MITOLOGIA E CLIMATOLOGIA: UM ESTUDO DAS DIVINDADES RELACIONADAS À OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO». Revista Brasileira de Climatologia. 11 (0). ISSN 2237-8642. doi:10.5380/abclima.v11i0.27788 
  24. «A Lenda de Tokoloshe - mitologia africana» 
  25. Fatoki, OS; Muyima, NYO; Lujiza, N (1 de abril de 2001). «Situation analysis of water quality in the Umtata River catchment». Water SA. 27 (4). ISSN 0378-4738. doi:10.4314/wsa.v27i4.4959 
  26. Rimell, Victoria (19 de abril de 2018). «Rome's Dire Straits». Oxford Scholarship Online. doi:10.1093/oso/9780198768098.003.0012 
  27. «South Africa: Republic of Transkei Constitution Act, 1976». International Legal Materials. 15 (05): 1136–1174. 1976-09. ISSN 0020-7829. doi:10.1017/s0020782900034768  Verifique data em: |data= (ajuda)
  28. ESPOSEL CARNEIRO DE MESQUITA, PAULA. «AS VERDADES DA COMISSÃO DA VERDADE E RECONCILIAÇÃO DA ÁFRICA DO SUL» 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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