Zulu Dawn

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Zulu Dawn
 Reino Unido
1979 •  cor •  115 min 
Direção Douglas Hickox
Produção Nate Kohn
James Faulkner
Roteiro Cy Endfield
Anthony Story
Elenco Burt Lancaster
Peter O'Toole
Simon Ward
Bob Hoskins
Género guerra
Música Elmer Bernstein
Distribuição Paramount Pictures (EUA)
Embassy Pictures
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

Zulu Dawn é um filme britânico de 1979 do gênero filme de guerra, dirigido por Douglas Hickox, com Burt Lancaster, Peter O'Toole, Simon Ward, Bob Hoskins e Denholm Elliott nos papeis principais. Baseado no livro de Cy Endfield de mesmo nome, mostra a derrota britânica na Batalha de Isandhlwana em 1879 na África do Sul. O escritor e diretor Cy Endfield, já havia realizado o filme Zulu em 1964, prequela de Zulu Dawn.[1]

O livro no qual se baseia o filme foi escrito por Cy Endfield, que colaborou no roteiro com Anthony Story e que já havia dirigido Zulu em 1964.

Enquanto o fime Zulu relatava a vitoria britânica em Rorke's Drift de 23 de janeiro de 1879, Zulu Dawn mostra a derrota britânica na Isandhlwana, batalha do dia anterior, em 22 de janeiro.

Argumento[editar | editar código-fonte]

A história se desenvolve nas colonias inglesas da África do Sul, na província de Natal, em janeiro de 1879. A primeira parte gira em torno dos administradores e oficiais da Colônia do Cabo, destacando a arrogância suprema de Lord Chelmsford e Sir Henry Bartle Frere, que desejam criar una via de transporte cruzando o Império zulu, para servir como um atalho para a emergente indústria mineira da Colônia do Cabo.

Ansioso por aniquilar os zulus, Bartle Frere da um ultimátum impossivel ao seu rei, Cetshwayo, mandando-lhe que disolva seu império. Cetshwayo o rechaça, proporcionando asim à Colonia do Cabo um pretexto para invadir as terras zulus. Apesar das objeções dos principais membros da alta sociedade da colonia e da Grã Bretanha, Bartle Frere autoriza Lord Chelmsford à dirigir uma força de invasão britânica sobre o império zulu.

A segunda parte do filme se concentra na invasão britânica da terra zulu e na consequente batalha de Isandhlwana. O exército britânico invasor, carregado com uma imensa cadeia de carros de provisões, invade a terra zulu e marcha em direção a Ulundi, a capital. As forças britânicas, ansiosas para enfrentar uma grande batalha em que podem testar a sua tecnologia militar avançada contra o vasto exército zulu, se viram progressivamente frustradas ante a negativa zulu de atacar aos britânicos, e a contenda se reduziu a algumas pequenas escaramuças entre exploradores britânicos e zulus.

Preocupados porque suas linhas de reforço se estavam inquietando e porque o exército principal zulu estava demasiado silencioso, as tropas britânicas começaram a torturar guerreiros zulus que tinham capturado, num esforço por descobrir a localização e as táticas do exército zulu. Situado na metade do caminho até Ulundi, Chelmsford detém o seu exército ao pé do Monte Isandhlwana, ignorando o conselho do séquito boer de atrincheirar o acampamento e atrasar seus carros de provisionamento, deixando-o perigosamente exposto.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]