Canal Viva

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Canal Viva
Globosat Programadora Ltda.
Tipo Canal de televisão por assinatura
País  Brasil
Fundação 18 de maio de 2010 (8 anos)
Pertence a Globosat
Proprietário Grupo Globo
Presidente Daniela Mignani[1]
Cidade de origem Rio de Janeiro, RJ[2]
Sede Rio de Janeiro, RJ
Estúdios Rio de Janeiro
Slogan Emoção que não acaba
Formato de vídeo 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Audiência 0,26 pontos (2017)[3]
Cobertura 100% do território nacional (via satélite)
Página oficial canalviva.globo.com
Disponibilidade por satélite
Claro TV
Canal 43[4]
Canal 543 (HD)[4]
Vivo TV
Canal 36 (HD) (Satélite Intelsat 34)
Canal 360
Canal 804 (HD)
Algar TV
Canal 336
Canal 936 (HD)
Oi TV
Canal 36 (HD) (Satélite SES-6)
Canal 36
Canal 537 (HD)
Sky
Canal 43
Canal 443 (HD)
Disponibilidade por cabo
NET
Canal 43[5]
Canal 543 (HD)[5]
Vivo TV
Canal 543 (HD)
TV Alphaville
Canal 43 (HD)
Disponibilidade digital
Globosat Play
Assistir ao vivo

Viva é um canal de televisão por assinatura brasileiro, que faz parte do Grupo Globo e programada pela Globosat. Foi inaugurado no dia 18 de maio de 2010 e está presente nas operadoras de televisão a cabo e satélite NET, TV Alphaville, Sky, Claro TV, Vivo TV, Oi TV e Algar TV.[6] O foco da emissora é no entretenimento, para isso, exibe minisséries, seriados, filmes dublados, pegadinhas, novelas e programas de variedades que estão no ar ou foram produzidos pela Rede Globo e pelo canal GNT.

O Viva foi um dos canais pagos líderes de audiência entre o fim de 2010 e o primeiro semestre de 2011 quando reprisava a telenovela Vale Tudo, que foi ao ar originalmente entre 1988 e 1989 com o mistério "Quem matou Odette Roitman?". O canal também fez logo sucesso com a novela Por Amor, tendo ido ao ar originalmente entre 1997 e 1998 que falava sobre a questão "do que uma mãe é capaz de fazer por amor a uma filha". Já em seus primeiros meses de atividade, o canal atingiu a 16ª colocação entre os mais assistidos da TV paga brasileira e em 2012 estava na 9a colocação, ainda que estivesse disponível em apenas 30% dos domicílios assinantes (de acordo com a base do Ibope). Para 2013, o canal apostou na reexibição de uma das minisséries mais recentes da emissora global, que chegou a ser indicada ao Emmy, Maysa - Quando Fala o Coração, no ar originalmente em 2009.[7] Em 2013, também criou sua primeira produção original, com quatro novos episódios do Sai de Baixo.[1] No ano de 2014, numa parceria com a Rede Globo, faz com que transmita o Desfile das campeãs do Rio-São Paulo, além do acesso paulistano.[8]

Programas[editar | editar código-fonte]

O canal tem grande ênfase na exibição de produções dramatúrgicas da Rede Globo, como novelas, séries e minisséries — incluindo as tramas de sucesso nas faixas das seis, sete e oito, séries de humor e tramas infantis, além de produções exibidas dentro do Fantástico como interprogramas.[9] Também transmitem programas de auditório e programas de variedades. Até 2017, tais atrações eram exibições de programas recentes, sendo substituídas por programas de suas primeiras exibições.

Slogans[editar | editar código-fonte]

  • 2010-2014: Do Seu Jeito
  • 2014-2018: As Melhores Surpresas
  • 2018-presente: Emoção Que Não Acaba

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Profissionais ligados à área de teledramaturgia, tanto os que trabalham na Globo e hoje estão fora da emissora, reclamam que não recebem pelo uso de suas imagens nas reapresentações no Canal Viva.[10][11] Para estes profissionais, ainda que o Viva pertença à Globosat e ao Grupo Globo, a empresa deve pagar os direitos ao elenco da produção, este teria sido assunto nas reuniões de um grupo liderado por Antônio Fagundes, que visa cobrar melhores condições de trabalho.[11] Segundo três atores ouvidos pelo Blog Mundo da TV, mantido por Fernando Oliveira do R7, o Viva compra o conteúdo licenciado da Globo, sendo ela, portanto, que deveria pagá-los. Uma vez que ela é atual empregadora de boa parte dos atores e já os remunera, forma-se então um impasse jurídico.[11] No entanto, a coluna de Flávio Ricco consultou tanto o Viva quanto a Globo para obter respostas. A Globo declarou que todos recebem pelas reprises e que os pagamentos acontecem normalmente, já o Viva informa que não tem nenhuma obrigação de pagar direitos para autores, atores ou demais pessoas envolvidas, e justifica por que: "O contrato do Viva é de licenciamento do conteúdo da TV Globo e de outros fornecedores internacionais ou de produtoras independentes. Pagamos pelo conteúdo. Os fornecedores, como a TV Globo, BBC, CBSG etc, são responsáveis pelo pagamento dos direitos a seus contratados".[10]

Referências

  1. a b Telepadi. 21 de novembro de 2016 http://telepadi.folha.uol.com.br/diretora-do-gnt-dani-mignani-assume-tambem-canal-viva/  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  2. «Canal Viva é lançado no Rio». G1. 15 de maio de 2010 
  3. Ricco, Flávio (31 de janeiro de 2018). «Verdade dos números: Cartoon Network liderou a audiência da TV paga em 2017». Coluna Flávio Ricco. Consultado em 13 de maio de 2018. 
  4. a b «Grade de canais "Juntinhos"». clarotv.claro.com.br 
  5. a b «Grade de canais "Juntinho"». www.netcombo.com.br 
  6. «Consulte o número do canal na sua operadora». Viva. 20 de agosto de 2012. Consultado em 23 de janeiro de 2013. 
  7. «Globo faz acordo com equipe do canal Viva para não perder público; "Hilda Furacão" será reprisada em agosto». NaTelinha. 30 de julho de 2010. Consultado em 30 de julho de 2010. 
  8. Canal Viva (28 de outubro de 2013). «VIVA se une à TV Globo para transmitir o carnaval 2014». 15:29. Consultado em 29 de dezembro de 2013. 
  9. http://natelinha.ne10.uol.com.br/noticias/2015/06/19/viva-reestreia-o-programa-gente-inocente-90021.php
  10. a b Flávio Ricco; José Carlos Nery (27 de janeiro de 2014). «Viva explica por que não paga atores por reprises». UOL. Consultado em 16 de junho de 2014. 
  11. a b c Fernando Oliveira (16 de junho de 2014). «Atores da Globo compram briga com o Canal Viva e exigem pagamento por reprises». Blog Mundo da TV. R7. Consultado em 16 de junho de 2014. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]