Invasão mongol da Ásia Central

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A Invasão mongol da Corásmia durou entre 1219 a 1221. Marcou o início da conquista mongol dos estados islâmico e também expandiu as invasões mongóis, as quais culminaram na conquista de virtualmente todo o mundo conhecido exceto Europa Ocidental, Escandinávia, Península Arábica, norte da África, parte do sudeste asiático e Japão.

Ironicamente, Gengis Cã não intencionava invadir o Império Corásmio. De início o cã mongol originalmente enviou uma mensagem ao governante do Império Corásmio, Jalaladim Mingburnu, congratulando-o como seu equivalente: "Você governa o sol nascente e eu o sol poente". A unificação original dos mongóis de todos os "povos em tendas de feltro" unindo as tribos nômades na Mongólia, e então turcomenos e outros povos nômades, começou com uma relação relativamente pacífica, e praticamente nenhuma perda material. Mesmo suas invasões da China, a este ponto, envolveu não mais derramamento de sangue que outras invasões nômades, tais como as que os hunos promoveram antes, causaram.

Acredita-se a invasão e a total destruição e completa devastação do Império Corásmio que os mongóis ganharam a fama de serem ferozes sanguinários que os marcaria por todas as suas campanhas posteriores. Nesta guerra de pouco menos de dois anos, não apenas um poderoso Império foi destruído por completo. Gengis Cã introduziu ao mundo táticas que não seriam vistas até que os alemães as utilizaram na Segunda Guerra Mundial – ataques indiretos e completa e total destruição e aniquilação de populações inteiras como arma de guerra.