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Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos

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O Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos (IANT) foi criado em 1945, após a nacionalização da Assistência Nacional aos Tuberculosos[1].

A este organismo, criado durante o Estado Novo, competia coordenar, orientar e fiscalizar a acção profiláctica e terapêutica no combate à tuberculose, estimular as iniciativas particulares nesse sentido, criar e manter os estabelecimentos e serviços considerados necessários para completar e suprir a assistência particular[2].

No IANT, foi integrado a Assistência Nacional aos Tuberculosos criada por D. Amélia, rainha de Portugal, em 1899 pela Lei de 17 de Agosto[3]. Na época, o total de mortes por tuberculose era estimado em 15 a 20 mil (o equivalente a uma taxa de 297 a 396 por 100 mil habitantes).

Teve na sua posse vários sanatórios marítimos[4]:

  • Sanatório do Outão, inaugurado a 6 de Julho de 1900;
  • Sanatório Dr. José de Almeida, Carcavelos, fundado a 24 de Agosto de 1902.

Ligações externas

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Referências

  1. PORTUGAL. Decreto-Lei nº. 35108. Diário do Governo, Série I. 247 (1945-11-07).
  2. ALMEIDA, Andreia (2017). A Saúde no Estado Novo de Salazar (1933-1968): Políticas, Sistemas e Estruturas. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
  3. «ARSLVT / Breve Resumo Histórico e Enquadramento Actual». Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Consultado em 27 de Abril de 2014. Cópia arquivada em 18 de Março de 2011
  4. Joana Filipa Garcia Nunes (2015). Sanatório do Outão : a evolução da arquitectura no combate à tuberculose. [S.l.]: Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra
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