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Os Sapos: diferenças entre revisões

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'''Os Sapos''' é um poema escrito por [[Manuel Bandeira]], à moda da poesia de [[Jules Laforgue]], lido entre vaias e gritos da platéia na [[Semana de Arte Moderna de 1922]], tendo se convertido em um clássico da poesia moderna brasileira, citado em todos os livros didáticos sobre [[Literatura Brasileira]] do século XX.
'''Os Sapos''' é um poema escrito por [[Manuel Bandeira]], à moda da poesia de [[Jules Laforgue]], lido entre vaias e gritos da platéia na [[Semana de Arte Moderna de 1922]], tendo se convertido em um clássico da poesia moderna brasileira, citado em todos os livros didáticos sobre [[Literatura Brasileira]] do século XX. MEU SEMEN NO SEU C U


==A leitura do poema==
==A leitura do poema==

Revisão das 22h47min de 12 de maio de 2014

Os Sapos é um poema escrito por Manuel Bandeira, à moda da poesia de Jules Laforgue, lido entre vaias e gritos da platéia na Semana de Arte Moderna de 1922, tendo se convertido em um clássico da poesia moderna brasileira, citado em todos os livros didáticos sobre Literatura Brasileira do século XX. MEU SEMEN NO SEU C U

A leitura do poema

Considerado o momento mais sensacional da Semana de Arte Moderna de 1922, que se deu, na verdade, em três noites, a leitura do poema "Os Sapos" ocorreu na segunda noite, quando Ronald de Carvalho leu o poema de Bandeira, que não comparecera ao teatro por motivos de saúde. O poema é uma ironia corrosiva aos parnasianos, que ainda dominavam o gosto do público brasileiro. A platéia reage através de vaias, gritos, patadas, interrompendo a sessão[1].

O poema e seu significado cultural

Com sua iconoclastia pesada, o poema, desenvolvido à moda da poesia de Jules Laforgue, incluindo além da voz de um narrador, ou eu-lírico, a voz de outros interlocutores (representando os poetas parnasianos através da voz "dos sapos"), delimita o fim de uma época cultural.

Referências

Ligações externas

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