Água virtual

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O conceito de "'água virtual"' representa: o comércio indireto de água dos produtos.[1] Foi criado por John Anthony Allan, professor da School of Oriental & African Studies da University of London.

Em relação ao conceito de água virtual,há quem discorde. Algumas pessoas contestam que nem toda a água utilizada para produção de um bem permanece nele até o final, ou seja, no caso da produção agrícola o cultivo de determinada cultura requer nenhuma quantidade de água, entretanto nas etapas de produção muita água utilizada no processo, evapora ou condensa e retorna ao ciclo da água, não estando mais contida portanto, na conta inicial da água utilizada no processo. Ainda assim, o conceito de água virtual ou de água viva torna-se cada vez mais recorrente, em especial por esse constituir um bem cada vez mais escasso. Em alguns locais, a quantidade de água virtual de um produto torna-se fator determinante para sua produção. No caso da Europa, alguns países optam por não produzir determinadas culturas que demandam de uma quantidade bastante expressiva de água em sua produção, como o melão ou a banana, dentre outros. Sendo a água um elemento escasso, não compensaria exportá-la na produção de produtos que abasteceriam outro país.

Bibliografias[editar | editar código-fonte]

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/agua-virtual-como-fazer-conta-577221.shtml

http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=1837

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,agua-virtual,695364,0.htm

http://rizomas.net/cultura-escolar/material-didatico/biologia/234.html

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

http://www.waterfootprint.org/?page=files/home

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Diálogos em ambiente e sociedade no Brasil, Volume 2