Álvaro Faria

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Álvaro Faria
Nascimento 6 de julho de 1954 (64 anos)
Nacionalidade portuguesa
Ocupação Ator, encenador e autor
IMDb: (inglês)

Álvaro Faria (6 de Julho de 1954) é um actor, encenador e autor português. Usando o nome de Álvaro Pereira, é também grande-mestre de Xadrez por Correspondência.

Actor[editar | editar código-fonte]

Iniciou-se como actor profissional em finais de 1973, na Companhia do Teatro Nacional (Empresa Rey Colaço-Robles Monteiro), na altura sediada no Teatro da Trindade, representando o papel do cego Donato, na peça O Concerto de Santo Ovídio, de António Buero Vallejo, numa encenação de José Osuna. Devido a problemas com a censura, o espectáculo, pronto em Dezembro, só estreou em Janeiro de 1974. Desde então, participou em dezenas de peças, filmes (longas e curtas-metragens, telefilmes e, a nível de voz, filmes de animação), programas televisivos (teatro, séries, telenovelas, programas para crianças, etc.) e radiofónicos (peças, folhetins, etc.) e outras actividades.

Representou autores como Gil Vicente, António Ferreira, Almeida Garrett, Almada Negreiros, Bernardo Santareno, Shakespeare, Christopher Marlowe, Lope de Vega, Molière, Sean O’Casey, Eduardo de Filipo, Brecht, Eugene O'Neill, Tennessee Williams, Witckiewicz, Gombrowicz, Jean Anouilh, Peter Weiss, etc. Efectuou digressões à Madeira, Açores, Brasil, Estados Unidos, México e França. Participou em numerosas sessões de poesia e lançamentos de livros e apresentou-se diversas vezes como contador de histórias. [1]

Apareceu em «Origens», a segunda novela portuguesa. Ficou sobretudo conhecido do grande público como um dos protagonistas da série "Jornalistas", transmitida pela SIC (1997/98).

Encenador[editar | editar código-fonte]

Como encenador, estreou-se em 1983, tendo-se dedicado, sobretudo, ao teatro para crianças e adolescentes.[2]

Autor[editar | editar código-fonte]

Como autor, escreveu mais de uma dezena de peças levadas à cena (algumas em parceria) e ainda guiões (para cinema, documentários, etc.), obras para rádio, etc. A Campo de Letras lançou em 2003 o monólogo «A História de Suleiman» da sua autoria [3]. Em 2009 foi editado o livro para crianças «O Berbicacho» através da editora Lua Mágica. [4]

Xadrezista[editar | editar código-fonte]

Paralelamente, e com o nome de Álvaro Pereira, desenvolveu uma carreira no campo do xadrez, quer como jogador (sobretudo, na modalidade por correspondência: Grande-Mestre Internacional, 5.º classificado no XIII Campeonato do Mundo, primeiro tabuleiro e capitão da selecção nacional que foi 5.º na IX Olimpíada, etc.), quer como organizador, treinador, pedagogo, dirigente, comentador e jornalista. É o recordista ibérico de simultâneas às cegas (Figueira da Foz, 1975 - 26 tabuleiros, 14 vitórias, 11 empates, 1 derrota).

Tem publicados dois livros de xadrez, ambos pela Caminho. [5]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  • «O desempenho memorável de Álvaro Faria, uma pérola escondida do cinema nacional» [6]
  • «Rupofobia chega ao grande ecrã» [7], Kaminhos magazine
  • «Rupofobia no Eurochannel» [8], Jornal O Interior
  • «Felizmente não é Natal» com Lourdes Norberto, Manuela Maria, Paula Lobo Antunes e Álvaro Faria [9]
  • XIII Campeonato do Mundo de Xadrez por Correspodência [10], International Correspondence Chess Federation
  • Recorde ibérico de simultâneas às cegas (p. 16) [11]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]