Órgão de cores

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Teclado Scriabin

O termo órgão de cores refere-se a uma tradição de dispositivos mecânicos (século XVIII), e depois eletromecânicos, construídos para representar sons ou acompanhar a música em mídias visuais—por qualquer número de maneiras. No começo do século XX, uma tradição de órgão de cores silencioso (Lumia) se desenvolveu. Nos anos 1960~1970, o termo "órgão de cores" tornou-se popularmente associado com dispositivos eletrônicos que respondiam a entradas de música com exibições luminosas. O termo "órgão de luz" é cada vez mais usado para estes dispositivos, permitindo que "órgão de cores" retome seu significado original.

Desenvolvimento inicial[editar | editar código-fonte]

Em 1877, o artista e inventor estadunidense Bainbridge Bishop consegue uma patente para seu primeiro Órgão de Cores.[1] Os instrumentos eram acessórios iluminados designados para que os órgãos de tubo pudessem projetar cores coloridas em uma tela em sincronia com a realização musical. Bishop construiu três unidades deste instrumento; todos foram destruidos por incêndios, incluindo um na cada do P. T. Barnum.[2]

Em 1893, o pintor britânico Alexander Wallace Rimington inventou o Clavier à lumières.[3][4][5] Seu órgão de cores atraiu bastante atenção, incluindo a de Richard Wagner e Sir George Grove.[6]

Referências

  1. US patent #186298
  2. Bainbridge Bishop, A Souvenir of the Color Organ, with Some Suggestions in Regard to the Soul of the Rainbow and the Harmony of Light. 1893 pamphlet
  3. GB 189324814 
  4. Articles on Rimington from The Strand Arquivado em 26 de junho de 2004, no Wayback Machine. including Colour organ photos
  5. Rimington, Alexander Wallace, Colour-Music The Art Of Mobile Colour.
  6. Brougher, Kerry; Judith Zilczer; Jeremy Strick; Ari Wiseman; Olivia Mattis (2005). Visual Music: Synaesthesia in Art and Music Since 1900. [S.l.]: Thames & Hudson