Alfredo Fressia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Alfredo Fressia
Nascimento 2 de agosto de 1948
Montevidéu
Nacionalidade Uruguai
Ocupação Poeta e professor

Alfredo Fressia (Montevidéu, 2 de agosto de 1948) é um poeta, ensaísta, tradutor e professor uruguaio[1].

Trajetória[editar | editar código-fonte]

Formado como professor de Literatura e Língua Francesa, Alfredo Fressia dá aulas em Montevidéu até 1976, ano em que a ditadura uruguaia o destitui. A partir de então instala-se em São Paulo, Brasil, onde continua dedicado à poesia e ao ensino. Desde o fim da ditadura, em 1985, Fressia volta sistematicamente a Montevidéu, onde reside ao menos dos meses por ano. Exerceu o jornalismo cultural em várias mídias do Uruguai (Suplemento Cultural de El País), Brasil (Folha de S. Paulo) e México (La Jornada Semanal). Foi editor da revista mexicana de poesia La Otra, na edição impressa, desde 2008 até 2013.[2] A 24 de outubro de 2018 a Câmara dos Vereadores de Montevidéu outorga a Alfredo Fressia o título de Cidadão Ilustre da sua cidade natal e em 1o. de dezembro do mesmo ano recebe el Prêmio Morosoli pela trajetória na categoria Poesia.

Obras[editar | editar código-fonte]

Un esqueleto azul y otra agonía. Ediciones de la Banda Oriental. Montevidéu. 1973. Primeiro Prêmio Nacional do Ministério de Educação e Cultura, Uruguai.

Clave final. Ediciones del Mirador. Montevidéu. 1982.

Noticias extranjeras. Ediciones del Mirador. Montevidéu. 1984.

Destino: Rua Aurora. Original português: Edição do Autor. São Paulo. Primeira e segunda edições. 1986. Versão em espanhol. Mafia Rosa. Cidade do México. 2012. Nova versão em português. Lumme Editor. São Paulo. 2012.

Cuarenta poemas. Ediciones de UNO. Montevidéu. 1989. Edições Lisboa. Buenos Aires, 2018.

Frontera móvil. Aymara. Coleção Arequita. Montevidéu. 1997. Prêmio Nacional do Ministério de Educação e Cultura[3].

El futuro/O futuro. Edición bilíngüe. Versão portuguesa de Hermínio Chaves Fernandes. Edições Tema. Lisboa (Portugal). 1998. Plaquette com desenhos de Francisco dos Santos. Lumme Editor. São Paulo. 2012.

Amores impares. Collage de poesia criado sobre textos de nove poetas uruguaios. Aymara. Coleção Cuestiones. Montevidéu. 1998.

Veloz eternidad. Vintén Editor. Montevidéu. 1999. Prêmio do Ministério de Educação e Cultura.

Eclipse. Cierta poesía 1973-2003. Civiles iletrados. Montevideo-Maldonado. 2003. Alforja Conaculta-Fonca, Coleção Azor, México D.F., 2006. Melón Editora. Buenos Aires. 2013.[4]

Ciudad de papel. Crónicas en movimiento. Trilce. Montevidéu. 2009.

Senryu o El árbol de las sílabas. Linardi y Risso. Col. La hoja que piensa. Montevidéu, 2008. Prêmio Bartolomé Hidalgo 2008.[5]

Canto desalojado. Antologia bilíngüe, organizada e traduzida ao portugués por Fabio Aristimunho Vargas, prefaciada por Dirceu Villa e epilogada por Rodrigo Petronio. Lumme Editor. São Paulo, 2010.

El memorial de hombres que me amaron. Mafia Rosa. Cidade do México. 2012. Edições Cuadernos del Sur. Tacna, Peru. 2018.

Poeta en el Edén. Prefácio de Hernán Bravo Varela. La Cabra Ediciones. Coleção del Mirador. Cidade do México. 2012. Civiles iletrados. Montevidéu. 2012. Editora Lisboa. Buenos Aires. 2016.

Homo Poemas. Trópico Sur. Punta del Este. 2012.

Cuarenta años de Poesía. Ediciones Lo Que Vendrá. Montevidéu. 2013.

Clandestin. L'Harmattan. Paris. 2013.

Susurro Sur. Valparaíso México. Cidade do México. 2016.

La mar en medio. Prefácio de Horacio Cavallo, Postfácio de Álvaro Ojeda. Editora Lisboa. Série Cantábrico. Buenos Aires, 2017. Editora Civiles iletrados. Coleção Ojo de Rueda. Montevidéu. 2017.

Terra incognita. Edições Caletita. Coleção Las Vaquitas Flacas. Monterrey. 2017.

Radici del Paradiso. Antologia bilíngue organizada pelo prefaciador e tradutor Carmelo Andrea Spadola. Edição Fili d'Aquilone. Roma. 2018.

Sobre roca resbaladiza. Recuerdos y reflexiones de un poeta. Editorial Lisboa. Série Territorios-Memorias. Buenos Aires, 2019.

Algumas traduções[editar | editar código-fonte]

Trinta e três poemas de Josefina Plá. Introdução, seleção e tradução para o português de Alfredo Fressia. Edição bilíngüe. Edições Fluviais. Lisboa (Portugal). 2002.

Poema sucio. En el vértigo del día, de Ferreira Gullar. Tradução de Poema sujo. Corregidor, Buenos Aires. 2008.

Animal transparente, de Ferreira Gullar. Tradução e Prólogo de Alfredo Fressia. La Cabra Ediciones – Conarte Nuevo León. Col. Azor. Monterrey, México, 2009.

Jonas, de Hughes Labrusse. Les Éditions TRANSIGNUM. Caen, Normandie, 2014

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Entrevista a Alfredo Fressia

Entrevista em La Otra, revista de poesia

Entrevista em Cronópios

Entrevista na revista Escáner

Entrevista na revista Agulha

Entrevista no programa Café Negro, da Tv Ciudad de Montevidéu

Filme documentário: Alfredo Fressia, la frontera móvil, do cineasta Juan Pablo Pedemonte

Referências

  1. El País (Uruguay). «Cultural». Consultado em 3 de setembro de 2015 
  2. La otra. «Revista impresa en línea». Consultado em 5 de setembro de 2015 
  3. Peyrou, Rosario. «Jornal de poesía». Frontera móvil, de Alfredo Fressia: historias de dos ciudades. Consultado em 5 de setembro de 2015 
  4. Agulha-Revista-de-Cultura. «Cartografía espiral para un eclipse Luis Bravo». Consultado em 5 de setembro de 2015 
  5. Ibuk, biblioteca de poesía. «Alfredo Fressia». Consultado em 5 de setembro de 2015 
Ícone de esboço Este artigo sobre um poeta ou uma poetisa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.