Alteburga de Oldemburgo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Alteburga
Duquesa de Oldemburgo
Princesa Hereditária de Waldeck e Pyrmont
Cônjuge Josias, Príncipe Hereditário de Waldeck e Pyrmont
Descendência Margarida, Condessa de Erbach-Erbach
Alexandra, Princesa Boto de Bentheim e Steinfurt
Ingrid de de Waldeck e Pyrmont
Wittekind, Príncipe de Waldeck e Pyrmont
Guda, Sra. Horst Dierkes
Casa Holstein-Gottorp
Waldeck e Pyrmont
Nascimento 19 de maio de 1903
  Oldemburgo, Grão-Ducado de Oldemburgo (atualmente na Baixa Saxônia, Alemanha)
Morte 16 de junho de 2001 (98 anos)
  Bad Arolsen, Alemanha
Enterro Cemitério Principesco, Rhoden, Saxônia-Anhalt, Alemanha
Pai Frederico Augusto II, Grão-Duque de Oldemburgo
Mãe Isabel de Mecklemburgo-Schwerin


Alteburga Maria Matilde Olga de Oldemburgo (em alemão: Altburg Marie Mathilde Olga; Oldemburgo, 19 de maio de 1903Bad Arolsen, 16 de junho de 2001)[1][2] foi uma duquesa de Oldemburgo por nascimento e princesa hereditária de Waldeck e Pyrmont pelo seu casamento com Josias, Príncipe Hereditário de Waldeck e Pyrmont.

Família[editar | editar código-fonte]

Alteburga foi a terceira filha, quinta e última criança de Frederico Augusto II, Grão-Duque de Oldemburgo e de Isabel de Mecklemburgo-Schwerin. Os seus avós paternos eram o grão-duque Pedro II de Oldemburgo e a princesa Isabel de Saxe-Altemburgo. Os seus avós maternos eram o duque Frederico Francisco II de Mecklemburgo-Schwerin e a princesa Maria de Schwarzburg-Rudolstadt.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em junho 1914, ela e sua irmã, Ingeborg, quase foram baleadas enquanto andavam de carro. Elas só perceberam o que havia acontecido quando o carro parou e descobriram a bala alojada no estofamento. [3]

Em 1918, seus pais perderam os seus títulos, devido ao Armistício de Compiègne.

Aos 19 anos, a duquesa Alteburga casou-se com o príncipe Josias, de 26 anos, no dia 25 de agosto de 1922, na cidade de Rastede, na Baixa Saxônia. Ele era filho de Frederico, Príncipe de Waldeck e Pyrmont e de Batilde de Schaumburg-Lippe.

O casal teve cinco filhos, quatro meninas e um menino.

Seu marido foi condenado a prisão perpétua no Julgamento de Buchenwald (a sentença foi, mais tarde, reduzida para vinte anos) pela sua participação no "plano comum" para violar as Leis e Costumes de Guerra no tratamento de prisioneiros de guerra detidos no campo de concentração de Buchenwald, mas acabaria por ser libertado depois de cumprir apenas três anos da pena, por motivos de saúde.

Ela ficou viúva em 30 de novembro de 1967.

A duquesa faleceu no dia 16 de junho de 2001, aos 98 anos de idade, e foi sepultada no Cemitério Principesco em Rhoden. [4]

Descendência[editar | editar código-fonte]

  • Margarida Sofia Carlota de Waldeck e Pyrmont (22 de maio de 1923 – 21 de agosto de 2003), foi esposa do conde francisco Augusto de Erbach-Erbach, de quem se divorciou em 1979. Teve dois filhos;
  • Alexandra Batilde Isabel Luísa Helena Ema de Waldeck e Pyrmont (n. 25 de setembro de 1924), casada com o príncipe Boto de Bentheim e Steinfurt, com quem teve dois filhos;
  • Ingrid de Waldeck e Pyrmont (n. 2 de setembro de 1933), não se casou e nem teve filhos;
  • Wittekind de Waldeck e Pyrmont (n. 9 de março de 1936), é chefe da casa de Waldeck e Pyrmont e é casado com a condessa Cecília de Goëss-Saurau, com quem teve três filhos;
  • Guda de Waldeck e Pyrmont (n. 22 de agosto de 1939), foi primeiro casada com o príncipe Frederico Guilherme de Wied, e depois casou-se com Horst Dierkes. Teve quatro filhos.

Títulos e estilos[editar | editar código-fonte]

  • 19 de maio de 1903 – 25 de agosto de 1922: Sua Alteza Duquesa Alteburga de Oldemburgo
  • 25 de agosto de 1922 – 16 de junho de 2001: Sua Alteza A Princesa Hereditária de Waldeck e Pyrmont
    • Título em pretensão: 26 de maio de 1946 – 30 de novembro de 1967: Sua Alteza A Princesa de Waldeck e Pyrmont

Referências

  1. «The Peerage». thepeerage.com 
  2. «My Heritage». myheritage.com.br 
  3. «Shot Hit Grand Duke's Car Missed Oldenburg's Daughters and Lodged in Upholstery» (PDF). timesmachine.nytimes.com 
  4. «Unofficial Royalty». unofficialroyalty.com