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Porto Pim

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(Redirecionado de Baía do Porto Pim)

Baía do Porto Pim
Porto Pim
A baía vista a partir do Monte da Guia em 2011
Localização Angústias, Horta, ilha do Faial
Oceano Oceano Atlântico
País Portugal
Região Açores
Coordenadas 38° 31′ 30″ N, 28° 37′ 32″ O
Mapa
Localização em mapa dinâmico

A Baía do Porto Pim é uma baía localizada no concelho da Horta, ilha do Faial, Açores.[1] Integra o Parque Natural do Faial.[2]

Situada junto ao centro urbano da Horta e delimitada a sul pelo Monte da Guia, a baía alberga uma praia e um conjunto de estruturas de valor histórico e patrimonial, entre as quais o Forte de São Sebastião da Horta, o Forte de Porto Pim, a Torre de Vigia do Porto Pim, o Portão do Mar de Porto-Pim e a Antiga Fábrica da Baleia do Porto Pim.[3][4]

Nas últimas décadas, a baía tem sido objeto de intervenções de requalificação e de reforço da proteção costeira, motivadas em parte pelos danos causados pela passagem do furacão Lorenzo, em 2019.[2]

História

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Antiga Fábrica da Baleia do Porto Pim, em 2011

Povoamento e baleação

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No século XV, foi nesta baía que desembarcaram os primeiros povoadores da ilha do Faial.[3]

Em 1939 foi constituída a SIMAL – Sociedade Industrial Marítima Açoriana, Lda., com o objeto de explorar o aproveitamento integral da baleia e de outras espécies marinhas, bem como o comércio dos respetivos subprodutos. A construção da fábrica no Monte da Guia teve início em 1941, tendo a laboração experimental começado em 1942. A unidade funcionou cerca de trinta anos, até 1974, tendo processado 1940 cachalotes, dos quais resultaram aproximadamente 44 000 barris de óleo.[4]

O interior do museu, em 2019

O conjunto foi adquirido pelo Governo Regional dos Açores em 1980 e classificado como imóvel de interesse público em 1984. Após obras de recuperação, reabriu em 2000 como Centro do Mar e, desde 2004, acolhe o Observatório do Mar dos Açores. Em 2010 passou a integrar o Complexo do Monte da Guia do Parque Natural do Faial. O antigo complexo industrial, hoje musealizado, conserva a maquinaria original e recebe cerca de 12 000 visitantes por ano.[4]

A Casa dos Dabney, em 2016

Em dezembro de 2025 foi ali instalado um novo espaço interpretativo dedicado ao património cultural e natural subaquático da Região, iniciativa do Observatório do Mar dos Açores destinada a reforçar a literacia do oceano e a promover modelos de turismo sustentável assentes no conhecimento do meio marinho.[5]

Junto à antiga fábrica da baleia situa-se a Casa dos Dabney, adquirida em 1854 por Charles Dabney, membro da família norte-americana que exerceu funções consulares na Horta e cuja presença marcou a vida da ilha no século XIX.[6]

Naufrágios

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A nau Nossa Senhora da Luz, que partira de Goa em fevereiro de 1615, afundou-se a 7 de novembro do mesmo ano nas imediações do Porto Pim, dando à costa destroços nos dias seguintes; estima-se que mais de 150 pessoas tenham perdido a vida no sinistro. A Coroa portuguesa organizou uma operação de salvamento da carga.[7]

A praia de Porto Pim, em 2010

Em agosto de 2022, identificou-se na areia parte do casco de uma embarcação até então desconhecida, apontada como exemplar de um tipo de navio característico da época moderna. A missão foi coordenada pelo Observatório do Mar dos Açores e pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com apoio da Escola do Mar dos Açores e da Direção Regional da Cultura, no âmbito do projeto CONCHA, financiado pela Comissão Europeia e dedicado às cidades portuárias atlânticas da época moderna.[7]

A mesma campanha incluiu a prospeção arqueológica do vapor inglês Main, igualmente afundado na baía do Porto Pim, em 1892.[7]

Geografia

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O Monte da Guia, ligado à restante ilha do Faial por um istmo, em 2010

A baía localiza-se na costa sudeste da ilha do Faial, na freguesia das Angústias, próxima da cidade da Horta.[8]

Encontra-se abrigada da ondulação e é dominada, no seu extremo meridional, pelo Monte da Guia, antigo aparelho vulcânico ligado ao restante da ilha por um istmo de areia.[3][8]

Na baía situa-se uma das maiores praias de areia da ilha do Faial, bem como o Forte de Porto Pim e a Torre de Vigia do Porto Pim. Ao longo da orla localizam-se ainda o Forte de São Sebastião e o Portão do Mar de Porto-Pim, que balizam o trecho da muralha marginal sujeito a intervenções de proteção costeira.[9]

O Portão do Mar de Porto Pim, em 2010

Em março de 2019, o deputado do PCP João Paulo Corvelo apresentou no parlamento regional um requerimento sobre as derrocadas ocorridas na via pedonal e viária que circunda o Monte Queimado, alertando para a insuficiência das medidas adotadas na estrada de acesso ao Monte da Guia, ao Aquário e à Fábrica da Baleia de Porto Pim, onde havia sido cortada uma das faixas de rodagem.[10]

Toponímia

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O topónimo figura na cartografia portuguesa pelo menos desde meados do século XVI.[1]

A origem do elemento «Pim» não se encontra documentada. O linguista José Pedro Machado aventou a hipótese de o mesmo estar relacionado com o apelido inglês «Pym», que ocorre também nas variantes «Pymm», «Pim» e «Pimm». O apelido inglês, admite-se que possa derivar do nome feminino «Euphemia», sendo, no entanto, mais aceite uma origem masculina a partir do inglês antigo «Pymma».[1]

Zona balnear

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Vista aérea da praia, em 2010

A praia do Porto Pim situa-se junto ao centro da cidade da Horta, na baía com o mesmo nome.[3]

A zona balnear dispõe de balneários e é vigiada durante a época balnear[8] e foi distinguida com a Bandeira Azul.[3]

A gestão da zona balnear, contígua à Paisagem Protegida do Monte da Guia, cabe à Secretaria Regional do Ambiente.[11]

Em 2024, na sequência do alerta de um popular, a Polícia Marítima retirou da água, na baía, uma mulher de 46 anos, residente na ilha do Faial, que viria a ser declarada morta no hospital; a investigação das circunstâncias da morte foi entregue à Polícia Judiciária.[12][13]

Aquário de Porto Pim

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O aquário (ao fundo), em 2010

Na baía funciona o Aquário de Porto Pim – Estação de Peixes Vivos, que dá a conhecer a biodiversidade marinha do arquipélago e integra a rede de centros ambientais da Região.[14][15]

Em 2015, foi noticiado o tratamento de uma tartaruga-comum (Caretta caretta) recolhida com várias lesões, num processo que envolveu o Parque Natural do Faial, o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores e a empresa Flying Sharks.[6][14][16]

Em 2019, o aquário encerrou, na sequência dos danos provocados pelo furacão Lorenzo, tendo a sua recuperação sido integrada nas obras posteriormente realizadas na baía.[2][17]

Em agosto de 2026, o aquário reabriu ao público na sequência da requalificação do complexo, que representou um investimento de cerca de 800 mil euros e abrangeu a reparação estrutural do edifício, a substituição de coberturas e pavimentos, a recuperação de paredes e de equipamentos eletromecânicos e a reconstrução do paredão de defesa costeira.[15][18]

Conservação e ambiente

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Vista aérea sobre a praia e a baía, em 2011

A baía integra o Parque Natural do Faial.[2]

Qualidade da água

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Em julho de 2019, a prática balnear foi interditada, em articulação com a Direção Regional dos Assuntos do Mar, após a deteção de contaminação bacteriológica na areia. As amostras foram recolhidas pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. A monitorização da qualidade da água passou a ser semanal, tendo as entidades regionais e municipais procurado identificar a origem da contaminação.[19]

Em agosto de 2023, a deteção de uma mancha de poluição junto à Antiga Fábrica da Baleia do Porto Pim levou à interdição parcial da praia até à realização de análises. A Secretaria Regional do Ambiente admitiu as hipóteses de contaminação por bactérias fecais ou de precipitação de proteínas associada à acumulação de fitoplâncton.[20] A Capitania do Porto da Horta e o delegado de saúde levantaram as restrições, depois de as análises da Secretaria Regional do Ambiente não terem confirmado a presença de bactérias acima dos limites legais.[11][21] Segundo a RTP Açores, foram então repostas as bandeiras verde e azul, mantendo-se interditada uma pequena zona junto à Antiga Fábrica da Baleia do Porto Pim.[22] Na sequência deste episódio, o Governo Regional anunciou uma obra de recuperação incidindo sobre cinco áreas distintas, que incluía a reparação das fossas sépticas dos balneários e do bar da praia e a recuperação do aquário, com conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2024.[17]

Em julho de 2026, a praia foi interditada a banhos, por decisão do delegado de saúde da Horta e da Direção Regional das Políticas Marítimas, após a deteção de uma bactéria nas análises efetuadas à água.[23] A interdição foi levantada a 27 do mesmo mês, depois de novas análises terem apresentado valores dentro dos parâmetros normais, sem que a origem da contaminação tenha sido identificada.[24] No mês seguinte, a praia foi de novo interditada, por decisão da delegada de saúde, após análises terem detetado valores bacteriológicos acima do limite legal, tratando-se da segunda interdição pelo mesmo motivo no espaço de um mês.[25]

Poluição marinha e ações de limpeza

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Em abril de 2017, o Observatório do Mar dos Açores e dois movimentos de cidadãos, a Brigada do Mar e o No More Plastics for the Azores, promoveram uma ação de limpeza da praia do Porto Pim, com recolha e triagem de resíduos por voluntários.[26]

Em setembro de 2020, a baía foi uma das três zonas de intervenção de uma ação de limpeza costeira e subaquática realizada na ilha do Faial. A iniciativa mobilizou 105 voluntários e permitiu recolher cerca de 1600 quilogramas de resíduos, tendo sido coordenada no âmbito do projeto Life IP Azores Natura, com o apoio da Capitania do Porto da Horta e da Estação Salva-vidas da Horta.[27]

Em dezembro de 2025, foram divulgados resultados de um estudo sobre a incidência de microplásticos em 19 ilhas da Macaronésia, segundo o qual mais de 80% da poluição detetada nas águas dos Açores tem origem externa. A praia do Porto Pim foi apontada como um dos pontos críticos identificados.[28]

Algas invasoras

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A praia coberta com algas, em 2020

A alga invasora Rugulopteryx okamurae, originária do Pacífico asiático, foi detetada nos Açores em 2019, junto ao porto de Ponta Delgada, admitindo-se que tenha sido introduzida por cascos de navios ou águas de lastro. Em julho de 2021 foi identificada na praia do Porto Pim, tendo a zona balnear perdido a Bandeira Azul.[29][30] Ainda em 2021, a acumulação de algas no areal motivou requerimentos parlamentares que questionaram o Governo Regional sobre as causas do arrojamento, a suficiência dos meios disponíveis e a existência de um plano de monitorização.[31][32]

Os arrojamentos tornaram-se recorrentes, obrigando a operações regulares de limpeza do areal.[33] Em maio de 2022, após uma dessas operações de remoção, realizada em articulação com a Câmara Municipal da Horta, o Governo Regional anunciou a intenção de protocolar com a Universidade dos Açores um estudo destinado a confirmar geneticamente a espécie, compreender o seu ciclo de vida e avaliar o potencial de valorização económica da biomassa.[34]

Em março de 2023, a Secretaria Regional do Ambiente investiu 200 mil euros na aquisição de maquinaria adequada à limpeza do areal, entregue à gestão do Parque Natural do Faial.[35] Em maio desse ano, o Serviço de Ambiente e Alterações Climáticas do Faial estimava terem sido já removidas da baía cerca de 10 000 toneladas de algas desde o início desse ano.[36]

Em abril de 2026, teve início na baía do Porto Pim um projeto-piloto promovido pela Direção Regional das Políticas Marítimas e pela Direção Regional do Ambiente, em parceria com uma empresa especializada, para testar barreiras flutuantes de contenção.[37][38]

Em junho de 2026, em resposta a um requerimento parlamentar, o Governo Regional afirmou não dispor de um plano de ação regional formalmente aprovado para a espécie nem de medidas eficazes de mitigação ou erradicação uma vez estabelecida em meio natural, indicando terem sido aplicados cerca de 50 mil euros na limpeza da praia do Porto Pim nos três anos anteriores.[39]

Em julho de 2026, um estudo multidisciplinar encomendado pelo Governo Regional e apresentado no Faial classificou a ocorrência como uma invasão biológica;[40] segundo o coordenador da investigação, a alga estava então presente em quase todas as ilhas do arquipélago, com exceção do Corvo, desenvolvendo-se até aos 40 metros de profundidade, sendo improvável o seu desaparecimento a curto prazo e devendo a estratégia centrar-se na minimização de impactos nas zonas balneares mais afetadas.[39]

Proteção da orla costeira

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Vista aera do Forte de Sao Sebastiao, em 2011

Em 2019, a passagem do furacão Lorenzo provocou danos nas infraestruturas da baía, designadamente no paredão de defesa da orla costeira.[2]

Em maio de 2025, realizou-se, no Reduto da Patrulha, a apresentação pública do estudo prévio da empreitada de proteção da baía de Porto Pim, elaborado pela Consulmar-Açores, em sessão presidida pelo Secretário Regional do Mar e das Pescas, Mário Rui Pinho, e pela Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral.[9][41]

Em julho de 2025, foi inaugurada a empreitada de Requalificação do Complexo de Infraestruturas de Porto Pim, que representou um investimento de cerca de 800 mil euros. A intervenção compreendeu a reconstrução do paredão de defesa entre a praia do Porto Pim e as instalações do aquário, a remodelação integral dos balneários e instalações sanitárias da praia e um conjunto de reparações no Aquário de Porto Pim, abrangendo coberturas, paredes, pavimentos, acessos, mobiliário e equipamentos eletromecânicos.[2][42]

A obra destina-se a reduzir os galgamentos na via marginal entre o Forte de São Sebastião e o Reduto da Patrulha, com um investimento de cerca de três milhões de euros e um prazo de execução previsto de um ano. A primeira fase abrange o reforço das fundações ao longo da muralha e a recuperação de elementos arquitetónicos. O estudo prévio contemplou ainda a construção de uma via pedestre marginal e de uma via de banhos, com zonas de solário e acesso ao mar.[9] Segundo a RTP Açores, o início dos trabalhos estava previsto para 2026.[43]

Cultura e eventos

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Dunas da praia, em 2010

A baía é um dos palcos da Semana do Mar, um evento turístico da ilha do Faial, realizado anualmente desde 1975. A festa da Senhora da Guia, que marca a abertura do programa, inclui uma procissão marítima do Porto Pim até ao porto da Horta, em honra da padroeira dos homens do mar.[44]

Em julho de 2025, a ilha do Faial acolheu a 13.ª edição da Regata Internacional de Baleeiras dos Açores, que reuniu equipas dos Açores e dos Estados Unidos em provas de vela e de remo em baleeiras tradicionais de madeira. A edição integrou a primeira prova do torneio de vela mista Amigos do Mar, em que seis embarcações com tripulações mistas do Faial, do Pico e dos Estados Unidos partiram da praia do Porto Pim, contornaram o Monte da Guia e terminaram em frente à marina da Horta.[45]

A praia é igualmente o local do tradicional primeiro banho do ano, que reúne banhistas no dia 1 de janeiro, independentemente das condições meteorológicas.[46]

A praia foi incluída numa seleção de praias dos Açores publicada pelo jornal britânico The Times[47] e referida pela revista italiana DOVE Viaggi, que a descreveu como um areal enquadrado por dunas.[48]

Ver também

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Referências

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  1. 1 2 3 Carlos Rocha (31 de maio de 2022). «A origem do topónimo Porto Pim (Faial, Açores)». Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2025
  2. 1 2 3 4 5 6 «Governo dos Açores inaugura empreitada de Requalificação do Complexo de Infraestruturas de Porto Pim». Portal do Governo dos Açores. 9 de julho de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026
  3. 1 2 3 4 5 «Praia de Porto Pim». VisitPortugal (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 17 de maio de 2026
  4. 1 2 3 «Porto Pim Whale Factory Museum». Rede de Museus e Coleções Visitáveis dos Açores (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2025
  5. «Património Subaquático: Antiga Fábrica da Baleia de Porto Pim acolhe novo espaço interpretativo». RTP Açores. 22 de dezembro de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 12 de junho de 2026
  6. 1 2 Luís Leal Miranda (26 de agosto de 2017). «24 horas na Horta». Time Out Lisboa. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2024
  7. 1 2 3 «Part of 17th-century trading sunken ship found in Faial, Azores». The Herald News (em inglês). O Jornal/Lusa. 9 de setembro de 2022. Consultado em 20 de agosto de 2026
  8. 1 2 3 «Praia de Porto Pim». Portal do Turismo dos Açores (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2026
  9. 1 2 3 «Berta Cabral anuncia lançamento do concurso público para a 1.ª fase da obra de reforço da proteção da orla costeira do Porto Pim». Portal do Governo dos Açores. 22 de maio de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026
  10. «PCP/Açores questiona executivo regional sobre derrocadas no Faial». TSF. Lusa. 26 de março de 2019. Consultado em 20 de agosto de 2026
  11. 1 2 «Praia de Porto Pim reaberta depois de conhecidos resultados das análises à água». Observador. Lusa. 19 de agosto de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 30 de abril de 2024
  12. «Corpo de mulher de 46 anos foi encontrado a boiar na baía do Porto Pim». RTP Açores. 25 de agosto de 2024. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de maio de 2026
  13. «Mulher resgatada do mar. Popular foi quem deu o alerta». Notícias de Coimbra. 25 de agosto de 2024. Consultado em 20 de agosto de 2026
  14. 1 2 Carlos Caldeira (3 de outubro de 2015). «Tartaruga-boba, espécie em perigo, recupera no Aquário de Porto Pim». Agricultura e Mar Actual. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 8 de maio de 2026
  15. 1 2 «Aquário de Porto Pim volta a abrir após 7 anos de portas fechadas». RTP Açores. 15 de agosto de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  16. «Açores exportam peixes vivos para Inglaterra e Japão». Bom Dia. 3 de março de 2016. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 13 de abril de 2016
  17. 1 2 «Obra de recuperação do Porto Pim vai incidir em cinco áreas distintas». RTP Açores. 23 de agosto de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 12 de abril de 2026
  18. «Aquário de Porto Pim reabre ao público após requalificação». Diário dos Açores. 18 de agosto de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  19. «Proibida ida à praia de Porto Pim, ilha do Faial». SIC Notícias. 18 de julho de 2019. Consultado em 20 de agosto de 2026
  20. «Açores: Praia Porto Pim interdita a banhos devido a contaminação da água». SIC Notícias. Lusa. 16 de agosto de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026
  21. «Levantada interdição a banhos na praia de Porto Pim, nos Açores». SIC Notícias. 19 de agosto de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 25 de julho de 2025
  22. «Praia do Porto Pim reaberta a banhos». RTP Açores. 20 de agosto de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
  23. «Praia de Porto Pim no Faial interdita a banhos devido a contaminação bacteriana». RTP Açores. 25 de julho de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  24. «Praia do Porto Pim reabre a banhos». RTP Açores. 27 de julho de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  25. «Praia do Porto Pim novamente interdita a banhos». RTP Açores. 21 de agosto de 2026. Consultado em 22 de agosto de 2026
  26. «Limpeza da praia de Porto Pim». RTP Arquivos. 29 de abril de 2017. Consultado em 20 de agosto de 2026
  27. «Mais de uma tonelada e meia de lixo recolhido em ação de limpeza costeira e subaquática na ilha do Faial». Autoridade Marítima Nacional. 30 de setembro de 2020. Consultado em 20 de agosto de 2026
  28. «Mais de 80% da poluição detetada nas águas dos Açores tem origem externa». RTP Açores. 16 de dezembro de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
  29. «Foi detetada uma nova espécie de alga invasora na região». RTP Açores. 12 de julho de 2021. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  30. «University of the Azores study finds difficulty combating invasive algae». PlusNews (em inglês). 24 de julho de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  31. «PSD/Açores questiona Governo sobre situação da Praia de Porto Pim». PSD/Açores. 7 de julho de 2021. Consultado em 20 de agosto de 2026
  32. «Porto Pim, no Faial: Bloco questiona Governo Regional». Esquerda.net. 5 de agosto de 2021. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2025
  33. «Algas tomam conta da praia do Porto Pim». RTP Açores. 24 de março de 2022. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
  34. «Secretário Regional do Ambiente visitou trabalhos de limpeza e remoção de algas da praia de Porto Pim». Praia Expresso. 13 de maio de 2022. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2022
  35. «Secretaria do Ambiente investiu 200 mil euros na aquisição de máquinas adequadas à limpeza do areal». RTP Açores. 27 de março de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
  36. «Faial ECCS cleans the sand at Porto Pim Beach». Parques Naturais dos Açores (em inglês). 26 de maio de 2023. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de setembro de 2025
  37. «Projeto-piloto no Faial pretende controlar o arrojamento da alga». RTP Açores. 21 de abril de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de maio de 2026
  38. «Barreira para conter e desviar as algas está a ser testada na baía de Porto Pim». Açoriano Oriental. 27 de abril de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 8 de maio de 2026
  39. 1 2 «Governo Admite Que Não Há Plano Autónomo Para Travar Alga Invasora Nos Açores - Diário Dos Açores» (em inglês). 16 de junho de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  40. «Investigadores classificam alga 'Rugulopteryx' como invasão biológica». RTP Açores. 23 de julho de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026
  41. «Apresentação do estudo prévio da empreitada de proteção da Baía de Porto Pim». Portal do Governo dos Açores. 21 de maio de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2026
  42. «Obras de recuperação do Porto Pim concluídas após estragos do Furacão Lorenzo». RTP Açores. 9 de julho de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 17 de março de 2026
  43. «Governo Regional vai investir 3M€ na proteção da orla costeira de Porto Pim». RTP Açores. 22 de maio de 2025. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de maio de 2026
  44. «Faial: The 39th Semana do Mar Festival will celebrate the sea – Azores». Portuguese American Journal (em inglês). 29 de julho de 2014. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de março de 2026
  45. David DeMille (5 de agosto de 2025). «U.S. and Azorean teams race historic whaleboats in Faial». The Standard-Times (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2025
  46. «Vento e frio não demoveu os corajosos banhistas do primeiro banho do ano na Praia do Porto Pim». RTP Açores. 1 de janeiro de 2026. Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 12 de maio de 2026
  47. «Best beaches in the Azores». The Times (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2026
  48. Giuliana Gandini (10 de agosto de 2026). «Azzorre: dove finiscono le mappe, comincia l'avventura». DOVE Viaggi (em italiano). Consultado em 20 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2026

Bibliografia

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