Braquicefalia

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Braquicefalia ou braquiocefalia ocorre quando a sutura coronal se funde prematuramente, causando um encurtamento longitudinal (eixo occipito-frontal) do diâmetro do crânio. A sutura coronal é uma junta fibrosa que une o osso frontal com os dois ossos parietais do crânio. Os ossos parietais formam as partes superior e laterais do crânio. Uma de suas variantes é a denominada Braquicefalia ou Braquiocefalia Posicional do lactante, deformação cranial que provoca um aplainamento uniforme na zona posterior do crânio descrevendo uma cabeça larga e lateralmente curta. Esta deformação costuma ser produto de uma postura prolongada numa só posição.

Aplicação evolutiva do termo[editar | editar código-fonte]

O termo braquicefalia também é usado para descrever por exemplo raças mongólicas setentrionais e seus descendentes mongolizados mais puros que possuem uma divergência evolutiva em que a largura das têmporas ampliada se reflete no crânio lateral e por mera consequência também em testes de QI (dependendo do grau de pureza genômica e evolutiva). Diverge da dolicocefalia há dezenas de milênios, já que esta última divergência evolutiva tem origem na raça branca e investiu num lóbulo frontal mais alto (enquanto o negroide puro ou proto-pigmoide e derivados em base genómica-evolutiva originalmente tinha frontal menor e inclinado com microestruturas divergentes e menos complexas). Foi uma tática evolutiva divergente que deu relativamente certo desde que surgiu, já que se estendeu naturalmente (antes por exemplo de meios de transportes antinaturais que portanto não se enquadram na análise de evolução natural) desde o Nordeste Europeu via alpinos setentrionais até o extremo sul da Patagónia pouco antes da chegada de Cristóvão Colombo, no século XV.

Ver também[editar | editar código-fonte]