Competência (informacional)

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O termo competência surgiu quando o homem sentiu a necessidade de saber controlar a produção e os trabalhadores individuais numa era onde a informação ganha uma importância primordial, tendo que reconhecer os valores adquiridos e as competências individuais de cada pessoa, no seu posto de trabalho, e no modo de gestão de qualificação. Segundo o pesquisador Joan Ferrés, o conceito de competência nasceu no mundo laboral, sendo posteriormente integrado ao mundo acadêmico. Entende-se por competência uma combinação de conhecimento, habilidades e atitudes que são consideradas necessárias para um determinado contexto.[1]

O desenvolvimento desta palavra se deu nos anos 80, por ter sido um período que estava se propondo regras de qualificação nas empresas para se empregar, tendo assim o termo competência um destacamento explicito que se relacionava diretamente com o termo responsabilidade. Nos anos 90, época onde estava tendo uma racionalização referente a conceitos e as modificações ocorridas no trabalho, devido à alta produção, o termo competência procurava métodos que o sustenta e que viesse a lhe expandir, houve com isso as realizações das primeiras pesquisas. Isso se intensificou e era motivo para grandes debates sociais, tomando assim o lugar da gestão de recursos humanos.

A palavra competência é hoje uma nova maneira de qualificar um indivíduo, tratando-se da qualificação do trabalho ou emprego. Com isso as empresas promoveram o surgimento das recompensas, ou podem-se dizer das variáveis, que dispõe para os trabalhadores que melhor se sobre sai no trabalho, ou seja, é uma pessoa competente. A cada dia o modo de trabalho vem se modificando devida essa nova evolução, ou seja, esse termo acompanhou as grandes fases históricas, no que diz respeito ao trabalhador, vindo desde a mão-de-obra, a própria natureza do trabalho.

O significado de competência se evolui também cada era[necessário esclarecer], sendo o período da Idade Média caracterizado pelo poder judiciário, como o julgamento de certas questões abordada pelas instituições, já com o passar do tempo foi caracterizada pelo significado da capacidade de alguém e o seu reconhecimento, depois deste significado veio outro que trabalha com a linguagem empresarial e prevalece até hoje, que seria a capacidade de um indivíduo de realizar determinados trabalhos. Nestes últimos anos[quando?] vem se intensificando o estudo desta palavra, pois estamos presenciando as novas tecnologias de informação e comunicação, tendo assim em muitas empresas trabalhadores que precisa se reciclar em relação a estas novas evoluções.

Tipos de classificação de competência[editar | editar código-fonte]

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A palavra competência é classificada em técnicas e em diferentes níveis, as técnicas são:

  • Competência Interpessoais: são processos interpessoais, onde o ser humano é analisado pelo seu comportamento, suas habilidades e pela sua capacidade de cooperação, numa empresa.
  • Competência Conceituais: o individuo é analisado pela sua criatividade, eficiência a solução de problemas e das habilidades de detectar as oportunidades e problemas potenciais.

A competência em diferentes níveis é caracterizada em:

  • Competência Individuais: refere-se aos trabalhos pessoais, ou seja, como conjunto de conhecimento de cada individuo, colocando-se em prática suas habilidades e atitudes. É ligada a competência interpessoais.
  • Competência Organizacional: são valores atribuídos às empresas, que proporciona vantagens competitivas, tendo-se a combinação de aptidões, e isso faz com que a clientela tenha nas mãos o poder de decisão.

Alfabetização informacional[editar | editar código-fonte]

A educação de usuários dentro das unidades de informação visa oferecer ferramentas para prepará-los de modo que possam desenvolver novas habilidades para interagir da melhor forma com o ambiente informacional, principalmente em meio virtual pois ainda ha usuários despreparados para lidar coma enorme gama de informações. Através da alfabetização informacional, os cidadãos tornam-se mais capacitados para interagir provedores de informações efetivamente e desenvolver o pensamento crítico e as aptidões para aprendizagem ao longo da vida e também para socialização e colocação em prática de cidadania ativa.[2]

A função educativa da biblioteca esta na elaboração de ações planejadas de uso dos recursos disponíveis como os livros do acervo, novas fontes de informação e saber diferenciar as fontes relevantes e seguras, com base no seu objetivo ou necessidade. Como afirma Campello, segundo o novo Information Power há nove critérios que devem ser estabelecidos para obter sucesso na busca pelo desenvolvimento da competência informacional, e eles estão divididos em 3 grupos:

Competência informacional

  • O aluno que tem competência informacional acessa a informação de forma eficiente e efetiva.
  • O aluno que tem competência informacional avalia a informação de forma crítica e competente.
  • O aluno que tem competência informacional usa a informação com precisão e com criatividade.

Aprendizagem independente

  • O aluno que tem capacidade de aprender com independência possui competência informacional e busca informação relacionada com os seus interesses pessoais com persistência.
  • O aluno que tem capacidade de aprender com independência possui competência informacional e aprecia literatura e outras formas criativas de expressão da informação.
  • O aluno que tem capacidade de aprender com independência possui competência informacional e se esforça para obter excelência na busca de informação e de geração de

conhecimento.

Responsabilidade Social

  • O aluno que contribui positivamente para a comunidade de aprendizagem e para a sociedade tem competência informacional e reconhece a importância da informação para

a sociedade democrática.

  • O aluno que contribui positivamente para a comunidade de aprendizagem e para a sociedade tem competência informacional e pratica o comportamento ético em relação à

informação e à tecnologia da informação.

  • O aluno que contribui positivamente para a comunidade de aprendizagem e para a sociedade informacional tem competência informacional e participa efetivamente de grupos,

a fim de buscar e gerar informação.

Fonte:http://www.scielo.br/pdf/ci/v32n3/19021.pdf

Competência em Informação[editar | editar código-fonte]

A expressão Competência informacional surgiu pela primeira vez na literatura em 1974 em um relatório intitulado As relações e prioridades do ambiente de serviços de informação, de autoria do bibliotecário americano Paul Zurkowski. Sugeria que os recursos informacionais deveriam ser aplicados às situações de trabalho, na resolução de problemas, por meio do aprendizado de técnicas e habilidades no uso de ferramentas de acesso à informação.

Surgida na literatura em 1974, a Competência informacional liga-se à necessidade de se exercer o domínio sobre o sempre crescente universo informacional. Incorporando habilidades, conhecimentos e valores relacionados à busca, acesso, avaliação, organização e difusão da informação e do conhecimento.[3]

Em 1976, o conceito de Competência informacional reapareceu agora mais abrangente, ligado a uma série de habilidades e conhecimentos; incluía a localização e uso da informação para a resolução de problemas e tomadas de decisão.

Competência informacional tem como objetivo formar indivíduos que: saibam determinar a natureza e a extensão de sua necessidade de informação como suporte a um processo inteligente de decisão, uma vez que: – dialogam com colegas, docentes, educadores, definindo e articulando suas necessidades de informação; – identificam potenciais fontes informacionais, em variados formatos e níveis de profundidade; – consideram custos e benefícios em relação à natureza e extensão de seus propósitos; – definem critérios de escolha e tomadas de decisão dentro de um plano predeterminado[4]

Nas últimas décadas do século XX, o homem avançou com o sistema de informatização permitindo assim uma maior utilização da informação, ou seja, vem buscando o seu próprio desenvolvimento. E a partir dessas evoluções surgiu o termo competência informacional, estando relacionada a método e técnicas das fases que compõe o ciclo informacional.

A competência informacional está ligada às habilidades exigidas no ato da mediação de alguma informação. Isso corresponde ao profissional que trabalha diretamente com a informação, tendo este profissional que passar a informação com veracidade, e de acordo com a necessidade do usuário, é caracterizado então um profissional com competência informacional, estando neste momento em atualização do que se passa no mundo.

A competência informacional esta ligada diretamente as organizações, fazendo com que as pessoas estejam mais preparadas para usar a informação que lhe foi concedida, e então exercer as funções que requer na organização. Temos assim uma competência informacional individual, pois depende do potencial de cada individuo para realizar as atividades que demandam a organização, e então com a cooperação de cada trabalhador, as empresas traçaram objetivos para se diferenciar e melhorar no mercado a sua competitividade.

O exemplo deste termo visualiza o bibliotecário, pois tem como objetivo lidar com a informação, agregando hoje no mercado as novas tecnologias da informação bem como a gestão organizacional do mercado que é a propulsora das principais modificações no perfil deste profissional, ou seja, o bibliotecário precisa de habilidades e conhecimento sobre o assunto para repassar e estar mais bem preparado para atender os usuários que requer informações pertinentes para contribuir com a necessidade do usuário, possuindo assim competência informacional individual, pois atendeu de forma com que o usuário saísse com a informação necessária.

[5]A Association of College and Research Libraries (ACRL) - definiu um conjunto de padrões de competência informacional para estudantes de nível superior, testados e assumidos como modelo nos EUA. Este modelo consta de 05 padrões, com 22 indicadores de desempenho e uma lista de resultados para avaliar o progresso do aluno em direção à competência informacional. São eles:

Padrão 1 – Reconhecer as necessidades de informação;

  • [6]Definir as necessidades de informação;
  • Reconhecer que a informação existente pode ser combinada com pensamento original, experimentação ou análise para produzir nova informação;
  • Explorar fontes gerais de informação para aumentar a familiaridade com o tópico.

Padrão 2 – Acessar eficientemente a informação;

  • [6]Seleção do método investigativo ou o sistema de informações mais apropriado para acessar a informação necessária;
  • Recuperação da informação online ou pessoalmente utilizando uma variedade de métodos;
  • Extração, registro e gerenciamento da informação e suas fontes.

Padrão 3 – Avaliar eficientemente a informação;

  • [6]Elaboração do resumo das idéias (SIC - Sistema de Informação e comunicação) principais a serem extraídas da informação reunida;
  • Examinar e comparar a informação a partir de várias fontes de forma a avaliar confiabilidade, validade, precisão, autoridade, atualização e ponto de vista ou viés;
  • Síntese das principais idéias (SIC - Sistema de Informação e Comunicação) para construir novos conceitos.

Padrão 4 – Usar eficientemente a informação;

  • [6]Aplicação da informação nova e anterior no planejamento e criação de um produto ou desempenho particular;
  • Comunicação do produto ou desempenho eficientemente a outros;
  • Comunicar claramente e com um estilo que apóia (SIC - Sistema de Informação e Comunicação) os propósitos da audiência pretendida.

Padrão 5 - Compreender os temas econômicos, legais e sociais que rodeiam o uso da informação e acessá-la e usá-la crítica e legalmente.

  • [6]Identificar e discutir temas relacionados à privacidade e segurança tanto no ambiente impresso quanto eletrônico;
  • Seguir leis, regulamentos, políticas institucionais e etiqueta relacionada ao acesso e uso dos recursos de informação;
  • Reconhecer o uso das fontes de informação ao comunicar o produto.

Papel do bibliotecário em meio a competência informacional[editar | editar código-fonte]

  • Caregiver – Apoiar a aprendizagem individualizada, auxiliando cada aluno em suas necessidades especificas, respeitando seu estilo de aprendizagem.
  • Orientador – Estimular a aprendizagem levando o aluno a buscar as fontes, estratégias e respostas para suas necessidades.
  • Elo (Conector) – Conectar os alunos com as idéias concretizadas no universo dos recursos informacionais disponíveis.
  • Catalisador – Colaborador no planejamento curricular e facilitador da aprendizagem, por ter uma visão global da aprendizagem em todas as áreas.

Uma das funções do bibliotecário seria a de professor, encarregado de ensinar não apenas as habilidades que vinha tradicionalmente ensinando (localizar e recuperar informação), mas também envolvido no desenvolvimento de habilidades de pensar criticamente, ler, ouvir e ver, enfim ensinando a aprender a aprender. Outra função prevista para o bibliotecário era a de consultor didático, encarregado de integrar o programa da biblioteca ao currículo escolar, colaborando no processo de ensino/aprendizagem e assessorando no planejamento e na implantação de atividades curriculares.[7]

O bibliotecário deve direcionar seu trabalho para a mediação de aprendizado, que é definida a partir de quatro conceitos:

– intencionalidade (que ocorre quando o bibliotecário educador direciona a interação e o aprendizado);

– reciprocidade (quando o bibliotecário está envolvido em um processo de aprendizado, ambos aprendem);

– significado (quando a experiência é significativa para ambos);

– transcendência (quando a experiência vai além da situação de aprendizagem, é extrapolada para a vida do aprendiz).[8]

Habilidades informacionais[editar | editar código-fonte]

  • De solucionar problemas,
  • De aprender independentemente,
  • De aprender ao longo de toda a vida,
  • De aprender a aprender, de questionamento,
  • De pensamento lógico
  • De acessar a informação de maneira eficaz e eficiente
  • de avaliar a informação com criticidade e competência
  • de usar a informação de maneira precisa e criativa
  • de buscar a informação conforme suas necessidades informacionais
  • de apreciar a literatura enquanto forma de expressão crítica e criativa
  • de buscar respostas pertinentes a suas necessidades de informação e de conhecimento
  • de reconhecer a importância da informação como elemento base de uma sociedade igualitária
  • de agir eticamente em relação ao uso da informação
  • de contribuir para sociedade ao produzir informação[9]

A reação mais enfática veio na forma de um documento chamado Libraries and the Learning Society: Papers in Response to A Nation at Risk, publicado em 1984 pela ALA, em que os autores demonstravam a contribuição que a biblioteca escolar poderia oferecer para uma educação que ensinasse o aluno a aprender a aprender e desenvolvesse habilidades para buscar e usar informação, consideradas essenciais para viver em uma sociedade complexa e mutável. [10]

O poder da informação: construindo parcerias para aprendizagem Nove normas para a competência informacional Competência informacional 1. O aluno que tem competência informacional acessa a informação de forma eficiente e efetiva. 2. O aluno que tem competência informacional avalia a informação de forma crítica e competente. 3. O aluno que tem competência informacional usa a informação com precisão e com criatividade. Aprendizagem independente 4. O aluno que tem capacidade de aprender com independência possui competência informacional e busca informação relacionada com os seus interesses pessoais com persistência. 5. O aluno que tem capacidade de aprender com independência possui competência informacional e aprecia literatura e outras formas criativas de expressão da informação. 6. O aluno que tem capacidade de aprender com independência possui competência informacional e se esforça para obter excelência na busca de informação e de geração de conhecimento. Responsabilidade social. 7. O aluno que contribui positivamente para a comunidade de aprendizagem e para a sociedade tem competência informacional e reconhece a importância da informação para a sociedade democrática. 8. O aluno que contribui positivamente para a comunidade de aprendizagem e para a sociedade tem competência informacional e pratica o comportamento ético em relação à informação e à tecnologia da informação. 9. O aluno que contribui positivamente para a comunidade de aprendizagem e para a sociedade informacional tem competência informacional e participa efetivamente de grupos, a fim de buscar e gerar informação. [11]


Referências

  1. Ferrés-i-Prats, Joan; Piscitelli, Alejandro (2012). «Media Competence. Articulated Proposal of Dimensions and Indicators». Comunicar (em espanhol). 19 (38): 75–82. ISSN 1134-3478. doi:10.3916/c38-2012-02-08 
  2. Wilson, Carolyn (2012). «Media and Information Literacy: Pedagogy and Possibilities». Comunicar (em espanhol). 20 (39): 15–24. ISSN 1134-3478. doi:10.3916/c39-2012-02-01 
  3. Dudziak, Elisabeth Adriana (2003). «Information literacy: princípios, filosofia e prática». Ciência da Informação. 32 (1). ISSN 1518-8353. doi:10.18225/ci.inf..v32i1.1016 
  4. Dudziak, Elisabeth Adriana (2003). «Information literacy: princípios, filosofia e prática». Ciência da Informação. 32 (1). ISSN 1518-8353. doi:10.18225/ci.inf..v32i1.1016 
  5. Santos; Baptista, Thalita Franco; Sofia Galvão (28 de outubro de 2010). «COMPETÊNCIA INFORMACIONAL DE FORMANDOS EM BIBLIOTECONOMIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS». XI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação. Consultado em 19 de novembro de 2018  line feed character character in |titulo= at position 61 (ajuda)
  6. a b c d e FONSECA, DAIANE DE FÁTIMA (2013). «COMPETÊNCIAS INFORMACIONAIS DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: UM ESTUDO COMPARATIVO DOS ESTUDANTES DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA – UNIFOR-MG» (PDF). CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA – UNIFOR-MG. Consultado em 2018  line feed character character in |titulo= at position 61 (ajuda); Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  7. CAMPELLO, Bernadete (2003). «O movimento da competência informacional: uma perspectiva para o letramento informacional». "Revista Ciência da Informação". Consultado em 19 de novembro de 2018 
  8. Dudziak, Elisabeth Adriana (2003). «Information literacy: princípios, filosofia e prática». Ciência da Informação. 32 (1). ISSN 1518-8353. doi:10.18225/ci.inf..v32i1.1016 
  9. Bernadete Campello. «A escolarização da competência informacional». Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. Consultado em 17 de agosto de 2014 
  10. Campello, Bernadete (2003-12). «O movimento da competência informacional: uma perspectiva para o letramento informacional». Ciência da Informação. 32 (3): 28–37. ISSN 0100-1965. doi:10.1590/S0100-19652003000300004  Verifique data em: |data= (ajuda)
  11. Campello, Bernadete (2003-12). «O movimento da competência informacional: uma perspectiva para o letramento informacional». Ciência da Informação. 32 (3): 28–37. ISSN 0100-1965. doi:10.1590/S0100-19652003000300004  Verifique data em: |data= (ajuda)
  • CUNHA, Miriam Vieira da. Perfil do profissional da informação frente às novas tecnologias. Biblioteconomia em Santa Catarina, Santa Catarina, v.5, n.5, 2000.
  • MIRANDA, Silvânia Vieira. Identificando competências informacionais. Ciência da Informação, Brasília, v.33, n.2, p.112-122, 2004.
  • Disponivel em: <http://biblioteconomiahoje.blogspot.com/>. Acesso em: 07 nov. 2010
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