Discussão:Apostasia

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Na Bíblia, nas Escrituras Hebraico-Aramaicas, costumeiramente chamada de "Velho Testamento", aparecem Jó, Gade e Manasses acusados de apóstatas. Mas, foram calúnias, pois, na realidade, não eram verdade tais acusações. Nas Escrituras Gregas Cristãs, costumeiramente chamadas de "Novo Testamento", aparecem o apóstolo Paulo e co-cristãos sendo acusados de "apóstatas", haja visto que a palavra grega usada para eles foi "heresia" (seita, apostasia). Atos 24 : 5, 14; 28 : 22. Podemos notar no contexto bíblico que a palavra apostasia envolvia "deixar uma crença". Muitas vezes, tal apóstata tinha certa razão e apoio do ponto de vista de todos os cristãos, como exemplo do apóstolo Paulo e seus co-cristãos; todavia, já para os judeus que insistiam em continuar a observar o pacto da lei mosaica, tais "apóstatas" não tinham razão. Visto que muitos foram acusados injustamente de apóstatas, precisa-se tomar muito cuidado para não se fazer um julgamento precipitado. Pode-se concluir, que existe o bom e o mau apóstata, por assim dizer. O mau apóstata é aquele que causa danos, por assim dizer, muitas vezes baseado em inverdades, na quais se apóia. E muits vezes, o bom apóstata (como Paulo e co-cristãos, Jó, Manasses, Gade e outros) que foram acusados injustamente, pois não causaram danos a ninguém devido à sua "suposta"... "nova interpretação" ou "real" "nova interpretação", que depois foram reconhecidos como não-apóstatas após a devida apuração dos fatos e ao chegamento a um consenso comum à base da razoabilidade entre ambas as partes. Mas, nem sempre isso acontece.

Por exemplo, se até o ano 2000 alguma testemunha de Jeová ousasse criticar a página 200 do livro "As Nações terão de saber que eu Sou Jeová-Como?", publicado pelo Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, onde reza: "O dia de Jeová " ...[Armagedom]... e o "fim da cristandade"..."[professos cristãos] se dará neste século vinte", esta testemunha de Jeová poderia ser desassociada (expulsa) como sendo um "apóstata" (herege) por haver discordado do Corpo Governante das testemunhas de Jeová. Mesmo que ela se baseasse na Bíblia, que segundo as testemunhas de Jeová, tem maior peso e maior autoridade, citando Deuteronômio 18 : 20-22; Marcos 13 : 32 que desaprovam a menção de datas do fim do mundo, mesmo assim, tal testemunha de Jeová seria desassociada como "apóstata" porque teria falado contra o ensino do Corpo Governante das testemunhas de Jeová. Hoje, sabemos, que essa testemunha de Jeová desassociada não seria mais apóstata porque "tal ensino do Corpo Governante das testemunhas de Jeová " ... NÃO SE CUMPRIU ...como havia sido afirmado. Por isso que é temeroso afirmar que uma pessoa é apóstata, pois pode ser que esta pessoa esteja certa e a maioria que a condenou como tal, esteja errada. É verdade que existem ensinos corretos que quando uma pessoa se revolta contra os mesmos, pode causar sérios danos aos que o cercam, sendo que tal "desertor da fé" é um apóstata mau. Mas, se a pessoa tiver razões e tais razões não causam dano à maioria, e mesmo assim ela for julgada como apóstata, ela seria um apóstata bom, pois apenas não está sendo devidamente compreendida no exato momento.

O mesmo se dá com a Sra. Ellen White, profetiza "inspirada" dos Adventistas do Sétimo Dia, da Reforma e da promessa. Se algum adventista questionasse os ensinos dela, poderia ser expulso como " herege" ou apóstata, todavia, todos sabem que a Sra. Ellen White profetizou muitas contradições em seu Livro "Primeiros Escritos". Só para citar uma, ela afirmou na página 15 deste livro, que "O Senhor me anunciou do dia e a hora do fim", o que contradiz Marcos 13 : 32 , onde "o próprio Jesus não sabia o dia e a hora do fim, mas somente o Seu Pai", então como ela ficou sabendo antes de Jesus? E se ela ficou sabendo, por que não comunicou isso para seus irmãos de fé, pois uma data tão especial dessa, ela deveria ser a primeira a compartilhar com todos os seus irmãos. Mas, se algum adventista ousasse contradizê-la, provavelmente seria expulso como "herege" ou "apóstata".

O mesmo se dando com a Igreja Católica: se algum católico ousasse questionar a aprovação do Papa com relação à venda de indulgências em troca do perdão de pecados, este católico seria excomungado (ou seja, expulso como herege ou apóstata). E se por acaso ele morresse nessa ocasião, como "apóstata" ele estaria condenado à "perdição eterna". Mas, e hoje? Hoje tal pessoa estaria certa (deixaria de ser apóstata mau) pois todos sabem que a venda de indulgências não tem nenhuma base bíblica e o Papa estaria errado e esta pessoa condenada injustamente como apóstata, seria um apóstata bom, mas, e agora? Como fazer visto que ela foi sentenciada à perdição eterna? Por isso que é bom sempre termos conhecimento de causa antes de fazermos quaisquer tipo de julgamento precipitado e sem provas fidedignas que dentro dum contexto, se harmonizem plenamente. E mesmo assim, o Juiz Maior, como muitos diriam: o Grande Arquiteto do Universo ou El Shaday (Todo Poderoso) que tem o pleno conhecimento de tudo e de todos, ou de uma composição de elementos invisíveis aos nossos olhos que tem Sapiência e Conhecimento de Causa sobre a realidade, a Sabedoria, a Justiça, a Verdade, o Poder e o Amor para avaliar quem é ou quem não é um legítimo e procedente apóstata, porque muitas vezes uma situação pode ser "forjada" e somente este Ser ou este Conjunto de Elementos para avaliar com exatidão matemática inerrante assuntos ligados à fé.

Portugalgay.pt (discussão) 10h30min de 6 de Agosto de 2008 (UTC)


Esse artigo precisa de uma revisão, as várias religiões cristãs não se consideram as únicas verdadeiras e as outras falsas, nem todas. A católica, a maior e mais expoente por exemplo, não nega as outras se dizendo a única verdadeira atualmente.

Remoção de trechos[editar código-fonte]

Retiradas menções desprovidas de imparcialidade com respeito às Testemunhas de Jeová.

--Franklin Almeida 14h37min de 14 de janeiro de 2010 (UTC)

Vaticano define Igreja Católica como única de Cristo[editar código-fonte]

Negando a observação feita no final do tópico acima "Para edição...", em um documento publicado pela Congregação em julho de 2007, a Igreja Católica se definiu, sim, como "única de Cristo", não se importando com o mal-estar que esta declaração certamente iria causar.

--C Hess 00h48min de 1 de fevereiro de 2011 (UTC)