Discussão:Dinastia filipina

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Quem andou escrevendo este artigo se excedeu bastante no que concerne às colônias Lusitanas! Favor colocar referências caso Portugal tenha ocupado TODA A ÁFRICA(exceto Egito e Sudão), como afirmava o artigo.

Se foi esse o caso foi um excesso, mas no caso em que está o artigo atualmente, parece-me que o Império português precisa ser, e muito, acrescentado, para ser rigoroso.

Não sei se algo já foi corrigido, mas no que toca ao excesso, não se excederam propriamente. Portugal exerceu controlo político sobre arquipélagos no Indico não mencionados ainda aqui e possessões costeiras na Tanzãnia e no Quénia e ainda que se perderam a meio desta dinastia e mais tarde, e na Península da Arábia tinha Mascate em Oman mas ía muito mais além em possessões Costeiras em Oman e nos Emiratos Arabes, iuncluindo o Barhein Português entre outros e o controle político só perdido nuns casos em 1622 etc. e 1650 noutros.

observação[editar código-fonte]

Ao que remete a União Ibérica deve-se levar em conta a questão das sucessões e afirmar que Felipe II era Rei da Espanha quando 
surgiu a questão da sucessão dinástica: o cardeal D. Henrique, de Portugal, não possuía filho e seu parente mais próximo era Felipe
II, rei da Espanha, da dinastia dos Habsburgos. Logo Felipe II não era rei de Portugal - ainda - como o artigo parece tendenciar,
mas devido as circunstâncias tomou posse do território português como herdeiro legitimo da coroa Ibérica.


Não concordo que "União Ibérica" redireccione ao artigo "Dinastia Filipina".
União Ibérica é muito mais que a Dinastia dos Áustrias, isso é uma abordagem curtíssima do assunto.
E as "outras" Uniões Ibéricas propostas por diversos pensadores? Que escreveu Fernando Pessoa sobre esse tema...?
Devería ser criado um artigo próprio "União Ibérica".
Abraço. Álvaro de Azevedo Moura (discussão) 17h41min de 5 de fevereiro de 2011 (UTC)