Discussão:Lusitânia

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Não concordo com Lusitánia: nome alternativo para Portugal. A origem e a singularidade de Portugal está na cultura castreja (Galaica). A cultura castreja e dos petroglifos é ÚNICA na Península Ibérica. Só Portugal e Galiza. De aí a sua singularidade... não na Lusitânia (é Mérida e a Estremadura espanhola tão singular como Portugal e Galiza? Eu acho que não)

Os "callaeci" [ka.lé.ki] dos romanos já eram conhecidos polos gregos como "kallaikoi". "Kallaikia" foi o primeiro topónimo (um topónimo grego) para Portugal.

Os antigos portugueses são os castrejos (galaicos) não lusitanos!

Portugal para saber e conhecer realmente quem é não deveria fechar os olhos cara a Galécia (tanto a Galécia romana como a Galécia sueva). Lusitânia e a cultura Lusitana desapareceu convertida em "Badajoz" (califato de Badajoz ou coisa assim)para os musulmanos. A cultura portuguesa é originária dos galaico-portugueses (lembremos que eles são os primeiros portugueses no norte de Portugal) e na Galécia Bracarensis junto da Galécia Lucensis (Galiza actual)

Lembro que a capital da Lusitânia era Emérita Augusta (Mérida). São os estremenhos espanhois falantes de português e de cultura portuguesa? Não! são os galegos culturalmente iguais que Portugal (especialmente com o norte de Portugal)

www.opatrimonio.com

Acho que esta página deveria modificar-se porque não é históricamente correcta.

Desde Galiza a singularidade de Portugal é vista por serem eles os "galegos do sul" como são carinhosamente chamados os portugueses na Galiza. O pais luso não existe. Portugal esqueceu a sua verdadeira origem (singular e especial origem) por uma origem mitica e errada.

Achamos horrível esse facto na Galiza. Portugal não sabe nada e não quer saber nada dos galegos do norte.

Concordo perfeitamente. Mas já se sabe como é a historiografia Portuguesa, é tudo contado desde a perspectiva Lisboeta e como se sabe, Lisboa pertencia á Lusitânia e não á Gallaecia, por isso convém fechar-lhe os olhos e fazer de conta que não existiu. A realidade é que de lusitanos não temos absolutamente nada, principalmente os que vivem no norte onde eu me incluo. Eu não gosto de ser associado a esses pastores da Serra da Estrela que a historiografia Lisboeta gosta de glorificar. --Sairuk 07:12, 12 Abril 2006 (UTC)
Basta olharmos o mapa da Lusitânia e verificamos uma coisa - cerca de 80% de Portugal coincide com a antiga Lusitânia, e também cerca de 80% da Lusitânia coincidem com Portugal. Em cada um dos territórios sobram por lado, o norte de Portugal, e por outro a Extremadura espanhola. Eu não chamaria Lisboa a uma região que vai de Gaia a Faro.

Experimentem comparar a Gália com a França, a Bélgica antiga com a moderna, a Grécia antiga com a moderna etc...Se calhar veriam que identificar Portugal com a Lusitânia não é uma aproximação tão má. Quanto à identificação com os Galegos, para mim tenho tanta identificação com os galegos, como com qualquer outro povo espanhol, e essa deve ser a opinião de qualquer português a sul do Douro (logo uma larga maioria, e não grupo de lisboetas)Japf 22:46, 11 Maio 2007 (UTC)


nota[editar código-fonte]

A ocidente isso e a ocidente aquilo... Acho que a ocidente é o atlântico e a oriente os celtas lá, mas não conheço direito os celtas... Favor olharem...


LUSITANIA

Nao sou especialista em historia mas penso que esta discussao nao faz sentido pois a lusitania romana nao corresponde a regiao onde onde viviam os lusitanos.

Todas estas explicacoes sobre Badajoz ou Galiza ou Merida esquecem que a regiao onde vivia o povo lusitano ia desde o rio Douro quase ate ao Tejo, ou seja corresponderia ao que nos chamamos Beiras - Litoral, Alta e Baixa (e nao na provincia romana chamada lusitania, a qual so herdou o nome do povo mais poderoso que habitava para aquelas bandas).

Contam as cronicas romanas que a norte do Douro viviam varios povos, genericamente chamados calaicos, e a sul do Tejo viviam (surpresa!) celtas.


Hoje as fronteiras são bastantes diferentes do que eram à séculos ou milhares de anos atrás, não podemos apontar nenhum povo em particular. Não é errado dizermos que somos descendentes dos Lusitânos ou mesmo dos Castrejos, pois ambos eram povos Ibéricos. Lusitânia não é um nome alternativo a Portugal. Se hoje Portugal é associado ao nome Luso, foi porque assim o quis a história, não o podemos negar só porque não é 100% de origem nativa, pois nem sequer o nome do nosso país o é... tal como tudo prácticamente, exepto o chão que pisamos. Se vão dizer que os Castrejos são um povo mais "legitimamente português" que os Lusitânos por causa da sua cultura, no meu ver é ridiculo... se tinham uma cultura única é bom para eles, mas não os faz mais legitimos que os Lusitanos. Portugal data do tempo de D.Afonso Henriques, esse foi o nascer da nossa verdadeira cultura e tradições e, pela unidade assumida, tivemos por base a fusão dos povos que lá habitavam na altura, quer dos que tinham uma cultura muito unica e especial, quer dos outros que se distinguiam por outros motivos. --Helt 05:15, 24 Setembro 2006 (UTC)


"Lusitânia é um nome errado para Portugal, cujo território não corresponde ao da província romana da Lusitania."
Retirei este comentário; não cita a fonte. O nome para Portugal é Portugal. Lusitânia é o nome histórico com o qual Portugal se identifica independentemente se corresponde ou não ao território actual. Ega 09:51, 20 Dezembro 2006 (UTC)
Exactamente. Desde que existe Portugal que o termo Lusitânia tem sido usado como sinónimo do país (o que não significa que seja o mesmo que Portugal). Os próprios Lusíadas começam precisamente pela narrativa da vida de Viriato. Ozalid 17:36, 26 Dezembro 2006 (UTC)

Marselhês[editar código-fonte]

"Supõe-se que o Périplo de um navegador marselhês, efectuado por volta de 520 a.C. ".

Havia Marselheses em 520 a.c.? Ega 10:47, 20 Dezembro 2006 (UTC)

Claro que sim, da grega cidade de Masilia (Hoje Marselha) - na Provença, fundada por Gregos.

Claro que não! Por isso são chamados de massaliotas e não de marselheses.

Arcóbriga[editar código-fonte]

Nâo pode ser identificada com Arcos de Valdevez; entâo estaria localizada na Gallaecia. Deve se retirar do texto principal - IP 213606030 (1:16, 6-IV-2007

JÓIAS DE OURO E PRATA DE PORTUGAL[editar código-fonte]

Será que muitas destas jóias não foram trabalhabalhas com pedras e metais preciosos oriundos do Brasil e outras provícias além-mar? É certo deduzir que só porquer tais jóias foram encontradas/fabricadas/usadas em portugal seu solo era rico?

Brasil?? Colónias?? hum... uns séculozinhos desviado, não?

Foi e será nesse sentido o outro nome de Portugal sim[editar código-fonte]

A Lusitânia Original - mais Ocidental, não é bem a mesma Lusitânia Romana centrada em Emérita Augusta - território mais vasto que recebeu o Nome do conjunto de tribos mais poderoso, como um Amigo já aqui escreveu, e bem. Os "Callaeci" já têm o seu nome na Galiza e em Portugal ("Portu-Galle-ci"). Não fazia portanto sentido estar a repeti-lo para um outro nome para Portugal. Qualquer Nação e Reino Europeu usou desde o Renascimento um nome Poético e Espiritual, um verdadeiro "Cognome", retirado da Antiguidade. Desde "Albión" à vasta Gália ou à Britânia - que se mantém, designando um conjunto de Povos em uma geografia (no caso de Itália, renovado em um Estado Moderno unificado); até ao congjunto de muitos Povos Germânicos etc. A "Bélgica" Gaulesa e antiga restaurou-se como nome neutro para Flamengos e Valões. A Suiça não prescinde da sua "Hélvécia". Os Renascentistas Portugueses - e muito bem, não têm dúvidas quanto ao Nome ou cognome de Portugal, desde Gil Vicente a João de Barros, desde Garcia de Resende a Francisco de Holanda e a Luis Vaz de Camões: LUSITÂNIA. Os Grandes que se lhes segiram como a grande Padre António Vieira, Frei Bernardo de Brito e sucessores ou António de Macedo a mesma coisa.


A Lusitânia Romana anexou por decisão administrativa de Roma o Território dos VETÕES. A capital Émerita Augusta(Mérida) era território Vetão, na VETÓNIA, grande Povo celtibérico. A Lusitânia Pré-Romana era maioritáriamente ocidental com o seu centro nas BEIRAS Interiores e Alto Alentejo, com ramificações ao litoral e zonas de fronteira do lado espanhol e português. -Emérita, zona disputada ou atribuida antes a Lusitanos, Vetões e Celtas próximos dos Cynetes-Cónios emigrados para norte ou ficando em ambas as zonas portuguesa e espanhola centrados sobretudo no Alentejo e Estremadura Portuguesa.

E LUSITANIAE(muitas vezes) tal como o nosso PORTVGALLIAE foi sim oficialmente nome de Portugal na Idade Média e Idade Moderna para os Reis Portugueses e para os Portugueses, desde Portugal ao Brasil amazónico e ás Indias, a Roma e a diversos Autores no resto da Europa - em Inscrições sobretudo latinas em Igrejas, Castelos, diversas lápides e inclusivamente em muitos documentos históricos de Estado e da Realeza - Lusitânia tal como Portugal e não só na versão da língua latina(como era costume) mas também em português.


Nota[editar código-fonte]

Eu queria dizer em relação ao que está acima escrito, que uma coisa é a ligação espiritual de um povo a uma região que consolida a sua nacionalidade, o seu prestígio internacional, etc. Portugal ao longo dos séculos ligou-se com a Lusitânia por motivos óbvios (leia-se, luta contra Castela e Espanha). Camões aprofundou o mito. Também categorizamos o Algarve com o seu estatuto simbólico, ao longo dos séculos, exactamente pelos mesmos motivos. Falamos de mitologia, pois.

Outra coisa é a historiografia. É claro que a Lusitânia não pode significar Portugal, porque nada tem a ver uma coisa com outra. Portugal nasceu a norte e foi para sul. Ninguém no Império Romano conhecia "Portugal", obviamente, é anacrónico. O território da Lusitânia quase chegava à moderna Madrid, portanto os espanhóis são também legítimos herdeiros da Lusitânia. Lusitânia é um território historiograficamente ibérico (Sim, HISPANICO), compreendia uma extensão territorial enorme. Portanto, ao estudar-se a Lusitânia, não se está a estudar Portugal, está-se a estudar a Lusitânia, ponto. Passaram lusitanos em significativa parte do nosso ACTUAL território, e é só.