Discussão:Marquês de Vila Real

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  • 1- Primeiro em Portugal não há cá títulos nobiliárquicos de cortesia. Não há títulos válidos de carácter nobiliárquico, ponto final. Todas essas intitulações (actos de intitular) privadas são inválidas, chame-se-lhes como se quiser, e não se consubstanciam em títulos nenhuns. Portanto, os chamados «títulos de cortesia» não são títulos, assim como o pomposo nome de «alvará» para os documentos de uma associação privada não fazem deles de facto alvarás. Trata-se de meras confusões entre ficção e realidade que, com certeza, lá terão os seus motivos e objectivos. A única pessoa de quem poderíamos dizer que, por cortesia, uma parte substancial da grande imprensa trata com uma intitulação similar é Duarte Pio. Neste caso, acho que até se poderá falar em intitulação de cortesia, dada a amplitude mediática desse tratamento, mas não de título de cortesia, pois tal título não é válido, está extinto. Digamos que, para Duarte Pio, nós sabemos que ele não é, mas fazemos de conta que não sabemos (não estou a falar da Wikipédia, mas sim do que muita gente pensará).
  • 2- A questão da sucessão dos títulos. Há uma coisa que eu não sei e que é preciso apurar: quando um Conde era elevado a Marquês, e de Marquês a Duque, ele no entanto mantinha cumulativamente o título de grau inferior anterior? (estou a falar de títulos referentes à mesma localidade) Se realmente assim era, quando é que o começou a ser? Desde o início da existência destes títulos? Ou mais tarde? Jorge alo (discussão) 00h52min de 9 de dezembro de 2012 (UTC)