Discussão:Torre da Estação Ferroviária de Pinhal Novo

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Foto[editar código-fonte]

Pus uma foto mas está péssima: É precisa outra, melhor. -- Tuválkin 09h44min de 19 de junho de 2020 (UTC)

Polémica[editar código-fonte]

Anda um anónimo a agitar as águas, mas parece q nem toda a massa que a CP/REFER/PQP desvia do trabalho ferroviário para parvoíces chega para pagar a alguém que entenda como funciona a Wikpédia (e nisso, ao contrário do en:Beeching Axe, estamos ainda bem longe da Bifolândia). Fica aqui a mais recente encarnação do que parece ser a posição da tutela, para que saibamos até onde vai o newspeak: -- Tuválkin 17h41min de 1 de agosto de 2020 (UTC)

Este texto é simplista e contém 3 erros factuais:

  • 1.º - Se a estação começou a funcionar em 2004 não é verdade que estivesse previsto em 2009 que as vias de circulação fossem construídas com curvas para contornar a torre? (Ver fonte: JPN, 11/6/2002)
  • 2.º - Não é verdade que a Torre esteja em vias de classificação no IGESPAR, pois foi decidido em 2009 que não haveria classificação.
  • 3.º - O projeto original da nova estação não previa a pura demolição da Torre, previa a sua remoção daquele local para outro a 300 metros mais a sul na estação. Estas foram as duas últimas propostas da REFER, ou transportando a Torre ou demolindo-a e reconstituindo-a no novo local

Em suma, a tutela obviamente previa a demolição da torre, senão as vias teriam sido projetadas para contorná-la. Trata-se de terreno plano e desafogado e a torre era, muito obviamente, uma pré-existência de uso idêntico — diria mesmo que (re)projetar as vias de modo a que passasse uma pela exata posição da torre foi um ato premeditado de vandalismo. Não sei se pelo ódio à ferrovia que têm alguns na JAE (e mesmo na CP/REFER), se pelo ódio a edifícios que não sejam mamarrachos por parte da intelectualidade arquitetónica vigente — talvez ambos estes fatores conjugados. Reconstrução e remoção são atos da vandalismo adicionais à demolição e foram adiantados para tapar o sol com a peneira quando os vândalos perceberam que havia quem estivesse contra. Trapalhadas da responsibilidade da Câmara e do IPPAR em nada mudam o facto que se trata de um edifício de importância histórica e estética e que o caricato estado de coisas, com uma via interrompida, resulta da opção inicial de demoli-lo. A narrativa propalada a posteriori — de que fica assim a população mal servida, com terminais em Coina em vez de aqui, é cinismo por parte da tutela, tão repelente como transparente. -- Tuválkin 17h41min de 1 de agosto de 2020 (UTC)

Dito isto, advogo que o artigo deve ser melhorado e que críticas acertadas devem ser ouvidas, mesmo quando mal intencionadas. -- Tuválkin 17h41min de 1 de agosto de 2020 (UTC)