Evangelista tecnológico

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Um evangelista tecnológico é um especialista em convencer as massas para a adoção de uma determinada tecnologia ou plataforma tecnológica. Evangelistas tecnológicos profissionais são geralmente empregados por empresas que desejam estabelecer suas plataformas tecnológicas proprietárias ou livres como o "padrão" do mercado.

O termo "evangelista tecnológico" foi cunhado por Mike Murray na década de 80 quando trabalhava na Apple na equipe que desenvolveu o computador Macintosh.[1] A primeira pessoa que foi reconhecida publicamente como um evangelista tecnológico foi o seu companheiro de trabalho na Apple, Mike Boich. Em geral, um evangelista tecnológico está intimamente envolvido com a estratégia de desenvolvimento do produto, marketing, divulgação, treinamento e é habilidoso em convencer as massas a adotar novos métodos e costumes através de inovações tecnológicas. No caso da Apple, em 1984, o objetivo dos seus evangelistas tecnológicos era convencer a população por que pessoas comuns deveriam ter um computador pessoal em casa e também a razão pela qual deveriam adotar a plataforma da Apple em lugar das plataformas oferecidas pelos seus concorrentes.

Outros exemplos de evangelistas tecnológicos são aqueles profissionais que advogam a utilização de plataformas livres, como o Linux, e também aqueles que defendem plataformas proprietárias, como o Windows.[2] Ou também aqueles que advogam a utilização de computação em nuvem, redes sociais e quaisquer inovações tecnológicas.

Algumas empresas têm um evangelista tecnológico interno, que em geral é um profissional ou equipe dedicada a encorajar os demais funcionários na utilização de novos métodos ou tecnologias.

Notáveis evangelistas tecnológicos[editar | editar código-fonte]

Alguns exemplos de notáveis evangelistas tecnológicos são inovadores luminares como Steve Jobs da Apple, Bill Gates da Microsoft,[3] Vint Cerf, um dos pais da Internet, e o autor de best-sellers Guy Kawasaki, entre outros.[4]

Referências