Garbage in, garbage out

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Garbage in, garbage out (GIGO, literalmente, "lixo pra dentro, lixo pra fora") é uma expressão que significa que, mesmo que um computador esteja processando corretamente, erros introduzidos nele poderão ser assimilados e até amplificados.[1] Ou seja, de nada adianta ter um modelo perfeitamente correto se os dados de entrada não forem confiáveis.[2] A sentença, muito conhecida no ambiente dos profissionais de tecnologia, é atribuída a George Fuechsel, um técnico da IBM.[3]

Referências

  1. Antonio Carlos M. Mattos (outubro/dezembro de 1978). O impacto do computador na empresa. Rev. adm. empres.. Scielo. Página visitada em 19 de setembro de 2013. "Com efeito, embora processando corretamente, pode a máquina assimilar também os erros nela introduzidos, amplificando-os. Este é o sentido da famosa sigla Gigo (garbage in, garbage out) que, literalmente, significa "lixopra dentro, lixo pra fora"."
  2. Tiago de Souza Barbosa (dezembro de 2008). Desenvolvimento da Interface Gráfica para um Simulador Computacional do Sistema de Elevação por Bombeio Centrífugo Submerso (PDF) pp. 15. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE. Página visitada em 19 de setembro de 2013. "O termo utilizado na literatura para os resultados imprecisos de uma simulação, devido a parâmetros de entrada incorretos, é garbage in, garbage out (lixo entrando, lixo saindo), ou seja, não adianta o modelo estar perfeitamente correto se os dados de entrada não forem confiáveis."
  3. Alberto Victor Freire Velloso Rebello (2011). APRENDIZAGEM ATIVA NO ENSINO SUPERIOR: O PROFESSOR COMO GERENTE EM SALA DE AULA (PDF). UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES pp. 19. AVM Faculdade Integrada. Página visitada em 19 de setembro de 2013. "Existe um dito com relação a processos, muito conhecido no ambiente dos profissionais de tecnologia[...]: “Garbage In, Garbage Out” ou GIGO. Esta sentença é atribuída a George Fuechsel, um técnico da IBM [...]."