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Glivânia Maria de Oliveira

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Glivânia Maria de Oliveira
Embaixadora Glivânia Maria de Oliveira em sabatina no Senado Federal (2018)
Embaixador do Brasil na  Venezuela
Período2024
atualmente
MinistroMauro Vieira (2024-atual)
Embaixador do Brasil na  Panamá
Período2018
2022
MinistroErnesto Araújo (2019-2021)
Carlos França (2021-2022)
Mauro Vieira (2023-atual)
Sucessor(a)Carlos Henrique Moojen de Abreu e Silva
Cônsul-Geral do Brasil em Boston ( Estados Unidos)
Período2015
até 2018
MinistroAloysio Nunes (2017-2018)
Sucessor(a)Benedicto Fonseca Filho
Dados pessoais
Nascimento19 de janeiro de 1962
Monte Carmelo, Minas Gerais
Nacionalidade Brasil
Ocupaçãodiplomata.

Glivânia Maria de Oliveira (Monte Carmelo, Minas Gerais, 19 de janeiro de 1962) é uma diplomata brasileira. Foi embaixadora do Brasil junto à República do Panamá[1] e, desde 2024, ela é embaixadora do Brasil na Venezuela.

Biografia

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Vida pessoal

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Nasceu na cidade de Monte Carmelo em Minas Gerais, filha de João Teófilo de Oliveira e Zilda Lara de Oliveira.[1]

Formação Acadêmica

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Em 1984, graduou-se em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília. Já no ano de 1992, concluiu seu mestrado em Teoria Política na London School of Economics and Political Science.[1]

Carreira Diplomática

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Ingressou na carreira diplomática em 1986, no cargo de Terceira Secretária, após ter concluído o Curso de Preparação à Carreira de Diplomata do Instituto Rio Branco.[1]

Foi inicialmente lotada na Divisão Especial de Pesquisas e Estudos Econômicos, onde trabalhou de 1987 a 1990. No ano de 1988, esteve em Bissau como encarregada de Negócios designada em missão transitória. Em 1991, foi promovida a segunda-secretária.[1]

Entre 1993 e 1996, esteve lotada na Embaixada do Brasil em Varsóvia. Em seu retorno ao Brasil, foi lotada na Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do Itamaraty até 2000. Em 1999, havia sido promovida a primeira-secretária.[2]

De 2000 a 2001, trabalhou como assistente na Divisão do Mar, da Antártida e do Espaço.[2]

Em 2001, foi removida a Londres, para assumir a função de primeira-secretária na Embaixada do Brasil. Em 2003, foi promovida a conselheira.[1]

Ao regressar a Brasília, em 2004, foi designada chefe da Divisão das Nações Unidas, função que ocupou até 2008, quando foi removida para a Embaixada do Brasil em Assunção, para exercer o cargo de ministra-conselheira. Em 2007, defendeu tese no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, intitulada “A busca de maior democratização das instâncias decisórias internacionais: o G-4 e a elusiva convergência com a África no processo de reforma do CSNU”, um dos requisitos necessários para a ascensão funcional na carreira diplomática. Foi promovida a ministra de Segunda Classe no mesmo ano.[1]

Em 2010, retornou ao Brasil para ocupar o cargo de chefe de Gabinete do secretário-geral das Relações Exteriores, exercendo a função até 2011.[2]

De 2011 a 2013, chefiou o Departamento de Organismos Internacionais do Itamaraty e, de 2013 a 2014, voltou a chefiar o gabinete do secretário-geral. Sua promoção a ministra de primeira classe, mais elevado cargo da carreira diplomática brasileira, ocorreu em 2013.[2]

Em 2015, foi designada cônsul do Brasil em Boston e, no ano de 2018, foi removida ao Panamá, onde chefiou a Embaixada do Brasil na cidade do Panamá até 2022.[3]

Desde 2024, Glivânia é embaixadora do Brasil em Caracas, após a aprovação pelo Senado Federal de sua indicação pelo Governo Lula.[4]

Condecorações[1]

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Referências