Informática jurídica

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A informática jurídica é o processamento e armazenamento eletrônico das informações jurídicas, com caráter complementar ao trabalho do operador do Direito[1]; é o estudo da aplicação da informática como instrumento, e o conseqüente impacto na produtividade dos profissionais da área. Trata-se da aplicação da informática no Direito e em seus processos e procedimentos inerentes.

Compreende a correta utilização de editores de texto, instalação de programas, utilização de certificados digitais, envio de emails, criação de sites ou blogs, e manuseio do hardware correspondente, entre outras opções. Não se confunde com Direito da Informática.

Dentre as grandes manifestações da "Informática Jurídica", citamos o Processo Eletrônico, diga-se, a possibilidade, graças a informática, da prática de atos processuais pela via digital, com grande economia de tempo e despesas, sobretudo, cooperando para a prestação jurisdicional mais ágil e efetiva.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • GARCIA, Dinio de Santis. Introdução à Informática Jurídica. São Paulo: Ed. da USP, 1976.
  • LEITNER, Gilson P. Informatização da Advocacia. São Paulo: Saraiva, 1991.
  • LOSANO, Mario G. Lições de Informática Jurídica. São Paulo: Resenha Tributária Ltda, 1974.
  • ROVER, Aires José. Informática no Direito - Inteligência Artificial: Introdução aos Sistemas Especialistas Legais. Curitiba: Juruá, 2001.
  1. KAMINSKI, Omar (17 de julho de 2002). «A Informática Jurídica, a Juscibernética e a arte de governar». Consultor Jurídico. Consultado em 22 de maio de 2022