Instituto José de Figueiredo

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O Instituto de José de Figueiredo (1965 — 2000) foi uma instituição portuguesa vocacionada para a conservação e restauro de bens culturais móveis.

Historial[editar | editar código-fonte]

Foi criado em 1965 (Dec-Lei 46 758, de 18 de Dezembro de 1965) e a sua denominação homenageou José de Figueiredo. A partir de 2000 passou a intitular-se Instituto Português de Conservação e Restauro (até 2007).[1]

Em 1980 (Dec-Lei 383/80, de 19 de Setembro) foram atualizadas as suas competências e definido o seu quadro de pessoal. Entre as suas atribuições podiam destacar-se:[1]

  • Conservação e restauro de bens culturais móveis, pertencentes ao Estado, autarquias locais e entidades subsidiadas pelo Estado, ou na posse de particulares;[1]
  • Assegurar a investigação e a aplicação das técnicas de conservação e restauro;[1]
  • Promover, fomentar e assegurar o ensino e a difusão das técnicas de conservação e restauro, cabendo-lhe a responsabilidade da formação profissional nessa área.[1]

O Instituto dirigiu e participou em inúmeras campanhas de trabalho, tendo promovido o levantamento do estado de conservação de obras em todo o país – nomeadamente retábulos, pinturas integradas em tetos, pintura mural, grupos escultóricos e cadeirais, peças de mobiliário e têxteis –, procedendo à avaliação das condições ambientais, propondo medidas de conservação preventiva e intervindo nas peças em maior risco de degradação.[1]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Carvalho, José Alberto Seabra; Curvelo, Alexandra; Ferreira, Emília; Leandro, Sandra; Pais, Alexandre Nobre; Pereira, Mário; Ribeiro, Isabel; Rodrigues, Paulo Simões; Sousa, Pedro; Souto, Maria Helena – 40 Anos do Instituto José de Figueiredo – Lisboa: IPM, 2007. ISBN: 972-99476-6-X

Referências

  1. a b c d e f «Apontamentos para a História da CR em Portuga». Direção Geral do Património Cultural (DGPC). Consultado em 25 de julho de 2015.