Jorge Andrade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde agosto de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o dramaturgo e novelista brasileiro. Para o futebolista português, veja Jorge Andrade (futebolista).
Jorge Andrade
Nome completo Aluísio Jorge de Andrade Franco
Nascimento 21 de maio de 1922
Barretos,  São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Morte 13 de março de 1984 (61 anos)
São Paulo,  São Paulo
Ocupação dramaturgo e escritor
Atividade 1950-1984
IMDb: (inglês)

Aluísio Jorge de Andrade Franco, mais conhecido como Jorge Andrade (Barretos, 21 de maio de 1922São Paulo, 13 de março de 1984), foi um dramaturgo e escritor brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Jorge Andrade começou sua carreira após ser apresentado, na década de 1950, à atriz Cacilda Becker, quando tinha 28 anos. Ela o incentivou a escrever para teatro. Mas ele queria ser ator, e aí Jorge entrou para a Escola de Arte Dramática da USP.

Sua obra faz uma reconstrução da história do Brasil, sobretudo o ciclo do café, além de focalizar o problema da decadência dos valores patriarcais.

Estreou profissionalmente como dramaturgo em 1954, com "A Moratória", conquistando o Prêmio Saci. Seguiram-se várias peças de 5 sucesso, como "Vereda da Salvação" e "Pedreira das Almas". Publicou, em seguida, a compilação do seu ciclo dramático, "Marta, a Árvore e o Relógio", narrando a formação da sociedade paulista e brasileira.

O seu maior sucesso teatral, a peça "Os Ossos do Barão", permanece até hoje, mais de quatro décadas depois, como uma marca de qualidade dos bons tempos do Teatro Brasileiro de Comédia, o TBC.

Sua estreia na televisão foi com a telenovela "Os Ossos do Barão", em 1973. Era uma adaptação que fundia duas peças: "A Escada" e "Os Ossos do Barão". Tornou-se polêmico e incompreendido com O Grito, em 1975.

Em 1978 publicou o romance autobiográfico "Labirinto", e, em 1979, escreveu "Gaivotas" para a TV Tupi, trabalho que lhe valeu o prêmio de melhor escritor de televisão do ano conferido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Seus últimos trabalhos para a televisão foram na TV Bandeirantes, na década de 1980, com "Os Adolescentes", "Ninho da Serpente" (um de seus maiores êxitos) e "Sabor de Mel", sua última novela, estrelada por Raul Cortez e Sandra Bréa.

Outras obras teatrais de Jorge Andrade são "Senhora na Boca do Lixo", "Rasto Atrás", "As Confrarias", "Milagre na Cela" e "O Sumidouro".

Jorge Andrade morreu vítima de uma embolia pulmonar, no INCOR, na cidade de São Paulo, seis meses depois de ter realizado uma operação para a implantação de três pontes safena e de ter sofrido um enfarte durante essa cirurgia.

Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.