Joviniano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Question book.svg
Este artigo ou secção não cita fontes confiáveis e independentes (desde junho de 2014). Ajude a inserir referências.
O conteúdo não verificável pode ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Monge cristão, cuja pregação heterodoxa remonta à década de 390 E.C.


Biografia[editar | editar código-fonte]

Joviniano, viveu entre 340-400 E.C., foi um monge em Roma cuja ideias sobre a regeneração pelo batismo fez com que rejeitasse o ascetismo de seu tempo. Para ele, todos os cristãos, uma vez batizados e não tendo degenerado, receberiam de Deus a mesma recompensa, não importando de eram casados ou celibatários.

Assim, extraídas do livro de Jerônimo de Estridão as quatros teses principais do monge Joviniano defendida em seus Comentários eram: [...] Disse que os méritos de todas as mulheres (virgens, casadas ou viúvas) que tem recebido o batismo são exatamente o mesmo, com tal de que seja o mesmo seu cumprimento da lei divina. Afana-se por demonstrar que qualquer pessoa que tenha recebido sinceramente o batismo estava completamente livre das tentações do diabo. Em terceiro lugar, propõe que entre uma pessoa que jejua e uma que come não existe diferença, se os alimentos são consumidos depois de dar graças a Deus. Portanto, toda abstinência e jejum são inúteis. Em quarto e último lugar, todo batizado fiel a seu batismo obterá idêntica recompensa no reino dos céus [...] (Contra Joviniano I, 3).


Foi condenado pelos bispos de Roma e Milão, Sirício e Ambrósio, e deportado para uma ilha.

Conhecemos seus ensinamentos através da virulenta obra de contestação, escrita por (São) Jerônimo, por volta de 393 E.C., Adversus Iovinianum.


Ícone de esboço Este artigo sobre cristianismo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.