Leucismo

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O leucismo, do grego λευκός,leucos que significa "branco", é a falta de pigmentação em partes do corpo de algum animal, podendo ter fundo genético (hereditário ou não), metabólico ou até de alimentação. O resultado normalmente são regiões corpóreas de coloração branca, em maior ou menor extensão, onde naturalmente deveria ocorrer alguma pigmentação.[1] [2] Indivíduos irregularmente manchados de branco são também comumente chamados de "arlequim". Ao contrário do albinismo, que é a ausência completa de melanina, o leucismo pode envolver outros tipos de pigmento.

Mesmo indivíduos leucísticos completamente brancos(menos comum) podem ser diferenciados de indivíduos albinos através de algumas características: a cor do olho no primeiro é normal, enquanto no albino os olhos são vermelhos; também podem possuir pequenas pigmentações nas narinas e outras partes, distribuídas discretamente. Muitos também não são realmente "brancos", e sim extremamente claros, inclusive bege. A diferença visual essencial entre leucismo e albinismo, é que no leucismo geralmente os animais conservam a coloração original, que seria a normal, dos olhos e narinas, por exemplo. Além disso, os animais leucísticos não possuem os problemas comumente associados aos animais albinos.[3] [4]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências