Psicologia reversa

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Psicologia reversa é a técnica envolvendo a advocacia de uma crença ou comportamento que se opõe ao desejado, com a expectativa de que isso convença ao que seja atualmente desejado pelo promotor da técnica; o oposto do que foi sugerido. Essa técnica depende da reação e/ou consentimento de causas negativas emocionais a serem persuadidas, e assim escolher a opção oposta a que foi proposta pelo promotor da técnica.

Em crianças[editar | editar código-fonte]

A psicologia reversa é usada frequentemente em crianças, devido à sua alta tendência a responder com reatância, um desejo de restaurar a liberdade de ação ameaçada. Alguns pais acham que a melhor estratégia é, por vezes, "psicologia reversa": dizer às crianças para ficar em casa, quando o que se realmente quer que eles escolham ir para fora e brincar".[1]Outro exemplo é dizer: "eu aposto que você não pode me pegar", o que resulta em ser perseguido pela criança.

  • No entanto essa abordagem levanta algumas dúvidas, quando é mais do que meramente instrumental, no sentido de que "a psicologia reversa implica uma hábil manipulação da criança que se comporta mal '[2] e nada mais. Com relação à "inteligência emocional...e paternidade bem sucedida, o conselho foi dado: não tente usar a psicologia reversa...essa estratégia é confusa, manipuladora, desonesta, e raramente funciona".[3] Além disso, permitir consistentemente uma criança para fazer o oposto do que ela está sendo aconselhada mina a autoridade do pai.

Referências

  1. Eliot R. Smith/Diane M.Mackie, Social Psychology (Hove 2007) p. 380
  2. R. J. Delaney/K. R Kunstal, Troubled Transplants (2000) p. 81
  3. John Gottman, The Heart of Parenting (London 1997) p. 21, p. 179 and p. 212

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